Eu Nao sou Perfeita So apenas eu
sou a fada esquecida no tempo.
Sou a fada fora dos patrões
Sou a fada deformada cheia de defeitos mais também com muitas qualidades.
Mas isso depende do seu ponto de vista ou do seu ângulo.
Se mudar o ângulo da sua visão pode enxergar em mim uma princesa perfeita.
Por isso tem cuidado com todo tipo de julgamentos pode se surpreender.
Sou como você quiser me ver.
Posso ser um lindo sol,
também posso ser o seu pior dia nublado.
Isso depende somente de si.
Sou um ser comum, disposto a fazer o incomum, para brilhar como quase nenhum e assim, deixar de ser qualquer um.
Essência
Sou da emoção
Sou noite ou dia
Sou café ou vinho
Sou mar ou poesia
Sou da paz
Sou deserto ou jardim
Sou preto ou arco-íris
Sou girassol ou alecrim
Sou do tempo
Sou choro ou alegria
Sou intensidade ou desistência
Sou silêncio ou companhia
Sou do sonho
Sou primavera ou verão
Sou música ou silêncio
Sou céu ou chão
Poema autoria de #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 24/04/2022 às 22:00 hrs
Manter créditos de autoria original _ Andrea Domingues
"Sempre que esculto alguém falar sobre minha estatura física, dizendo que sou baixinho, na falha tentativa de querer me desqualificar. Concordo que realmente sou pequeno demais, para aqueles indivíduos que usam sua arrogância e inveja como unidade de medida."
Do nada, sei que nada sei, nada sendo no vazio de nada ser:
Se nada sou de nada ser e saber, alguma coisa sou pedacinho do nada.
@psiquêemdia
As linhas do orizonte limita a minha Visão sou mesmo incapaz de saber o que há pôr traz da quelas montanha só existe uma forma de vencer meus obstáculos é continua andando pois aquilo quê é turvo se definirá o que é desconhecido se revelará o mais importante é eu não Pará.
Sera que sou o único que acredita que o dinheiro que o Elon Musk usou para comprar o Twiter vem de lucros em Criptomoedas feitos graças ao twiter?
QUEM SOU?
Sou o vento que bate no rosto
Sou a chuva que molha a terra
Sou o sol que anuncia o amanhecer
Sou eu quem sou
Dizem que sou negro da Comunidade Quilombola de Barriguda
Geração de escravizados fugitivos
Não sei o que sou bem ao certo,
busco ainda respostas...
Mas de ser negra-cor me orgulho muito
Sou negra? Sou negro? Mestiça? Mestiço?
Terei sangue índio nas veias?
Dizem os meus cabelos crespos quem eu sou?
Decifra a cor da pele a minha pessoa?
Define a minha idade, minha alma?
"Todas as manhãs ao me levantar e me dispor pelas coisas em que acredito, sou encoberto pela sensação de gratidão.
Não pelos resultados do porvir, sempre tão sujeitos às intempéries do destino, mas pela íntima convicção do milagre de poder estar ali, vivendo a magia e o mistério desse extraordinário descobrir."
Ninguém conseguirá me aborrecer, colocando-me no "freezer" da indiferença. Sou friorento e gosto mesmo é de calor humano...
Posso ser o suficiente para caminhar sozinho. Mas sou mais gente com a gente, no percurso do caminho.
Matemática
Sou sim apaixonada pela Matemática. Ela me inspira.
Mas você já leu O Pequeno Príncipe?
O inesquecível personagem de Saint-Exupéry trouxe inúmeros pensamentos sábios ao mundo.
Uma de suas constatações seria que as pessoas grandes adoram números.
Quando a gente fala de um novo amigo, elas, as pessoas grandes, nunca se interessam em saber como ele realmente é. Não perguntam: Qual é o som da sua voz? Quais são seus brinquedos preferidos? Ele coleciona borboletas? ( ou pedras, como eu.)
Mas sempre perguntam: Qual é a sua idade? Quantos irmãos ele tem? Quanto pesa?Quanto o pai dele ganha?
Só então elas acham que o conhecem.
Exupéry nos convida a redescobrimos o que há de bom na infância, a redescobrir a pureza, a essência das coisas e da vida.
E quando nos fala, de forma até inocente, sobre as pessoas e os números, nos alerta para algo: viciamo-nos em números.
Associamos o tempo sempre a números.
Esquecemos que os numerais atribuídos à medição do tempo são convenções, e nos escravizamos a elas.
Muito tempo; pouco tempo; não vai dar tempo; tempo de sobra.
60 segundos; 60 minutos; 24 horas; 365 dias... são números que parecem nos perseguir. Vivem em nossos sonhos, pesadelos e em nossas urgências maiores.
Parecemos o coelho de Alice no País das Maravilhas. Estamos sempre atrasados.
Esquecemos que o tempo é oportunidade, é sucessão de experiências e de fatos, e que deve ser aproveitado, sendo transformado em algo belo.
15 anos de vida; 30 anos; quarentões; sessentões; terceira idade, são todos rótulos que criamos no mundo, e que, na verdade, não correspondem à idade verdadeira, à idade dos olhos.
A idade está associada não ao tempo dos números, mas à disposição, ao humor, ao ânimo, à coragem.
Conheço velhos mais jovens que eu e jovens de oitenta anos.
Encanto-me ao ver relatos de pessoas que depois dos 90 anos vão aprender a ler, e dizem-se realizadas, sentindo-se mais jovens do que nunca!
Não é força de expressão. Elas são jovens mesmo. A idade do corpo pode ser disfarçada, maquiada. A da alma, nunca.
Como avaliar, julgar alguém, pelo número de dígitos em sua folha de pagamento? Pelas roupas que pode comprar; pelas viagens que pode fazer; pelo ano de seu automóvel?
Dizendo assim, parece absurdo, exagero, mas é a forma de muitos procederem no que diz respeito aos números e aos julgamentos que fazemos.
Muitos têm números como objetivos: números na balança; números das loterias; número de clientes; números de metas de vendas.
O mundo verdadeiro não é feito de numerais. Os objetivos maiores da vida, as aquisições de maior valor, nunca poderão ser mensuradas desta forma.
Números nunca poderão medir felicidade. Números nunca poderão mensurar alegria. Nunca poderão ponderar o amor.
Mas se ainda não puder escapar dos números, pense nestes:
Quantos sorrisos dei ao dia?
Há quanto tempo não digo que amo alguém? Não este "Eu te amo" de novela, mas aquele dito e sentido por todas as partes da alma.
Quantos segundos dura meu abraço?
A quantos amigos hoje, eu desejarei de todo o coração, que sejam infinitamente felizes?
Qual a data que eu escolhi para me fazer o bem?
Quantos dias faltam para eu começar a ser feliz?
Os números me fascinam pela sua beleza.
Deus é o maior Matemático que existe.
E Ele, em sua infinita sabedoria, nos ensina que logaritmos se calculam, mas amor, se dá sem medidas.
Tudo é milagre. Sejamos pois, imensamente gratos.
Sobreviver e viver sobre
Sou ao meu modo de quase todas as maneiras.
Talvez me falte sentir o quanto de mim perco nesses instantes,
Nesse jardim excessivo que me vigia,
Vestindo-me de ventos e formas imaginárias.
Sou o pé que não pisou a nitidez da escarpa,
Que dançou com todas as coisas que não tive,
Com cada seixo perdido nos extremos indivisos.
Cada viagem é um retorno, um extremo flamejante,
Como se fosse possível possuir uma fração do universo
E, essa fração, fosse a totalidade infinita.
Meu espírito sente que não há solidão nem término
Nesse pequeno abismo disposto em degraus, em espirais,
Onde as criaturas todas clamam pelo mesmo Deus,
Distante da matéria, próximo do mistério,
Do grandioso silêncio que surge sereno e solitário,
E vem ensopar de sulcos
As migalhas espalhadas nas florações.
Sei que nada possuo para aproximar-me
Do invisível, do sucessivo embaraço onde não me encontro.
O manto despido dos vales e montes murmura:
Ainda há pedras à tua frente
E tumulto no mundo submisso, vago e diverso
Como um rio anterior às chuvas,
Quase exausto de tanto ser rio.
[Cada ser é uma escultura filarmônica e simbólica].
No meu peito uma lívida linguagem soluça,
Um cantar sinuoso suspende-me as pálpebras dormentes,
Como um ciclone simultâneo.
Durmo e já não vejo como me via.
Adentro no que é tudo,
Na mínima festa que passa dentro das noites melancólicas.
As cascatas ocluem o choro das rochas,
As tessituras feitas de teias abandonam o limbo,
Para além das urgentes estrelas que não alcanço
E me vivem, e me sustentam quase metaforicamente, me circundam.
Sou as vegetações em desequilíbrio,
As veladuras,
O vazio aquecido e dúctil,
A fosforescência,
A muda eternidade.
Sou uma alma que transborda pela arca dos signos
E não mais sustenta a visão que me subverte e me corrompe
Nem me sabe antes que, como um novo e absoluto nascimento,
Louca, intensa e imperfeitamente, eu a saiba – igual a mim.
RAÍZ DO VENTO
Sou a raiz do ventooo!
Falou a menina
Face aberta, olhos em riso
Braços desabrochados acolhendo a vida
Enquanto corria-brincava
No chão do sertão.
