Poema Nao Chora mais ele vai Voltar

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CERRADO (soneto 2)

O cerrado é como um soneto
arbustivo, tortuoso, melódico
chora a sua aridez, é talódico
diversos como verso irrequieto

Fala do diferente, do exótico
contrastante e muito concreto
vai além de apenas indiscreto
exuberante e também retórico

É prosa narrada é céu sem teto
o cerrado é um insano imódico
e a sua melancolia vira adjeto

É tão sequioso no teu periódico
ádvenas flores, frutos, de ti objeto
d'amor que te quero, és rapsódico

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
09 de julho, 2016 – Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

minha alma tanto chora
so queria entender o nascer da aurora

de onde e que flui tantos presentes
se eu não mereço, nem toda essa gente?

eu não consigo fingir
talvez, pra mim eu tente mentir

só, é humano Pai aquele que achar
que um dia esse mau todo, ira acabar

mas a verdade é que todos veem
apenas não sabem se creem

o Pai está no obvio da criação
ora, nascemos pra ser todos irmãos.

apenas oque se leva é oque se faz,
então de coração desejo que suas obras
não sejam más..

Inserida por renank

Tento escrever
Tudo aquilo que aconteceu.
Um beco sem saída
Uma bala perdida
Uma mãe que chora
Sentindo falta da sua filha
Mais uma vida que entra para estatística,
E essa é a pura verdade
Mas infelizmente somos vitimas presos em liberdade.
Em que ponto chegamos !
A vida é um sopro
A vida não é nada
Do que adianta tanta violência
Se o fim é de baixo da terra
Devorado por barata
E o que sobra são restos mortais.

Inserida por VillaSaldanha

SOU UM POETA

Sou um poeta que ri;
Sou um poeta que chora.
Sou um poeta que cala;
Sou um poeta que ora.

Sou um poeta silente;
Sou um poeta que clama.
Sou um poeta que odeia;
Sou um poeta que ama.

Sou um poeta que sofre;
Sou um poeta que alegra.
Sou um poeta que guarda;
Sou um poeta que entrega.

Sou um poeta que escreve;
Sou um poeta que lê.
Sou um poeta que oculta;
Sou um poeta que vê.

Sou um poeta perdido;
Sou um poeta encontrado.
Sou um poeta esquecido;
Sou um poeta amado.

Sou um poeta das flores;
Sou um poeta do espinho.
Sou um poeta do ar;
Sou um poeta do ninho.

Sou um poeta do beijo;
Sou um poeta do abraço.
Sou um poeta que fala;
Sou um poeta que faço.

Sou um poeta que quer;
Sou um poeta que nega.
Sou um poeta que doa;
Sou um poeta que pega.

Sou um poeta de carne;
Sou um poeta de alma.
Sou um poeta com ira;
Sou um poeta com calma.

Sou um poeta de versos;
Sou um poeta de frases.
Sou um poeta de livros;
Sou um poeta de fases.

Inserida por roberto5costa

⁠Sem rumo

Amor sem rumo,
Você dá o de se:
Corre, chora, proclama...
E mesmo assim
Fica sem nexo...
Chega a hora
Em que você se cansa
Assim como ela aparece,
Sem rumo,
Feito bolhas de sabão,
Se desfaz...
E mesmo assim
Fica a solidão,
Dentro de si...

Valter Bitencourt Júnior
Toque de Acalanto: Poesias, 2017.

⁠Era Das Trevas

Salmodiam palavras vazias
Ao Deus que tanto chora
Das casas anjo nenhum lá mora
O pesadelo do qual não se acorda
Agora é o dia que jamais retorna
Ansiando dominar o mundo lá fora
Acovarda bem alto, rotulada maldita
Impedida de alcançar, nem da asa ela toca
De meu ser tristonho, até o mundo lá fora
Atrai tendenciosas almas moribundas
Ao meu som que nunca tarda
Por ser puramente expiadora
Minha canção melódica
Domina tudo, sem se importar
Destruindo tudo, ela busca salvar
Na macabra sinfonia, o ser renovar
Destinado as infinitas notas
O mundo até por mim chora
Chocados, os olhos se apavoram
Amedrontados na realidade
Desejam sem aversão
Uma possível redenção
Por um Deus que já não chora.

Inserida por cawan_callonny

Expressa-te
Coração acalantado
De Paixão
Que voa como avião
E chora de desejo e emoção
Arrebatado pela chama da paixão

Inserida por BianeyRodrigues


Mãe também é como uma viola,
em sentir o abraço e os dedos do filho ela chora.
Mãinha é minha base de resistência,
minha guerreira, minha senhora.
Me amou antes mesmo de me ver.
Como não a Deus agradecer
por tê-la ao meu lado!
Ela achando que fui seu presente,
mas eu é que fui presenteado.

Inserida por Machadodejesus

⁠Tereza de Benguela

O Rio Guaporé ainda
chora a morte da Rainha,
Sim, a História relembra
o quão tráfico ocorreu
no Quilombo do Quariterê,
Os algozes foram pela História
alagados e Tereza de Benguela
está mais viva do que nunca,
para mim e para todos nós,
neste mundo que gira veloz.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Rio Grande do Sul

O céu chora sobre
a Pátria Pampa
os efeitos dos limites
ultrapassados,
Encontrar as causas
e as faltas
é importante porque
sempre existirão
aqueles que fingem
que é melhor não ver,
O importante é salvar
os vivos para daqui
para frente e prevenir
para que dilúvios,
e os infortúnios
não sejam repetidos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quando a Bracatinga
chora é quando
o tempo muda,
Para quem sabe ler
é a própria poesia
que comunica profunda.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quando o Cupido é falso e atira a sua flecha,
chora-se o amor que não se tem
e vive-se a revolta de ser ferido.

Saudade não sei se é a palavra
Que define da melhor forma
O que transborda do meu peito
E pela alma me entorna

Sua presença sempre foi quente
Seu apoio sempre foi visto
Sua luta não passou em branco
Meu repeito sempre teve

Aguardo e te espero
Retornar vitoriosa
Com histórias pra contar
E muito amor de sobra

Inserida por colodete

Ri quando tem que rir, mas chora quando não tem que chorar

Quanto tempo perdido, quanto tempo desperdiçado;
Seguindo uma meta de que estou no caminho certo;
Todavia nem sempre está correto;
Ao mesmo tempo incerto;
Doce ilusão, falsas promessas;
Trazendo para si desilusões;
Estava perto, hoje tão longe;
Chegada à hora de terminar o começo;
Ou de começar o fim;
Agora não é momento;
São palavras que vem a boca que não saem;
Esqueço de esquecer;
Está tudo tão denso;
Atrevo a me explicar, mas não há o que explicar;
Onde era noite, agora já é dia;
Estamos terminando no inicio;
Não começamos do fim;
Deixamos o meio por fazer;
Essa tal imaginação;
Sem solução;
Com tantas reclamações;
Sentado diante do espelho;
Não se remete a nada;
Era a paz necessária, era sim;
Quanto mais difícil for, mas valor terá;
As marcas deixadas hoje, são as mesmas do passado;
Nada muda, tudo roda;
E volta onde começou;
Novamente.

Inserida por rodrigo_carvalho_4

E quando os homens aprenderem,
que se deve borrar o batom, e não o rímel de uma mulher...
o circo vai pegar fogo e os bombeiros vão estrar em greve!
Se é que você me entende.

Inserida por Scutasu

⁠Vá embora, meu bem, você não pode ficar
E eu não quero também, mas temos que nos separar
Deixe-me agora, pois é melhor pra nós dois
Hoje a gente chora pra ser melhor depois

Inserida por pensador

Não! Não!
Não pode falar palavrão
Não pode gargalhar
Por o pé no chão
Filosofar
Não preciso dos seus modos
Nem das suas regras
Do seu jeito tosco
Porque eu gosto mesmo
Do burburinho da multidão
De ficar descalça e soltar um palavrão
De gente que ri e se abraça
De gente quente
De gente!!!
Sem modos, sem regras
De gente que arde
De gente que sente!
Não preciso da sua hipocrisia
Só preciso dessa gente
Só preciso amar, amar e cantar

Inserida por thaisduran

⁠E a chuva?
Ela veio,
E não caiu sozinha,
Sei que lágrimas caíram também,
E são suas,
Então,
Chore Maria,
Faz bem,
Logo passa,
Mas saiba,
As ações soluçam as reações,
A vida mole não é nobre,
Como é bom ser valente,
Então,
Sorria Maria!

Inserida por Madasivi

⁠Diga hoje o que te incomoda
- Amanhã pode a voz não existir.
Chora hoje o que te sufoca
- Amanhã os olhos podem não abrir.
Clama hoje pelo que desejas
- Amanhã teu desejo pode não ser.
Segura hoje o que te pertence
- Amanhã pode não mais te pertencer.

Inserida por LoriDamm

⁠Uma Alma que chora


Sabe aquele momento que a poesia quer chorar e não saber o motivo porque quer chorar?

Sabe aquele verso que a poesia quer escrever e não sabe o que escrever?

Sabe aquele momento que o poema quer arrancar do Poeta uma inspiração e até o Poeta não está para escrever.?

Sabe aquela música melancólica que insiste em ficar nos ouvidos e ela sabe que é capaz, mais não atinge ninguém?

Sabe aquela lágrima que está nas janelas do olhar e algo segura e ela não caí.?

Sabe aquele nó na garganta que sufoca e ao mesmo tempo não é um nó?

Sabe aquele escrevinhado de ontem que era bem decifrado e hoje perdeu sua cor?

Sabe aquele paladar do passado e só agora que a boca enundou?


Não estou entendo mais nada!
Não sei porque a poesia está assim.
Parece um saco furado.
Nada á completa....

Insaciável,
Vulnerável,
Desfavorável e ao mesmo tempo é tudo insuportável...

Favorece e enaltece.
Uma alma que chora e não sabe porque está chorando.
Causa até choque elétrico.
Sei lá,
É algo que alimenta e não se sacia.
Mais também,
Não mata......




Autor: Ricardo Melo
O Poeta que Voa

Inserida por JoseRicardo7