Eu Nao sou Perfeita So apenas eu
Minha menininha
Você ganhou meu coração sem nem disputar
Bastou seu olhar
Se sou digno dele, congelo ou fico transparente
Me apego a esse desejo ardente
De olhos fechados deixo que me guie acima do desfiladeiro
É verdadeiro e perfeito
Se se afasta, minha visão fica turva
Como o rio depois da chuva
Acessa todas as sensações em mim reprimidas
Meu ego, chegada e ida ao mesmo tempo
Vive em mim, conhece minha alma todinha
Assim como o fiz por toda vida
Sempre estive a sua espera querida
Me escreva logo
A dança incessante de suas palavras
Me provocam e não mais me demoro
Sinto que andarei pelo mundo inteiro
Serei apresentado a castelos, a muito irei ver
Mas a palavra que me cura, só sua boca vai saber dizer
As vezes preparo meu coração pra te ver com outro e n desmoronar
Preciso me acostumar e amadurecer
Jamais vou me esquecer
Mas ei de viver
Mesmo sendo egoísta,
Pondero o fato de que meu peito não aguentaria
Te ver ao meu lado todas as manhãs
Algo que levaria toda uma vida pra se acostumar
Ter o mundo todinho ao meu lado
Talvez seja errado talvez n
Acabei procurando outras saídas
E entuí que o melhor é deixar o destino fazer sua função
Na vida sou mais um passageiro.
A viagem é minha, mas é Dele o roteiro.
Então, nem me importa o nevoeiro.
Será que sou um usurpador da inconsistência holística analítica perspicaz dessa essência tida como humana?.
Ou serei eu apenas um estúpido de visão turva e egoísta meramente egocêntrica dessa máquina
que acha-se
ou procura-se
ser Humana?
No trem da vida, sou mais um passageiro. A viagem é minha, mas entrego a Ele o roteiro. Assim, com a confiança no divino, espero passar o nevoeiro.
Raul Seixas
sou aquele maluco beleza que nasceu há dez mil anos atrás
no exato Dia em que a Terra Parou e meu amigo Pedro Carpinteiro do
Universo me disse tente outra vez Junte a Gita e um pouco de Ouro de Tolo pegue na Estação Central Trem das Sete sem andar na contramão com o sapato 36, coma uma maçã e não um banquete de lixo, sendo uma
metamorfose ambulante ou Alcapone cantando coisas do coração Eu sei, eu sou egoísta pedindo um s.o.s porque tu és o MDC da minha vida como Vovó já
dizia
Procure a sociedade alternativa, plante Capim Guiné e não tenha medo da chuva, somos como o cowboy Fora da Lei que não come Mosca na Sopa nem vive dizendo, eu também vou reclamar para Quem os Sinos dobram e para o Carimbador Maluco que é choffer da linha 743 diga que não é conversa para boi dormir nem um conto do sábio chinês procure o segredo da Luz num disco voador dos anos 80 assoviando o Rock das Aranhas, porque eu fui o primeiro e já passou tantos janeiros...mas, se todos gostam eu vou voltar...e fim de papo.
fui criança,manina,adolecente,moça,mae,avô, e hoje sou bisavô olho pra tras e vejo pouco o ponto de partida e não tenho mais como volta eu mee envolvi tanto com o compromiso de da conta das minhas tarefas que me esqueci de deixa as migalhas de pão no chão não tive tempo de estudar pra lér a historia de joão e maria pena mais tudo bem vou continuar a caminhada sem medo mais eu seu que um dia eu vou chega mais de uma coisa eu tenho sertesa que fis tudo com muita dedicação no entuito de faser o melhor me desculpe se errei foi com carinho tudo que eu fis.,,,,,,,,,,,,mlsc.
Sou poeta que canta com inspiração
a bela morena de beleza rara,
que traz um sorriso lindo na cara,
tem corpo atraente, pura sedução....
Minha rima tem peso e tem tradição.
Sou artista nessa arte de rimar.
Fazendo repente, gosto de mostrar
a cultura divina aqui do nordeste.
Sou Everton Lima:Um caba da peste,
nos dez de galope da beira do mar.
Ser
Sou tempestade em tempos de calmaria
Sou a calmaria nos tempos de tempestades
Sou o próprio argumento dos sem causa e sou a causa sem argumentos
Saboreio do direito livre, do livre arbítrio
Sou aquele que vestes a farda e empunha a baioneta para salvar o oprimido
Sou filho do mundo e pai de ninguém
Sou tudo e nada, sou só a ilusão do amanhecer em tempos nebulosos, mas vibro uníssono para salvar a quem pede socorro
Eu sou o tudo e o nada!
César Luiz - Fevereiro 2021.
Sou um homem e uma criatura com vários corações escolha um deles, que te será dada a chave para a felicidade...
O caçador de cenários
Sou caçador de cenários,
Para mim,
Um significado único,
Com eles vou montando meus castelos,
E elaborando minhas ilusões,
Ando pelas ruas,
Ando pelas estradas,
A borboleta que espatifou na frente do meu quatro rodas
Que pena !
Não era para ser assim,
Pois não entrei na estrada pra isso,
Entrei e acelerado eu fui em busca de amadurecer minha imaginação,
Fui em busca dos verdes campos,
Dos passarinhos e pirilampos,
Dos riachos e ribeirões,
Mas a borboleta morreu,
E triste me deixou me impedindo de completar minha missão,
Naquela rua que eu trafegava,
De repente um engarrafamento quilométrico,
Poxa !
Não entrei nessa rua para isso,
Quero eu percorrer sem rumo,
Ver edifícios e construções,
Catedrais e instituições,
Comércio a todo vapor e pessoas de bons corações,
Ir na igreja,
Rezar uma prece,
Sair de lá leve como ave sem rumo,
Armazenar em minh'alma um intenso inverno e um maravilhoso verão,
Viver e sentir,
Fluir e existir,
Guardar sonhos e seus significados,
Ver crianças brincando na praça,
Ouvir a voz que vem de cima,
E transportar para bem longe,
Toda cruel dor que nos domina,
Doar amor e os melhores conselhos,
Me sentir útil e não inútil,
Mas,
Nem sempre os cenários nos proporciona o que desejamos,
Inclusive nem citarei,
O que eu vi por esse chão á fora,
Se eu for descrever mesmo resumindo,
Para acabar,
Não terei hora.....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Sou o tempo,
Sou o vento,
Posso ser a lenta brisa da sua janela em tarde ensolarada de primavera,
Posso ser o tempestuoso,
O céu mais azul de Floripa,
O mais cinza de Curitiba,
Meus relâmpagos,
São a marca do cronológico,
Entre dores e amores,
Minha dualidade me distrai,
Corrói como ácido das entranhas do meu ventre,
Ultrapassa,
Leva tudo embora,
Ciclone extra tropical,
Frangalhos,
Retalhos,
Do não sei quem sou,
Mas, sei quem quero ser,
Sua,
Em teus braços de mar do sul,
No verde dos teus olhos de lagoa da conceição,
Meu coração se expande,
Amantes,
Amadas,
Reciprocidade,
Água em fogo,
Furacão,
Isso é,
Câncer e Escorpião.
Letícia Del Rio.
Benfica sempre
O melhor estádio
A melhor cadeira
O melhor clube
Os melhores adeptos
Sou do Benfica até morrer
SEMPRE BENFICA
As vezes acordo de madrugada e vou ouvir os seus áudios no whatsapp, sei é meio estranho, sou estranho, não consigo ser comum.
NARRATIVA DE AMOR ...
Ventura que tenho, tendo o que celebrar
Brado, ardo em emoção, e sou um zelo
Vou aos céus, e me ponho a aconchegar
No abraço, sem que eu possa contê-lo
Feliz, e leve vai o pensamento pelo ar
Solta-me o coração, livre, sem detê-lo
Na vida, sensação, no amor e no olhar
Apenas um momento de um donzelo
Festejo a mim mesmo, estou amando
Suspiro sem boca ter, sem visão vejo
É a paixão que lateja e que apavora!
Ora, como é bom este sentir brando
Quero a vida, e vida, mais, eu desejo
Eis o grau em que estou, e vou afora!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
11/04/2021, 05'45" – Araguari, MG
