Manifesto
MEU PROTESTO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Manifesto expressões do meu carinho,
das paixões de que sempre fui capaz,
numa prosa, um poema em desalinho;
no meu sonho irreal do mundo em paz...
Protestar é fazer o que me apraz,
dar aos pés a certeza do caminho,
despertar na minh´alma o que aqui jaz;
ver que a rosa perfuma seu espinho...
Superei a longínqua faixa etária
em que a rua era palco e luminária
dos meus brados; latidos; meu showbiz...
O guerreiro ilusório teve fim;
aprendeu a cavar seu próprio sim;
meu protesto é viver e ser feliz...
Calar e observar, esperar o suceder do acaso, em manifesto existencial, na mera expectativa de vida.
A revelação imposta por seu coração, em um manifesto um tanto suave, mas intenso! Fez com que a entrelinha dos sentimentos testemunhasse a minha definição;
E por intermédio do destino que nos fez cruzar o caminho um para com o outro;
Ouvistes os meus gritos poéticos nos princípios da minha vocação não celebrada, mas sim admirada;
A boa arte enquanto manifesto deve conter reflexões sociais, filosofias livres, o direito dos esquecidos e a defesa de causas que a sociedade por medo emudece. A boa arte de bons artistas nunca devem se subjugar a interesses políticos de partidos políticos quaisquer pois quando assim acontece deixa de ser arte e passa uma ser uma mera propaganda partidária encomendada espúria no objetivo torpe de popularizar em linguagem artística uma meta para receber em troca posteriormente colocações e pessoais privilégios.
2022 Brasil Cultural, o manifesto antropofágico de Oswald de Andrade de 1922, está mais vivo do que nunca. Viva o canibalismo estrangeiro nas artes, resgatem a brasilidade pois o "Abaporu" de Tarsila já vive no exilio incondicional.
A criatividade com cores vivas e vibrantes é um manifesto por mudanças. Um belo tipo de ousadia e inconformismo a tudo que a vida, ainda tem, de indeciso e acinzentado.
Breve manifesto acerca da pretensa objetivação da propagação efusiva oncológica dos meandros sociais e demais segmentos estratificados propensos a necessários reparos com vistas a se perpetuarem pelas linhas transversais de tomos ideológicos inerentes de conceitos gradativos prontamente postos pelas nuances dogmáticas concernentes ao presente aspecto enviesado e pluridirecional da condição velada e também exposta adstringente ao cotidiano atemporal divido em camadas grossas de ignorâncias e certezas insanas no qual sempre habitam e habitarão riscos de toda natureza:
1. Acreditemos na ciência.
Manifesto analógico
Caminho ao contrário da pressa digital.
Meus pés fazem questão de tropeçar.
Gosto de esbarrar nos nomes,
perder o rosto e achá-lo na lembrança.
Lembrar os números e discar.
Deixar a voz ferver no ouvido sem acelerar o áudio.
Não quero que um robô faça o que minhas
mãos ainda tremem para fazer.
Escrever torto, borrar o caderno, errar sem a
opção de apagar.
Minha mente é ilógica, se perde no meio da
frase porque está ocupada sentindo.
Fora do trabalho, me divorciei do virtual.
Não confio o que amo às nuvens —
nuvens não sabem ficar.
Mudam de forma, trocam de nome,
desaparecem sem se despedir.
Voltei a imprimir memórias,
fazer backup na gaveta,
guardar fotos para que o tempo não as engula.
Escrever cartas com minha letra,
imprimir no texto minha personalidade.
Não tenho pressa de chegar a lugar algum.
Dificilmente chegarei ao dobro dos anos de hoje.
O destino já não me interessa tanto quanto o caminho.
Quero o que importa perto.
Quero ter rabiscos nas margens dos livros,
esperando o reencontro com minha versão mais ingênua.
Manifesto Kamorrista
Nós, kamorristas, somos guerreiros da verdade, defensores inabaláveis dos valores que sustentam a sociedade e garantem a dignidade do ser humano. A nossa luta não se faz com ódio, mas com convicção; não se sustenta em violência, mas em princípios sólidos e inegociáveis. A filosofia kamorrista se ergue sobre quatro pilares fundamentais: Deus, Pátria, Família e Liberdade.
1. Deus acima de tudo: Reconhecemos a importância da fé e da espiritualidade como fundamentos essenciais para a vida em sociedade. Acreditamos que os valores morais derivados da tradição religiosa são indispensáveis para a ordem e a justiça.
2. Pátria como identidade: Honramos a nossa terra e a nossa cultura. Defendemos a soberania nacional e o direito de cada povo preservar suas raízes, tradições e história contra qualquer forma de subversão globalista.
3. Família como base da sociedade: A família é a instituição primordial da civilização. Sustentamos o papel natural do pai e da mãe na criação dos filhos e condenamos qualquer tentativa de desestruturação dessa unidade sagrada.
4. Liberdade como princípio inegociável: Lutamos pela liberdade de pensamento, de expressão e de ação dentro dos limites da moral e da ética. Rejeitamos toda forma de tirania, seja ela política, ideológica ou cultural.
Ser kamorrista é ser intransigente na defesa desses valores. É não se curvar diante das imposições de um mundo que tenta desconstruir o que há de mais sagrado. A nossa batalha é diária e se dá no campo das ideias, da cultura e da ação cívica.
Conclamamos todos os que compartilham dessa visão a se unirem a nós na construção de um futuro onde a verdade prevaleça, a justiça reine e os valores perenes não sejam esquecidos. Juntos, venceremos!
Manifesto a gratidão!
Gratidão é quando se vibra uma intenção com a alma, com o que há de mais sagrado em seu profundo interior. Aquele que agradece com a alma por sua vida manifesta as energias divinas numa vibração superior atraindo para si tudo aquilo que merece para Ser e sentir num nível elevado de cura, amor e luz! Você pode e deve manifestar a gratidão a tudo e a todos, mas a gratidão sentida deve ser primeiramente à sua vida! Se você não vibra gratidão por este bem maior que possui naturalmente não atingirá este bem valioso que é estado alterado e harmônico de consciência que é a gratidão!
Todo esforço da igreja será um fracasso total sem o fruto do Espírito manifesto em seus membros na sociedade.
E com respeito a Calvino, é manifesto, que a principal, a mim pelo menos, característica mais odiosa em toda a multiforme figura do papismo uniu-se a ele por toda a vida – eu quero dizer o espírito de perseguição.
William Jones – Historiador Batista em The History of the Christian Church, 5a ed. (Gallatin: Church History Research and Archives, 1983), vol. 2, p. 238.
O verdadeiro amor não está escondido nas vielas religiosas.
Está manifesto em cada um de nós, na pessoa de Cristo. Quando o Mundo entender isso, estaremos avançando na escalada evolutiva, dando um salto quântico no aprimoramento do Amor verdadeiro, que tolera, se doa e se entrega sem nada em troca!
o homem implantado em manifesto no espírito, não sabes a perfeição divina que existe em seu interior.
"O Evangelho transcende meras palavras de conforto; é um manifesto poderoso que nos convoca a ações compassivas e transformadoras, desafiando-nos a redefinir nossa humanidade e propósito."
