Histórias de Tragédia
Para toda a tragédia agora, sempre tem aquele que filma: é o câmera man da tragédia moderna!
15 de março às 00:36 h
O bem estar de um indivíduo, é apenas uma falsa aparência que esconde tragédias que nos rodeiam a todo instante.
15.09.2020 às 18h27
A maior tragédia humana
Que pode acontecer
É quando a consciência
Vem e excede o poder.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
Terra dos Cordelistas
04 Março 2025
ORAÇÃO PEDINDO PELA PAZ
Senhor, São tantas as tragédias
O Haiti destruído...
O Afeganistão em guerras! Queimadas destruindo o planeta!
Piedade,senhor! Tem misericórdia do povo sofrido do Haiti.
Acolhei em seu coração tamanho sofrimento daquele povo.
Sem abrigo! Sem água potável, sem alimentação, sem nada...nada
E os afegãos??? Dói no coração ver as crianças serem "jogadas"além muro na tentativa de os pais a protegerem. E a vida colocada em risco na tentativa de fuga a qualquer preço...
Dói ver a incerteza e medo das mulheres e crianças.
Dói ver o quanto estão amedrontados tentando fugir do jugo dos talibãs. Jugo que não é nada leve, Senhor.
E as queimadas destruindo o planeta,Senhor. Incêndio criminoso , falta de responsabilidade e amor com o maior presente que vós nos deixastes: Nosso planeta tão cheio de vida.
Vida animal, vida vegetal, vida mineral,vida humana!
Tudo sendo destruído, senhor! E pela mão do homem, aquele que só deveria ter motivos para vós louvar.
Piedade, senhor!
Em tuas mãos entrego a vida de todos.!
Senhor,em vós espero,em vós confio!
Perdão, Senhor , mas meu coração só sabe clamar neste momento por teu socorro .
Muito foge do meu alcance.
editemendes/ Agosto/2021
Não acreditem que a tragédia une uma família. É uma explosão que varre tudo. E hoje, cada um está tentando se reconstruir como pode.
Para muitos o tempo se encarrega de as marcas da tragédia. Mas não conseguirá nunca apagar a cicatriz da dor que está no nosso coração
Ainda é Carnaval.
Após as Tragédias é
que se Buscam as Soluções.
Somos Todos Cobaias.
Ricardo Mellen......(*."
Morte culpada e inocente!
Morte nunca culpada, mas sempre presente, seja em tragédias ou no curso natural evolutivo da vida. Morreu de que? Pergunta frequente em todas as situações de “morte”, ninguém responde morreu de morte ou a morte matou, sempre existe uma justificada mesmo que inebriada de dor a morte logo e absolvida, morreu pela idade, por alguma doença ou morreu de um acidente, mas morreu de "morte" nunca é dito.
O medo da morte a raiva à sensação de impotência diante dela será certo ou errado ela não mata, mas exerce um papel fundamental nesta enigmática existência que é a vida, a morte em culturas antigas e comparada com um barqueiro que tem a função de transportar as almas.
A morte faz um papel que ninguém gostaria ou quer fazer, um papel necessário de acompanhar as almas, ao contrário do que se diz ou que já foi escrito ela não é o ceifeiro da vida, pois a cada morte existe uma justificativa nunca “morreu de morte morrida”, mesmo que incompreendida a morte é, e sempre será culpada, nunca será inocente.
Como em todo conto sempre existirá um herói e um vilão um não sobrevive sem o outro, a vida só faz sentido pela existência da morte, mesmo que trágico e cruel viver é um ato de ação e reação, de fatos e atos, eterna interpretação e incompreensão, uma viajem com várias paradas no qual o destino final de cada passageiro é a estação de nome morte.
O que se deve saber, que cada ser vivo que existe neste grande mundo tem uma missão e quando sua missão já foi realizada sua alma “espirito” evolui para outro plano, e não somos nós mortais em nossas limitações que iremos questionar o plano do Grande Mestre “Deus” e seu fraterno amor pelos seus filhos.
Hoje, qualquer situação adversa se torna uma tragédia. A resiliência, na sociedade moderna, colapsou.
INSURGÊNCIA
A fome e a seca no Nordeste não foram tragédias naturais — foram estratégias. Sintomas de um projeto político que tem donos: da terra, da água, do poder.
Desde o período colonial, o Nordeste foi desenhado para sangrar. As mãos que aravam a terra nunca foram as que a possuíram. E, assim, condenaram um povo inteiro à miséria.
E o que ficou no Nordeste? A terra rachada… e as mulheres.
Elas não migraram. Ficaram.
Ficaram para segurar o mundo nos ombros, com os filhos no colo e a esperança entre as mãos.
Mesmo quando não havia farinha, comiam palma. Enganavam o estômago das crianças com caldos ralos, enquanto rezavam para que a noite não levasse mais uma vida.
E é aqui que começa a insurgência.
A insurgência dessas mulheres foi não morrer. Foi não ceder.
Foi insistir em existir onde tudo ao redor pedia silêncio e desaparecimento.
Suas mãos calejadas, seus pés rachados, seus olhos secos de tanto chorar — tudo isso é marca de uma luta que nunca foi reconhecida como deveria.
A verdadeira insurgência nordestina tem o rosto dessas mulheres.
Elas são a terra que não cede, a raiz que não morre, a memória que não se apaga. Lilian Morais
Há momentos em que a arte não representa.
Ela confronta. Ela insiste. Ela se ergue.
Insurgência, como nos propõe Lilian Morais, não é revolta ruidosa, mas fogo subterrâneo que ascende em silêncio e cor.
Esta exposição não se limita a apresentar obras: ela se recusa a calar afetos.
Cada traço, matéria e composição é um fragmento de um corpo que pulsa — corpo individual, corpo social, corpo-mulher, corpo-luta.
A insurgência que Lilian nos convoca é ao mesmo tempo íntima e coletiva: nasce de dentro, mas se espalha para fora, como se cada tela estivesse tentando respirar pelo mundo.
Numa época marcada pela normatização dos gestos, dos desejos e das imagens, sua arte desvia.
Desvia do esperado, do domesticado, do permitido.
E ao desviar, revela:
revela o que foi silenciado, o que foi esquecido, o que nunca teve nome.
A escolha do título Insurgência não é aleatória: é afirmação.
É o reconhecimento de que a arte pode — e deve — ser território de fratura e reinvenção.
Aqui, as cores não decoram; elas denunciam, acolhem, provocam.
Os vazios não são ausências; são respiros.
As formas não obedecem; elas insistem em ser o que são.
Lilian Morais entrega sua insurgência com elegância firme, com delicadeza dura, com beleza que não fecha feridas, mas as mostra com dignidade.
É arte que se posiciona sem se explicar.
É arte que não se curva — e por isso toca.
Numa cidade como Salvador, onde os tambores da história ainda ressoam nos corpos das ruas, a exposição Insurgência não poderia encontrar lugar mais vivo.
É nesta Bahia de lutas e encantos, de dores e reinvenções, que a artista instala sua travessia.
E convida:
não apenas a ver, mas a sentir.
A escutar o que vibra dentro de cada imagem.
A insurgir-se, também — ainda que só por um instante.
Por Humberto Silveira
"... quem são os responsáveis pelas tragédias ocorridas evolvendo menores na sociedade em que estamos vivendo? Se não são somente os menores, então quem deve ser responsabilizado?
pouco importa a alguns as tragédias... da comunidade de pescadores infelizes, de ribeirinhos que não tem outro lugar para morar e que acabam fazendo os seus barracos sem esgoto a beira dos nossos amados rios, entretanto, já poluídos pela depredadora e corrompida máquina global capitalista!
Rute enfrentou a tragédia da viuvez e a incerteza do futuro ao seguir sua sogra, Noemi, para uma terra estrangeira. No entanto, Deus estava preparando o caminho para ela encontrar Boaz, seu redentor, e se tornar parte da linhagem de Jesus. Isso nos ensina que, mesmo nos momentos mais sombrios, Deus está trabalhando em nossas vidas para nos conduzir a um destino de bênçãos e propósito.
