Poemas de Reflexão
Refrão)
No balanço do forró, a alegria vai rolar,
Os corações apaixonados vão se encontrar.
No compasso do xote, o amor vai florescer,
No calor da sanfona, a paixão vai acontecer.
(Verso 1)
Na roça do sertão, sob o céu estrelado,
O som da zabumba ecoa pelo ar,
Casais dançam coladinhos, num ritmo apaixonado,
E no brilho da lua, o amor vem brilhar.
(Refrão)
No balanço do forró, a alegria vai rolar,
Os corações apaixonados vão se encontrar.
No compasso do xote, o amor vai florescer,
No calor da sanfona, a paixão vai acontecer.
(Verso 2)
Entre palhas de milho e cheiro de jasmim,
O clima esquenta, não dá pra resistir,
No calor dos abraços, os corações se entregam,
E a magia do forró, nunca mais se apaga.
(Refrão)
No balanço do forró, a alegria vai rolar,
Os corações apaixonados vão se encontrar.
No compasso do xote, o amor vai florescer,
No calor da sanfona, a paixão vai acontecer.
Eu: – Suba no balanço.
Você: – Por quê?
Eu: – Você sabe, confie em mim.
Você: – Ok.
Eu: – Agora feche os olhos que eu vou te empurrar.
Você: – Aaaahh!!!
Eu: – Sente essa cócega no estômago?
Você: – Sim.
Eu: – Pois é isso que sinto cada vez que te olho. Agora quando estiver lá em cima, abra os olhos. 1, 2, 3 e já!
Você: – Oh, que bonito!
Eu: – Não sente que vai tocar o céu? Pois é isso que sinto cada vez que por erro você me dá uma olhada. Agora solte uma mão sua.
Você: – Está louco?! Quer me matar?!
Eu: – Sente esse medo? Pois é isso que sinto cada vez que você se vai, quando não te vejo, quando não está aqui comigo...
Despedida de Mim
Canso-me dos sonhos que não alcanço,
Mesmo lutando, perco o balanço.
Não cuido de mim como deveria,
E a vida escorre, dia após dia.
Sou maravilhosa, disso eu sei,
Mas por que insisto em me perder?
Como uma despedida sem razão,
Vivendo migalhas, fugindo do chão.
É egoísmo, eu bem percebo,
Uma escolha que em silêncio aceito.
E o pior, no fundo, é saber,
Que só isso eu sei fazer.
No balanço do vento,
Nas águas do Mar,
No calor do Sol,
Expresso-me na linha curva preciosa....meu sorriso no olhar!
"Seus beijos são como folhas
de outono.
Com um mudo de cor
Com dois balanço toda
Com três caio em teus braços"
Soneto-razão do amor.
Fique o amor no coração; suave e lento se inspirem no balanço do mar e não se retire as doces palavras dos seus lamento.
Seja o amor como a luz que, ilumina a alma e trás claridade ao olhar de quem chora; no amor se mire e, fiel ao sentimento, não te afeta as enganosas rotações do tempo.
O amor é o centro de tudo, não se afaste da razão de si mesmo, e se contente em luzir para se vivenciar. Seja o amor como o tempo – não se gaste e, não se apaga, renasça a cada noite clareia quem está na treva. O amor é como uma rosa que teima nascer entre pedras, desafiando o calor intenso e a falta d água, mas depois de algum tempo, suas raízes encontra o solo fértil, então na calada da noite, cresce torna-se uma linda rosa.
O amor é uma rosa que, não solta espinhos, mas exala os suaves perfumes, no coração de quem ama.
Um amor cresceu sem se importar onde ia chegar e chegou onde deve morar.
Essa é a razão do amor, para quem sabe o que é amar
"E foi se distanciando, tomando outros rumos, seguindo o balanço do vento como pétalas mortas de uma flor... Mal sabia que já tinha virado história nas páginas que preenchiam o livro da minha vida."
-Aline Lopes
SINTO A BRISA
No balanço a balançar
sinto vento tocar seu coração
Aderiva em uma canoa
A navegar no banseiros da saudade
Das águas profundas de amor
Sinto a brisa do mar como se fosse seu corpo
Banhado com a beleza pura e verdadeira.
As lembranças vem como tempestade
Querendo me naufragar.
Os sinos tocam um suave som de acalento,
O balanço das ondas sussurra a doçura
Da música tocada pelo vento.
Meu olhar se deslumbra perante a obra
Perfeita do criador.
Quando eu fecho os olhos, tenho uma
Incrível sensação de paraíso.
Trem de Ferro
O fascínio
Que tem
O trem
O apito
Que tem
O trem
No brilho
Da memória
O balanço
Que tem
O trem...
Os dias
Só vendo
O trem
Que partia
Um dia
Se vendo
No trem
Que partiu
Ar melancólico
Gastura
De
Balanço infantil
Sem criança
Olhar perdido
Mirando
Não sabe
O que
Resquício
De banzo
Talvez
Tinha
Disso
Depois
Passava
Dez prás cinco
Dia
De sol
De sol
De
Meio-dia
Balanço
De cadeira
De palhinha
Palhinha
De cadeira
Ao
Meio-dia
Em dia
De sol
De sol
Do
Meio-dia
Sol
Que
É vida
Que é
Música
Que é...
É dia
Dia de sol
Sol
De balanço
De cadeira
De palhinha
Ao meio-dia
Mas
Com o frio da garoa
Da noite que passou
O cheiro do fogão a lenha
Que de aceso se apagou
A noite o fez negro
Fogo o avermelhou
A aurora nascente
Todo o amarelou
O agora que foi ontem
Tão distante aproximou
A linha móvel do horizonte
Atira para cima
Os ventos que vem de longe
Na nudez absoluta
Tanto em mim como ao mar
Mônica Em Puro Balanço
Mônica, farol que me guia na existência,
Em teu olhar, a luz que me alumia
Alma cativante, de essência e persistência
Em teu sorriso, a melodia que me extasia
Deusa de beleza ímpar, graça divina,
Em teu corpo, a perfeição que me encanta
Musa inspiradora, em ti a poesia se inclina
Em teu amor, o meu coração se acalma e se agiganta
Mulher de fibra, de garra e de audácia,
Em teu espírito, a força que me move
Em tuas palavras, a sabedoria que me sacia
Em teu abraço, o porto seguro que me envolve
Mônica, a flor que desabrocha em meu jardim
Em teu perfume, a doçura que me embriaga
Em teu amor, a mais bela canção que existe
Em tua presença, a alegria que me contagia
Mônica, a estrela que guia o meu caminho
Em teu brilho, a esperança que me acende.
Em teu coração, o amor que me define,
Em tua vida, a felicidade que me transcende.
NO BALANÇO DO DIVINO (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)
Morreu por nossos pecados
Abismo de santidade
Fornalha ardente de amor
Caminho, Verdade e Vida
Tu és o Salvador
Aquele que minha alma busca
Na prece e na luta
Minha alma tateia
Em prece amorosa
Um olhar contemplativo
Na balança do Divino
Só Tu és o Verbo Eterno
Ensina-me a amar à vida
Sopro divino em meu peito
Santo milagre de amor
Eterno que se faz agora
Cadeira de balanço
Num canto da varanda
em meio a vasos e pilastras
a cadeira de balanço mágica
onde vovó tirava a sesta
Momento único do dia
onde tarefas diminuíam
um luxo ali ficar um pouco
cochilando em venturas mil
Velha cadeira de balanço
em seu molejo natural,
impressão de que a vida era só aquilo,
um espreitar o céu e sonhar
viajando entre nuvens
ouvindo passarinhos na tarde
que dengosa seguia
ah...vovó que saudade imensa
desse tempo onde tudo era apenas
despreocupação e magia !
Peguei o balanço
Sentei e comecei
A se balançar
Senti o vento do rosto
E o friozinho gostoso no corpo
E com a velocidade do balançar
Pensei que ia começar a pensar
Mas percebi que
O balanço deixava minha
Alma calma e vazia
Como ela precisava
E assim continuei a balançar
Pra lá e pra cá
E alma foi se esvaziando
Dos estresses da vida
Enfim a paz que meu ser necessitava
Seus tornozelos doloridos,
Um repuxão, devido à queda do balanço.
Mas surgia um novo dia,
Ela enrolou seu lenço no pescoço,
Na frente daquela casa eu via,
As arvores que faziam sombra,
A velha cadeira de balanço que assobia.
Ali naquela velha choupana todos riam
Parece que toda a paz formava sua energia.
Dali irrompia alegria,
Formavam uma só harmonia.
Ali era um lar,
Ali era uma nostalgia.
Dali emergiria humanos,
Na sua acolhida embalava a vida.
Olho no olho,
Respeito e afeto,
Simples Acolhida.
#BALANÇO
Sou uma criança insegura...
Que às vezes anda de balanço...
Se eu caio, eu levanto...
Rindo não me canso...
Não sei o que esperar, e nem me importo...
Preciso acontecer...
Hoje sei que isso é...
Vivo um dia de cada vez...
Feliz sempre quero ser...
Mas fica por saber...
Tudo isso é...
Saber viver...
É proibido chorar sem aprender...
Proibido é não rir dos problemas...
Não transformar sonhos em realidade...
É proibido não ser você...
Cada um tem seu caminho...
A sua sorte...
Não, não sou gentil só para que se lembrem de mim...
Por céus e mares eu andei..
Estou indo...
Em meu balanço...
Outra vez...
Sandro Paschoal Nogueira
www.facebook.com/conservatoria.poemas
