Poemas de Indiferença
Do amor, a indiferença
Com a dor do desprezo me martirizo!
— A indiferença antes de ser frieza, já foi um imenso amor, um tsunami valioso.
Tinha vagalumes na alma, a qualquer momento, prontos pra brilhar.
Agora atua com desdém e, desprezada, menosprezada, rumino tantas palavras silenciadas, tantos gestos não correspondidos. A vida passava e o amor sucumbia, percepção errônea, lamento.
Na incógnita vivemos o presente! E agora, o que sucederá?
Às vezes é melhor nem perguntar se seu amor era perjuro!
Situação em mim provoca inquietação.
Em saber que tudo pode rolar ao precipício, mesmo assim esse sentimento não vai embora, sem a obsequiosidade da insônia, do lamento, da culpa, da dor latente.
Não foge da memória, remoendo o ontem, queimando feito brasa!
(E durará até que um dia, talvez, as lágrimas consigam esse fogo exterminar)
Rosely Meirelles
🌹
Homem que é homem não trata a mulher com indiferença....
Homem que é homem trata a mulher com carinho..
Se estiver distante procura dar atenção...
Muitas vezes as circunstâncias não deixa ele ficar junto da mulher amada..
Muitas vezes São as circunstâncias que o mantém distante, por pouco tempo Então nesse período ele procura dar atenção...
Homem que é homem cuida da mulher amada muitas vezes Como disse acima ele não pode estar presente o tempo todo mas ele não deixa ela de lado nem que seja por telefone nem que seja por chamadas de vídeo....
Amar não é prender amar é cuidar..
Homem que é homem valoriza sua mulher amada..
Homem que é homem não é deixa de lado de jeito nenhum...
Mesmo que ela alce altos voos ele procura sempre aplaudir as suas conquistas mesmo que seja de longe..
Porque muitas vezes não estamos longe porque queremos estamos longe Porque precisamos algum motivo tem...
torça sempre Pelo sucesso da pessoa amada..
DUCLERT
02/23
Você ainda não amadureceu.
...enquanto manifestar a cobrança, a indiferença, o orgulho, a falta de amor e o despreparo em reconhecer o perfil de cada um à sua volta...
Lute contra isso e se encherá de amor pleno e verdadeiro daqueles que gostam de você.
"Indiferença"
Não é deixando morrer de fome
o pobre moribundo
que se resolve o problema
da fome no mundo .
Dormência existencial
O corpo nega
E à alma sobrecarrega,
A indiferença da percepção:
realidade sombria e fria,
Que torna gelo o coração!
Mas é como em uma anestesia,
A carne sendo poupada da extrema dor.
Pena que para a alma não existe dormência!
E mais cedo ou mais tarde, o corpo acorda,
Assim esta trata de seu sofrimento, à ele então impor!
Ela plantou o amor.
Regou todos os dias com seus sonhos.
O que ela colheu ?
Indiferença e decepção 😞
Um tanto faz...
Mas sabe ela?
Cansou 🤚
Difícil mesmo é ser tratado com indiferença por aquela pessoa que no meio de tantas outras, te fazia a diferença.
E ela fazia toda a diferença
quando andava,
quando me olhava e,
principalmente,
quando sorria
e era um sorriso bobo, tão bobo,
um sorriso sem sentido...
sorria um sorriso porque seus lábios
simplesmente se negavam parar de sorrir.
E isto fazia toda a diferença: o sorriso dela
porque a causa do sorriso dela era eu...
E aí eu me sentia diferente
porque no meio de tantos outros
EU fazia a diferença... então eu também sorria.
Agora... é pura indiferença!
Difícil isso de ser tratado com indiferença
por alguém pra quem um dia você fez diferença.
O que separa corações não é a distância, é a indiferença.
Há pessoas juntas estando separadas por milhares de quilômetros e outras separadas vivendo lado-a-lado.
Muitas vezes nos importamos com o que acontece no mundo,
nos sensibilizamos e pensamos até em fazer alguma coisa,
mas nos esquecemos do que se passa ao nosso lado,
na nossa casa, na nossa família e mesmo na vizinhança
Indignado com minha própria indiferença
Confuso entre
Me entregar a razão
Me entregar a emoção
Ou ficar no meio termo
Amar ou odiar
Pensar ou agir
Correr ou lutar
Olhando em volta
Procurando amigos
Procurando inimigos
Procurando objetivos e razões
Procurando caminhos para empregar a vontade
Caminhos para seguir
Caminhos para sonhar e perseguir
Apenas caminhos
Quieto, silencioso
Esse é o perigo real
Com tudo embaralhado dentro
E nada demonstrado na superficie
Procurando meios de me expressar
Tirar esse peso da mente
Para poder fortalecer-me e enfrentar os obstáculos a frente
Nada mais é o suficiente
O corpo exausto ja não basta
As risadas ja não bastam
Na calmaria
A solidão me abraça
A confusão me beijaE a incerteza me joga aos leões
A força parece ter se esvaido
As lágrimas já não caem mais
Vamos dormir para esquecer
Nos sentir leves e calmos por algumas horas
Onde a mente pode nos levar aonde quisermos
Aonde podemos ser qualquer um
Aonde tudo é mais simples
Aonde tudo é mais fácil.
Diante do gesto
Indiferença!
Diante do ato
indiferença!
Diante da miséria
Indiferença!
Diante da dor
Indiferença!
Diante do preconceito
Indiferença!
Diante da corrupção
Indiferença!
Diante de afirmações
Indiferenças!
Diante das duvidas
Indiferenças!
Diante da vida eminente
Indiferença!
Como poderíamos
Ser todos iguais a final,
Se o resultado é a distorção
Das palavras, dos gestos,
da própria cultura?
Como ser considerado racional
Se o primeiro gesto é o de abandono,
Boa ação, apenas como intenção não salva!
Usar exemplos de terceiros não garante
Seu lugar no céu primeiro.
Todos sabemos o que deve ser feito
Todos ficamos calados diante da necessidade,
Pois enquanto a gota não nos atinge
Não há motivos para consertar o que se quebrou.
De todos os brinquedos jogados fora
A vida certamente é mais precioso,
De todas as palavras abandonadas ao vento
As que fazem falta são as verdadeiras.
De todos os olhares perdidos
Mesmos os na escuridão, na solidão,
Os de indiferença são os que não tem salvação.
Mais uma morte
Ninguém viu!
Mais uma criança drogada
Nunca existiu!
Mais um desvio de verba
Ilusão, no Brasil!
Mais um bom livro
Se perdeu no vazio!
Mais um ser humano
Confundido com artigo raro
Numa pátria que nunca existiu!
Indiferença
Palavra forte, que define,
Um ser fraco e hostil!
Quebrando barreiras
Saltei o abismo da indiferença
Quebrei essa barreira entre nós
E criei o arrepio na tua crença
Só para desmanchar esses nós
E quem sabe cantarei a canção
Que fiz outrora para te alegrar.
Fala da minha clara emoção
Que tive só para te consagrar.
Meu passo ficou lento ao teu lado
Só para passar mais tempo contigo.
O coração ficou esse tempo calado
E pensando no meu amor antigo.
Vi que ele não era verdadeiro,
Só pude ver por meio do teu abraço,
Não quero que este seja o derradeiro!
Quero pegar tua mão e te levar no braço.
É que as vezes é necessário relevar… o medo, a agonia, a indiferença. Não é um não sentir, é apenas um deixar de lado, um colocar em um canto pra pegar de volta depois, é um colocar de cabeça no lugar.
Colocar a cabeça no lugar, pra falar, pra pensar, pra sentir. Pra não viver achando que o mundo gira em torno da gente.
Na verdade eu sempre acreditei que cada um tivesse um mundinho interno onde imperavam regras individuais, sem licenças pra críticas e desvalorização de ideias. E realmente, esses mundinhos existem, e é esse o motivo de tanta discórdia. Não saber lidar com esse mundinho,particular, ou com a alma, ou com a imposição.
E mesmo com a discórdia, acho necessário essa individualidade do ser humano, é necessário saber se relacionar consigo para se relacionar com os outros.
É necessário esse mundo. Esse portal de transferência, do interno pro externo. Um lugar onde se alojam os pensamentos, entre o real e o subconsciente. Um lugar escondido, particular. Provavelmente, o lugar onde mora a alma.
Procurei amar
Olhei pra dentro de mim e vi o amor.
Distante, era o abismo da indiferença,
Mas uma ponte foi construída
Entre o abismo da minha alma
E a luz do meu interior.
A indiferença é algo que me entristece muito. Muitas vezes ela se comporta com tentativa de querer deixar o outro "menor ", sem importância em um determinado contexto.
É a síndrome do "Rei sem trono", que para se sentir bem precisa ainda da subserviência daqueles que o cercam.
Triste ainda ver seres humanos que se comportam assim!!!
Ninguém se importa!
A velhice vem acompanhada da indiferença, de um "tanto faz", como se o idoso não tivesse valor
Numa sociedade exclusiva o desprezo é sutil, vil, como se a trajetoria de uma história tivesse sido em vão.
De forma alguma!
Pelo contrário, a velhice trás lembranças e emoções, e o "tanto faz" não altera as conquistas e realizações.
"O jogo da indiferença , é uma guerra em que se perde ambos os lados.
Mas é melhor ser destruído, do que vencer, sendo humilhado.
Prefiro ter o seu sincero ódio, do que ser um falso amado.
Meu orgulho já foi pisoteado.
Abro mão dele, por qualquer minuto, ao seu lado.
Não têm adiantado.
Você, mulher, é um estranho mel, que quando quer, és me de um todo doce, mas também, tem um gosto amargo.
Cansei de rogar a Deus, talvez, por um beijo seu, eu barganhe a minha alma com o diabo.
Abro mão do paraíso divino, pra morar em um único segundo, do paraíso de seus lábios.
Eu sou um poeta de alma, um leitor de entrelinhas, um curador de lágrimas, o Famigerado.
Dizer-me-iam: '- És um louco, insano, desvairado!'.
Um trouxa, um tolo, um parvo.
Mas não sou; meu coração sim, a este falta ofensas, em nosso vocabulário.
Ele se resume a um lacaio.
As palavras vêm, me perco nessa insanidade, não sei mais onde essa insanidade, ou tolo poema, deveria ter parado.
Eu devia era nunca ter lhe desejado.
Ter lhe admirado.
O que faz um homem tolo, não são as palavras desprovidas de sabedoria, mas sim, os sonhos infundados.
Existe um jogo, o qual, eu sou viciado.
É o jogo da indiferença, que também é uma guerra, em que se perde ambos os lados..."
“Todo dia, morre um romântico na cidade.
A sua grande maioria, morre pela indiferença, uns de amor, outros de saudade.
Sinto, que aos poucos estou morrendo, morro pelas mãos da ausência, daquela beldade.
Rogo aos céus, para que ela não me mate.
Já não existe em mim, o pujar de outrora, aquele sentimento da puberdade.
O amor é como fogo, e quem não o alimenta, vai perdendo seu calor, a sua claridade.
Talvez, já não exista mais o brilho no olhar, talvez nossos corpos, já não mais baile ao som da valsa, da intensidade.
Sei que sangro, e ao coração que ama, fazer sofrê-lo, é maldade.
Aquele beijo, que a tempos me ressuscitaria, hoje, parece-me, rouba a minha vivacidade.
Hoje, encontraram meu corpo, frio, sem alma, sem ela, normalidade.
Hoje, estou morto, pois todo dia, morre um romântico na cidade…”
“Se sua crítica construtiva foi recebida com indiferença ou rejeição, por uma pessoa de sua consideração, é porque provavelmente ela só aceita o que massageia seu ego.
Ney P. Batista
