Poemas e Poesias
Poema - Chuva ácida
A chuva está destruindo, preciso de uma explicação,
Destruindo tudo que toca, será uma maldição?!
Esta chuva está fazendo mal a população,
Talvez a causa disso seja a sua composição.
Dióxido de enxofre ,de nitrogênio, além da queima de carvão,
Que no mundo causam consequências de montão.
No solo causa erosão,
O que dificulta a plantação,
No ser humano, causa várias dores no pulmão,
Nos animais aquáticos, a extinção.
Essa chuva corrói até construção,
Além dessas nuvens pretas que causam a escuridão,
Com o ser humano contribuindo com a poluição,
a humanidade é a causa, de sua própria destruição.
IMMAGINAZIONE
Eu queria uma sumarenta poesia
Que as rimas dessem paladar e analogia
Aos aromas do fruto maduro do amor
Onde todos degustassem com prazer e sabor
O universo do vário gosto de cada verso
Do poema, carcomendo sentimento diverso
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Janeiro de 2016
Cerrado goiano
Guardo poemas nos bolsos
Outros tantos nas algibeiras,
Só que neles não tenho trocos
Para dar a algumas cegueiras.
Tu és a poesia em pessoa
Tua alma cheira flor
Por isso sorri a toa
Parece até que tu voas
Feito o lindo beija flor.
Sou poetisa:
sendo poesia!
Seria melhor me sentir,
olhando em meus olhos
Assim conheceria quem
consigo ser e quem sou!
E não me julga pelo
que escrevo! Pois isto
faz parte de mim e vive
na minha alma, como se
fosse estranho para quem
lê e imagina saber?
Ah, sou tão simples
e ao mesmo tempo
complexa! Ah venha
para meu interior, onde
o amor fala por mim!
Minha sensibilidade muitas
vezes é confundida, pois o poeta
tem comportamentos, reações diferentes para lidar com a vida
e sentimentos próprios de quem
ama! Se não sabe o que é amor,
tampouco sabe amar alguém?
Deixa-me com meus versos:
pois tem que gosta e aprecia!
Somos seres vivendo na contramão
desta via e que muitos seguem sem
saber se levará à algum lugar na vida!
A emoção vem sempre antes da razão!
Quem poderá sentir o que a alma grita,
sem ter desta a leitura? Vá por veredas
incertas, quem não tem na poesia seu
legado! Há em tudo um sentido por ser
maravilhoso seguir por entre linhas este
destino, esta virtude expressa em termos
que determinam cada conduta e imputa na
alma de quem ama, novo comportamento!
Tal como um colibri percebe a sensibilidade
que cada flor tem ao amanhecer! Quem será
digno do amor que transborda do coração
de quem, só oferta o que jorra em seu ser?
Seus olhos clamam por afeto!
Ela escreve e ninguém entende!
Minha poesia é a linguagem
do meu Ser! Se não me conhece
por dentro e nem mesmo por fora,
ignora o que escrevo, como quem
não vê a beleza de cada manhã!
Autora:Simone Lelis
Um ser amor
Eu não sou poema
Sou mulher
Cheia de sentimentos
Que chora...e sorri
Sou pequena
Sou um ser amor
Repleta de poesias
No meu coração
Há amor em abundância
Para doar a quem de fato o mereça
Sou simples como as margaridas
Sou discreta...
Só entro na vida de quem convida-me
Sou o que sou
Não sou de olhar o exterior humano
Ele engana!
Olho para alma
Valorizo o ser
Não o parecer
O meu melhor está no interior do meu ser
Nele há versos que jorram ternura...
Não sou poeta!
Apenas uma mulher
Que um dia
Deus!
Concedeu-me a magia de escrever
Para aliviar a dor que minha alma sentia
Autora: Simone Lelis
18/05/2018
AMANDO A POESIA
(17.01.2019)
Desperto-me em suas páginas,
E nem sempre posso te enxergar.
Mas, minha vida se entrelaça nas palavras,
E o dia já passo a não ser o bastante.
Um inspiração imensurável,
Que toca meu coração,
Invade meu interior,
E apropria-se da morda.
Não inventa, e sim reinventa,
Com suas próprias criações.
A luminosidade dos céus,
Desfilando na terra dos homens.
Quando percebo...
Encontro-me no longo processo,
Construindo pelo amor que tenho,
A poesias a qual me expresso!
a não sei nem o que pensar só sei que penso
isso não e um poema nem nada do tipo só um simples pensamento
de um cara que viveu a vida de um modo chato
e que só percebeu o que e importante depois de coisas apavorantes
tem vês que quero chorar mais sabe não sai
não sei porque
deve ser pelo tempo sem chora ou de aprender a segura tao bem
que simples mente esqueci como chora.
tem veis que fico parado pensando no que ja vi e nunca falei para nimguem
coisas que me apavora agora
mais na época não entendia
agora prefiro fica de boa lendo meus livros
só quero fica em casa lembrar de quando erra pequeno
e meu vo mandava eu fica lendo
nao gostava e gostava ao mesmo tempo
hoje nao sei o que pensar e nem fazer
só vou continuar impo sem temer
fazer meus trabalhos
taleis arumá uma nega
vai saber
o bijetivo e viver
e viver feliz
FUNDO DO POÇO
Poesia, carne
e osso.
A luta longa.
A lua alta.
O poço fundo.
O tombo feio.
A treva densa.
E o horror da
água negra
até a miséria
do pescoço.
Incertezas
As vezes estou a pensar
Como seria amar
Não que esse poema,
tenha que rimar.
São muitas dúvidas,
que preciso tirar
A questão é amar ou não amar ?
Meu orgulho fala mais alto
Tanto faz ou não se apaixonar.
Meus sentimentos são como,
fechar os olhos e dormir sem sono
Ser fria soa como uma única opção
Esconder sentimentos que vem do coração.
Poesia: Moça
Era moça jeitosa,
criada no chäo de tábuas,
De vestidos, meias e alpargatas
Lendo os livros da biblioteca da escola...
As poesias, as canções, as declamaçöes...
Versos à bandeira
De relações cerceadas e maneiras altaneiras.
A moça de bons modos, contidas palavras
Olhar curioso e meticuloso
De destino explicitado
O namoro vislumbrado
O letramento abreviado
Grande incentivo ao encantamento
Ao devaneio ilusório do casamento.
Em täo pouco tempo a moça
Perdeu o encantamento
Vivenciou o desapontamento
Das alusöes supremas
Täo rápidas dissipadas
Por tanto tempo alinhavadas
Que agora despedaçada
Há tanto, tanto, tanto tempo a procurar
E para täo longe a recolher
As suas partes täo minimamente estraçalhadas.
De Calíope a voz e a sublime eloquência;
De Erato a poesia e a assaz sapiência;
Os quadris de Terpsícore dançam brioso...
No teu ser, Musa, poema laborioso.
As canções de Euterpe habitam teu falar;
Clio, dona da história, relata-te soberanamente;
Como flor, Tália, teu sorriso desabrochar;
E nos céus de Urânia é brilho permanente.
Cobre-te a grinalda de Melpômene alvíssima;
E da tragédia desta fazes paixão...
Empunhando a clava potentíssima.
Louva-te em coral a sacra Polímnia;
Apolo inspiradíssimo ária harpa canção;
Pois tu és das deias única inspiração.
POEMA I
O que há em você
que faz eu me sentir diferente?
O que há em você
que faz com que eu tenha esperanças novamente ?
O que há de diferente em você
que faz eu ter sentimentos?
Isso é diferente mas completamente igual
Como um dejavú com um final ruim
Mas que eu tenho a vontade de viver
Como você faz isso?
Ou melhor, como ousa fazer isso ?
Como faz eu acreditar na ilusão que dessa vez será diferente ?
E... por que você?
POEMA II
Há pessoas que comem por prazer
Outras por estresse
Ou por felicidade
Ou por tristeza
Há pessoas que não comem
Talvez por medo
Ou por estresse
Ou por felicidade
Ou por tristeza
Ou talvez porque não possam
Comer para alguns pode ser a coisa mais prazerosa do mundo
Para outros pode ser a coisa mais agonizante do mundo
Há de ter pessoas que encontram na comida uma forma de esquecer
Sua dor e sofrimento
De se afogar no mais profundo êxtase
E há pessoas que encontram na comida seus maiores demônios
Que ou são libertados ou são trancafiados em celas ainda menores
POEMA III
Você não pode se prender às pessoas
Porque uma horas elas irão embora
Você não pode confiar nas pessoas
Porque elas uma hora te decepcionarão
Você não pode entregar seu coração às pessoas
Porque elas o quebrarão em pequenos pedaços
Você não pode se permitir sentir algo por alguém
Porque uma hora você se arrependerá de ter feito isso
Você não pode conviver com pessoas
Porque uma hora elas vão te machucar, e para o seu bem espero que não seja fisicamente
Você não pode se abrir para as pessoas
Porque uma hora elas vão usar suas fraquezas contra você
Para quê a poesia?
Pra quem são as letras?
Se a métrica anucia
Melancólica a sarjeta
Essa luz que existia
Clareando cada letra
Hoje e um túmulo vazio
Á espera da caneta..
Não era uma simples poesia...
Era um sentimento puro e avassalador expressado em palavras...
Tipo assim, era amor de verdade...
Somos verso e poesia
Outono e ventania
Praia e carioca
Somos pão e padaria
Piano e melodia
Filme e pipoca
De dois corações um só se fez
Um que vale mais que dois ou três
Leis
As leis são poemas que trazem o alívio da liberdade
Tal como o esclarecimento da culpabilidade
Possuem regras que inibem o errado
Protegem o inocente e sentenciam o condenado
Algumas proíbem o mal-uso
Assim como também não permitem qualquer abuso
Possuem o poder de regular tudo e até a si mesma
Qualquer fato novo não é uma surpresa
Um jurista é um simples poeta editando ou declamando códigos e normas
Em seu idioma juridiquêz, que pratica de todas as formas
