Literatura Brasileira
Na "Veneza brasileira" reflete um fascínio de luzes e cores.
Capibaribe
Entre pontes e palafitas, passa por multidões, o rio das conquistas e de grandes emoções, quem conhece, não esquece, vale apena ver de novo.
Capibaribe dos corações.
Gleidson Melo
Existem dois tipos de talkshow na TV aberta brasileira: Aquele que edita a entrevista (e com isso manipula a opinião pública) e aquele que faz ao vivo, (manipulado pelo patrocinador) que, no melhor do debate interrompe para fazer merchandising. Em ambos nunca sobra tempo para o telespectador descobrir a verdade.
À Brasileira
Eu quero ser a longa estrada que te trouxe aqui
Ser a alegria brasileira que te faz sorrir
Ser a música que faz seu corpo dançar
Ser o clima quente a te fazer suar
Eu quero ser o sotaque desse povo diferente
Ser as ruas sempre cheias de gente
Ser as festas do verão baiano
Ser a cultura, o sagrado e o profano
Eu quero ser o futebol jogado na areia
Ser o Pelourinho e suas ladeiras
Ser o forró gostoso, o arrasta pé
Ser as lindas praias de Itacaré
Eu quero ser a coxinha pra comer o dia inteiro
Ser a acarajé exalando seu cheiro
Ser a cerveja gelada a te embriagar
Ser a fruta mais doce que você provar
Eu quero ser o sol, as estrelas ou o mar
Ser a paisagem a te acompanhar
Ser a lua iluminando a madrugada
Ser sua mulher, amante ou namorada.
Renan, cadê o meu pedaço da pizza?
[pra quem diz que na política brasileira tudo acaba em pizza... quero saber do Renan Calheiros cadê o meu pedaço]
Seleção Brasileira de Futebol Penta Campeã Mundial e Apaixonados Torcedores Por Todos Os Cantos Do Planeta!
Essa é a história de uma família unida,
Porém desprovida de felicidade,
È uma família brasileira,
Que vive nas ruas de uma cidade.
Se almoçam,
Na janta não tem o que comer,
Revirando os restos,
Tentando sobreviver.
Refém da criminalidade,
Escurraçados pela população,
Encontram nas drogas,
Um ponto de salvação.
Neste ponto não importa mais a esperança,
Sua presença já é considerada
Uma vingança.
Mas que destino cruel,
È o inferno na terra,
Pra quem nunca acreditou no céu
Aos olhos de quem passa,
Apenas pobres desgraçados,
Miseraveis, mal amados.
A mercê do frio e da maldade,
Fica o sentimento que nunca tiveram: a saudade,
Da compaixão,
E de um carinho,
Que aqueceria o coração.
Vítimas da vida,
Que nunca conhecerão a solidariedade,
As lágrimas ao chão,
São apenas manchas de sangue da cidade,
Que também chora, agora !!
Quem dera um dia as crianças tivessem a inocência,
O prazer de uma brincadeira,
Essa foi a história dos humilhados,
Uma família brasileira.
Bem lá no fundo ela sabe que ele não é pra ela mais como Brasileira não desiste nunca ela faz jus a raça e insiste, mesmo que isso á magoe, ela insiste e bate o pé dizendo que aquele cara é tudo pra ela mesmo sendo tão falso, tão fingido, tão impuro, ela insiste, em muda-lo ela insiste na quela história sem pé nem cabeça e sofri sofri muito mais ela insiste.
Sinto que vivo hj um momento de ruptura na sociedade brasileira, que logo logo há de mudar muito. Mas não vejo uma mudança consensual,mas sim um passo dolorido,calejado e de necessária sangria,para que essa mudança necessária aconteça.
Brasileira, és mulher
Tens nos olhos um encanto
És Maria’s pra José’s
É de fé e é de pranto
Brasileira é assim,
Forte garra as mantém
No coração cabe o mundo
Mas do mundo és refém
Gisele’s ou Daniela’s
Todas têm sua beleza
A diferença de todas elas
Tem no espírito a inocência!
Ingenuidade de menina
Com o corpo de mulher
Sobre a lua se declina
O brilho forte de quem és!!!!!
Amor de papel presente
Tá pra nascer alguém tão completo quanto Elisa Lucinda, atriz brasileira que também é cantora, professora e poetiza. Esta grande mulher tem a arte como sobrenome e já brilhou em novelas globais, como “Mulheres Apaixonadas” e “Páginas da Vida”, ambas escritas por Manoel Carlos, que é, na minha opinião, o maior autor de novelas da Teledramaturgia Brasileira.
A primeira vez que tive contato com a poesia de Elisa foi através do livro “Contos de vista”, lançado pela autora em 2004. Depois de ler esta obra, passei a tomar conhecimento de seus versos através da Internet, onde estava quando a inspiração para esta crônica me encontrou.
“De alguma maneira hoje / Quero sempre me casar com você... / Para mim este amor é diferente, não é de papel passado / É amor de papel presente”. Que tal se os casais, ao invés de assinarem somente as certidões no cartório, registrassem também o amor que os une por dentro, no olhar, todo dia?
Amor de papel presente é o que sobrevive do hoje, que não se projeta apenas no terreno incerto do amanhã, que não depende estritamente do passado para chegar ao futuro. Este tipo de amor se declara todos os dias: quando não é por uma carta, é por um abraço; quando não é por uma música, é por um silêncio; quando não é por um sim, é por um não. Amor de papel presente só vale no agora, só é passado quando já morreu.
O amor de papel presente não depende de testemunhas para ser formalizado, não depende dos outros para ser ele, não carece de um casamento para ser instituído. Está presente entre casais de namorados que se respeitam, entre amigos que se completam, entre pessoas que se unem em um contraponto. O amor de papel presente é escrito no coração, melhor folha para eternizar os sentimentos finitos que sentimos.
Saia já com esta caneta daqui! Para assinar o amor de papel presente usam-se os dias como ferramenta, o instante imediato como forma de garantia de que nada se perderá enquanto estiver sendo. O amor de papel presente sobrevive do que se tem, sem prometer para amanhã o afeto que só pode ser garantido hoje, sem deixar para depois os sonhos que só podem ser realizados agora.
Elisa Lucinda tem razão quando afirma em sua poesia que deseja se casar cotidianamente com a mesma pessoa, que não quer enferrujar com a rotina, que não quer subir ao altar apenas quando estiver na igreja. Milhares de casais matam o amor que sentem todos os dias porque se aprisionam às convenções, porque se acomodam nas formalidades, porque se esquecem dos detalhes. Vivem das lembranças do que foram um dia e se esquecem do que ainda podem ser agora.
Amor diferente, o de papel presente, vale mais porque dura enquanto o hoje é suficientemente eterno até o amanhã chegar.
QUEM SABE, QUEM SABE É DEUS! (Paródia)
Paródia brasileira de Quizás, quizás, quizás
De O Ferres (prá valer!)
Tom Cm (pelo menos isto!)
Ritmo Bolero
Sempre que te pergunto:
“O quando comes e onde?”
Tu sempre me respondes:
“Quem sabe, quem sabe é Deus!”
E assim passando fome
E eu bem revoltado
E tu abobalhado:
“Quem sabe, quem sabe é Deus!”
Estás perdendo o voto,
Esperando, votando,
Por mais que tu o queiras
Estão se lixando, até quando?
Não passe assim os dias,
Estou te informando
Pra ir se rebelando,
Agrade a ti e a Deus!
Não vote nos filisteus!
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pinfo@drmarcioconsigo.com
A torcida brasileira é linda. Com exceção da torcida que vai ver o jogo no telão do posto de gasolina perto da minha casa. O pessoal que vai lá ama tanto a bola que deixam suas esposas parecendo uma
É triste saber que a fútil modernidade faz da Música Popular Brasileira uma rotulagem de sua verdadeira essência.
Ministros do STF decidem por unanimidade que, para a Justiça brasileira, não deve haver diferença entre uniões homoafetivas e casais heterossexuais. Ativistas gays comemoram o dia histórico na luta contra o preconceito.
DATA HISTÓRICA 05/05/2011.
A cadeia brasileira deveria mostrar ao prisioneiro o que ele poderá passar (SOFRER) se continuar na sua vida de bandido, após ter uma nova oportunidade de fazer a coisa certa.
Talvez assim, ele deixasse de acreditar que o crime pode levá-lo a conquistar o que, por determinação própria e muito trabalho, todo ser humano almeja.
Pura ilusão de tolo!
