Menino e Menina
O titulo dos meus textos ainda é você.
Por que não tem jeito menino, vai ser sempre você. Está escrito nas estrelas, no bilhete de geladeira, na ultima folha do caderno, na minha chama de emergência.
Pelas madrugadas mal dormidas, eu andei pra lá e pra cá dentro de casa, abria a janela do meu quarto e procurava por um vento puro, pelo qual eu possa respirar e tentar amenizar a minha dor.
Procurei olhar em fotos antigas minhas, e ver nos meus olhos, quem eu era a um tempo atrás, se eu era mesmo feliz, ou se sempre tive essa tendência de ser triste. Talvez eu ainda não me conheça, talvez eu ainda não saiba lhe dar com as minhas manhas e birras. Talvez eu ainda não saiba quem eu sou. Antes eu até saberia dizer quem eu era, se me perguntassem eu até saberia dizer quem eu queria ser quando crescer. Mas depois de tantas desavenças com o amor, eu já não me conheço mais, já não sei quem sou, ou quem quero ser. Não mais. Não depois de ter ido embora de um ultimo encontro, não depois de ter beijado sua boca pela ultima vez. Não depois de um ultimo abraço. Não mais. Por muitas vezes agente acha que não vai passar dessa noite, e no dia seguinte está mais vivo do que nunca. E realmente durante a vida experimentamos centenas de morte para por fim morrer. Eu não sei por qual direção estou caminhando, me sinto como se eu estivesse passando de olhos fechados por um jardim espinhoso que me corta toda por dentro, e mais pra frente há um abismo me esperando. Eu sei que tenho que mudar de direção o mais rápido possível. Mas não da! Não da .
Você meu amor, se encontra no caminho mais difícil de percorrer, e eu já estou na metade desse caminho perigoso.
Por que quando agente ama, agente não olha pra mais nada, agente simplesmente vai e segue reto na direção dessa pessoa.
Olha o que você fez comigo moço.
Deixou-me completamente cega de amores por você. Que diabos você tem? Que me prendeu totalmente ah você. Abriu os braços para me receber, e depois simplesmente me deixou, assim sem fim, me deixou.
Eu te pedi, entre milhões de vezes para me deixar ficar, ou então para você ficar, fazer morada no meu coração, e ficar. Assim, chegar e ficar para sempre. Mas você recusou. Entre as milhares de escolhas, você preferiu aquela que me machucasse cada dia mais.
Eu nunca estive preparada para saber que você beijou outras bocas, que você meu amor, o MEU amor, esteve em outros braços que não fossem os meus. Eu nunca estive preparada. E isso dói em mim como se estivessem arrancando meu coração com as próprias mãos, sem anestesia ou algo do tipo.
Dói, todos sabem que dói.
Mas eu procuro não deixar essa dor transparecer.
— Mas meu bem, só não esquece que eu já te fiz bem.
Dorme bem
Te amo.
01/12/2018
Dezembro de ontem, de hoje e de amanhã
Quem te viu, que te vê,
diria até que é difícil acreditar em tudo que aconteceu de lá para cá.
A vida deu um giro muito rápido.
Fatos que marcaram diversos momentos
e que ficarão gravados na história e memória de todos envolvidos
São tantos altos e baixos, vai e vem, greves, protestos e,
muito mais esforços para colocar este imenso e gigante país nos trilhos.
Dezembro de presentes e de lembranças,
de pessoas ausentes e de presentes no momento,
pessoas que caminharam e que caminham com a gente.
Enfim, dezembro é tempo de revirar o armário de recordações
e fazer projeções para o que desejamos ver acontecer.
Dezembro de todas as luas e de muitos sóis,
quem te conhece não esquece jamais...,
e o que a gente também nunca se esqueça
que dezembro é também tempo e data do Menino Deus!
Qual beleza da natureza
São seus olhos de jabuticaba
que quando irradia ao me olhar,
me afaga e me mata.
Olhos que fascinam e alucinam
a alma deste homem
se ao estar na sua frente,
que transforma num menino.
Cada dia uma mulher diferente...
(Nilo Ribeiro)
A vida me prega peça,
como homem fico contente,
tenho o coração em festa,
cada dia uma mulher diferente
estive com a solidária,
só o bem ela faz,
pessoa extraordinária,
conforto-te com a paz
a mulher intelectual,
mente privilegiada,
inteligência genial,
minha letrada mais amada
a deusa da beleza,
mulher de puro encanto,
eu te amo com certeza,
para você é o meu canto
a mulher executiva,
mulher que administra,
a você dou minha vida,
pois teu amor me enfeitiça
a mulher madura,
menina cheia de experiência,
comigo estará segura,
para você a minha vivência
não são mulheres diversificadas,
são todas em uma,
tuas ações são emocionadas,
minha vida você perfuma
sou um homem de sorte,
este é o meu destino,
você me faz mais forte,
mesmo sendo teu menino
a fala do poeta,
com a do homem mistura,
uma declaração bem direta,
eu te amo com loucura
por isso sou exagerado,
tenho várias "mulher",
meu coração tão apaixonado,
somente você ele quer
usei a licença poética,
para poder me expressar,
usei de toda minha ética
para meu amor eu jurar...
De mim sempre peregrino,
na busca de me encontrar,
teimando em perambular
sem nem saber qual destino...
com todo fervor me afino
à ideia de me entender
a assim me ver florescer
à luz que, a viver, me incita
c'o menino qu'inda habita
todo meu jeito de ser...
Luzes coloridas, fogos, abraços, amigos, beijos, família, sorrisos amarelos, lágrimas secas, velhas e novas promessas, fartura na mesa...
...aquele que cresceu rápido demais, de um jeito que ninguém percebeu. O menino que dá mais valor aos amigos do que a ele mesmo. O menino que já virou a noite, só pra ver o nascer do sol ao lado de alguém especial. O menino que é simpático na hora errada, mas sabe ser insuportável quando isso é desnecessário. Aquele que não está preocupado com a sua opinião, e com certeza não vai se abalar se você falar mal dele. O menino que demonstra força pra todos, mas só quem está sempre com ele, conhece seus verdadeiros momentos de fraqueza. Sendo este o motivo de não aceitar o titulo de guerreiro. Sim aquele que tem um cachorro preto e acha que também tem um gato siamês. O menino que desde muito pequeno não suporta as festas de fim de ano. Acha injusto algumas famílias numa farta ceia de natal e outras tantas sem ter o que comer. Mas com medo da solidão, como um vício participa das festas.
O menino que busca a felicidade, seja como for. Ele acha que nasceu pra ser feliz, e não dá pra ser normal ou igual...
Quando alcançar a maturidade, triste saber que a senhora decepção o espera com um largo sorriso.
A HISTÓRIA MAIS BELA E MAIS SOMBRIA
De família modesta, sem dinheiro,
casou-se com humilde carpinteiro.
E tão pobre ficou este casal
que nasceu o seu filho num curral.
O berço deste foi a manjedoura
onde comiam a jumenta e a toura.
De palha solta deram-Lhe o colchão
como se fora a uma ovelha ou cão.
Nunca, até agora, mais modesto abrigo
se dispensou para qualquer mendigo.
Mas este quadro de miséria extrema
é um canto de amor, um doce poema.
Não é por ser nascido num castelo
ou em palácio que se nasce belo
ou que se tem o génio ou o talento,
íman na voz, o sol no pensamento.
A simpatia, a graça, a formosura,
dons afectivos, candidato, ternura,
não fazem privilégio de alta roda,
das damas da nobreza e grande moda.
Dessa pobre Mulher do humilde povo
nasce um Menino que é o Mundo Novo,
a ideia nova, a redenção, a aurora,
a luz do amor, a voz libertadora.
Logo ao nascer era de maravilha
toda a expressão que no seu modesto leito
o crê predestinado a grande feito.
Tanto correu e se espalhou a fama
que até os Reis de muito longe chama
e também veio vê-Lo pressuroso
o tirano, o soberbo, o invejoso,
que logo acharam, para si, perigo
no mísero curral, no humilde abrigo;
que logo, tendo em conta seu regalo,
ao Menino, planearam de matá-Lo,
Mas esta pobre Mãe, triste plebeia,
para o seu Filho todo o mal receia;
Da visita dos maus Ela adivinha
o fim, o vil intuito que continha;
E resolve fugir... espera a noite,
sombra que tudo esconda, onde se acoite;
Numa jumenta cavalgando vai,
com o Filhinho ao colo, aquela Mãe,
levando ao lado atento caminheiro,
como zeloso guarda, o carpinteiro.
Procuram os caminhos mais escusos,
apavorados, trémulos, confusos,
e só pararam atingindo o alvo,
o seu Menino Amado ver a salvo,
quando chegaram a outro país amigo,
onde encontraram protecção e abrigo.
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E o Menino cresceu e correu Mundo
e mais cresceu o seu saber profundo,
pois ainda criança aos mestres espantava,
com as sábias respostas que lhes dava.
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A Força avassalava a maioria,
o povo, a multidão, tudo sofria;
O Senhor tinha mando e privilégio,
e dava e transmitia o poder régio;
Filho de escravo era também escravo,
que podia espremer-se como um favo,
amoldar-se à vontade do senhor,
sem compaixão, sem atender à dor;
O idolatra da força estava em voga,
era o carrasco que vestia a toga.
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Então Esse de humilde nascimento
começou a pregar seu pensamento.
Era belo e incisivo no dizer,
quem o escutasse era incitado a crer.
Discípulos, em breve, conquistava,
sua doutrina mais se propagava.
O sofredor, o pobre, o deserdado
achavam maravilhas no Seu brado.
O tirano, o soberbo, o invejoso
também veio escutá-Lo pressuroso.
Ele exaltava o humilde, o que sofria;
o império de Seu Pai lhe prometia.
Pregava o amor a Deus, Seu Pai Celeste,
e se exprimia sempre em nome Deste:
«Quem não amar, na terra, o semelhante
ofenderá Meu Pai, no mesmo instante»
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E a Mãe no Filho toda se revia,
mas o tirano não adormecia
e novo susto, nova dor a espreita;
ele prepara-lhe a feroz receita:
Entre os amigos de O que prega o Amor,
descobre, encontra o réptil traidor.
O beijo duma boca envenenada
foi o primeiro gesto da cilada.
O beijo denuncia, identifica,
depois surge a chicana, a fraude, a trica;
esbirros são armados em juízos,
a decisão do arbítrio quer raízes,
quer dar-se à burla aspecto de decência,
o traficante joga na aparência.
A causa de principio está julgada,
em bastidor foi a sentença dada,
se pinta a Via Sacra e o Calvário
para servir de fundo no cenário.
A trama urdida só a um fim conduz,
a que se pregue o Justo sobre a cruz.
Aquele que somente amor exprime
se acusa e culpa do mais negro crime;
a gente rica, bem tratada e nédia
nem sequer se apercebe da tragédia;
o povo ladra, no seu louco engano,
cão assolado, a soldo do tirano;
com medo dos terrores, dos castigos,
apavorados fogem os amigos.
Só Ela fica, sem receio a nada,
quer com o Filho ser crucificada.
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A Igreja, velha, sábia e previdente,
todos os anos, infalivelmente,
grita ao rebanho, chamar-lhe à memória
essa tragédia, essa sombria história,
pois nela vive o sentimento amargo
de que anda o lobo farejando ao largo;
para evitar o assalto do inimigo
que é bem preciso reforçar o abrigo,
manter, para o combate ao malefício,
espírito de heroísmo e sacrifício,
se for preciso, transportar a cruz,
saber nela morrer, como Jesus!
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A Mãe que mais amou e mais sofreu,
ao Filho inteiramente consagrada,
em nuvens de almas se elevou ao Céu,
ao som de hinos de Glória e de Alvorada.
Humilde, frágil, filha de plebeu,
com simples carpinteiro era casada,
curral foi a morada onde nasceu
a Vida que Ela viu crucificada.
Atingiu da beleza a plenitude:
Pela escada subiu do sofrimento
ao vértice do amor e da virtude.
Nunca existiu amor tão vivo e atento!
Mães, que supondes vossa empresa rude,
eis montanhas de fé, rios de alento!
Porto, Abril de 1955
Não quero ser reconhecido simplesmente como sombra de alguém; com atributos próprios, essência própria, valor singular, quero ser um cara com estilos diferentes, de boa visão de mundo, despido de vaidades, com luzes próprias, sem ideologias de extremo, sem presepadas, sem cabotinismo, sem mania de holofotes, simplesmente, gente juncada de humanismo, ser humano dotado de princípios e valores, regras bem definidas, impregnado com a marca do Menino do Mucuri.
Faltam poucas horas pro natal. Espero que todos os abraços e os apertos de mãos sejam verdadeiros, que todas as palavras ditas venham do fundo do coração. Este dia é dia de celebrar a União. Mais é principalmente o dia de celebrar o nascimento do nosso rei e salvador Jesus!🙏🙌❤😍🍀
Você chegou de mansinho, com seu sorriso bangelo roubou o meu coração... Cresceu um pouco e sem nenhum esforço me encantou e se tornou minha paixão. Você chega de mansinho, me beija, me abraça e tudo de ruim passa, alegra o meu coração.. Você é um pedaço do céu, um sonho, uma inspiração.. Um presente divino na forma de um menino.
Já é Natal!
Há luzes dentro de nós,
Um colorido especial...
Um bem querer universal.
Há emoções fluindo em harmonia
Mais sorrisos, mais bom dia!
...É, já é Natal!
Há algo diferente
Uma sintonia contagiante
Casas decoradas, rua iluminadas,
Uma presença especial...
Sem dúvida já é Natal!
O pensamento humano é progressivo... amadurecemos... e aqueles pensamentos do princípio se mostram muitas vezes menino, inocente.
cada movimento, cada palavra, cada gesto, cada olhar, até a cada respirar seu me instiga, rapaz você me tira do sério.
Capital mais que INICIAL
Sou homem já feito
Do Brasil eleito
Cantador maior.
Mas já fui pequeno
Pelejei
Vaguei de porta em porta.
Hoje sou "palqueiro"
Mas já fui terreiro
Jogando gude
Peteca
Um guri sapeca
Levado da breca.
Já bati com a cara no muro
Do mercado exigente
Hoje os holofotes me iluminam
Sorridente
Com os dentes tratados
Mas já fui telhado
De vidro partido
Hoje sou fluído.
De luzes coloridas.
Onde eu vim parar
Cantando pro mundo eu venci o baixo astral
Já fui quase nada
Hoje sou um Grande Capital
Mais que Inicial.
Voo de classe primeira
Durmo na suite presidencial.
Porque de menino
Virei homem grande
Virei na verdade um grande capital
Mais que Inicial.
Ele falava como gente grande, dizia não ter mais vontade de acordar e ter que fingir ser uma pessoa normal, esconder quem realmente ele era, talvez por medo, ou justamente por não saber o que é medo.
Aquele garoto humilde que poucos puderam conhecer, que fazia artemanhas, tambem teve que crescer,
pra chorar suas tristezas,
lamentar o seu destino,
quando lembra com emoçao do seu tempo de menino.
De teus olhos
Emanam suaves canções
Ondas calmas é tua voz
Que banham almas e corações
Palavras que sufoca em teu silêncio
São gritos abafados
Guardados,
Gritos que cala
Se guardou
Se escondeu do mundo
Mundo de amor.
Só trabalha e agrada os outros
Faz coisas que não quer
Vive o dia a dia sabe lá de quem
Perdido,
Já nem sabe mais o que quer
Doce menino de olhar carente
Mendiga colo, cafuné.
EM CADA RUÍNA
Em cada ruína já tecida
Um garotinho sem um trocado fizera parecer
Que costumava andar sem rumo e descalço
Para da terra se sentir vivo. Dela crescer
Foram vários espinhos Que o furaram
E vários cortes que sangrou
Dos solos ruins e os bem cuidados
Que aquele menino já pisou
Não se cansa nem descansa
De trilhar este rio de eixos
Mesmo sabendo que irá se ferir
No mar das incertezas de enfermos
E quando não menos, em cada sã relance de ruínas
Que vaga, sonda e prevalece
O garoto descalço que não conhece
Abraça o mundo que o entristece
Volta e meia o tempo que enfraquece
A força de ventos fortes que devastam
As dores não são ilusões que aqui padecem
Deste rio de descompassos.
Feito um psicólogo, um livro fechado.
A barca do Porto, ou o ubar que vem e vai
Vivo este momento de menino, um desdém
Um fim de outono que não me satisfaz.
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