Poema Sobre Solidão
solidão----
"só na noite mais vivida.
um homem descobre a solidão.
um pouco de emoção.
nessa vida,
nada de graça vem.
tudo passa.
nada contem.
a noite faz a solidão.
a vida é só uma pressa,
um sopro.
a solidão é conhecimento.
a solidão é um manto,
que pessoas usam para esqueçer.
e poder crescer."
A fórmula do poeta é a solidão.
A fórmula da poesia é o coração.
A fórmula da conquista e a dedicação.
Dedicou-se essas palavras do fundo do coração.
CEGUEIRA
Sou um verme que não se rebaixa
Quando as bruxas me cercam
Não anseia a solidão
Apenas a liberdade para criar
Escrever todas as letras
Que a minha devil mente sente
E os meus dedos me guiam
Palavras que um dia deixarei de escrever
Quando a minha cegueira chegar
Apenas ficará a saudade do que escrevi
Para quem me leu e de quem me amou.
Solidão....
Algo que machuca tanto
Que em algumas vezes.
O coração sente.....
Tristeza...
Sentimento tão
Melancólico que atinge
Profundamente nossa
Alma...
Decepção....
Sentimento de traição..
Sensação que você se
Sente enganado...
Muitas vezes fica
Um bom tempo atônito.
Como podem ver todas as sensações tristeza e negativismo passam a fazer parte do nosso coração.
Portanto cabe a nós liberar esse órgão que já sofreu
Tanto.. não é???
PERDOE....!!!
A noite chega e junto com ela vem a solidão, acompanhado de um coração partido.
Coração que a todo momento tinha esperança que no final , não iria se machucar tanto.
Pois engano seu coração, que no final só restou os pedaços.
Pedaços que não imaginava que seria tantos.
Da solidão
A solidão era tudo o que eu tinha.
Mantinha um grito sempre aprisionado em minha garganta.
Queria chorar.
Deixar as lágrimas meu rosto lavar... minha alma acalmar.
Uma inundação...
Que tudo de ruim levasse pra bem longe de mim. E que essa dor tivesse fim.
Enfim!
"Não sei por que só escrevo quando estou assim.
A solidão é cada vez maior,
Não sei se não confio em ninguém,
Ou ninguém confia em mim.
Mesmo cercado de pessoas,
Os laços são fracos e próximos do fim.
Ninguém entenderia,
Meninas vazias,
Carteira vazia,
Cheio de pastas com textos vazios,
E uma vida vazia."
E eu estava em paz, na minha solidão...
Por um momento havia te esquecido.
Mas então você chamou, sem querer me lembrou do quanto eu te amo, sempre te amei.
O amor em sua forma mais pura, aquele que não pede nada em troca, mas como pedir? Você nem sabe o quanto amo você.
Mesmo sem perceber você me enche de esperanças, eu ainda acredito que um dia você vai me descobrir, me ver como vejo você, com os olhos do amor. A noite está passando, estou em meu quarto, olho para suas fotos, aquelas que você mesmo me manda, mas não imagina como elas me fazem sofrer e que também são meu consolo, elas me mantém perto de você.
Eu choro, vou dormir, buscar sonhar com você. Meu amor...
Aquele que humilha,
está na solidão de uma ilha,
no breu do seu eu,
na exaltação da sua ilusão!
(Edileine Priscila Hypoliti)
(Página: Edí escritora)
Sou a solidão
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Sou os dias longos, os crepúsculos desolados, as noites sem fim,
as madrugadas tediosas e as auroras sem glamour...
Enfim, sou a solidão.
VERSAR MORIBUNDO (soneto)
Tome, solidão, está espada, e.… fira
Meu sofrente coração, tão azarento.
Que importa a mim ter árduo lamento
Se a sorte no destino é persistente ira
Ah! .... emoção lacrimosa e funesta lira
Que ao vazio regi, mirrando o momento
Que esbroa o plural tramite do alento
Polvilhando no peito essa dor tão cuíra
Ó silêncio! Que vem musicar saudade
Troando a minha vida em tempestade
Na aberração do infortúnio fecundo...
Mas a atormentada trava da teimosia
Infeliz. Catuca a inspiração da poesia
Sangrando o meu versar moribundo!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
24/07/2020, 09’12” – Triângulo Mineiro
“Encontrei o amor no vazio
do seu coração, te peguei
em meus braços e te tirei
da solidão, me perdi em seu peito
e encontrei seu coração.”
Daniel B. Souza
CONFIDÊNCIAS (soneto)
Eu fui falar, vexado, da minha solidão
Ao cerrado; e aos arbustos torcidos
Querendo pacificar a minha emoção
Dessas pequenas queixas e alaridos
Incomovido permaneceu sem alusão
Não quis a lamentação dar ouvidos
Nem cessar as cantilenas na imensidão
Pôs-se indiferente aos meus sentidos
Mas, devagar passou a prestar atenção
Aquietou-se mais, e mais ainda contido
Arregalou-se para a carrancuda aflição
E, em um ato inesperado, assim, dizia:
- Caro poeta acabrunhado e, aturdido
Da melancolia me converto em poesia...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
26/07/2020, 07’30” – Triângulo Mineiro
Solidão de Céu estrelado !
Rodeado de Estrelas !
Brilhantes é alegres !
Me sinto sinto feito a lua!
Brilhando de solidão
A tristeza é dolorida,
é ferida sem cicatriz,
numa noite estrelada,
me sinto azarado,
pois essa tristeza está em mim, Sou a lua,
sou o céu,
sou grande
sou sozinho,
todas noites me rodeio com a lua,
ela sempre triste e todos acham isso lindo.
Infinitamente
Quanta solidão
Amarguei
Até chegar
No teu beijo
Quantos dias ásperos
Tive que digerir
Na fome
Do teu corpo
Faminta de ti
Entre brumas
Da imaginação
Recordarás
Que nunca é sempre
Na lembrança
Você é meu
Meu desejo
Sempre
Infinitamente
Meu.
Livro: Não Cortem Meus Cabelos
Autora: Rosana Fleury
No Silêncio da Solidão
No silêncio profundo da solidão,
Ecoa uma melodia sombria,
O coração solitário busca em vão,
Por uma luz que o guie noite e dia.
As sombras dançam em torno, frias,
A alma anseia por uma mão amiga,
Mas na vastidão das horas vazias,
A solidão persiste, triste e antiga.
Solidão Silenciosa
Em quartos vazios, a solidão reside,
Um eco vazio nas paredes canta,
Um coração solitário bate em segredo,
Nas madrugadas longas e malditas.
Palavras não ditas, pensamentos sós,
Um vazio profundo em cada olhar,
Na solidão silenciosa, a alma chora,
Por um abraço, por alguém a amar.
Lágrimas da Solidão
Lágrimas da solidão, salgadas e puras,
Escorrem silenciosas pela face marcada,
A alma solitária vagueia pelas ruas,
Buscando uma luz na noite enluarada.
Um coração solitário anseia por abrigo,
Em um mundo de rostos desconhecidos,
A dor da solidão é um grito perdido,
Um eco de tristeza em sonhos adormecidos.
Solidão no Peito
No peito, a solidão tece sua teia,
Uma sensação de vazio e desamparo,
Como uma sombra que nunca se esvanece,
A solidão se torna um constante amparo.
Nas páginas da vida, um capítulo solitário,
Caminhando por estradas desconhecidas,
A solidão é um verso triste no diário,
Um eco de saudade em noites esquecidas.
Das Sombras à Graça Divina
Nas sombras da alma, a solidão se instalou,
A ansiedade teceu uma teia de agonia,
Mas no horizonte da fé uma luz brilhou,
Cristo, a esperança, trazendo melodia.
A dor insuportável da alma ferida,
A ansiedade como tempestade a assolar,
Mas Cristo, com amor, a dor desvanecida,
E da escuridão, uma nova aurora a despertar.
Do abismo da solidão, surgiu a mão divina,
A graça de Deus, como bálsamo a curar,
A ansiedade, enfim, perdeu sua sina,
Na fé em Cristo, a alma se pôs a caminhar.
