Poesias sobre Escola
Para todo aquele que se posiciona como aprendiz na escola da vida, independentemente da situação e do contexto, todo momento é passível de aprendizado.
Nas lembranças de infância, a festa junina se aninha,
Com quadrilhas da escola, em dança tão fina.
A fogueira crepita, um convite à alegria,
Enquanto o milho cozido nos remete à magia.
Fantasias de caipirinhas, em cores e retalhos,
Entre risos e brincadeiras, ecoam nos galhos.
As comidas típicas, oh, que saborosa sina!
Pamonha, canjica, e a doce cocada divina.
Faz parte da nossa cultura, raiz tão profunda,
Em cada canto do Brasil, a tradição se inunda.
De junina a julina, a festa se estende,
Unindo o país inteiro, como se tudo entende.
O tempo traz o friozinho, de outono a inverno,
Aquecendo os corações, em calor tão terno.
É a festa junina, com seu encanto peculiar,
Que nos faz recordar e sempre celebrar.
Eu fiz um samba tão triste
que quando saiu minha escola
desabou um temporal
chuva, vento e trovoada
e a minha batucada
parecia um berimbau
a letra do samba enredo
citava mistérios e segredos
de um sobrenatural
sob o frio tive medo
tremi voz, pernas e dedos
suei frio e passei mal
Hoje entendo que a VIDA nada mais é do que uma escola, até porque NELA” nada perdemos, pois quando admitimos que erramos estamos adquirindo aprendizado, e quando o corrigimos adquirimos conhecimento, e, quando auxiliamos outro a corrigir seus erros, nos é atribuído SABEDORIA.
Entendo também que de certa forma todas as pessoas que passaram pela minha vida contribuíram para que hoje eu seja quem sou...
Nasci em janeiro,
e em fevereiro vivi a infância,
março me levou à escola,
abril viu o fim do ensino primário.
Maio trouxe o ginásio,
junho, o colegial,
e o curso técnico,
finalizei com o coração aberto.
Julho, trabalho de sol a sol,
agosto, salário e sonhos,
cursinho pago, faculdade iniciada,
outubro trouxe a reprovação,
novembro, a força para continuar,
dezembro, a formatura e a conquista.
E o que veio depois,
eu ainda não sei.
Hino Nacional.
Eu tenho orgulho em ter estudado na minha infância e adolescência em uma escola publica no meu bairro, que na aula de OSPB, a professora nos ensinou a cantar o hino , além do significado de cada palavra e expressão.
Hoje com muito mais informações, com ferramentas tecnológicas, com o imediatismo das informações, a maioria das pessoas não procuram e ou não querem aprender.
Às vezes nasce uma canção
Da casa para a escola,
Da escola para a casa,
Entre tarefas e lições,
Recreios e distrações,
Às vezes nasce uma canção,
Para amigos de coração.
Somos Grandes Amigos,
Somos Grandes Irmãos,
E desses momentos bonitos,
Às vezes nasce uma canção.
Borrachas apagam,
Canetas escrevem,
Grandes amigos
Jamais se despedem.
Dizem apenas de maneira leve:
- Um abraço e até breve !
Somos Grandes Amigos,
Somos Grandes Irmãos,
E desses momentos bonitos,
Às vezes nasce uma canção.
Nós também queremos viver.
Nós também amamos a vida.
Para vocês escola; para nós pedir esmola .
Para vocês academia; para nós delegacia.
Para vocês forró; para nós mocó .
Para vocês coca-cola; para nós cheirar cola.
Para vocês avião; para nós camburão .
Para vocês vida bela; para nós morar na favela.
Para vocês televisão; para nós valetão.
Para vocês piscina; para nós chacina .
Para vocês emoção; para nós catar papelão.
Para vocês ir à lua; para nós morar na rua .
Para vocês está bom, felicidade; mas para nós... Igualdade.
Nós também queremos viver.
Nós também amamos a vida...
Eu já Ser Alguém
verso:
estudar na Escola e Ser Alguém na vida
controverso:
estudar a vida e Ser Alguém na Escola
A educação faz a cultura e a cultura faz a educação.
A casa, a rua e a escola se entrelaçam como lei natural.
A sociedade ainda é um bebê e o manejo e projeção consciente ainda se faz necessário.
"Meu pai era analfabeto. Não sabia assinar nem o próprio nome, mas
na escola da vida foi um mestre...
Agradeço a Deus, por ter tido um pai maravilhoso, que partiu deixando saudade, nenhum bem material, mas, excelentes lições de vida e lembranças boas,que superam qualquer fortuna.
Sempre a saudade vem colocar lágrimas em meus olhos.
Nunca vou esquecer aquele dia vinte de fevereiro de dois mil e seis..."
Bate-bola
Já busquei Araçá
na porta da escola,
Saí pela rua com
a fantasia de Bate-bola,
Um dia quem sabe quando
menos pensar num toque
de abracadabra a gente namora.
Na escola onde todos se encontram,
Um universo de aprendizagem se expande,
Onde cada alma, única e especial,
Encontra seu lugar, sua voz, sua demanda.
Em salas de acolhimento e ternura,
Professores tecem laços de compreensão,
Cada desafio se transforma em oportunidade,
Cada barreira se desfaz na educação.
Não há limites que não possam ser transpostos,
Quando o amor pela aprendizagem é o guia,
Na inclusão, encontramos a verdadeira luz,
Onde cada criança brilha, onde cada talento irradia.
Educação especial, sinfonia de diversidade,
Onde o respeito e a empatia são a base,
Caminhamos juntos, lado a lado,
Numa jornada de crescimento e graça.
Que cada mente seja um jardim florido,
Onde o conhecimento brota e floresce,
Na educação inclusiva, o futuro se constrói,
Com amor, sabedoria e uma mente que enaltece.
Há alguns anos, fui convidado a fazer um treinamento numa escola estrangeira. Na hora do almoço, sentei com um norte-americano.
Não perdi a oportundidade e perguntei em inglês pra ele:
- Você sabe como chama as pessoas que falam várias línguas?
Ele olhou para mim com curiosidade: - Como?
- São poliglotas, respondi.
Lancei outra pergunta: - E pessoas que falam duas línguas, você sabe?
Ele fez um não com a cabeça.
- Bilingue, afirmei com sorriso.
Não parei por aí e fiz uma terceira pergunta:
- Agora, você sabe como chama quem fala só uma língua?
Ele olhou para mim, intrigado, aguardando a resposta.
- Norte-americano.
Gargalhei,
ele não riu.
E nunca saberei
se meu inglês tava ruim,
se era vergonha,
ou raiva de mim.
Na escola,
a nota alta era eu que tirava;
a nota baixa, o professor que me dava.
Hoje sou um tadinho;
um profissional de nariz sujo,
que culpa o chefe chato
e cospe toddynho.
O passado para mim hoje
é uma escola,
nunca uma prisão.
Aprendo com os erros do passado,
mas não sou prisioneiro dele.
Lucius é um peregrino. Um viajante do tempo na escola Militar da vida, com seus pés calejados de muito andar (isto é: tendo obtido maturidade precoce). E descobriu, nesta longa jornada, que nem todo Anjo está na Igreja, bem como nem todo Demônio, apenas em lugar profano. Lucius descobriu que têm Anjos disfarçados de Demônios, em cabarés, no tráfico de entorpecentes, no meio da corrupção e nos lugares mais tenebrosos do Mundo que alguém pudesse imaginar.
E viu também que existem Demônios travestidos de homens sacros, com batina, togas, fardas, jalecos, travestidos de indivíduos probos...
E isso tudo assim, apenas por "AMOR" ( ou disputa) às Almas.
Às, 16h49 in 17.10.2023
Quando uma escola é aberta
Cria-se nova visão
Uma chave se liberta
Para fechar a prisão.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
A Escola Dominical e o Metodismo.
John Wesley começou um trabalho especial de ensino bíblico para crianças, em sua missão na Geórgia, Estados Unidos entre 1736-1738.
Hanna Ball Moore, que era Metodista, criou a primeira Escola Dominical em 1769.
Em uma carta em 1770, Hanna relata sua experiência.
Robert Raikes (nasceu em Gloucester, em 14 de setembro de 1736; e esse pode ser o motivo do dia da EBD no Brasil ser no terceiro domingo de setembro), um jornalista Metodista, em 1780, em Gloucester, Inglaterra, começou uma Escola Dominical, acolhendo meninos na rua. Raikes ensinava além da Bíblia, aritmética e inglês. Robert Raikes pode ser considerado o “pai” da educação popular.
Dados importantes sobre a Escola Dominical de Robert Raikes:
• Em 1784 com 250 mil alunos em toda Inglaterra.
• Em 1792 não havia mais réus nos tribunais de Gloucester.
• Em 1811 superava 500 mil alunos, também com alfabetização de adultos.
• Em 1831 com 1 milhão de alunos.
No Brasil, a primeira Escola Dominical foi fundada pelo pastor Metodista, Rev. Justin Spaulding em junho de 1836.
A primeira revista de Escola Dominical no Brasil foi publicada em 1880 pelo missionário Metodista Rev. James Ransom.
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
DEUS.
O mundo é uma escola, onde os alunos nunca viram nem o diretor nem o professor, mas nas carteiras há um livro, onde você lê, se quiser, quando quiser, interprete como quiser, viva como quiser, avalie-se, dê uma nota para si mesmo e espere ser chamado para o céu.
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