Rádio
Ouve os amigos ..ouve as piadas no emprego... ouve a mãe, ouve a rádio ..só não ouve a fala da mulher dentro de casa... depois de alguns anos a gente perde a voz... os companheiros não tem ouvidos pra nós... ai a gente faz o que ? Cansa ..para de falar ... e vai chorar as mágoas para quem quer ouvir...no caso , sempre outra pessoa... tem sempre alguém de braços abertos pra gente... enquanto o amor da vida da gente nos vira as costas... é lei .. é realidade, é fato ... sempre assim feito aquele ditado enquanto um desdenha.. o outro quer comprar
Lá, lá, lá, lá;
lá, lá, lá, lá.
Lá, lá, lá lá, lá;
lá, lá, lá, lá, lá...
Locutor, da Rádio:
Acabamos de escutar,
a música do: Lá, lá, lá.
Com a alegria,
a limpeza;
com a tristeza,
a sujeira.
É melhor:
o ânimo;
ter mui, bom ânimo;
ser forte;
corajoso;
não desanimar;
não perder, a esperança.
Do que, o desânimo.
Os programas de rádio, internet, televisão, literatura, DVD, celular, mídia impressa ajudam a propagação do Evangelho, porém existem poucos investidores com este propósito.
Lembranças de 1993
Uma bicicleta virada de rodas pra cima e um dínamo ligado a um pequeno rádio.
Era a música que fazia renascer em nós a esperança de que quando a guerra acabasse, voltaríamos de facto pra perto das nossas famílias e dar sequência a nossa adolescência roubada pela guerra.
As feridas provocadas pela fome, doíam no interior do estômago de cada guerreiro que embora pequeno, carregava nas veias a coragem para enfrentar a morte e vencer.
Os meninos bem como os adultos, precisam de esperança e Jacinto Tchipa, apontava o caminho que nos levava a sonhar com o colo das nossas mães que distantes, choravam as mortes de filhos vivos e esperavam por filhos que já não respeitavam.
Onde a fome cantava o soprano, contralto, tenor e baixo, Jacinto Tchipa cantava a esperança do regresso de um grande guerreiro à casa, sem muitas vezes saber que a sua mamãezinha já se não falava, não via, não respirava e muito menos podia ouvir Jacinto Tchipa cantar.
Um olhar
Nos olhos das crianças a pureza
Na flor, a natureza mostrando que és bela
No rádio uma linda canção
No peito a emoção de ser tocado pelo amor
Minhas palavras são escritas com carinho
Sei, não estou sozinho
Pois sei que estás aqui
Guardada no meu coração
É maior do que paixão
Esse amor é pra você
Uma mente depressiva é como um rádio sem sinal tentando acessar sua estação preferida... Você até pode ouvir um trecho da sua música, mas as interferências são maiores.
Começou a tocar "por você"na voz de Frejat no rádio e se eu já estava derretida, eu caí, eu mergulhei, eu me afoguei nas calmarias arrasadoras do amor. Eu o beijei com doçura e ele correspondeu, e eu segurei o "eu te amo" para não explodir em palavras, em versos insanos e em sentimentalismo. Segurei porque a menor demonstração de sentimentalismo poderia estragar tudo, podia fazê-lo nunca mais me querer, já que o mundo é dos que não sentem, não amam,praticam a lei do desapego como se fosse essencial para a sobrevivência da espécie humana. O que eu queria mesmo era gritar que eu o amava, que ele era minha fraqueza, meu delírio, minha droga preferida, que por ele eu faria todas as coisas que Frejat dizia na música e ainda mais, que devíamos ser felizes agora porque amanhã ninguém sabe...Mas só o que consegui foi deitar a cabeça no ombro dele e ficar sufocando com as palavras que eu não disse.
Ignora o político que ele passa. Trate ele igual a música ruim que está tocando numa rádio que faz com que você sintonize em outra.
A canção de amor
do nosso século
tocando no rádio
do teu carro preto.
Você tem pressa
ao quê impulsa
para vir brindar
as plêiades
Vênus e a Lua.
A canção de amor
da nossa história
está nos lábios
do mundo todo.
Você tem pressa
de chegar antes
do Sol poente
que precede
a Lua crescente.
A canção de amor
na voz modulada
aumenta o fluxo
eletromagnético
deste teu desejo.
A vir para festejar
o colorido do céu
de outono no Sul
junto comigo
sempre se encantar.
Sábado em Rodeio
É madrugada, liguei
o rádio para ouvir
um alegre vanerão
que aqueça o coração.
Neste sábado de frio
aqui em Rodeio,
meu tesouro perfeito
do Vale do Itajaí.
Meu amoroso rincão,
tô sonhando com
a nossa deliciosa paixão.
e beijos de montão.
Aquele pagode de mesa
tocando no rádio,
Me faz lembrar que
ninguém vive sem amor,
Eu sei que um dia
o meu bem ainda vem
ver o sol nascer,
tocar as estrelas comigo
e quando chegar o inverno
ele será o meu melhor abrigo.
Tocou um Bambuco
antigo na rádio,
Peguei um antigo
diário que tinha
uns Versos Intimistas
escritos com letras
quase desaparecidas
e que ainda davam
para ser lidas e reescritas,
Ainda mantenho a fé,
o amor e a paixão na vida
com a chama acesa da poesia.
Debaixo do Feijão-bravo
com o meu poético livro
de Versos Intimistas,
Ouvi as Cantoras do Rádio
cantando na estação
lá de São Paulo e fiz
uma viagem no tempo
onde o romantismo
era motivo e fazia canção
para tocar o coração.
Não existe um só
dia que não faça
uma linda viagem
pela estrada
com o rádio ligado
e ouvindo a música
do coração que tocado
foi pela tua intenção.
"Como policial de rádio patrulha por mais de 20 anos, vi de perto milhares de ocorrências pequenas que poderiam ter sido resolvidas na hora se tivéssemos juízes, promotores e defensores de plantão em cada município. Enquanto o topo do Judiciário se perde em influências e processos intermináveis (como mostra a imagem), o sistema trava porque não resolve o básico na base. Se puníssemos o pequeno conflito com agilidade e mediação direta, acabaríamos com as montanhas de processos que geram impunidade e libertaríamos as forças de segurança para o que realmente importa. A justiça precisa sair dos gabinetes de Brasília e voltar para o dia a dia do cidadão comum."
(Mário Luíz)
Durante todo tempo da vida os mais velhos em geral aprendiam uns com os outros, depois com o rádio e depois com a tv. Foram vistos como exemplos para os mais jovens.
Atualmente evoluiu-se a ponto em que os jovens estão exemplos para si próprios e ainda sem precisar dizer:“Faça o que eu digo e não faça o que eu faço".
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