Literatura de Cordel

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Há livros meus que deveriam ter sido escrito muitos anos antes. Livros que deveriam ser reescritos. E... livros que eu não deveria ter escrito. Para que essa ausência tivesse, em relação inversa, mais significação que sua presença no mundo. Tenho leitores que ainda não nasceram – e, via de regra, é para eles a quem escrevo. Meus livros, publicados, já não me pertencem mais, mas a quem os lê e algum proveito tira disso, seja qual for.

Inserida por profwvmetal

A muitos escritores (dentre eles Autores e Poetas, se não todos) deve ser considerada a necessidade de se passar algum tempo sem escrever. Sem falar. Sem nada dizer. Apenas a produzir silêncio – do melhor e mais intenso tipo. Ou em diferentes níveis (não lineares, por falar nisso). Saber que o Silêncio é elemento essencial à sua obra é um sinal de maturidade.

Inserida por profwvmetal

Conheço autores que, mesmo já estando em seu enésimo texto (levando em conta o tempo de prática e a nada modesta quantidade de publicações suas), sentem-se como se ainda estivessem aprendendo a escrever. Consideram-se semianalfabetos, ignorantes e com a vida pela frente para aprender. Desejariam voltar aos anos iniciais da escrita. Porém, se assim os fosse permitido fazer, sofreriam por desejar avançarem etapas cruciais de aprendizagem. É uma relação complexa, se não complicadíssima, de ser/estar consigo mesmo. E sabe o que é pior? Faço parte dessa turma (sendo, talvez, o primeiro da sala...)

Inserida por profwvmetal

Qualquer dia gostaria de enviar qualquer livro meu a qualquer leitor e alertá-lo acerca do seguinte: "Caríssimo(a) Leitor(a)", este livro NÃO te servirá para nada que não seja lê-lo e doá-lo a alguém. Se tirar algum proveito dessa leitura, sabei-o: é mérito inteiramente teu." Assim o faria – e teria me sentido um pouco mais aliviado.

Inserida por profwvmetal

⁠Eu sou uma mulher e sou latina. Essas são as coisas que tornam minha escrita distinta. Essas são as coisas que dão poder ao que escrevo.

Inserida por pensador

⁠"Já estive na direita, já estive na esquerda, agora vou para cima." Livro de TODOS para TODIS - Ed. UICLAP

Inserida por raulsallenave

⁠"Pessoas com segundas intenções sempre tem mais intenções." Do livro De TODOS para TODIS - Ed. UICLAP

Inserida por raulsallenave

⁠"Os vizinhos são bons informantes." Do livro De TODOS para TODIS - Ed. UICLAP

Inserida por raulsallenave

⁠"Se escrever é inútil, mais inútil é não saber escrever." Do livro De TODOS para TODIS - Ed. UICLAP

Inserida por raulsallenave

⁠"No final sobrará o resto." Do livro De TODOS para TODIS - Ed. UICLAP

Inserida por raulsallenave

⁠"O poder corrompe. Quem não tem poder é corrompido." Do livro De TODOS para TODIS - Ed. UICLAP

Inserida por raulsallenave

⁠⁠"Nunca é muito tempo." Do livro De TODOS para TODIS - Ed. UICLAP

Inserida por raulsallenave

⁠⁠"Quem se acostumou com esmola vota na esquerda." Do livro De TODOS para TODIS - Ed. UICLAP

Inserida por raulsallenave

"Não me importa se há ou não leitores, eu sempre escrevo para mim mesma."

Inserida por reconceituando

"Poeta é alguém que vê o por detrás das coisas e o por detrás desse por detrás e ainda o por detrás disso."

Inserida por reconceituando

" Toda sexta,
numa cesta macia,
ahhh, fazer uma sesta!!!"

Inserida por reconceituando

⁠A melhor maneira de eternizar um amor é transformá-lo em romance.

Inserida por reconceituando

guerra das biscates

guerra dos mascates daí
guerra das gueixas, daqui
entre invasões e mortes
você ainda é meu gênio

mais ainda não realizou nenhum desejo


nessa guerra de gêneros
resta um homens branco
três mulheres mestiças
indígenas
minha criança menina
a sua criança menino

a guerra na russa, implodindo bombas
cada míssil com seus próprios erros
amando desse pesadelo

nossos traumas
são dois velhos
sem almas

eu de mim com minhas fraquezas
aprendo a ser mais forte
talvez na sequência
porque é tão só minha
essa experiência chama sorte

quem sabe um dia a gente aprende
a não cair mais na inconsequência
mais vale a dor latente
que perder essa frequência

vou encontrar seu próprio mestre
meu eu superior
superar meu amor a minha dor

nossa casa feita de pele
idéia a existência é livre
meu corpo de luz tem sete cores
sete belezas e sete amores

amor pra dar na mesa
com saudade
a sala toda acesa
candelabros de tristeza

ainda sou tua
aceita com clareza
meu amor subiu na Lua
beija meus pés de realeza

guerra de biscate
que come peixe com abacate
você mordeu meu coração com alicate
agora eu que me mate

morri
só não

literatura cura
capaz da minha alma obscura
traz luz às palavras da minha loucura
escrevo sem parar até meu amor por você acabar

Inserida por JeyneStakflett

Entre todos, escolha você.

Inserida por literaturajovem

A perda do amor, é não saber dar valor

Inserida por literaturajovem