Gemidos
Diga me, como tu ousa invadir meus sentimentos com teus gemidos e anseios? Segura te teu corpo contra o linho branco desse lençol enquanto toco tua alma com meus lábios.
A guerra tem fome de carne, sede de sangue e gemidos de dor e sofrimento são apenas música para seus ouvidos.Toda guerra deveria ser abortada antes de nascer.
Trago em minh'alma
um passado frio e dolorido
de muitos espinhos
gemidos e saudades
Arrepios eram meus silêncios
ansiando felicidade.
Cacos quebrados
Tecidos descosturados
Pés machucados
Olhos tristes
Viço enfraquecido
Dias solitários ...
Mas nem por isso
me permiti ao infame
descompasso
Me aprumei
Me libertei
Me reassumi
Me vesti de fortaleza...
Por mais que o passado
me ponha num mar de desalinho
Meu coração não é menino
E não anseia mais
vagar por entre correnteza,
Mesmo o tempo
por vezes sendo tão arredio ....
Aqui eu mando!
E se quer saber?
Hoje subo
danço
e encanto com alma de borboleta .
O pior tipo de choro não era o que todo mundo podia ver – os gemidos, as roupas rasgadas. Não, o pior tipo acontecia quando sua alma chorava e, não importava o que você fizesse, não havia consolo. Algo murchava e se tornava uma cicatriz na parte da alma que sobrevivia. Para pessoas como a Echo e eu, a alma tinha mais cicatrizes do que vida.
Dentro da noite nossos gemidos
encheu os espaços tomando
conta de tudo e em
teus lábios colei sonhos...
Depois você saiu e eu
ainda vestida de amor
fiquei a olhar a porta
te acompanhando por inteiro.
Pela manhã, na janela do meu quarto,
espreguicei pro dia
braços abertos querendo Você
tomei café e zanzei até
chegar neste poema
que agora me manda de volta
pro seu lado na cama dos sonhos.
Ah, esses gemidos,
como são tristes!
A gente os ouve sim,
sutilmente, mas ouve...
Simplesmente ouve...
mas não pode fazer nada
a não ser, ouvir, sentir...
e não poder fazer nada...
mel - ((*_*))
Tapei meus ouvidos para os gritos
Deixei de perceber mesmo os gemidos
Cansei do barulho que é viver
Quero o silêncio dos sepulcros
Onde os lábios frios são sempre mudos
E falar nem tem pra quê
Mas o som dos meus pensamentos
É mais alto que o trovão
Não há quietude onde há vida
Só a ruidosa comiseração
Ah, esses gemidos,
como são tristes!
são lamentos...lamento
eu os ouço sim,
sutilmente ouço...
simplesmente ouço...
mas não faço nada
a não ser ouvir, sentir...
sem poder fazer nada...
mel - ((*_*))
Vou te pegar, arrancar toda sua pele, jogar óleo quente, vou dançar ouvindo seus gritos e gemidos, vou dilacerar seu podre coração, vou te levar para o meu inferno... Até que você sinta um pouco do preço que á formiga paga por ser pisada por você. Te amo...
Ouvi dos sinceros seus sins, som de detalhes. De talhes simplórios, felicidades, gemidos e corpos notórios.
Suor, desejos que escapam nos gemidos;
Lábios, boca, a língua lá;
sensibilidade que se liberta a cada toque
macia, quente, molhada, doce lábio?
no puxa e coloca;
aquece a pele das almas;
tinha um incrível néctar divino,
o sabor era de mistério.
Onde mais poderia estar o paraíso
senão guardado nos teus sorrisos e nos teus gemidos,
que ecoam como o bater das asas de uma borboleta
nas minhas noites de luas repentinas?
Dois corpos uma só alma.
Duas mãos a te tocar.
Tremores, amores e gemidos.
Sinto o seu cheiro de prazer.
Entrega-se facilmente as minhas mãos.
Seus olhos brilham.
Sua boca seca.
Juras de amor perdem na noite.
Seu corpo, seu amor e seu ventre.
Sentir-se um homem diante de tanta gostosura.
Foi um sonho acordei.
DESABAFO.........................................mel
Quero meu silêncio de volta
Teus gemidos me sufocam
Teu falar incerto me agoniza
Tua insistência me martiriza
Tuas repetições me derrotam...
Quero meu silêncio de volta!
Teu sorriso tão escasso
Não preenche meu espaço
Essa ansiedade desvairada
Deixa minha paciência minguada...
Quero meu silêncio de volta!
É que já não cabe mais em mim
Todo teu padecer incompleto
Que vem de angústias repleto
De vazios pensamentos sem fim...
Quero meu silêncio de volta!
Como vou de ti me distanciar
Se a tua fala só eu sei interpretar?
Deste seu “eu” quem irá cuidar
Se no silencio eu me afundar?
mel – ((*_*)) 10/01/2014
ALCANÇANDO O CÉU
Mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis. —Romanos 8:26
Quando vejo as crianças estenderem as mãos em direção às suas mães, ávidas por obter sua atenção, eu me lembro de meus próprios esforços ao buscar a Deus em oração.
A igreja primitiva estabeleceu que o trabalho dos idosos é amar e orar. Destes dois, penso que o amar é o mais difícil, e o orar o mais confuso. Minha insegurança é por não saber exatamente pelo que eu devo orar. Devo orar para que as pessoas sejam libertas de seus problemas ou para que os problemas desapareçam? Ou devo orar por coragem para que sigam em frente em meio as dificuldades que as atormentam?
Encontro consolo nas palavras de Paulo: “Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza” (Romanos 8:26). O apóstolo usa aqui o verbo “assistir” que também significa “auxiliar, unindo-se numa atividade ou esforço”. O Espírito de Deus se une ao nosso quando oramos. Ele intercede por nós “com gemidos inexprimíveis”; sofre com nossos problemas e deseja ardentemente nos auxiliar. Ele se preocupa profundamente conosco, mais do que nós mesmos. Além disso, Ele também ora “segundo a vontade de Deus” (v.27), e sabe dizer as palavras certas.
Portanto, não preciso me preocupar em expressar o meu pedido com exatidão. Necessito apenas ansiar por Deus e buscá-lo, sabendo que Ele cuida de mim. —DHR
Ao orar é melhor ter um coração sem palavras, que palavras sem coração. David H. Roper
Esses seus lábios
Como eu quis beijar
Queria tocar as linhas
As curvas
Ouvindo seus gemidos
Unicamente para mim ecoar
Tão louca e intensamente
Delírios inimagináveis
Sensações ímpares
A flor da sua pele
Eu quero a minha misturar
Loucos devaneios
Desejos na forma de amar
