Menino e Menina
Tudo eu posso amanha.
Tudo eu quero e posso amanha.
Amanha posso ser o menino que sou,
Tudo eu posso amanha.
Vou ser o amante que te apaixona.
Vou ser o ciume que te machuca.
Tudo eu posso amanha,
vou ser o beijo de língua que te sufoca,
Tudo eu posso. Mas só posso amanha...(Patife)
Você foi mais que um sonho, mas sempre estará além da realidade, acorda menino, ponha os pés no chão, teu caminho é longo, e sonhar não cabe mais...
(Patife)
Pingo de gente perdido por aí...
Menino na idade...
Crescido nos hábitos...
Rondando os bares...
O que busca?
O que quer?
Entre o real e a bela fantasia...
Contando as horas...
No transcorrer dos dias...
Correndo a cada passo...
Desejando aquecer a alma fria...
Contando entre versos e prosas a sua história...
Quem lhe diria...
Onde o devaneio voa...
Em uma vida à toa...
Vara a madrugada...
Pelas ruas...
Só mais uma espiada...
Alguns o fazem de morada...
Qual é a sua culpa nessa estranha jornada?
Sombra de seres curvados e encolhidos...
De peitos dilacerados pelas mágoas...
Os bares acolhem àqueles que o amor abandonou...
Sandro Paschoal Nogueira
O Natal é um memorial de Cristo Jesus - é o nascimento de um menino 100% Deus e durante sua vida aqui na terra foi 100% homem sem pecado, puro, imaculado, isento de qualquer nódoa moral, e é ELE o nosso Redentor e Salvador de nossas vidas, o nosso Cordeiro venceu, vamos segui-LO!
Trigueiro dos pés
a cabeça,
Tempero argênteo
inevitável,
Não desfez em ti
o menino cândido,
Inteiro te percebi.
Perfeitos em cena
nos prevejo,
Porque tens tudo
o quê fascina,
A mulher que em
mim se reserva,
Inteira para você,
e permanece poema.
Faceiro te segredo
em versos,
Desenhando rotas
alcançáveis,
Porque prevejo
o desidério escrito:
Amoroso desterro,
mesmo sem saber
Quem alcançará
primeiro o outro.
Afeitos da mesma
visão de mundo,
Captando como
satélites,
Orbitando sutis
fantasias,
Porque cientes
daquilo que vale
é a poesia muito
mais do que ouro.
Porque quando você chegar,
Você sabe que te quero,
Nu, indecoroso e descalço.
Haicai recém-nascido,
feliz como um menino
igual ao teu sorriso.
Haicai entardecido
aguardando a Lua
leve como uma pluma.
Esse vínculo místico de confiança que me prende, Aprecio esse desassossego menino me encanta - e me rende.
Nos preparar para a chegada do Menino Deus
vai além da data que se aproxima logo, logo:
é tornar a paz, a solidariedade e a fé possíveis
sempre na vida de todos, celebrar o Natal
é abraçar o irmão com o coração!
Um dia o menino acorda
e descobre não estar de acordo
com as cores que utilizaram
pra pintar o dia
Só usaram tintas tristes
economizaram na alegria
Quem foi que escolheu
a cor do dia
Quem será que escondeu
a alegria
Que a gente pretendia
viver hoje?
Pode ser num dia de chuva
tanto faz
Há dias cinzentos
Em que a gente encontra paz
E dias ensolarados
Em que paz não se enxerga não
As minhas vistas vêem
Mas são cegas
As cores que trazem harmonia
Não são aquelas que o Sol irradia
Mas as que apagam
As tristezas de ontem
Nas paredes do meu coração.
Soneto
Um menino está brincando
Solitário no quintal
Todo dia para ele
é sempre igual
Faz brinquedos com as tralhas
Que vai juntando pela vida
Nunca foi primeiro em nada
E nem nunca teve nada de primeira
Nunca teve segredos
Mas guardou no coração o medo
de viver na eterna solidão
Encontrou somente a companhia
Quem lhe atirasse as migalhas
Que houvessem restado ao fim do dia
Que a vida venha desgrenhada
igual aos meus cabelos de menino
venha e seja difícil transpor
Qual fosse mata fechada
a gente passa um pente fino
e vai vivê-la
A gente se embrenha
pra poder conhecê-la
A gente vai descalço
sempre que hover espinhos
Onde não houver dificuldade
Eu crio uma
Sempre que eu vir espaço
conveniente para criá-la
Que minhas mãos se encham de calos
Que a vida venha
Só não quero passar por ela sem vivê-la
E que ela se vá um dia
do mesmo jeito que um dia veio
Não peço facilidades para mim
Quero apenas
que entre o início e o fim
Eu possa deixar algo ali no meio
A vida que Deus me deu
é a vida que Deus nos dá
Um Presente Divino
E como qualquer outro menino
Me atrapalhei pra desembrulhar
E rasguei-lhe
Quase que completamente
Sem nem ao menos olhar
A fina estampa
dos papéis coloridos que a envolviam
Queria enxergar-lhe a essência
desvendar e provar-lhe a substância
Passar correndo pela infância
Com pressa de chegar em algum lugar
Sem nem ao menos saber
O que é que eu ia encontrar lá
O papel colorido se perdeu
E eu não me lembro nem
Quais as cores que ele tinha
Ou se havia desenhos de Montanhas
Estrelas ou flores, talvez uma casinha
Quem sabe Deus não tenha Escrito
Algumas palavras
Naquele papel tão bonito
Que eu rasguei sem olhar.
No interior daquele embrulho
Havia peças espalhadas e dispersas
Era um Enorme Quebra-cabeça
E ainda agora
Por mais que eu peça
Por mais pessoas que eu conheça
Até hoje eu não achei
Alguém que o soubesse montar.
Longe se vai
O tempo que eu fui menino
de cara queimada de Sol
Joelho repleto de machucados
de quem sobe em muros
Cai de árvores
Maceta mármore em lata
Corre atrás das pipas
E não pára quieto um instante
Lá se vai ao longe
O tempo do Sol a pino
A rolimã que rangia
A metade de um dia eu tinha
Pra resolver os problemas
Que arrumava de meio-dia em diante
Sem atentar para o fato
Que eu já os tinha e eram muitos
Eram tantos
Que até hoje minh'alma duvida
Que mesmo se hoje eu tivesse
Toda calma que existe no mundo
Eles pudessem ser resolvidos
Em somente uma vida
da mesma maneira que
Naqueles dias que longe se vão
Sem pensar, eu apenas desatava
Em questão de segundos
A mesma espécie de emaranhado
Que hoje, me faz calado e me dói no peito
Pois um dia a gente cresce
... e esquece
como era o jeito que se fazia.
Edson Ricardo Paiva.
Brumas.
Desde que eu estou aqui
Tenho aceitado
A tudo que o destino impõe
Desde menino, assim tem sido
As coisas que tentei mudar e consegui
Só deram certo porque
Meu destino era tentar
Eis aqui todo sentido
Desde o primeiro colo
À derradeira queda ao solo
Desde a primeira hora
Mesmo não concordando
Pois de vez em quando
Todo mundo se revolta
Porém, cada volta que o mundo dá
Cada prece escrita
Cada coisa que achei bonita
Estava lá para eu vê-la
Alguma coisa as põe no caminho
Assim como estrelas no céu
Que todos veem
Porém, tê-las não se podem
Aparecem sempre as brumas
Que vem do nada e as escondem
O destino nos quer assim
Assim como quer que não queiramos
Isso nos molda
Como as peças de um quebra cabeças
Onde tudo se encaixa
Quando a gente acha
Uma ou outra parte
Destarte nunca acharmos outras
Pois pra isso existe o tempo
Que parece curto, que parece longo
Porém, jamais outra peça
Apesar de ser
Ele faz parte do engano
E da arte de viver
Desde a primeira vez
Que nossos pés tropeçam
E aprendemos nos reeguer
Sem que o mundo estenda a mão
Minh'alma, que um dia foi tola
Se molda, se encontra, se encaixa
Em meio à uma imensa engrenagem
Entre o pássaro e a semente
Entre a folha e o vento
Entre o homem e Deus
E a revolta e a escolha
Entre a estrela e a paisagem
Entre a vida e o momento
Cada volta do mundo sem conta
Faz parte do engano do tempo
Que parece curto, que aparenta andar mais lento
e faz parte do jogo...e está contando
desde que eu estou aqui.
Edson Ricardo Paiva
Como os Reis Magos
visitaram o Senhor Menino
na abençoada Belém,
Que minha letras visitem
os corações de todos vocês.
Peço e insisto pela liberdade
da tropa e do General
que por todos eles persisto,
e como poeta jamais
desisto da História recordar.
O ouro do encontro,
do diálogo e da reconciliação,
é o quê desejo que haja
com os presos de consciência
de todo o meu coração.
O incenso da pacificação
seja renovado e perene
como oferta ao Pai
com os presos de consciência
em verdade e liberdade.
A mirra venha perfumar
as vossas mãos ao decidirem
libertar os presos de consciência
e a voltar a pensar no melhor
destino para si e para toda a Nação.
O menino virou
a serpente do Tanque,
Da memória deste
susto nunca mais
saiu da cabeça
nem por um instante,
Só sei que desta lenda
o quê ficou virou poema.
O Menino de Belém
O meu coração pulsa
ao som eterno do Catumbi,
a minha pluma é a lança
de vários Guerreiros,
O meu giro acompanha
o Bumba-meu-boi
e de todas as Pastorinhas
sempre sou a cigana.
Não posso me esquecer
jamais da delicadeza
e da coragem que foi escrita
a "Morte e vida severina",
O meu coração sempre
ofertei durante a Lapinha.
No Reisado sempre tive
o meu destino e sempre
honro cada um de nossos
folguedos e autos natalinos.
Nos poéticos Pastoris,
nas Cavalhadas,
na Queimação de Palhinhas,
nas Caretas e nas Folias de Reis,
Lembro do Menino de Belém
que criou a mais simples das leis.
Cuidar como você ainda
fosse um menino,
Fazer um carinho felino
nas suas costas com
as pontas das unhas
por muitas luas,
Não é preciso entrar
objetivamente em detalhes,
Liberar as suas vontades
para que caia nas manhas
e nas oferecidas danças
por conta da imaginação.
Você, que me faz feliz!
"Você, dos olhos brilhantes e sorriso de menino. Você do beijo doce e do abraço tenro. Você que me faz ser grande, mesmo quando me sinto pequena. Você que entende meus gestos e meus medos. Que conhece todos os meus segredos, que me me mantém segura, quando nem eu estou segura de mim. Você que faz as horas voarem, assim como meus pensamentos voam por você. Você que me faz sonhar, me faz enxergar e faz da minha vida um sonho. Você é tudo o que eu tenho, e tudo o que eu sonhei ter um dia. Ei, você, que me faz feliz! Eu te amo."
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