Rádio

Cerca de 382 frases e pensamentos: Rádio

⁠Nós, da privilegiada geração X, ainda ouvimos as mesmas músicas de 40 anos atrás no rádio, enquanto as músicas da atual geração z não são tocadas mais do que 90 dias e acabam sendo esquecidas.

Inserida por nosor_beluci

Não queime o rádio, cara. É uma simples brincadeira, você brincou conosco o curso inteiro e não ficamos bravos e veja bem; "A Paz" não consiste nisso. Vamos brincar, é brincando que se aprende. Não?

Inserida por NHETOMIL

VAI TOCAR NO RADIO

Vai tocar no radio a cidade vai saber
vou declarar pro mundo inteiro
que eu amo você

namoramos pouco tempo
já foi o bastante pra querer casar
agente se casou e Deus coroou
O nosso casamento
com um lindo filho
um amor assim eu só vi na novela
e o nosso é real você é minha Cinderela
agora eu sei que bom te encontrei

Vai tocar no radio a cidade vai saber
vou declarar pro mundo inteiro
que eu amo você

Antônio Luís Compositor
29/07/2015

Inserida por PoetaAntonioLuis

⁠O Rádio: O velhinho, com seus cabelos brancos e olhos cansados, segurava o velho rádio com carinho. Por muitos anos, aquele aparelho havia sido seu companheiro fiel, trazendo música e notícias para sua vida solitária. Mas, com o passar do tempo, o rádio havia parado de funcionar, silenciando as melodias que outrora enchiam seu coração de alegria.

Um dia, decidido a reviver aqueles momentos, o velhinho levou o rádio ao conserto. O técnico, com mãos habilidosas, conseguiu ressuscitar o velho aparelho. Quando o velhinho o ligou, a música começou a tocar, e ele foi transportado para um passado distante.

Com o rádio nas mãos, o velhinho começou a dançar pelas ruas, sorrindo de orelha a orelha. A música era uma valsa antiga, que ele lembrava de ouvir em sua juventude. Ele girava e rodopiava, sentindo-se jovem novamente.

As pessoas nas ruas paravam para olhar, surpresas com a alegria do velhinho. Alguns sorriam, outros aplaudiam, e alguns até começaram a dançar junto com ele. O velhinho não se importava com o que os outros pensavam; ele estava perdido na música e nas memórias.

Com o rádio apertado contra o peito, ele dançava como se estivesse em um sonho. A música parecia ter despertado uma parte dele que havia sido esquecida por anos. Ele sentia-se vivo, sentia-se feliz.

Quando a música acabou, o velhinho parou de dançar, sorrindo ainda. Ele olhou em volta, vendo as pessoas sorrindo para ele, e sentiu uma sensação de gratidão. Ele sabia que, por um momento, havia compartilhado sua alegria com os outros.

O velhinho voltou para casa, ainda segurando o rádio, e o colocou na mesa. Ele se sentou ao lado, olhando para o aparelho com carinho. Ele sabia que, enquanto o rádio funcionasse, ele teria música para dançar e memórias para reviver.

Inserida por leila_boas

⁠"Sejam bem-vindos à Rádio do Ivo, o lugar onde a música ganha vida e o entretenimento é garantido!"

Inserida por Ivo67

⁠"Na Rádio do Ivo, o som é a nossa paixão e a sua companhia é o nosso maior presente. Sintonize-se e deixe a música te levar!"

Inserida por Ivo67

⁠"Na sintonia da Rádio do Ivo, você encontrará a trilha sonora perfeita para cada momento, com músicas que tocam a alma e transformam seu dia em uma experiência inesquecível."

Inserida por Ivo67

Eleição

Novamente
De novo
Eleição

Tá no rádio
Jornal
Televisão

A escolha
É sua
Atenção

Sua arma
É
Seu voto

Tira Deus
Da
Confusão

Inserida por samuelfortes

A música tocava a uma distância difícil de decifrar. O rádio jaz esquecido, e o volume das suas notas jaz desprezado. O vazio e escuro espaço se fez sentir, e o nervosismo juvenil invadiu os dois corpos que ali estavam dividindo lembranças de um momento que já experimentaram. Provaram dos beijos quando estavam longe, provaram dos beijos na proximidade de uma sensação, provaram dos beijos na estampa de uma novidade, provaram as duas bocas enquanto o corpo estava são. Viveram a intensa forma da reciprocidade.

Inserida por julioraizer

Natureza humana

Discos: concepção abstrata
Vinil e CD, rádio ou tevê
Natureza humana pacata
Não há nada para ver!

Estranha desilusão mortal
Perdição, rendição fortuita
Nem o bem e nem o mal
São uma escolha gratuita

Os espectros do cemitério
Fazem os malditos gritarem
Sim, eles me tiram do sério
E essas crianças a chorarem

Muito barulho sem perdão
Há um túmulo em aberto
Aguardando os que virão
Para o seu endereço certo

A pomba da paz é carne
Na mesa do consumismo
Não chore! Já é tarde!
Aceite o seu ostracismo.

Inserida por PensadorRS

Antigamente, todo mundo tinha um rádio.
Hoje, todo mundo têm uma Rádio.

Inserida por DanielChrystianno

⁠Quem te acordou hoje, não foi teu despertador. Não foi teu galo no poleiro. Não foi teu rádio relógio e muito menos o teu celular. Quem te despertou para um novo dia Foi JEOVÁ DEUS. Por isso, deixa um pouco a soberba de lado e o agradeça em nome de Jesus Cristo!

Inserida por DanielChrystianno

⁠Locutor não precisa de Rádio,
pra ser Locutor,
mas Rádio precisa de Locutor,
pra ser Rádio!

Inserida por DanielChrystianno

⁠Fui fã do Zé Béttio e via-o, não somente como um extraordinário comunicador do rádio - ele foi a identidade do homem do campo, da fazenda, da roça, da zona rural ... E das cidades também. Ele foi uma voz inspiradora de anônimo - divertindo e alegrando os seus fãs - com boa música e informações relevantes; um craque semeador de vida.

Inserida por JulmarCaldeira51

Certo dia ouvi no radio dizer; Eu sou do povo eu sou o zé ninguém aqui em baixo as leis são diferentes, foi aí que indaguei bem vindo as profundezas realeza....

Inserida por Boysdontcry

As canções de SÉRGIO O CANCIONEIRO...
Rodam aqui, na RÁDIO RAINHA DO SOL FM 105.9
Diariamente a partir das 13:30 hs.
Locução de LUCIANA LOCUTORA APAIXONADA

INDAIATUBA - SP.

Inserida por sergiocancioneiro

⁠Numa segunda-feira fresca de agosto,
Novidades repetidas soavam no rádio.
Asami despertou, com o assovio Angelical dos rouxinóis.

Inserida por michelfm

⁠15 pras 8 em Hiroshima

Numa segunda-feira fresca de agosto,
Novidades repetidas soavam no rádio.
Asami despertou, com o assovio Angelical dos rouxinóis.

Lavou seu rosto na bacia,
Escovou os dentes,
Arrumou seus lençóis,
Calçou os sapatos de feltro,
Após colocar as meias de algodão,

Seus tornozelos doloridos,
Um repuxão, devido à queda do balanço.
Mas surgia um novo dia,
Ela enrolou seu lenço no pescoço,

Mostraria àquele parquinho,
Quem era a menina das acrobacias,
Desceu as escadarias, ligeira;
Na mesa comida típica,

Um desjejum de algumas delícias.
Mamãe abotoou a gola de linho,
Penteou seus cabelos, fez carícias, Regou as plantas com carinho.

Colheu um ramo de cerejeira,
Organizou a estante, os bibelôs
E as porcelanas na penteadeira;
Encostou as tramelas dos vitrôs.

A esta altura estava atrasada,
Asami ficou sem carona,
O ônibus passou na estrada,
Teria ela uma maratona.

Uma milha a pé caminhou,
Pelo bosque sacro andou,
Uma árvore de Ipê avistou,
Cruzando a praça e a venda.

Comeu algumas guloseimas,
Ao colégio chegou pra merenda.

Ás 15 pras 8 em Hiroshima,
Asami despertou, com o assovio
Angelical dos rouxinóis.

Enquanto isso, no extremo
Oposto do planeta,
Magnatas despertaram
Obstinados a uma ordem.

Nunca viram seu rosto,
Não sentiram o gosto do café,
Esqueceram que existe pureza, Tornaram-se escória, ralé.

Num abismo ruiu o humanismo,
Perpetuou-se o sacrilégio,
Entre o maligno e a bondade,
Um eterno conflito cego.

Asami alcançou a imortalidade,
Mártir por sua alvura e conchego.

Mamãe nunca mais arrumou sua gola,
Asami nunca mais, calçou seus sapatos
E foi à escola.

Ás 15 pras 8 em Hiroshima,
Asami despertou, com o assovio
Angelical dos rouxinóis.

Ás 15 pras 8 em Hiroshima,
Asami despertou...

Inserida por michelfm

⁠sons de um dia comum
o avião
uma seresta no rádio
água descendo a torneira
e a gritaria na mente.

Inserida por warleiantunes

⁠No rádio
Escutei tocando
Nossa música,
Retornaram lembranças
De bons momentos,
Deu vontade de te ligar
Pedir para voltar,
A saudade apertou
Mas, de repente a música acabou
Assim como nossa história.

Inserida por warleiantunes