Máscaras
O ser humano é capaz de usar várias máscaras durante toda a sua trajetória,
uma para cada tipo de insegurança
por não querer que saibam de suas fraquezas ou da sua verdadeira intensão,
ele pode colocar uma máscara que está sorrindo
para esconder a sua tristeza,
a sua angústia, enquanto se desgasta por dentro, outra de confiança
para ocultar o seu medo,
uma de serenidade para camuflar o caos da sua mente, uma de bondade se estiver mal intencionado, já que no pretende ser descoberto,
pode chegar a usar tantas vezes
ao ponto de esquecer de que está usando-as
e estas foram apenas alguns exemplos,
entretanto, não quer dizer necessariamente que chegue a usar todas estas máscaras, nem que fique com elas para sempre,
pois com o tempo elas vão caindo uma por uma de acordo com o desenvolvimento da maturidade,
quando perceber que não precisa delas
ou se não aguentar mais usá-las
e claro que tudo isso que acabei
de externar
é de um modo geral,
alguns seres humanos não conseguem usar tais máscaras,
outros não fazem nem questão
de usar,
por serem muito transparentes, sentem dificuldade em disfarçar
ou não vêem a necessidade delas,
não têm a intenção de agradar a todos, de esconderem quem são
e ainda há aqueles que não saem
sem elas como se fossem partes permanentes deles mesmos,
chegam a tirar proveito os outros,
pensam que são mais espertos,
mas em todo caso, o fato é que sempre pode ter um mascarado
por perto, não é todo sorriso
que é de verdade,
pode até ser nós mesmos
sem percebermos.
Se só vejo erros nos outros, talvez seja a hora de tirar as máscaras, colocar os óculos e se juntar a eles. Aí seremos coesivamente vistos de maneira coerente! Bem-vindo!
''Mascaras,mascaras e mais mascaras,assim anda a sociedade...nas etnias e comportamentos pessoais,tudo gira em volta de egoismo...talvez eu seja suspeito de meu pensamento,mas observo o secularismo o individualismo e o cepticismo de muitos''
No despertar interior, as máscaras caem, revelando a verdadeira essência que reside no âmago de cada um.
Acreditar nas pessoas é um ato de coragem e consciência. É escolher enxergar além das máscaras, sem se deixar levar por julgamentos apressados ou impressões inconscientes moldadas por nossas próprias feridas. Cada ser carrega histórias invisíveis, batalhas que não vemos, luzes e sombras que se alternam. Quando nos permitimos olhar com o coração aberto, sem rotular, descobrimos a beleza escondida em cada um. Não somos juízes do caminho alheio, somos aprendizes caminhando juntos. Confiar, mesmo diante das incertezas, é acreditar na possibilidade de transformação e lembrar que todos merecem ser vistos por quem realmente são, e não por quem parecem ser.
Máscaras, atrás de máscaras. Pessoas agradando umas às outras por puro medo de julgamento, esse é o problema de ser uma pessoa bem expressiva, mesmo sabendo das máscaras das pessoas, tento dar meu melhor, dar meu melhor não somente por medo de julgamento e sim por amor ao próximo. Por compreender que as pessoas também sofrem, também têm sentimentos e medos, não julgo totalmente as máscaras das pessoas, porque muitos só estão tentando somente não sofrer. Já outros usam isso para manipulação.
Máscaras
Eu te olho e sei que você não
é verdadeiro comigo.
Mas, tudo bem.
Todos nós escondemos nossos
verdadeiros eu, tampando
tanta fraqueza e insegurança
através de máscaras.
Seria hipocrisia lhe pedir para
tirar esta tua máscara, até
porque, eu não sei se te
mostraria a ti meu verdadeiro rosto.
Tenho medo de que você me
conheça e não goste de mim.
Na verdade, eu tenho medo
de que eu não seja essa
mentira que eu inventei.
Então continuaremos neste
baile de máscaras, pelo resto
de nossas vidas.
Dançar pra sempre.
Os homens de verdade, mostram seu rosto diante de suas atitudes, aqueles que usam mascaras, ou se abstém de alguma forma, não devem ser mantidos entre os bons...
MENDAZ:
Nada enceta!
A dor, a voz, os sonhos.
As máscaras e suas faces.
Os "homens" e seus comes.
Os livros e seus líricos
Os mestres e os noviços
Lúdicos e telúricos.
Não há rima nem besos
É controverso o reverso
O mítico ou abstrato.
Todo esse escopo mendaz
Num instante não distante
A tudo se perpaz.
Indo para o carnaval ou não, as máscaras acabam diante de Deus. E cada um recebe de acordo com as suas ações.
Usar máscaras nunca será melhor do que mostrar o que realmente somos, pois um dia, cedo ou tarde, as máscaras cairão.
Mesmo com máscaras, eles sentiam-se extremamente sensíveis um ao outro e ao que sentiam, dentro daquela projeção discreto que ambos fazia-se caber.
No palco da vida, a cortina pesada
Esconde do mundo a face velada.
As máscaras riem, num gesto polido,
Ocultando o abismo de um ser corrompido.
Fantasmas vagueiam, sem corpo ou morada,
São ecos da injúria, da voz sufocada.
Memórias que a fraude tentou sepultar,
Mas voltam na sombra, pra sempre a lembrar.
A mentira se veste de seda e de glória,
Mas sua verdade é sempre provisória.
Em cada fiapo de luz que transpassa,
A máscara treme, a farsa se desfaça.
Pois chega o momento, o ato final,
Em que o véu se rasga, num golpe mortal.
A luz da justiça, farol soberano,
Dissolve a mentira e o poder tirano.
(Uma homenagem aos perseguidores entre nós.)
LUA FALSA
Como é duro o cansaço das máscaras.
Na beleza do olhar, do sorriso, no som da palavra, na criatividade.
Que Arte é essa?
Facetas e suas especiarias.
É só pegar um pedaço da lua e tomar como crua na pele real, mas sintética?
Como é duro o cansaço das máscaras.
Estes senhores que arrancam a lágrima de quem não teme a tristeza, mas que mancam na primeira leveza do amor que carrega o poeta.
Como é duro o cansaço das máscaras.
Pois as pessoas sintéticas, sabem toda teoria de eternidade e perfeição, na prática não passam de uma gaveta.
A Arte está em ser plano e não em ser cobaia.
Como é lindo o cair das facetas.
Agora as máscaras vendam a boca, abafam os sorrisos, as falas...Mas os olhos estão sendo obrigados a nos comunicarem muito mais sobre o mundo, sobre quem realmente somos quando algumas luzes se apagam.
(Durante o isolamento mundial de 2020)
Triste e inevitável é sermos apenas máscaras. Todos os dias acordamos e disfarçamos oque realmente somos. Somos obrigados a mostrar apenas nosso lado bom, qual a graça de viver em uma realidade utópica?
