Manifesto

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Quem vê, Senhora, claro e manifesto
O lindo ser de vossos olhos belos,
Se não perder a vista só em vê-los,
Já não paga o que deve a vosso gesto.

Este me parecia preço honesto;
Mas eu, por de vantagem merecê-los,
Dei mais a vida e alma por querê-los,
Donde já não me fica mais de resto.

Assim que a vida e alma e esperança,
E tudo quanto tenho, tudo é vosso,
E o proveito disso eu só o levo.

Porque é tamanha bem-aventurança
O dar-vos quanto tenho e quanto posso,
Que, quanto mais vos pago, mais vos devo.

Luís de Camões
Camões, L. V. de. Sonetos. Lisboa: Livraria Clássica Editora. 1961

Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto. Não se preocupe mais com ele e suas definições.
Cuide agora da forma. Cuide da fala. Cuide do cuidado. Cuide do carinho.
Cuide de você. Ame-se o suficiente para ser capaz de gostar do amor e só assim poder começar a tentar fazer o outro feliz (ou melhor, permita-lhe ser feliz com você...)

Quem sabe o que é a verdadeira felicidade? Não a palavra convencional mas o terror manifesto. Para os solitários, usa máscara. A casta mais infeliz guarda alguma lembrança ou alguma ilusão.

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Tudo o que era sólido se desmancha no ar, tudo o que era sagrado é profanado, e as pessoas são finalmente forçadas a encarar com serenidade sua posição social e suas relações recíprocas.

Karl Marx
MARX, K., Manifesto do Partido Comunista

Festejar é celebrar a vida. É curtir o hoje, esquecer o ontem e não temer o amanhã. Festejar é deixar que a música seja o maestro soberano do corpo. É perceber que dinheiro nenhum substitui o valor das amizades. Festejar é ser livre para decidir os rumos da própria vida.

"É tão manifesto que fica secreto."

Qualquer pergunta que possa ser respondida deve ser respondida ou ao menos
considerada.
Processos ilógicos de pensamento devem ser desafiados assim que surgem.
Respostas erradas devem ser corrigidas.
Respostas certas devem ser confirmadas.

Manifesto: Quero o meu lado mulherzinha de volta
(ou em outras palavras: até que ponto a gente sabe administrar o rebolado?)

Primeiramente devo dizer: a culpa não é de ninguém. Não me atirem pedras nem queimem meus sutiãs, que me são tão raros, caros e meus. Ando pensando muito sobre a questão ying/yang na sociedade e dentro de nós (minha monografia foi sobre a revolução feminina e a repercussão na publicidade atual) e o que eu vejo não são mulheres independentes e felizes com seus novos papéis, nem homens satisfeitos com um ter-que-ser que não combina com seus antigos moldes. O que enxergo são homens e mulheres perdidos e insatisfeitos, loucos por colo e amor, loucos por si só e loucos de saudade. Sim, loucos de saudade. Eu quero ser mulher de novo, estou cansada de virar homem tantas vezes por dia, tendo que resolver a vida e o mundo. Tenho que trabalhar, pagar contas, impostos, saber tudo sobre contabilidade, escrever, recitar Vinicius, ter uma bunda dura, um cabelo macio, quinhentos e cinqüenta e cinco cheiros gostosos pelo corpo, pés e mãos bem-feitos, saber o que está passando no cinema, ler de Sartre a Vogue, ajudar família, amigos, colocar os quadros novos na parede, responder e-mails, saber se o chassi do carro foi adulterado (!?) e estar linda e com a pele fresca quando aquela pessoa que você joga charme há meses te chamar pra sair. Ok, você toma banho em segundos, reclama com sua mãe pelo telefone enquanto decide o que vestir (a eterna dúvida do primeiro encontro) e tenta se focalizar em ser mulher. Apenas mulher. (Mesmo que tenha um bilhete em cima da mesa dizendo para entrar em contato com o contador com a máxima urgência). Máxima urgência? E o interfone toca e você está com duas blusas na mão, nenhum sapato no pé e uma interrogação bem no meio da maquiagem. O espelho não mente: você está ligeiramente linda, confusa e cansada. Mas pega a bolsa e vai... (Afinal, arriscar é viver!). No elevador você pensa, enquanto dá o ar da graça com o eterno blush (amigo de todos os posts e horas): o mundo está invertido ou será que sou eu? E você não encontra respostas mas encontra o cara. Parado. Mudo. Com um olhar bonito e alguma expressão que você não entende. Aí te vem a mesma imagem de minutos atrás: olha o ponto de interrogação bem no meio da cara dele... O cara não sabe o que fazer. Não sabe se abre a porta do carro, se escolhe o restaurante, se te beija, se te come ou manda embrulhar, se leva flores no dia seguinte, se conversa sobre poesia, sobre filhos ou musculação, tudo porque está na dúvida se você vai achar lindo ou vai rir na cara dele. Tudo porque ele está perdido, mas... Caramba! Você também está. Não sabe se ele tem a mente aberta igual aparenta ou se é mais careta que seu pai. E ninguém se percebe. O cara te acha inteligente, gostosa, divertida e acha que você é moderna demais pra gostar de uma mensagem fofa no dia seguinte. Meninos, é mentira. A gente gosta. Tem gente que pode não gostar, mas eu gosto. Vivemos num momento de transição e conflitos, fica difícil entender. Nada mais normal. Eu, por exemplo, trabalho, tenho minha casa, sou forte por acaso mas tenho meu lado mulherzinha que não me deixa. Sou emotiva, sensível, choro à toa, rodo a baiana, mas espero o telefone tocar, tenho meus nhem-nhem-nhens e estou cansada. Cansada de ser racional. Cansada de tomar iniciativa, cansada de ser homem em cima do salto 15. Por isso, em nome do meu equilíbrio, da falsa modernidade e dessa bagunça que virou um simples abrir ou fechar de portas, eu me atrevo a dizer: toda mulher tem seu lado mulherzinha. Rapazes, sejam fortes e persistentes! Nós somos complicadas mas contamos com vocês!

Fernanda Mello

Nota: Texto publicado por Fernanda Mello no seu site oficial a 26 de julho de 2006. Atribuído, por vezes de forma errônea a Martha Medeiros.

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Manifesto a arte do barulho

"Quando sinto o impulso, escrevo sem pensar tudo que meu inconsciente me grita.

Penso depois: não só para corrigir, como para justificar o que escrevi.

É preciso escrever a nossa própria história... deixar de viver o sonho dos outros.

Queremos cumprir nossa missão que é fazer algo de verdade que venha do coração.

Nós temos a coragem d'Os Afrosambas de Vinicius de Moraes e Baden Powell... a visão de Tom Jobim.

Nós queremos modernizar o passado como Chico Science falou.

Nós declaramos que não somos só um número e queremos escrever o nosso nome.

Não há beleza senão na luta, não há paz sem voz.

Nós queremos o direito que é a garantia do exercício da possibilidade.

A possibilidade de fazer e de participar. Nosso tempo é hoje!

A hora é agora! Então vamos fazer barulho..."

Lindo é o gesto não ao mundo manifesto,
feito na tua direção
sem esperar nada em troca, sem nenhuma condição.

Lindo é o ombro amigo que se importa contigo,
que se oferece de todo o coração
sem exigência, sem alarde, sem que veja a outra mão.

Mais lindo ainda é a bondade gratuita,
o amor, a simpatia, o carinho em secreto,
o cuidado e afeto por aquele que nunca cruzou teu caminho...
nunca nem de ti passou por perto...

Lindo mesmo é aquele amor que não escolhe a direção....
ama só porque é só o que sabe fazer o coração.

A confiança é o lastro a todo comportamento moral e ético manifesto nas inter-relações humanas.

Manifesto do amor.

Morena valente, égua bravia.
Moça simpática, corpo febril.
Donzela faceira, menina manhosa.
Gata indomada, pele macia.
Moleca sapeca, corpo no cio.
Mulher dengosa, cabrita cheirosa.

Moça sorridente, olhar de felina.
Botão de rosa, estrada do pecado.
Caminho do paraiso, destino do inferno.
Cabocla inquieta, pecado é tua cina.
Manifesto do prazer, sofrimento anunciado.
Enigma do amor, gata felina.

Moreana radiante, onça pintada.
Nega estérica, tem dó de mim.
Estou a sofrer, vivo chorando.
Quero teu corpo nu, sem nada.
Nojenta, antipática, não vivo sem ti.
Morro sem te, vivo te amando.

A juventude é uma ideologia permanente, envelhecer faz parte do seu manifesto."

Cada vez que manifesto a minha alegria, eu espalho a esperança que Deus pode mudar situações.

O desenho na parede
Enfeitava a sala vazia o seu manifesto poucos entendiam.

Sobre o texto: Eu o escrevi como um manifesto pessoal no dia 13/08/2025, com inspiração do texto"Um Dia Você Aprende",William Shakespeare.

É fácil defender quando se trata de uma inspiração



É fácil criar quando já se tem obras

É fácil dizer: Venha! Liberte-se. Quando já está fora da jaula

É simples dizer: é fase. Quando já se passou por ela

É simples dizer: não é “tão” intenso assim. Quando a dor não é na sua pele

É simples fazer amigos, difícil é criar verídico vínculo

Simples é seguir em frente, quando já está superado no presente

Entende que brincar é divertido, mas não quando o atinge ferindo-o

E até a dor fica linda numa poesia, mas não consegue esconder a dor vazia de uma alma sozinha

Entende que amar é como uma rosa com espinhos, cheia de beleza, mas sem cuidado, vira ferida acesa

Compreende que gostar é bonito, mas não o bastante para prolongar na vida, um sorriso

Um dia você aprende, que amar é como o mar, cheio de marés altas e baixas

Aprende que precisa de ritmo

Aprende que paixão vai embora, mas o amor fica

Fica com quem é paciente, derradeiro, satisfeito, conselheiro e amigo verdadeiro

É quase uma anistia, uma vida bonita, porém cheia de capacidades vazias, quando não se tem coragem de aprofundar e fugir da correria

Aprende que não há como viver, quando não se escolhe as oportunidades verdadeiras de um ser

Aprende que a dor é pequena comparada a algo vindeiro

Aprende que o amor é a vida, para alguém que se mostra inteiro

Aprende que a dor do amar não é nada, quando outrem se revela verdadeiro.

"Levi Hanyel".

✦ Manifesto de um HeadBanger Inquebrável ✦


(por John Rabello C)


Eu não vou recuar.
Não vou permitir que esse mundo hipócrita tente me rebaixar ou me lançar no abismo do inferno.
Eu vou permanecer firme — no meu lugar — e ninguém vai me tirar daqui.


Curto Rock desde a infância, e desde a adolescência carrego com orgulho o estilo HeadBanger, Metaleiro de alma e de sangue.
Minha identidade é o preto, o som pesado, o grito sincero da guitarra que corta o silêncio do mundo.
Mas o Rock é só a casca: dentro de mim pulsa o amor pelo Blues, pelo Jazz, pela Ópera e pelo conhecimento.
Amo ler, aprender, filosofar, dialogar.
Sou movido pela busca da sabedoria — mas não pra agradar ninguém.
Faço tudo por satisfação própria, por essência, por verdade.


E é justamente isso que incomoda a sociedade medíocre e hipócrita.
Quer vê-los se contorcerem de ódio?
Basta eu publicar um pensamento lúcido, algo com raciocínio lógico, ou simplesmente receber um elogio por saber me expressar bem.
A verdade é que minha existência incomoda quem vive de aparências e carece de alma.


Eu sei muito bem o que é certo — e conheço perfeitamente o que é errado.
Sou espontâneo, autêntico, e não preciso fingir dores, tristezas ou decepções.
Tenho uma personalidade original, uma mente livre, e jamais irei mudar meu estilo.
O ritmo da minha música continuará vivo até os confins do universo.


Não me importo se o meu estilo Black não te agrada.
Não dou a mínima se minha ideologia de vida te perturba.
Não ligo pra tua vida medíocre, teus pensamentos confusos e tuas atitudes preconceituosas.


Neste mundo nefasto, vejo o pior em milhares de pessoas que já esqueceram o valor do respeito e do amor.
Vivem movidas pelo interesse próprio, ignorando tudo que é bom e justo.


“Sou assim, como você me descreve — um roqueiro tenebroso, amante da escuridão...”
Enquanto você tem várias vidas pra cuidar, eu tenho apenas uma.
E às vezes chego a duvidar se tenho mesmo uma vida, neste mundo de malditos hipócritas que me julgam e me empurram pro abismo.


Mas chega.
Eu vou ficar aqui — no meu lugar, de cabeça erguida — e não vou recuar.

⁠Proletários de todos os países, uni-vos!

Manifesto Comunista
Engels, Friedrich; Marx, Karl. Manifesto Comunista. São Paulo: Boitempo, 2010.

⁠Em lugar da antiga sociedade burguesa, com suas classes e antagonismos de classes, surge uma associação na qual o livre desenvolvimento de cada um é a condição para o livre desenvolvimento de todos.

Manifesto Comunista
Engels, Friedrich; Marx, Karl. Manifesto Comunista. São Paulo: Boitempo, 2010.
Inserida por pensador

⁠Os comunistas apoiam em toda parte qualquer movimento revolucionário contra a ordem social e política existente.

Manifesto Comunista
Engels, Friedrich; Marx, Karl. Manifesto Comunista. São Paulo: Boitempo, 2010.
Inserida por pensador