Poemas de Reflexão
Peguei o balanço
Sentei e comecei
A se balançar
Senti o vento do rosto
E o friozinho gostoso no corpo
E com a velocidade do balançar
Pensei que ia começar a pensar
Mas percebi que
O balanço deixava minha
Alma calma e vazia
Como ela precisava
E assim continuei a balançar
Pra lá e pra cá
E alma foi se esvaziando
Dos estresses da vida
Enfim a paz que meu ser necessitava
“” Desejo não é magia
Que se chama e vem
É ave que voa no além
É balanço do mar
Jeito de amar
Sem fronteiras
Barreiras
É paixão
Desejo é puxar para alma
Aquela calma
Que habita o ar montanha
Quando o corpo livre assanha
querendo se entregar
Ao louco desejo de amar
Amar ao doce luar da alegria
amar você meu amor
Toda hora, toda noite, todo dia...””
No balanço do vento,
Nas águas do Mar,
No calor do Sol,
Expresso-me na linha curva preciosa....meu sorriso no olhar!
"Seus beijos são como folhas
de outono.
Com um mudo de cor
Com dois balanço toda
Com três caio em teus braços"
Soneto-razão do amor.
Fique o amor no coração; suave e lento se inspirem no balanço do mar e não se retire as doces palavras dos seus lamento.
Seja o amor como a luz que, ilumina a alma e trás claridade ao olhar de quem chora; no amor se mire e, fiel ao sentimento, não te afeta as enganosas rotações do tempo.
O amor é o centro de tudo, não se afaste da razão de si mesmo, e se contente em luzir para se vivenciar. Seja o amor como o tempo – não se gaste e, não se apaga, renasça a cada noite clareia quem está na treva. O amor é como uma rosa que teima nascer entre pedras, desafiando o calor intenso e a falta d água, mas depois de algum tempo, suas raízes encontra o solo fértil, então na calada da noite, cresce torna-se uma linda rosa.
O amor é uma rosa que, não solta espinhos, mas exala os suaves perfumes, no coração de quem ama.
Um amor cresceu sem se importar onde ia chegar e chegou onde deve morar.
Essa é a razão do amor, para quem sabe o que é amar
"E foi se distanciando, tomando outros rumos, seguindo o balanço do vento como pétalas mortas de uma flor... Mal sabia que já tinha virado história nas páginas que preenchiam o livro da minha vida."
-Aline Lopes
Seus tornozelos doloridos,
Um repuxão, devido à queda do balanço.
Mas surgia um novo dia,
Ela enrolou seu lenço no pescoço,
SINTO A BRISA
No balanço a balançar
sinto vento tocar seu coração
Aderiva em uma canoa
A navegar no banseiros da saudade
Das águas profundas de amor
Sinto a brisa do mar como se fosse seu corpo
Banhado com a beleza pura e verdadeira.
As lembranças vem como tempestade
Querendo me naufragar.
Os sinos tocam um suave som de acalento,
O balanço das ondas sussurra a doçura
Da música tocada pelo vento.
Meu olhar se deslumbra perante a obra
Perfeita do criador.
Quando eu fecho os olhos, tenho uma
Incrível sensação de paraíso.
Apreciar o balanço
das Macaíbas,
colocar o descanso
sob o céu austral,
e serena caminhar.
Permitir a tempo
parar e colher
uma Zínia a teus pés,
e entrecruzar olhar,
para ler o quê
tens para revelar.
Confiar no Universo,
da colheita fazer
um amável doce,
e decifrar sem pressa
o quê nos trouxe.
Não se preocupar
com os cânones
receitas prontas
ou ligar as pontas,
deixar livre o agir
do que está porvir.
Dança dos Segredos
No balanço travesso e hipnótico dos seus quadris, um verso impuro, libidinoso, sussurra-me desejos secretos à flor da pele.
Trem de Ferro
O fascínio
Que tem
O trem
O apito
Que tem
O trem
No brilho
Da memória
O balanço
Que tem
O trem...
Os dias
Só vendo
O trem
Que partia
Um dia
Se vendo
No trem
Que partiu
Ar melancólico
Gastura
De
Balanço infantil
Sem criança
Olhar perdido
Mirando
Não sabe
O que
Resquício
De banzo
Talvez
Tinha
Disso
Depois
Passava
Dez prás cinco
Dia
De sol
De sol
De
Meio-dia
Balanço
De cadeira
De palhinha
Palhinha
De cadeira
Ao
Meio-dia
Em dia
De sol
De sol
Do
Meio-dia
Sol
Que
É vida
Que é
Música
Que é...
É dia
Dia de sol
Sol
De balanço
De cadeira
De palhinha
Ao meio-dia
Mas
Com o frio da garoa
Da noite que passou
O cheiro do fogão a lenha
Que de aceso se apagou
A noite o fez negro
Fogo o avermelhou
A aurora nascente
Todo o amarelou
O agora que foi ontem
Tão distante aproximou
A linha móvel do horizonte
Atira para cima
Os ventos que vem de longe
Na nudez absoluta
Tanto em mim como ao mar
Mônica Em Puro Balanço
Mônica, farol que me guia na existência,
Em teu olhar, a luz que me alumia
Alma cativante, de essência e persistência
Em teu sorriso, a melodia que me extasia
Deusa de beleza ímpar, graça divina,
Em teu corpo, a perfeição que me encanta
Musa inspiradora, em ti a poesia se inclina
Em teu amor, o meu coração se acalma e se agiganta
Mulher de fibra, de garra e de audácia,
Em teu espírito, a força que me move
Em tuas palavras, a sabedoria que me sacia
Em teu abraço, o porto seguro que me envolve
Mônica, a flor que desabrocha em meu jardim
Em teu perfume, a doçura que me embriaga
Em teu amor, a mais bela canção que existe
Em tua presença, a alegria que me contagia
Mônica, a estrela que guia o meu caminho
Em teu brilho, a esperança que me acende.
Em teu coração, o amor que me define,
Em tua vida, a felicidade que me transcende.
NO BALANÇO DO DIVINO (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)
Morreu por nossos pecados
Abismo de santidade
Fornalha ardente de amor
Caminho, Verdade e Vida
Tu és o Salvador
Aquele que minha alma busca
Na prece e na luta
Minha alma tateia
Em prece amorosa
Um olhar contemplativo
Na balança do Divino
Só Tu és o Verbo Eterno
Ensina-me a amar à vida
Sopro divino em meu peito
Santo milagre de amor
Eterno que se faz agora
Cadeira de balanço
Sentado em uma cadeira de balanço olhando para as nuvens densas e o mar, vi passar em meus pensamentos muito do que me fez bem na minha vida,
Revive momentos, passei em alguns saudosos lugares, encontrei alguns amigos e pensei nela com muito carinho,
Sentado em uma cadeira de balanço olhando para as nuvens densas e o mar, tomei decisões, coloquei alguns sonhos na ordem certa para poder realizar, eu vi o futuro acontecendo e dei muitas risadas,
A cadeira de balanço, continuou balançando sozinha apoiada pelos fortes ventos trazidos pelas nuvens densas que agitavam o mar.
Tocando o Céu
Sentado na cadeirinha de balanço embaixo da sombra de uma grande árvore, aquela montanha vista a distância me impressionava,
Imagino ser tão bom se sentir mais próximo do céu para levantar as mãos e tentar tocá-lo em meio as nuvens acima daquela montanha,
A calmaria corrente, o silêncio embelezado, olhar para baixo e se sentir grande, protegido e forte, quantas sensações e emoções estão guardadas ali no alto?
Existem possibilidades de se alcançar o cume dessa montanha, a curiosidade fortalece os meus estímulos, a determinação para enfrentar os obstáculos eu vou descobrir na prática como será, o alcance do meu progresso consigo vê-lo la de cima com as mãos estendidas brincando te tocar o céu entre as nuvens.
Fascinante balanço
da Maple Tree nos braços
amorosos da ventania
enfeitando o chão as folhas
O quê não é passageiro
em nós mantemos vivos
dentro a todo momento
florescendo sentimentos
Continuamos a nossa
História escrevendo
com amor e devotamento
Estaremos em algum momento
numa rota que está sendo
escrita com a tinta do tempo.
Quando o balanço
das palmeiras de Açaí
fizerem o acalanto
sou eu que estarei
o seu coração ocupando,
E assim você descobrirá
de vez que está me amando.
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