Histórias de Tragédia
Pedido em Acrópole
De doer
Que só
Solidão
Devorando
Tragédia
Comédia
Sempre
Juntos
O solitário
Caminho
De seres
Banais
Banalidade
De seres
Normais
Percepção
De
Desnecessário
Escuridão
Auto- imposta
Tudo
Tão
Naturalmente
Desnatural
Aqueles dias foram horríveis. Tragédias aconteciam, mas estavam fora do meu alcance; eu não desfrutava de ocasiões realmente felizes. Não conseguia chorar; o meu sorriso era amargo. Eu estava completamente vazio.
A esperança, não é lá uma boa companhia, e se vier acompanhada da mentira então, vira uma tragédia.
TUDO É UMA FARSA
Tudo é uma farsa
Toda cultura uma tragédia
Toda vida um teatro
Toda essência relativista
Toda crítica o último refúgio do indivíduo
Toda filosofia marca um cruel destino que se re-vela
Enfim: o homem ser escravo de seus anelos de poder, crueldade, criatura limitada e ignorante
Para assim: habitar, sofrer e morrer...
Tragédia
Que barulho assustador
Que grande explosão
Que fumaça que tragédia,
Grande destruição,
Quantas mortes, quanta dor
Cidade fantasma
Terra arrasada
Casas derrubadas
E até edifícios
Um terremoto, tremor de terra,
Fogos de artifício;
Vidas que lá se encerram
Coisa de demonio;
Nitrato de amônio,
Tragédia anunciada,
Estava ali armazenada.
Então quando o limite torna-se tragédia, todos querem, e buscam um motivo. Porém, nem sempre terão a resposta, porque o motivo jamais será revelado de forma a responder os julgamentos que surgirão... tão logo, tão rápidos, antes de qualquer outra coisa.
DIVINA TRAGÉDIA:
Eu tenho medo, medo da solidão dessas capitais.
Eu tenho medo, esse medo me faz ser capaz.
Medo, medo, medo.
Eu tenho medo da loucura das maquinas dos homens a malograr
Eu tenho medo sim, medo do progresso, esse ‘Deus” mendaz, capataz
Medo, medo, medo
Eu tenho medo da Brasília pomposa e tudo que há
Eu tenho medo de tudo isso, do porvir, regressar
Medo, medo, medo
Eu tenho medo dos sonhos não sonhados, ou que há de sonhar
Eu tenho medo da distopia que não sabe sonhar
Medo, medo, medo
Eu tenho medo do discurso formal que se faz capital
Tenho medo de tudo que é certo, de certo, se há
Medo, medo, medo
Eu tenho medo dos livros que não se ler
Dos tidos e lidos que se pode ver
Medo, medo, medo
Eu tenho medo dos verdes das “matas”
Do ouro amarelo do seu céu estrelar
Medo, medo, medo
Eu tenho do jardin de infância, seu vestibular
Eu tenho medo porque medo é constância em seu habitar
Medo, medo, medo
Eu tenho medo pela cor do nagô pelas “moças” que há
Tenho medo dos rios que fenece sufocando o mar
Medo, medo, medo
Eu tenho medo das chuvas acetas à primavera que virá
Eu tenho medo da morte que mata o pulsar
Medo de seu tenaz preconceito e tudo que está
Medo, medo, medo
Que o medo me faça de resistir incapaz.
Medo, medo, medo.
Compaixão: Sentimento piedoso de simpatia para com a tragédia pessoal de outrem, acompanhado do desejo de minorá-la; participação espiritual na infelicidade alheia que suscita um impulso altruísta de ternura para com o sofredor.
Beleza sem conteúdo pode ser considerada a maior das tragédias humanas. É como se a mais delicada e bela rosa de um jardim carente de tais atributos, não possuísse perfume. Sua beleza não cativa como antes.
A existência fica ameaçada quando as tragédias previstas e anunciadas
ainda não são suficientes para os irresponsáveis, teimosos e inconsequentes
que também surgiram como tragédias previstas e anunciadas.
"A maior tragédia do espírito humano não reside nas correntes que lhe impõem, mas naquelas que ele próprio aceita por temer o desconhecido. Diante da liberdade velada pela incerteza, muitos preferem o sofrimento familiar à ousadia do voo. Contudo, a grandeza do caráter não se revela na segurança das sombras conhecidas, mas na coragem de romper o conformismo e atravessar o mistério. A história pertence não aos que se curvam ao medo, mas aos que governam os próprios passos em direção uma ao futuro.”
A tragédia da Humanidade, consiste na caótica e irônica manifestação de duas características exclusivas da nossa “autodenominada“especie de “Homens Sábios”.
A primeira é a Passionalidade, pois os homens possuem ilimitada capacidade para amar, todavia também para odiar…
Pertinente ambivalência também se demostra trágica em outra característica exclusiva humana, ou seja em sua “Perfectibilidade “, pois podemos aprender, aperfeiçoar e praticar habilmente as mais nobres virtudes, ou os mais abomináveis vícios em nossas ações e condutas
Arrancar sorrisos espontâneos das pessoas é um gesto sublime! Porém as tragédias, as tristezas são corriqueiras! Fazer alguém rir é só para os nobres!
Neste teatro nem tudo são flores, nem tudo são amores, nem tragédia, nem drama, mas no meu palco só tem sentimento, festa e samba!
Por te trai meu coração aprisionando-o em perpétuo sentimento e serventia Deveras uma tragédia bate em meu peito
