Poesia Borboletas
SAINDO DO CASULO...
Agora, sou apenas um casulo de mim mesma onde borboletas se debatem querendo voar, e quem sabe nesse desencontro entre atalhos e reversos eu possa me encontrar.
De que te adianta, plantar roseiras para atrair borboletas,
E deixar que a erva daninha sufoque essas roseiras;
Ensinar a verdade aos teus seguidores,
Porém viver de mentiras;
Querer castigar o homem de hoje,
Se não fostes sábio o suficiente para ensinar com determinação
A criança de ontem.
Ordene teus pensamentos de forma
A conviver com abelhas e acolher as borboletas
Que virão para os teus jardins,
Retirando de entre as roseiras todas as ervas daninha!
Somente depois que as roseiras crescerem,
Para não correr o risco de arrancar as roseiras também,
Junto com as ervas daninha.
Foi no jardim colher letras
Para montar um poema
Atraindo com elas o fervor das borboletas
E ao leitor a cena
Não deixe
as borboletas
em seu estômago
morrerem.
Se quiser matar algo,
que seja a vontade
de pousar
seus beijos
nos meus.
Como é gosta tanto de alguém e sua barriga gela e borboletas voa em sua barriga quando você beija? É ótimo, só que o calor do amor
por consequências faz o calor acontece e tudo se realizar. Acontece as boas ideias e realizaram os plano de casal. O milagre do amor é
uma sutil canção que faz seu coração relaxar, querer só dança com quem você ama e viver pela eterninadade ao
lado de quem você ama.
#AS. #BORBOLETAS
O silêncio abre as mãos em meu jardim… Entorna rosas…madressilvas...
Maravilhas de muitas cores...
E perfume de jasmins...
Um coração ardente palpitando…
Vive com as gotas dessa essência divina...
Me fazem companhia as borboletas...
Ao sabor da brisa, tais quais pequenas bailarinas...
Eu acredito nos encontros...
Eu acredito na pureza...
No renascimento, no amor...
Na vida e na singeleza...
Anseio liberdade, beleza e amor...
De ir, vir e sentir...
Que um único segundo tenha valor...
Sandro Paschoal Nogueira
#ALMAS
Há almas tais quais borboletas...
Que quebram suas asas sob forte vento...
Diante das intempéries dos sofrimentos...
Há almas cujos olhos muito procuram...
E em teias se entrelaçam...
Nas ilusões do mundo...
Em meio a um mundo de cegos...
Querendo muito, perdem-se por pouco...
Ah...malfadados egos...
Há almas tão vazias...
Apenas cheias de si mesmo...
Nos desalentos que vivem e anseiam...
Tanto buscam...
Apenas as coisas rasas...
Mas também há almas piedosas...
Que me atrai e me intimida...
Que amam completamente a vida...
Esquecendo como é sofrida...
Há almas corajosas...
Fortes e impávidas...
Que nos trazem alento...
Fazendo-nos seguir seus exemplos...
Há tantos tipos de almas...
Tais quais as estrelas...
A minha é sonhadora...
Na solitude que se avizinha...
Vive feliz...
E vive sozinha...
Sandro Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria.poemas
Nas Cores Das Borboletas.
Um pequeno e delicado ser tem a sua vida começando em alguma árvore ou em outro sensível lugar.
Ainda dentro do seu casulo esperando tranquilamente para ver a luz dos dias.
Pois com passar dos dias nas flores,em algum momento a sua vida será de muitos voos entre as pétalas e outras maravilhas.
Porque após o nascer de uma flor,nascerá uma borboleta.
E depois de outros dias,haverá mais borboletas sobre pétalas gentis.
Leves e coloridas borboletas.
Delicadas como as flores,os seus corações estarão por muitas vezes.
Dentro daqueles voos que farão em várias direções.
Principalmente para procurar as suas flores.
Semelhantes as suas pequenas asas.
Camufladas com os pingos e contornos naturais que trouxeram dos seus casulos.
Antes uma lagarta,um casulo,para depois voarem para uma vida ao redor das flores nos jardins,nas praças e nos vasos floridos.
Nas flores das árvores,algo bonito é visto quando uma borboleta parece parar as suas asas por um instante.
Sobre uma flor as suas asas descansam.
Em um pólen o seu coração se compadece.
Nas pétalas da sua vida o contrário também é verdade.
Nos dias que retornam as suas asas bailam com um movimento repetitivo e meigo.
Para voarem outra vez nas asas das muitas pétalas.
Que são fontes coloridas de carinho.
Por isso são visitadas em revoadas matinais por seres pequenos e agradáveis.
Vindas de casulos deixados por pétalas conhecidas.
Porque das flores algumas vezes nascem as borboletas.
E dentro dos casulos,
coincidentemente pode ter alguma semente que irá florescer em algo fino e colorido que irá querer voar na próxima luz do dia ao encontro de queridas inspirações.
O aroma do seu perfume é o que da vida as flores do meu Jardim; pela manhã voam as borboletas, que encantam os olhos de quem as vêem; a tarde as flores recebem a visita do beija-flor, eles parecem eternos namorados; ao anoitecer o Jardim é iluminado por vaga-lumes, que com suas luzes lembram o Natal.
As flores, borboletas, beija-flor, vaga-lumes, assim como eu, somos todos atraídos pelo aroma do seu perfume.
Pólen
"" Admiro as borboletas
e seu vai e vem liberto
sabem onde vão
apenas procuram flores
e acham todas as cores
porém como ritual
se entregam ao néctar
sempre, voltam
pois ali onde se fartaram
há entrega e amor
há necessidade
por parte da flor...""
"" És a beldade que desfila borboletas
azuis
na minha alma
mas serão os mesmos aqueles sonhos
e as noites se repetirão?
certamente haverão saudades
todas as vezes que o sino
badalar teu nome
em meu coração...
"Faça como as borboletas, vá semeando,
vá florindo...o mundo agradece!"
☆Haredita Angel-12.12.13
As cortinas ficaram lindas, o meu sorriso solto registrado no ar assim como as borboletas rondando o pequeno jardim, que perfeição é a natureza, Deus é muito maravilhoso e apesar de tudo eu vou sempre agradecer mais por ter visto coisas boas do que por ter vivido momentos ruins, a decepção é muito grande é uma dor que não tem remédio além do próprio tempo, a pior pessoa é aquela que diz amor eterno como se fosse bom dia e quando você não acredita mais em apenas palavras ela começa a se mostrar como realmente é, então do dia para noite você se vê do lado de um desconhecido que dá medo, pelas ações e atitudes e você não sabe se está ficando doida ou se o óleo realmente virou água.
É triste a realidade pós-falso amor.
Tenho absoluta certeza de que existe um lugar onde as borboletas sempre voltam para contemplarem o amor;
Onde não existam frustrações e constrangimentos contra o coração, mas sim o carinho de guardar sempre quem amamos e lembramos;
Vivo em pensamentos torcendo por quem me deixou marcas profundas que nem o tempo é capaz de apagar;
E se são as flores que entendem as intenções do coração, e se são as delicadas borboletas que compreendem as intenções da paixão;
Então fica a certeza de que o amor tem tamanho apoio da vida para com os seus aprendizes;
Quem és ouvinte ou requerente de um sentimento que busca prazer e felicidade para fugir da solidão, apontando a ferida sem ao menos se levantar;
Fatalmente mais um dia
Onde voavam borboletas
enquanto o Sol sorria
Inexoravelmente
outro dia parte
Eu descarto desta vida
mais um dia
Enquanto esta vida assim
não me descarte
Outro dia fatalmente parte
E leva com ele
uma parte de mim
Igual a todo dia
Onde o Sol sorria
iluminando novamente
este chão
onde eu piso
desliza velozmente
me derruba
ri de mim
Termina outro dia
outro amanhã
a vida afia
Que em breve virá cortante
Constante
instante após instante
e partirá novamente
me deixando aqui
no meio dessa gente
Que caminha normalmente
e gentilmente desvia
de mim
Mais um dia, que pra mim
Sem Sol, nem borboletas
Partiu
Como cada dia sempre parte
Um dia, dia
Haverei também de pisar-te
Cortar-te, esquecer-te
e abandonar-te
Igual a cada dia desta vida
Que partiste
e te foste
sem mim.
Pegar carona junto
com uma Monarca,
encontrar outras borboletas
durante a nossa rota
e ter a sorte possível de encontrar
o seu amor sem destino de volta.
Lembrando delas,
das borboletas grávidas
e todas chilenas,...
nostalgia dolorosa
e sul-americana;
entrego a minha vida
nas tuas sedosas mãos
para acalmar a minha
mente e não deixar
que furtem a lucidez,
pois vocês bem sabem
de quais pessoas que
me refiro e que têm
por hábito fazer pouco
do sofrimento passado.
Que me custe a vida
e cada sílaba aqui dita
nesta Pátria distraída
em zelar por si mesma,
Desta vergonha eu
jamais irei morrer:
o quê pude rogar
para saber a verdade
sobre a Amazônia
incendiada,
falei o quanto pude.
Desta vergonha eu
jamais irei morrer:
o quê pude
lutar por cada
irmão indígena
que esteve ao
meu alcance
nunca me neguei,
a minha vida arrisquei
e jamais desistirei.
Desta vergonha eu
jamais irei morrer:
o quê eu pude fazer
para manter
a consciência pátria,
sempre farei
até o meu
último dia de vida.
Desta vergonha eu
jamais irei morrer
de ter sido omissa
pelos filhos de Bolívar:
pela tropa e o General
que foi preso inocente
jamais deixarei
de pedir a libertação,
e até pelos
Comissários transferidos
para Ramo Verde
também peço
do inferno a salvação.
Não há noite escura
a vida inteira que dure
muito tempo nem
dentro de um poema.
Sobrevoam
as borboletas
monarcas
nos campos
da América
profunda,
És o ilustre
habitante
do meu peito,
Nascemos feitos
um para o outro:
para viver unidos
o amor perfeito.
Na minh'alma
estão os sinais
do amor, paixão
e liberdade:
que dão força
para resistir
a tempestade,
Dizer não
ao totalitarismo
e espalhar
a paz pelo mundo.
Os ciclos da Lua
que o agricultor
é o doutor
em excelência
a reverenciar
e cultivar
a sobrevivência,
É nele que
busco a mais
alta referência;
Afinal, a vida
em geral
pede de nós
muita paciência:
E no campo
do amor
especialmente
para que não
desocupe o meu
coração e a mente.
