Poesia Caminhos
Nos caminhos por onde ando
Sempre encontro um flamboyant
Presença de pura nobreza
Embelezando a natureza
Flor de beleza sem fim
Vermelho de intensa cor
Galhos robustos e fortes
Flores vermelho carmim
Ah, meu lindo flamboyant
Todos os anos a florescer
Sombra na frente da casa
Do amanhecer ao entardecer
edite lima / Novembro 2019
Renovação da vida
No clarão da lua pelos caminhos,
Percebi o sorriso lindo de uma criança,
Ouvindo o canto dos passarinhos,
Com um olhar brilhante de esperança.
Em uma noite quente só de camisa,
Deixando a tristeza longe e esquecida,
Sentindo a fresca aragem da brisa,
Curtindo a mais linda essência da vida.
Em minha frente um cristalino regato,
Com as suas águas direcionadas ao mar,
Varrendo nas areias da praia o mato,
Reluzindo o brilho na clara luz do luar.
A escuridão do infinito contada em verso,
Com o mais lindo ponteado de estrelas,
Iluminando a amplitude do universo,
Trazendo-nos o mais simples prazer vê-las.
No mais seguro segredo da vida,
Observo o lindo germinar da semente,
Em uma terra de adubos desprovida,
Onde tudo cresce incessantemente.
Vejo na manhã o orvalho sobre a relva,
Tornando uma passarela que encanta,
Que seja na cidade ou mesmo na selva,
Em qualquer ponto o sol se levanta.
Com ele as lindas flores se desabrocham,
Perfumando com seu aroma a atmosfera,
Por entre as folhas novas que ali brotam,
Anunciando a beleza da primavera.
No perfeito complexo ciclo da natureza,
A metamorfose é variada e constante,
Onde as cores desfilam a sua beleza,
Com o mais luxuoso brilho radiante.
Fazendo com que todo broto se renova,
De certa forma a levar a vida adiante,
Pelas mãos do Criador que as aprova,
De maneira a nos fazer consciente.
Para nas dores ajudarmos a um irmão,
Extraindo do coração toda bondade,
Na certeza de cumprirmos a missão,
De estritamente levarmos a felicidade.
Du'Art 18/ 07 / 2015
Valor a Vida
O brilho dos seus olhos e a beleza dos seus corações,
Fazem trilhar os caminhos com perseveranças,
Sempre demonstrando alegria e muitas satisfações,
Desde os belíssimos e difíceis tempos de crianças,
Hoje com a saúde um tanto abalada,
Mas sempre com entusiasmo e alegria,
Lutando para alcançar esta escalada,
Vivendo uma vida plena de alegria,
Buscando na adversidade algumas saídas,
Que possam eliminar de vez as indignações,
Demonstrando os mais lindos exemplos de vidas,
Preenchendo com amor os vazios de seus corações,
Ah si todo ser humano assim pudesse entender,
E desse momento mágico quisesse compartilhar,
Com certeza muitos entre nós iriam compreender,
Sendo capazes de assumir e jamais desvencilhar,
Ninguém escolhe na vida uma ou outra doença,
Apenas elas aparecem em nosso corpo e maltrata,
Não podemos nas pessoas encontrar uma diferença,
Que a vida os concedeu e em sua aparência retrata,
Sejam os cabelos loiros, escuro ou até mesmo raspado,
Devemos respeitar e jamais negarmos o seu valor,
Sempre buscando trazermos para o nosso lado,
Desprendendo em prol dessa vida o carinho e o calor,
Sinto-me a liberdade para falar de suas vidas,
Sempre buscando um sabor de viver diferente,
Vocês são pessoas que jamais serão esquecidas,
Pois sempre foram lindas e muito exigente,
Hoje vivendo momentos da vida muito restritos,
Mas jamais esquecendo o apreciado sabor de viver,
Num mundo onde a discriminação traz muitos atritos,
Por não terem coragem de com essas vidas conviver,
Tenho certeza de que Cristo na tristeza deixaria o seu estandarte,
Como um pobre lavrador que perde as uvas de sua parreira,
Pois falo de minha esposa Maria das Graças Mattos Duarte,
E minha linda e inesquecível amiga Heroína Faria Pereira.
Du’Art 30 / 11 /2014
Nas noites mais escuras,
Ele é a luz a brilhar,
Iluminando caminhos,
Com seu poder de amar.
Em cada olhar, um universo,
Em cada toque, uma chama,
O amor eterno se perpetua,
Como uma doce e eterna flama.
(trecho de um poema publicado em 2023)
Caminhos percorridos por calçadas de Lisboa, bons dias as pessoas, a enchente começa a partir das 10 ao Sábado, abrem -se as portas dos estabelecimentos, um pequeno almoço convidativo e apelativo na rua Augusta, sobe-se pelo Chiado espreita-se a Gardênia, Bertrand, vê-se o Natal espreitar no decurso das ruas, as luzes instaladas apagadas a espera de cintilar.
Os vendedores ambulantes apregoam a arte, a leitura.
O Museu homenagea a José Saramago a Lisboa, recordações intemporais guardadas nos corações dos demais com felicidade e amor incondicional.
Passar no Museu Nacional de Arte Contemporânea banquetear de exposição de abstracionismo de vários artistas, as pinturas num contexto com planos monocromáticos, com blocos, linhas gestuais bidimensionais e tridimensionais, com fundo e geometria. Outra exposição denominada Nature, onde provém a essência da precessão de uma existência a pedras mais duras, diamantes representados na sua real intenção divina onde as cores do arco íris transparecem o rebento do ser e do existir pela força de expressiva de espaços e pontos.
Numa outra parte a arquitetura se desdobra e multiplica como a lapidação de um diamante. Em várias secções.
Finda aqui a minha observação neste dilema de busca, pesquisa e de vida.
Por: Emanuel Bruno Mota Veiga Andrade
Para elas,
As flores,
Há sempre encontros,
Ainda que seus caminhos
Desertores,
Sigam linhas
Paralelas,
Nos descaminhos
Da vida.
Enfim,
Nada pára elas!
(Paralelas)
noites insones,
insípidas
de gentes insólitas,
insanas
trilham caminhos insertos,
insinuantes
instigam amores insalubres,
insassiáveis
em corações insulares,
instáveis
insidiosamente insultados
insemináveis
(Os Insipientes)
Quando uma história é escrita de forma torta, ela tem um único propósito, cruzar caminhos, vidas, e unir corações.
Aí não tem mais pra onde fugir.
O amor chegou, e veio pra ficar.
Então, é só se entregar.
E deixar a felicidade ser seu lar.
Por toda a eternidade, e além.
EU NÃO VOU DESISTIR.
Autor: Gilberto Braga
POR CAMINHOS DESCONHECIDOS EU ANDEI,
PERDIDO E SEM RESPOSTAS,
QUE A MIM MESMO ,PERGUNTEI,
ONDE ESTOU ?, PRA ONDE VOU ?
EU NÃO SABIA ,
MUITAS VEZES QUESTIONEI,
SENTINDO FRIO, OU CALOR EU CAMINHEI.
MUITAS VEZES SORRI MUITO, MAS SEI QUE MUITO CHOREI,
PESSOAS QUE SE FORAM PARA NUNCA MAIS VOLTAR...
PEGANDO ATALHOS TENTANDO LOGO CHEGAR,
EM ALGUM LUGAR QUE EU NÃO CONHECIA,
MAS QUE PRECISA CHEGAR EU BEM O SABIA...
MAS COMO NADA ACONTECE POR ACASO,
A MINHA FÉ E ESPERANÇA,
ME FEZ ACREDITAR QUE EU AINDA ERA UMA CRIANÇA,
QUE NÃO HAVIA APRENDIDO ,SEQUER A ANDAR,
E ASSIM A VIDA FOI PASSANDO..;
PESSOAS E LUGARES FUI ENCONTRANDO,
ALGUMAS FUI PERDENDO OUTRAS FUI GANHANDO,
E SEMPRE ACREDITANDO,QUE SÓMENTE EM FRENTE ,CAMINHANDO,
ESTOU AINDA APRENDENDO A VIVER SONHANDD,
ENTRE O AMOR E O ÓDIO,ENTRE A FOME E A ABUNDÂNCIA,
ENTRE A E A SABEDORIA IGNORÂNCIA ,
MOLHADO PELA CHUVA, QUEIMADO PELO SOL,
EU AINDA VOU CAMINHANDO ,PELA VIDA VOU LUTANDO,
COMO UM NAVIO EM ALTO MAR,
EM MEIO AS CALMARIAS E TEMPESTADES,UM PORTO SEGURO ENCONTRAR.
VOU TENTANDO SOBREVIVER.
MAS A FÉ E A ESPERANÇA, ME FAZ VOLTAR A SER COMO UMA CRIANÇA.
E NA PUREZA DE UMA CRIANÇA, VOLTAR A TER ESPERANÇA,
SER FELIZ E VOLTAR A VIVER !
EU NÃO VOU DESISTIR.......
Gilberto Braga/Agosto de 2013.
Nossas estradas e caminhos:
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Que nunca errou ao escolher um caminho ?
Quem nunca errou ao atirar num alvo ?
E se pelo menos, deu um primeiro passo, saiu da " inèrcia",
é por que tentou chegar a algum lugar!
Nenhum caminho é facíl de caminhar, e quando estamos com os pés feridos, a dor quer nos paralizar e fazer desistir,
e é justamente nessa hora, que estamos bem próximos,
de alcançar o horizonte e encontrar a estrada que tanto procuramos encontrar.
Muitos " atalhos" nos enganam e nos levam ao abismo,
mas precisamos continuar...
è assim que funciona..
é assim que precisa acontecer !
Isso se você quer mesmo ir na direção do seu destino ...
De Gilberto Braga: 27/08/2015.
Um dia entenderemos porque cruzamos nossos caminhos..
achamos que era pura coinscidência, mas na verdade era um propósito de Deus !
Nada acontece por acaso...
Tudo acontece com um motivo e um propósito !
Eu estava lá naquele dia...e você também
Em breve entenderemos porque ...
Você estava lá e eu também !
Gilberto Braga.
Refletindo...
Repensando...
recomeçando...
Nem sempre os caminhos mais fáceis e curtos e os atalhos, nos permitem chegar a um lugar seguro, onde precisamos chegar....
Nem sempre o que você quer ,será seu !
Assuma seus atos e suas decisões e chega de reduzir as suas responsabilidades sob a " falsa" idéia de que Deus controla tudo !
Gilberto Braga.
Vivemos uma era da escuridão entre luzes,
onde os caminhos iluminados,
não conduzem ao clarão das ideias,
mas às trevas da ignorância.
De janeiro a janeiro
Por muito tempo andei perdido
Pelos caminhos do mundo
Tudo aquilo, no final
Nem me parecia ser
de todo mal
E em resumo
Seria esquecido um dia
Bastaria
Permanecer calado
e ouvir o que o mundo fala
Qualquer tolo
Demonstra sabedoria
Quando se cala
Mas somente o silêncio
é algo que não vale à pena
ser esquecido
Enquanto se perde tempo
Vagando em vão
Em um mundo
Que também anda perdido
e repleto de perdição
Até que um dia
Se percebe
Que a melhor visão
Não se encontra nos olhos de ver
E existe algo bem melhor
e mais profundo
Uma Luz que nos afaga
Um carinho que vem no vento
Mas que muita gente não sente
E vaga perdida no mundo
A gente procura sempre
Andar pelos caminhos que conhece
Pois assim não há medo de errar
e também não precisa pensar
A gente vai tão naturalmente
Que quando vê
de repente já está lá
Mas nem tudo na vida é assim
Tem coisas que, quanto mais se sabe
Menos queria saber
E quanto mais conhece
Muito mais, gostaria de esquecer
Pois
Quanto mais a vida engana
Mais correto a gente aprende
E entende
como desviar-se de armadilhas
E então
Quanto mais aguçadas
se tornam as vistas
Mais a gente percebe
No quão ardilosos
Podem ser os caminhos da vida.
Edson Ricardo Paiva
Ruas
Caminhos por onde passei
Lugares
Tristes e alegres lugares
Onde eu vivi
Momentos iguais
Ruas por onde passei
Locais
Onde sei que não sei voltar
Mas sei
Sei que não verei nunca mais
Aquelas ruas
Não me lembro de todas
Alguma esqueci
Uma ou duas, quem sabe
Não me cabe
Sentir tamanha saudade
Nem sei por quê choro
Melhor seria voltar pra casa
Anoitece, talvez esse Céu desabe
E então eu me lembro
Que já faz alguns dezembros
Que moro na rua.
Edson Ricardo Paiva
Enquanto isso vou pensando
nos caminhos onde andei
Perdido no tempo e no espaço
Gente
Respirando fumaça
E realmente achando graça
Penso e me perco
Parcas esperanças
Mais fracas
Conforme o tempo passa
E ele passa
E nesse espaço de tempo
Disfarço e me desfaço
Penso em quantas partidas
A vida
Essa viagem só de ida
Bagagem
Mensagens de adeus
despedidas
Em quantos partiram
Sem um último olhar
ou abraço
Em quantos vem chegando
Sem saber
e nem querer saber
Vivendo sem pensar
Simplesmente por viver
E um dia partir
Como tantos
Que se foi deixando
Ficar por esse caminho
Tão curto e tão distante
Confuso, inconstante, alegre e triste
Agora parece
Que a mente se ilumina
Porém
Quando olha pra cima
Percebe que ninguém percebe
Que o Sol não mais ilumina
da mesma maneira que antes
E a quantidade de luz que se recebe
Não faz tanta diferença
Quanto no tempo
Em que se vivia e nem pensava
E achava distante demais
Tudo aquilo que hoje
A bem da verdade
Tanto faz...
Edson Ricardo Paiva
Estradas existem
Para que possamos
decidir nossos caminhos
Os quais nem sempre nos é dado
O direito de escolher
E não há como saber
O que há no fim de cada uma
seguimos sozinhos
Nos sentindo acompanhados
Não há nada e nem ninguém
A lhe apontar constantemente a direção
das águas que haverão
de aplacar eternamente a sede
e trazer-lhe o alento desejado
do amor incondicional
Se me tivessem dado o direito a escolher
(Pois as estradas também não escolheram Sê-las)
Talvez eu tivesse escolhido
A Estrada que leva às Estrelas
Estrelas não existem
Somente pra serem olhadas
Mesmo assim, no fim
Existem noites em que as procuramos
Não vemos nada
Estamos presos a outros caminhos
Muros marcados
Pelas manchas que lhes faz o tempo
Portas trancadas
Chuvas sem telhado
Coração sem abrigo
dias e mais dias
Sem ouvir palavra amiga
Não me basta aguçar os ouvidos
Se não há quem as diga
Caminhos existem
Para que a gente finque os pés no chão
Querendo ou não
O conhecimento
Nem sempre traz riqueza
Muito menos a riqueza
O verdadeiro amor ou amizade
A única coisa que existe
É o caminho e a caminhada
Esta é a única verdade
Mais nada
Aos que agem com honestidade
desejo paz
Aos que vivem a sinceridade
desejo que em seus caminhos
haja sempre, somente a verdade
Os que mentiram e enganaram
não quero ver nunca mais
Aos que eu ofendi
Peço perdão
Aos que me ofenderam
Queria que soubessem
Que eu tenho, sim
Um coração que chorou
E espero que isso
lhes faça sentir melhores
se lhes aprouver
Aos que não me amaram
respondo apenas
Que não me apraz
Um amor qualquer
Uma pessoa qualquer
Aos que querem me ver à distância
Deixo aqui o meu Adeus.
Meu nunca mais;
Até!
A vida repleta
de caminhos incertos
todos eles livres, abertos
A quem queira caminhá-los
A única opção inexistente
É aquela que eu tanto queria
Pois hoje ainda não é o dia
Em que eu finalmente
Estarei, enfim, ausente.
Aqui, todos caminham corretos
Exceto eu.
Nenhum ser é tão abjeto
Quanto eu.
Ninguém trilhou um caminho
Tão incompleto quanto o meu.
O dia nasce
por mais que durante a noite
Eu tenha pedido ao tempo
Que ele parasse.
Os pássaros que voam
Não mais voam por mim,
Nem as nuvens que tapam o Sol
Fazem sombra sobre mim
Mas Deus põe a mão no meu ombro
E me Diz que, por ora
As coisas tem que ser assim
Isso vai buscar, enfim
Em meu âmago absorto
Um sorriso escondido, guardado
Fingindo morto
E eu vejo a manhã de hoje
Como se hoje fosse o amanhã
Que há muito tempo eu espero.
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