Rádio
Nós, da privilegiada geração X, ainda ouvimos as mesmas músicas de 40 anos atrás no rádio, enquanto as músicas da atual geração z não são tocadas mais do que 90 dias e acabam sendo esquecidas.
Não queime o rádio, cara. É uma simples brincadeira, você brincou conosco o curso inteiro e não ficamos bravos e veja bem; "A Paz" não consiste nisso. Vamos brincar, é brincando que se aprende. Não?
VAI TOCAR NO RADIO
Vai tocar no radio a cidade vai saber
vou declarar pro mundo inteiro
que eu amo você
namoramos pouco tempo
já foi o bastante pra querer casar
agente se casou e Deus coroou
O nosso casamento
com um lindo filho
um amor assim eu só vi na novela
e o nosso é real você é minha Cinderela
agora eu sei que bom te encontrei
Vai tocar no radio a cidade vai saber
vou declarar pro mundo inteiro
que eu amo você
Antônio Luís Compositor
29/07/2015
O Rádio: O velhinho, com seus cabelos brancos e olhos cansados, segurava o velho rádio com carinho. Por muitos anos, aquele aparelho havia sido seu companheiro fiel, trazendo música e notícias para sua vida solitária. Mas, com o passar do tempo, o rádio havia parado de funcionar, silenciando as melodias que outrora enchiam seu coração de alegria.
Um dia, decidido a reviver aqueles momentos, o velhinho levou o rádio ao conserto. O técnico, com mãos habilidosas, conseguiu ressuscitar o velho aparelho. Quando o velhinho o ligou, a música começou a tocar, e ele foi transportado para um passado distante.
Com o rádio nas mãos, o velhinho começou a dançar pelas ruas, sorrindo de orelha a orelha. A música era uma valsa antiga, que ele lembrava de ouvir em sua juventude. Ele girava e rodopiava, sentindo-se jovem novamente.
As pessoas nas ruas paravam para olhar, surpresas com a alegria do velhinho. Alguns sorriam, outros aplaudiam, e alguns até começaram a dançar junto com ele. O velhinho não se importava com o que os outros pensavam; ele estava perdido na música e nas memórias.
Com o rádio apertado contra o peito, ele dançava como se estivesse em um sonho. A música parecia ter despertado uma parte dele que havia sido esquecida por anos. Ele sentia-se vivo, sentia-se feliz.
Quando a música acabou, o velhinho parou de dançar, sorrindo ainda. Ele olhou em volta, vendo as pessoas sorrindo para ele, e sentiu uma sensação de gratidão. Ele sabia que, por um momento, havia compartilhado sua alegria com os outros.
O velhinho voltou para casa, ainda segurando o rádio, e o colocou na mesa. Ele se sentou ao lado, olhando para o aparelho com carinho. Ele sabia que, enquanto o rádio funcionasse, ele teria música para dançar e memórias para reviver.
"Sejam bem-vindos à Rádio do Ivo, o lugar onde a música ganha vida e o entretenimento é garantido!"
"Na Rádio do Ivo, o som é a nossa paixão e a sua companhia é o nosso maior presente. Sintonize-se e deixe a música te levar!"
"Na sintonia da Rádio do Ivo, você encontrará a trilha sonora perfeita para cada momento, com músicas que tocam a alma e transformam seu dia em uma experiência inesquecível."
Eleição
Novamente
De novo
Eleição
Tá no rádio
Jornal
Televisão
A escolha
É sua
Atenção
Sua arma
É
Seu voto
Tira Deus
Da
Confusão
A música tocava a uma distância difícil de decifrar. O rádio jaz esquecido, e o volume das suas notas jaz desprezado. O vazio e escuro espaço se fez sentir, e o nervosismo juvenil invadiu os dois corpos que ali estavam dividindo lembranças de um momento que já experimentaram. Provaram dos beijos quando estavam longe, provaram dos beijos na proximidade de uma sensação, provaram dos beijos na estampa de uma novidade, provaram as duas bocas enquanto o corpo estava são. Viveram a intensa forma da reciprocidade.
Natureza humana
Discos: concepção abstrata
Vinil e CD, rádio ou tevê
Natureza humana pacata
Não há nada para ver!
Estranha desilusão mortal
Perdição, rendição fortuita
Nem o bem e nem o mal
São uma escolha gratuita
Os espectros do cemitério
Fazem os malditos gritarem
Sim, eles me tiram do sério
E essas crianças a chorarem
Muito barulho sem perdão
Há um túmulo em aberto
Aguardando os que virão
Para o seu endereço certo
A pomba da paz é carne
Na mesa do consumismo
Não chore! Já é tarde!
Aceite o seu ostracismo.
Quem te acordou hoje, não foi teu despertador. Não foi teu galo no poleiro. Não foi teu rádio relógio e muito menos o teu celular. Quem te despertou para um novo dia Foi JEOVÁ DEUS. Por isso, deixa um pouco a soberba de lado e o agradeça em nome de Jesus Cristo!
Fui fã do Zé Béttio e via-o, não somente como um extraordinário comunicador do rádio - ele foi a identidade do homem do campo, da fazenda, da roça, da zona rural ... E das cidades também. Ele foi uma voz inspiradora de anônimo - divertindo e alegrando os seus fãs - com boa música e informações relevantes; um craque semeador de vida.
Certo dia ouvi no radio dizer; Eu sou do povo eu sou o zé ninguém aqui em baixo as leis são diferentes, foi aí que indaguei bem vindo as profundezas realeza....
As canções de SÉRGIO O CANCIONEIRO...
Rodam aqui, na RÁDIO RAINHA DO SOL FM 105.9
Diariamente a partir das 13:30 hs.
Locução de LUCIANA LOCUTORA APAIXONADA
INDAIATUBA - SP.
Numa segunda-feira fresca de agosto,
Novidades repetidas soavam no rádio.
Asami despertou, com o assovio Angelical dos rouxinóis.
15 pras 8 em Hiroshima
Numa segunda-feira fresca de agosto,
Novidades repetidas soavam no rádio.
Asami despertou, com o assovio Angelical dos rouxinóis.
Lavou seu rosto na bacia,
Escovou os dentes,
Arrumou seus lençóis,
Calçou os sapatos de feltro,
Após colocar as meias de algodão,
Seus tornozelos doloridos,
Um repuxão, devido à queda do balanço.
Mas surgia um novo dia,
Ela enrolou seu lenço no pescoço,
Mostraria àquele parquinho,
Quem era a menina das acrobacias,
Desceu as escadarias, ligeira;
Na mesa comida típica,
Um desjejum de algumas delícias.
Mamãe abotoou a gola de linho,
Penteou seus cabelos, fez carícias, Regou as plantas com carinho.
Colheu um ramo de cerejeira,
Organizou a estante, os bibelôs
E as porcelanas na penteadeira;
Encostou as tramelas dos vitrôs.
A esta altura estava atrasada,
Asami ficou sem carona,
O ônibus passou na estrada,
Teria ela uma maratona.
Uma milha a pé caminhou,
Pelo bosque sacro andou,
Uma árvore de Ipê avistou,
Cruzando a praça e a venda.
Comeu algumas guloseimas,
Ao colégio chegou pra merenda.
Ás 15 pras 8 em Hiroshima,
Asami despertou, com o assovio
Angelical dos rouxinóis.
Enquanto isso, no extremo
Oposto do planeta,
Magnatas despertaram
Obstinados a uma ordem.
Nunca viram seu rosto,
Não sentiram o gosto do café,
Esqueceram que existe pureza, Tornaram-se escória, ralé.
Num abismo ruiu o humanismo,
Perpetuou-se o sacrilégio,
Entre o maligno e a bondade,
Um eterno conflito cego.
Asami alcançou a imortalidade,
Mártir por sua alvura e conchego.
Mamãe nunca mais arrumou sua gola,
Asami nunca mais, calçou seus sapatos
E foi à escola.
Ás 15 pras 8 em Hiroshima,
Asami despertou, com o assovio
Angelical dos rouxinóis.
Ás 15 pras 8 em Hiroshima,
Asami despertou...
No rádio
Escutei tocando
Nossa música,
Retornaram lembranças
De bons momentos,
Deu vontade de te ligar
Pedir para voltar,
A saudade apertou
Mas, de repente a música acabou
Assim como nossa história.
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