Europa
Não te Deixare ir
Juninho Pernambucano é um dos jogadores brasileiros mais queridos na Europa. Chegou à França para fazer parte da equipe do Olympique de Lyon, e junto com outros brasileiros como Edmilson, Caçapa, Fred e Cris, fizeram a equipe que nunca havia ganhado uma taça, ser a campeã da Liga, seis temporadas consecutivas. Juninho é conhecido por sua vontade de ganhar, tanto com sua equipe como com a Seleção Brasileira. Nunca abandonou a luta para conseguir a vitória.
Às vezes perdemos grandes coisas porque não as conhecemos. Nenhum cristão triunfará na sua vida se não treinar ajoelhado. Nenhuma pessoa conhecerá a Deus se não passar horas em comunhão com Ele. Nenhuma situação terá razão de ser se não a colocarmos na presença de Deus. Como estão seus joelhos? Como está sua comunhão com Deus? Quantas vezes você tem se colocado em Sua presença? Não há desculpa. Não existem razões que possam mascarar nossa necessidade de Deus; nunca alguém falou com Deus e o encontrou ocupado. Nunca alguém se aproximou de Deus e ouviu dele estas palavras: “não tenho tempo para você”! Quantas vezes nós, sim, é que estamos ocupados! Quantas vezes dissemos a Deus, direta ou indiretamente, que não tínhamos tempo para Ele? Desprezamos a vitória, desprezamos a bênção, os melhores momentos da vida.
É algo que todos nós precisamos aprender. Se nos ocupamos demais estaremos ocupados demais também para Deus. Em nenhum lugar a palavra de Deus nos diz que é muito espiritual praticar atividade após atividade, destruindo nosso corpo, sem tempo para renovar nosso espírito. Não há espiritualidade em sofrer uma crise nervosa, uma depressão, um colapso mental ou até um problema familiar grave por culpa de nosso “trabalho”. É muito mais carnal do que parece.
Não aprendemos ainda o que significa a renovação espiritual de nossa mente, e a restauração de nossa alma e corpo. Agora que você é jovem, tem a possibilidade de edificar as bases mais importantes de sua vida, separar sempre um tempo para renovação e restauração na presença de Deus. “Não te deixarei ir, se me não abençoares”, é a verdadeira atitude de alguém que sabe o que é realmente importante na vida. Você se identifica com essas palavras?
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Este devocional foi extraído do livro Linha de Chegada, publicado por Publicações RBC. Jaime Fernández Garrido
A Europa é a aquela criança prodigio e o Brasil é aquela que tinha todo o potencial e se tornou um viciado em crack.
Lugares conhecidos como o beço do protestantismo na Europa, nos entristecem e nos revelam o grande perigo do liberalismo Teológico e da inoperância da igreja no seu local de habitação...
Ou a igreja sai das quatro paredes ou logo logo os templos se tornarão apenas grandes construções vazias e totalmente sem a presença de Deus.
Eliminando o C e o P de certas palavras, Portugal poderá se desgrudar da Europa e ancorar na terra dos tupinambás.
Se um dia eu puder viajar pela Europa, ficar três dias em cada país, tomar aquele vinho ou um cappuccino na sacada de um hotel, enquanto olho as ruas alagadas de Veneza, tudo bem. Se um dia eu puder visitar todos os meus amigos e dar todos aqueles abraços que tenho vontade e que sempre ficaram guardados no “eu te prometo algum dia”, vai ser bom demais! Se algum dia puder comprar um carro do ano, daquele tipo que a gente tem até dó de tirar o plástico do banco, ah... eu vou fazer isso com gosto, igual a um gato arranhando o sofá da sala. Se um dia puder me sentar contigo, te olhar tomar uma Coca Cola, de óculos escuros, em um daqueles dias de calor dos infernos, com sol à pino, sentada numa mesa de madeira de frente pro mar, ouvindo o barulhos das ondas, eu tenho certeza, vai ser um dos dias mais lindos da minha vida. Mas se um dia eu olhar pra trás e descobrir que não pude fazer nada disso, tudo bem também. A vida da gente é feita de sonhos que alimentamos todos os dias, e são eles que dão tempero a tanta coisa que nos ligam. Se um dia eu não conseguir nada disso, já vai ter valido a pena ter vivido até aqui. O problema da vida são os caminhos que não andamos, aqueles que sempre ficamos na dúvida: e se tivesse feito outro trajeto? A vida nos ensina a abortar sonhos, mutilar missões, cortar asas de nós mesmos, mas a gente nunca desiste, sempre espera tudo isso amanhã. Estes “e ses” que tanto nos atropelam, é preciso serem esquecidos, e apenas viver com um sorriso estampado na cara, e a gratidão dentro de cada bolso. No fundo, acho que a gente sempre fica no lucro, por tudo que temos. O resto, são vontades que vão nos acompanhar até o dia que não acordarmos mais, mas enquanto ainda abrirmos os olhos, tudo é possível. Quem sabe amanhã, né?
Ricardo F.
Vida Contrária
- Era inverno, ou talvez outono. Ainda morava na Europa e era um dia como qualquer outro. Estava frio e voltava da escola quando uma idosa caiu em frente ao banco, por onde eu passava naquele momento. Mesmo sabendo que ela precisava de ajuda, ignorei a situação e segui o meu caminho, com um grande aperto no peito, sabendo que fiz o errado. Felizmente, ao olhar para trás, reparei que um homem ajudou-a a levantar, suspirei de alívio.
- Este ano, estando morando no outro lado do oceano, deparei-me com a mesma situação. Mas agi de outra forma. O engraçado é que a senhora disse "Eu não preciso de ajuda, isso sempre acontece.".
BERLIM---Lemetsk
COSTA DO MARFIM---Ómdurman
EUROPA...
ÁFRICA...
BERÇOS DO MUNDO...
A HUMANIDADE EXISTE.
A HUMANIDADE SUBSISTE.
Não existe nada mais distante que o futuro,nem America,nem Europa,nem mesmo a MORTE.
Todas as geraçoes esperaram pelo futuro mas não o alcansarão!
Segurança é fundamental
Em 19 de novembro de 1990, é assinado o "Tratado das Forças da Europa", entre os líderes da OTAN, a Organização do Tratado do Atlântico Norte e do Pacto de Varsóvia. Os signatários do documento deixaram de se encarar como adversários e passaram a considerar a segurança como indivisível.//Líderes da Otan e do Pacto de Varsóvia assinam o "Tratado das Forças da Europa", acabando com armamentos atômicos. Esse é um dos marcos finais da Guerra Fria.
Na Europa todo mundo está comentando sobre o futuro, no Oriente eles não estão comentando nada sobre! Eles estão construindo o futuro e o vivendo.
Cada revolução na Europa serviu para melhorar a vida dos judeus que durante séculos eram perseguidos pelos cristãos.
A grandeza de um pequeno gesto
Logo após o término da Segunda Grande Guerra, a Europa começou a ajuntar os cacos do que restara.
Grande parte da Inglaterra estava destruída. As ruínas estavam por todo lugar. E, possivelmente, o lado mais triste da guerra tenha sido assistir as criancinhas órfãs morrendo de fome, nas ruas das cidades devastadas.
Certa manhã de muito frio, na capital londrina, um soldado americano estava retornando ao acampamento. Numa esquina, ele viu, do seu jipe, um menino com o nariz pressionado contra o vidro de uma confeitaria.
Parou o veículo, desceu e se aproximou do garoto. Lá dentro, o confeiteiro sovava a massa para uma fornada de rosquinhas.
Os olhos arregalados do menino, falava da fome que lhe devorava as entranhas. Ele observava todos os movimentos do confeiteiro, sem perder nenhum.
Através do vidro embaçado pela fumaça, o soldado viu as rosquinhas quentes, e de dar água na boca, sendo retiradas do forno. Logo mais, o confeiteiro as colocou no balcão de vidro com todo o cuidado.
O soldado ouviu o gemido do menino e percebeu como ele salivava. Em pé, ao lado dele, comoveu-se diante daquele órfão desconhecido.
- Filho, você gostaria de comer algumas rosquinhas?
O menino se assustou. Nem percebera a presença do homem a observá-lo, tão absorto estava na sua contemplação.
- Sim, respondeu. Eu gostaria.
O soldado entrou na confeitaria e comprou uma dúzia de rosquinhas. Colocou-as dentro de um saco de papel e se dirigiu ao local onde o menino se encontrava, na gélida e nevoenta manhã de Londres. Sorriu e lhe entregou as rosquinhas, dizendo de forma descontraída:
- Aqui estão as rosquinhas.
Virou-se para se afastar. Entretanto, sentiu um puxão em sua farda. Olhou para trás e ouviu o menino perguntar, baixinho:
- Moço, você é Deus?
Em diversas situações, pequenos gestos significam muito para algumas vidas.
“Nunca subestime o poder de suas ações. Com um pequeno gesto você pode mudar a vida de uma pessoa. Para melhor ou para pior”.
Para casa nós queremos voltar....
Chamam-nos de fantasmas, porque “viemos para a Europa e não queremos voltar”
Só para que conste, não nos envergonhamos das nossas raízes
Mas também não gostamos de varizes, que criam sobre as nossas pernas
Viemos cá pra ter uma vida melhor,sim!
Não é como se gostássemos de aqui estar e sentir a falta que a família nos faz
Não te martirizes com estás palavras. Com muita alegria te digo que não mais te daremos motivos para chorar
Pois aqui não viemos pra ficar e um dia para casa havemos de regressar
Talvez não para ficar, mas sim para visitar e das saudades matar. Uma coisa é certa, junto de ti para sempre,eu desejava ficar.
Todos nós, brasileiros, sentimos uma grande fascinação pela Europa, e eu achei que passar um mês em Paris seria a coisa mais maravilhosa da minha vida. Só que, depois que estava uns quatro ou cinco dias em Paris, tudo o que eu pensava era “O que é que eu estou fazendo aqui? Por que é que não fui para a Bahia?”
(Um homem chamado Jorge Amado, 2012).
Contrair coronavírus durante uma viagem para a Europa é meritocracia ou esse termo só vale para desqualificar cotistas?
“Como Fernand Braudel apontou, o tráfico de escravos não foi uma invenção diabólica da Europa. São os muçulmanos árabes que estão na origem e o praticaram em grande escala.”
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