Poema Louco Insanidade Doido
O amor é a arte da razão que com a insanidade move o coração para simplificar a paixão;
Não dá mais para viver sem o seu amor seu seus sorrisos que me fazem correr por entre meus lençóis;
Minhas noites são infinitas esperando um alguém que não chega, que não vem;
Por quanto eu te quero, te tenho em meu coração com imensa condição de amar você;
Nunca Quis morrer por algo que fora tão passageiro, pois sabia que a insanidade não se alimentava de certo sentimento que se fazia em vão;
Nunca finja que não ou peça perdão por um amor preso que não se faz possível no normal;
Mas também sei que meu coração pede você, sentindo o teu cheiro e lamentando no espelho a saudade de você;
O meu abstrato vaga na ilusão para viver sonhos esperançosos de te amar com verdades;
Tenho juízo, mas não uso muito, pois com a minha insanidade obtenho a paixão que tanto o meu prazer deseja;
Tenho razão como qual quer mortal, porém inconscientemente talvez até reprimidos pela libido excessiva em mim;
Tenho sensatez entrelaçada com a gentileza que me move diariamente em meu caminho que insistem em chamar de rota;
Minha vontade se faz loucura quando sinto você e o meu desejo me sobe a cabeça com certa insanidade de saber o que se faz certa ou não;
Me vejo entrelaçado com o meu corpo ao seu parecendo ocupar um único lugar, isso tudo é para tirar o teu sossego e desatando sua paz;
Quero ser parte de seus pensamentos, ser a tentação e seu pecado para que você não me esqueça marcando o seu coração ilimitavelmente com o meu melhor, nunca me resista;
Não me fecho para os sentimentos lúcidos que desatina a insanidade dirigida pela paixão, não me arrependo dos meus olhos fechados que não enxergaram conseqüências alguma;
Caminharei lado a lado, protegendo todo o seu encanto e te exaltando com o melhor de mim;
Sussurrarei em teus ouvidos, declarando-me com toda minha verdade no qual te convença de que sou digno de adentrar em teu coração;
A palavra que nós restou foi "insanidade", pois nenhuma outra se faz poesia sem responsabilidade...
Mas quem insiste na ignorância não merece a verdade.
A filosofia é verdadeira com palavras mais que sensatas;
Na minha insanidade
Procuro liberdade
Respirar ar livre
Sem que nada me prive
Em meio a tantos pensamentos
O desânimo quer tomar conta
Cheio de lamentos
E a fraqueza desponta
Entre o certo e o errado
Apegando ao passado
E ao teu lado desejando viver
Todo dia o mesmo amanhecer.
Fui à guerra e conheci o medo, a insanidade e a morte.
E foi no campo de batalha que descobri uma verdade:
Na guerra coragem nada mais é que desespero por sobrevivência.
A insanidade da doutrina calvinista da expiação limitada é que se Deus não amou a todos
(João 3.16; Rm 5.8; 1° João 2.2), logicamente, você também não precisa amar a todos
(Mt 5.43-48; Mt 22.36-40; 1° Ts 3.12).
Insanidade coletiva
Para não serem diferentes, amente demente com orgulho e vaidade, sobressai. Infelizmente apureza perde o valor;e para ser "Um igual, A insanidade solta as algemas
E segue a manada...
Seja sempre você: seguindo os valores
Verdadeiros da sua consciência.
Eis o que penso sobre a arrogância do homem em qualquer campo de ação.
Quando a insanidade e a estupidez engana a criatura e ela e torna maior que seu criador. Muitos homens se tonam arrogantes, se acham poderosos pelo sucesso material, outros por conquistas intelectuais, esquecem suas origens físicas e metafísicas, ignoram a verdade suprema, a de que tudo que há nos mundos sensíveis e insensíveis ao homem está sob o domínio de Deus.
Devemos buscar diariamente ser uma luz no mundo, para guiar nossos pares, que como nós andam cambaleantes nas trevas das nossas imperfeições, e não um abismo de arrogância e estupidez mundanas.
"Evitemos todo tipo de insanidade religiosa concernente à
eternidade, pois a única possível ao homem até agora foi a
literatura.”
Todo dia lido com a insanidade
Que tenta me envolver em sua teia
Mas resisto, combato com coragem
E me esforço para fugir desta cadeia
Não quero ser uma vítima desse mal,
Nem ser levado por sua crueldade,
Pois sei que a lucidez é fundamental
Para vencer na luta pela liberdade .
O mundo é um campo de batalha,
Onde a loucura dita suas regras,
Mas eu não me rendo a essa falha.
Persisto firme, sendo forte e leal,
Com a palavra como minha espada,
E a paz de espírito como meu ideal.
Escrever, hoje em dia, é um ato de resistência contra a insanidade coletiva que nos domestica, que nos embrutece, que nos impede de perceber a dor do outro. Vivemos num mundo de intolerância, de verdades absolutas, onde quem duvida morre. Na escrita, há uma brecha. Uma fresta de lucidez. Um instante de verdade.
Ali, diante da página, o poeta — como um semideus — nos apresenta a beleza honesta da dor. Ele nos representa como somos: seres humanos. Falhos, imperfeitos, mas humanos. E durante o tempo da leitura, sem nenhuma distração, sem nenhum pensamento alheio, nos conectamos com quem somos. Com nossa essência. E ao perceber isso, algo se transforma.
Porque há uma catarse que acontece. Às vezes sutil, às vezes brutal. Mas acontece. Saímos da leitura mexidos, acordados. Descobrimos a força incrível que é ser humano. O poder que temos em mãos. A capacidade de sonhar — mesmo com tudo em ruínas.
A pergunta é: o que vamos fazer com isso? Vamos tentar mudar o mundo, ou voltar à realidade mórbida, fingindo que nada foi dito? A poesia nos entrega uma verdade. E a verdade, uma vez vista, não pode mais ser ignorada.
Creio que me seja preferível
Viver de saudade, talvez até
de insanidade, uma curta loucura de mentira
À viver as verdades que amanhecem com os dias
Eu acho que esse quotidiano mundano
É horrível demais, para vivê-lo assim
da maneira que ele me vem
Prefiro conversar com as almas do além
A gente vai falando sobre as coisas
que nos eram costumeiras
lealdade, coragem, galhardia e outras besteiras
bobagens que não fazem mais
parte deste infame dia a dia
em que impera a covardia
na triste realidade
Que os modernos amanheceres nos apresentam
Calço meus chinelos e vou ao quintal
até os voos mais inocentes
das transeuntes borboletas soam falsos
Elas dão-me a impressão
Que se esqueceram como se voa
e voam à toa um voo desajeitado
De inseto que não poliniza nada
Voa um voo meio que andando
de vez em quando vêm-me a impressão
Que ela está a ponto de pedir minha ajuda
A vantagem que vejo no inseto
é que ele voa mal, mas voa quieto
seu voo suicida de quem se autoatropela
Deus fez muito bem
Em fazer da borboleta
Uma criatura muda e bela
"Você sabia que, apesar da insanidade dos homens, amar tira o sono de muita gente!"
Otávio Abadio Bernardes
"INSANIDADE
Manifestações de pessoas que desconhecem a história, pedindo a volta da ditadura militar, sem o discernimento que se seus desejos estapafúrdios fossem atendidos, jamais poderiam fazer esse tipo de manifestação em uma ditadura militar, diferente da democracia que até em atos insanos com estes o Estado age dentro da lei, triste do povo que não conhece sua historia, suas raízes, incapazes de estudar, se informar e criar suas próprias expectativas e conclusões, as criam guiadas erroneamente por terceiros que lhes tem e impõe uma dominação parental..."
(Mário Luíz)
Um pedaço de sanidade,
E outro de insanidade,
Tens um pedaço de verso,
E outro que é só saudade;
Uma boa estrofe descrita,
Para dizer o quê me atina,
Porque somos uma mistura,
Que até ao Universo fascina.
A terra sempre precisa da água,
Você precisa da minha calma,
Quando você me dá o teu sorriso,
Jamais resisto,
Eu te entrego a minh'alma.
Não sei escrever, e nem recitar,
Quero nos viver, vivo a inventar,
Você é o meu mais lindo luminar,
Porque a tua potência provoca,
A tua ausência sempre me sufoca,
Perco até o meu respirar,
Amor, volta logo!... porque és o meu ar.
Sinto muito não saber falar direito,
E também não escrever com o português
Correito - os meus versos são na realidade:
Um por um - todos 'escorreitos'...
A água que sempre ginga na terra,
Exatamente, como a água eu sou;
Basta que você me peça,
Logo, me dou.
Escrevo do meu jeito,
Escrevo para você imaginar tudo,
E do jeito que deve ser imaginado.
É verdade, que mesmo sem saber escrever,
Arrisco-me escrevendo
Para cair na boca do povo,
E deixar esses meus versos falados,
Antes escrever poesia para alguém,
Do que ser inteiramente só
Ou andar mal acompanhado.
Vivemos a realidade na insanidade que é viver.
É irônico precisar de um pouco de
loucura para não enlouquecer.
Seres humanos, vai entender.
