Literatura de Cordel

Cerca de 3434 frases e pensamentos: Literatura de Cordel

"Não me importa se há ou não leitores, eu sempre escrevo para mim mesma."

Inserida por reconceituando

"Poeta é alguém que vê o por detrás das coisas e o por detrás desse por detrás e ainda o por detrás disso."

Inserida por reconceituando

" Toda sexta,
numa cesta macia,
ahhh, fazer uma sesta!!!"

Inserida por reconceituando

⁠A melhor maneira de eternizar um amor é transformá-lo em romance.

Inserida por reconceituando

⁠O único apêndice verdadeiramente não indigesto é o literário

Inserida por RandersonFigueiredo

⁠Talvez os humanos sejam a melhor forma que Deus encontrou de conhecer a si mesmo!

Inserida por bobkowalski

guerra das biscates

guerra dos mascates daí
guerra das gueixas, daqui
entre invasões e mortes
você ainda é meu gênio

mais ainda não realizou nenhum desejo


nessa guerra de gêneros
resta um homens branco
três mulheres mestiças
indígenas
minha criança menina
a sua criança menino

a guerra na russa, implodindo bombas
cada míssil com seus próprios erros
amando desse pesadelo

nossos traumas
são dois velhos
sem almas

eu de mim com minhas fraquezas
aprendo a ser mais forte
talvez na sequência
porque é tão só minha
essa experiência chama sorte

quem sabe um dia a gente aprende
a não cair mais na inconsequência
mais vale a dor latente
que perder essa frequência

vou encontrar seu próprio mestre
meu eu superior
superar meu amor a minha dor

nossa casa feita de pele
idéia a existência é livre
meu corpo de luz tem sete cores
sete belezas e sete amores

amor pra dar na mesa
com saudade
a sala toda acesa
candelabros de tristeza

ainda sou tua
aceita com clareza
meu amor subiu na Lua
beija meus pés de realeza

guerra de biscate
que come peixe com abacate
você mordeu meu coração com alicate
agora eu que me mate

morri
só não

literatura cura
capaz da minha alma obscura
traz luz às palavras da minha loucura
escrevo sem parar até meu amor por você acabar

Inserida por JeyneStakflett

Entre todos, escolha você.

Inserida por literaturajovem

A perda do amor, é não saber dar valor

Inserida por literaturajovem

⁠⁠⁠O livro não pode mudar o mundo
porque não saber ler,
mas a pessoa que escolhe
o que ler pode tudo.

Inserida por EvandoCarmo

O Perfume da Renúncia.

Há gestos que se dissolvem no ar como perfumes invisíveis fragrâncias da alma que ninguém vê, mas que perfumam silenciosamente a atmosfera onde passam. São as oferendas sutis dos que aprenderam a servir em silêncio, flores humanas que, em vez de buscar aplausos, se abrem ao sol do dever e ao orvalho da dor. Assim é a dedicação em renúncia: um cântico mudo da consciência desperta, um perfume espiritual que não exige olfato para ser sentido.

A flor que se doa não questiona a quem se destina o seu aroma. Ela apenas floresce. Assim também o ser que alcançou o verdadeiro autoconhecimento já não indaga sobre o retorno de suas ações, pois compreendeu que servir é o mais puro estado do amor. Sua existência se faz como uma lâmpada acesa em um aposento onde ninguém entra e, mesmo assim, continua a iluminar.

Quantos caminham entre nós nessa silenciosa via-sacra da bondade anônima? São almas que vivem a felicidade não em palavras, mas em gestos; que suportam o esquecimento com serenidade e transformam a própria dor em brisa consoladora. São aquelas criaturas cuja presença acalma, mesmo quando os lábios emudecem; cuja ausência, paradoxalmente, se faz presença no coração dos que aprenderam a sentir com o espírito.

A renúncia verdadeira não é grito, é eco. Não é ausência, é transfiguração. É o ponto onde o ser humano se despede de si mesmo para encontrar-se em sua essência. Nesse instante de lucidez interior, o coração entende que a vida não é palco, mas altar. E que cada ato de humildade é uma prece sem palavras, uma oferenda sem testemunhas, um perfume que sobe, discreto, à eternidade.

Há uma melancolia suave nessa entrega, porque o renunciante contempla a beleza e sabe que dela não fará uso. Ele toca o sublime e, em vez de retê-lo, o devolve à vida. Essa tristeza, porém, não é desespero é maturidade espiritual. É a nostalgia do Espírito que recorda, no silêncio do dever cumprido, o perfume do lar divino de onde partiu.

Quando a flor murcha, não deixa de ter sido flor; quando o perfume se dispersa, não deixa de ter existido. Assim também o amor que se doa em renúncia jamais se perde: ele permanece, invisível, sustentando o mundo em suas raízes mais secretas.

A servidão, quando nasce da consciência iluminada, não é submissão, mas liberdade. É o ato supremo de quem já não precisa ser visto, porque aprendeu a ver. O autoconhecimento, então, torna-se um espelho onde a alma se reflete e reconhece o rosto sereno da paz dentro de si.

E, nesse ponto, o perfume da flor silenciosa se confunde com o hálito da eternidade.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠As editoras não deveriam permitir que autores que têm livros publicados usarem textos de outras pessoas para fazer propaganda do livro que desejam vender.

Eu ainda não tive condições de fazer o meu livro e tem gente espertamente usando poema meu para fazer propaganda.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Parem com essa mania feia de chamar escritores e poetas de amadores. Não amamos dores. Nos respeitem. Somos escritores e poetas, e ponto final.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Se o mundo acabar, quem vai me ler? Se o mundo acabar, a poesia acabou.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Excesso de "coincidência" não é coincidência, é desonestidade intelectual.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Só para poetas, escritores e estudantes e afins com conteúdo postado fora das redes sociais: quando houver confronto de horários de prints nos seus posts nas redes sociais em posts de muitos anos, use os aplicativos para caçar plágio que eles encontram o seu post mesmo que ele não esteja indexado no Google.

Há uma infinidade de aplicativos caçadores de plágio para auxiliar na sua busca como uma maneira ainda mais robusta de comprovar a sua autoria.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠⁠Dicas para quem quer escrever um poema para a sua cidade

1- Não se preocupe em ser certinho na hora de escrever, manifeste o seu sentimento afetuoso pela sua cidade,
escreva como se estivesse conversando com uma pessoa que você admira muito.

2- Não tenha vergonha de elogiar as pessoas da sua cidade.

3- Conheça a História e os aspectos geográficos da sua cidade.

4- Elogie a História, a Natureza, a Cultura, a fé e as festas ou algum outro aspecto que você ache interessante em registrar no seu poema sobre a sua cidade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠"O limite do desenvolvimento e' subjetivo, se explica pelos limites do próprio ser."

Inserida por andre_gomes_6

⁠"Teu olho aspira pensamentos singelos, tua boca; o profano, e teu ouvido;enganos."

Inserida por andre_gomes_6

AMOR ( haicai)

⁠Pra falar de amor
A vergonha desvanece_
Canto pras estrelas.

Inserida por andre_gomes_6