Literatura de Cordel

Cerca de 3420 frases e pensamentos: Literatura de Cordel

Uma vez viciada, sempre viciada.

Inserida por ARRUDAJBde

⁠Certas literaturas, se não tivessem sido publicadas, grade favor teriam feito a nossa sociedade.

Inserida por fabiocabral

O PODER DOS LIVROS

Os livros são uma fonte poderosa de conhecimento, sabedoria e entretenimento. Desde a antiguidade, os livros têm sido uma das principais formas de transmitir informações e histórias, ajudando a preservar a cultura e a tradição ao longo do tempo.

O poder dos livros não se limita apenas ao conhecimento que eles fornecem, mas também à capacidade que têm de nos transportar para outros mundos e realidades, permitindo-nos explorar novas ideias e perspectivas. Um bom livro pode inspirar, educar e até mesmo transformar a vida de uma pessoa.

Ler livros pode expandir nossa compreensão do mundo, permitindo-nos aprender sobre diferentes culturas, povos e lugares. Além disso, os livros podem nos ajudar a desenvolver habilidades como a empatia e a compaixão, ao nos permitir ver o mundo através dos olhos de outras pessoas.

Outra maneira pela qual os livros exercem seu poder é ao nos fornecer um refúgio da realidade. Quando estamos lendo um livro, podemos nos transportar para outro lugar e tempo, permitindo-nos esquecer nossas preocupações e mergulhar em um mundo de imaginação e fantasia.

Mas o poder dos livros não se limita apenas à nossa vida pessoal. Os livros também têm o poder de mudar o mundo. Desde a literatura política até a autoajuda (que em minha opinião, ajuda a quem escreve esse gênero), os livros têm o potencial de inspirar mudanças sociais e políticas significativas. Além disso, os livros podem nos ajudar a desenvolver uma perspectiva crítica, permitindo-nos questionar o status quo e lutar por uma sociedade mais justa e igualitária.

Em resumo, o poder dos livros é inegável. Eles nos fornecem conhecimento, inspiração e entretenimento, permitindo-nos explorar novas ideias e perspectivas e transformar nossas vidas e o mundo ao nosso redor. Seja qual for o seu interesse ou paixão, há um livro lá fora que pode mudar sua vida.

Inserida por jottaandrade11

⁠⁠Dicas para quem quer escrever um poema para a sua cidade

1- Não se preocupe em ser certinho na hora de escrever, manifeste o seu sentimento afetuoso pela sua cidade,
escreva como se estivesse conversando com uma pessoa que você admira muito.

2- Não tenha vergonha de elogiar as pessoas da sua cidade.

3- Conheça a História e os aspectos geográficos da sua cidade.

4- Elogie a História, a Natureza, a Cultura, a fé e as festas ou algum outro aspecto que você ache interessante em registrar no seu poema sobre a sua cidade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Parem com essa mania feia de chamar escritores e poetas de amadores. Não amamos dores. Nos respeitem. Somos escritores e poetas, e ponto final.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Se o mundo acabar, quem vai me ler? Se o mundo acabar, a poesia acabou.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠As editoras não deveriam permitir que autores que têm livros publicados usarem textos de outras pessoas para fazer propaganda do livro que desejam vender.

Eu ainda não tive condições de fazer o meu livro e tem gente espertamente usando poema meu para fazer propaganda.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Excesso de "coincidência" não é coincidência, é desonestidade intelectual.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Só para poetas, escritores e estudantes e afins com conteúdo postado fora das redes sociais: quando houver confronto de horários de prints nos seus posts nas redes sociais em posts de muitos anos, use os aplicativos para caçar plágio que eles encontram o seu post mesmo que ele não esteja indexado no Google.

Há uma infinidade de aplicativos caçadores de plágio para auxiliar na sua busca como uma maneira ainda mais robusta de comprovar a sua autoria.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ler é uma porta para o infinito.

Inserida por rafaelrfigueiredo

⁠Quando tudo me faltou, eles ficaram
por Diane Leite

Quando o mundo me arrancava o chão,
os livros me davam asas.
Não eram páginas —
eram pulsos.
Veias abertas onde eu podia escorrer
sem medo de desaparecer.

Ali, eu me desfazia em silêncio,
e renascia em palavras.
Enquanto a vida tentava me apagar,
eles me escreviam de volta à existência.

Eu me escondia neles,
mas não para fugir.
Era ali que eu me forjava.
Era ali que eu me reconstruía —
palavra por palavra,
ferida por ferida.

Cresci com um livro no colo
e um buraco no peito.
Mas cada frase era ponte,
cada capítulo, escada.
Subi, tropecei, caí.
Mas continuei.

Enquanto muitos me davam as costas,
os livros me davam espelhos.
Me vi, me li, me reconheci.
E então entendi:
eu era a própria história.
Não personagem.
Autora.

Hoje, escrevo com sangue limpo.
Com alma lavada.
Com a certeza de quem atravessou a dor
e chegou do outro lado viva —
não só viva,
mas inteira.
Mais forte.
Mais lúcida.
E absolutamente minha.

Porque quem escreve com a alma,
sempre chega onde merece estar.

Inserida por dianeleite

⁠Talvez os humanos sejam a melhor forma que Deus encontrou de conhecer a si mesmo!

Inserida por bobkowalski

⁠Palavras brincando em rima, poesia. Pontes de versos, poderes diversos, sonhos, cores, noites e dias.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Sobre o amor, na língua portuguesa sou muito mais o sentimento de Luís de Camões do que o de Fernando Pessoa. O meu "Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói, e não se sente; é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer."

Inserida por ricardovbarradas

⁠A internet desacerba aos poucos letrados, o intenso analfabetismo funcional. Principalmente aos aposentados, que pelo gesto simples de gostar, copiar e colar confundem frases, pensamentos e textos oriundos de grandes obras literárias de autores com oportunos dizeres derivados de mediunidade psicografadas.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Nem todo erro derivado de ignorância e do analfabetismo funcional deve ser tolerado. Pois quanto mais repetido em erro, geram conseqüências em sociedade, cada vez mais difíceis de resolve las.

Inserida por ricardovbarradas

Eu odeio escrever, adoro ter escrito.

Frank Norris

Nota: O pensamento costuma ser atribuído a George R. R. Martin, Dorothy Parker e Gloria Steinem, mas a ocorrência mais antiga da citação de que se tem notícia é de uma carta do jornalista e escritor Frank Norris, que foi publicada em 1915, pouco mais de dez anos após sua morte.

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Inserida por pensador

O público é maravilhosamente tolerante. Perdoa tudo, menos o gênio.

Inserida por pensador

⁠ Quanto
Sabe o quanto te desejo?
Não, você não sabe
É muito
Sabe qual é a intensidade
Desse desejo?
Tenho certeza que você não sabe
E vou verbalizar isto somente uma vez
Abra seus ouvidos
Ouça:
Preste atenção
É forte
Muito forte
Profundo
Sabe qual é a profundidade deles?
Talvez nem eu sei
Talvez nem você saiba
Mas isto mastiga
Todos meus dias
Todas as horas
Cada minuto e segundo
Você me deixa molhada de desejos
Sabe o que é o desejo?
Sou eu que te procuro
Nos beijos dos outros
Teu olhar
Teu cheiro que ficou em
Minha boca
É ficar perdida
Somente te esperando
Sabe o que e esperar muito?
É desejar
Profundamente.
Livro: Não Cortem Meus Cabelos
Autora: Rosana Fleury

Inserida por RosanaFleury

⁠" CARACA "

Caraca! Vá ser linda assim no espaço!
Como é que cabe tanta formosura
na dama que desperta-me a fissura
e que, se bobear, cai no meu laço?!

Beleza tanta assim é uma loucura!
Se der bobeira, cerco, abato e traço
e, se quiser amor, promessas faço
e ainda dou paixão por minha jura.

É deusa, fera, gata, assim, perfeita
e não há de fazer-me uma desfeita
se recusando, enfim, ao meu convite…

É toda linda, sim… Caraca, mano!…
Tu podes constatar: não há engano.
Tomara que por mim também se excite!