Escrever uma carta a uma Criança
Deitei para dormir só que estava sem sono, então levantei e resolvi escrever como de costume, e então me veio uma palavra na cabeça "POTENCIAL" é algo que cada um tem o seu e que está ai dentro do seu coração no seu interior é algo que só você pode expor, e isso não vai depender da sua mãe da sua vó ou de qualquer um que seja para poder aflorar , isso vai depender de você, pois somente cada um de nós sabemos oque habita nossos corações, nossas mentes, nossa alma. E cabe a cada um de nós correr atrás para que seja posto em pratica o nosso potencial, e que pode levar um mês, um ano, ou uma década só que um dia eu tenho certeza de que quem tem força de vontade vai conseguir expor o seu "POTENCIAL".
Sabe, eu bebi, e realmente não sei ao certo o que te escrever, nem sei se te escrever era o que eu queria, na verdade, eu queria mesmo era te falar. E é engraçado que, em todos os meus estágios, mesmo fora de mim, eu não te esqueço. É como se mesmo em transe você ainda vivesse, como uma coisa que não se mexe, algo que não se modifica, algo que sou eu. É incrível, mas você se tornou parte de quem eu sou, uma metade, como se fosse inteira.
Escrever é abrir portas, é trilhar novos caminhos. Dar vida a coisas e sentimentos. É um chegar, que alcança todo o mundo. É uma decisão impessoal. É amor. Envolve , invoca, inspira. Faz parte do SER HUMANO ; é quase um membro (órgão). Algo interno, que transborda . É sabedoria. É revelador (revela o que a boca não consegue dizer) . É luz . É uma ponte entre o presente e um futuro melhor.
Tua vida, filha, é um texto que há tempos começamos a escrever, mas, daqui em diante, também te cabe pegar esta tinta e delinear o teu curso, tome só cuidado com o que retiras do nada e trazes à superfície, é comum borrar ou rasurar um trecho, mas é impossível apagá-lo, a palavra se faz carne, e a carne se lacera, a carne apodrece aos poucos, mas é também pela carne que a palavra se imortaliza. Não há borracha para um fato já vivido, pode-se erguer represas e costões, muralhas e fortalezas para barrar o fluxo das horas, mas, uma vez que o sol se torne sombra, que o luar penda no céu em luto, a névoa se disperse na paisagem pendurada à parede, o dedo acione o gatilho, nada mais se pode fazer; nossa jornada, aqui, é única, a ninguém será dada a prerrogativa, salvadora ou danosa, da reescrita.
Vou escrever, mas não vou enviar... Não vai entender... Você é uma daquelas pessoas que dá uma vontade de sorrir quando vejo, mesmo que por foto. Daquelas pessoas que fazem um nome trazer sentimentos à tona, como quando a gente tá com fome e alguém fala o nome da nossa comida favorita e começamos a nos deliciar com aquelas lembranças boas do sabor, da aparência, do cheirinho e até do preparo dela. Sentimentos bons. Perguntem aos psicólogos o que isso pode ser. Mas aos apaixonados, sei que dirão que é paixão. É um conflito diário entre razão e coração. É conhecer a ventania que vem contra e, ainda sim, continuar seguindo passo a passo naquela direção. É sentir que se tem tudo que o outro precisa para ser feliz, mas com a angústia de ser só mais um dos seus problemas. É ter o receio de estar enganado, cego de amor, em confronto com a imensa vontade de tentar. É amor.
Hoje, sorrateiramente, venho escrever sobre algo que nos inquieta, da dor iminente que nos assola e nos isola em uma bolha. Falar do luto, automaticamente, nos remete a perdas e as suas formas de morrer. Não estamos preparados para quando isso chegar a acontecer, talvez nunca estejamos. Do luto que falo agora, prevejo, renego, não aceito, mas acolho inevitavelmente como aquele que acolhe um sorriso. Neste momento, brindo com a morte que chega de mansinho e, amigavelmente, ecoa da sua boca que ainda não é o tempo. Enquanto o tempo não chega... bailamos! brindamos! proseamos! flertamos! Flertar com a morte é saber o quão insignificante é essa passagem por aqui, principalmente se você não tiver vivido tudo àquilo que você sempre quis ou pensou. A cada brinde, a cada drink: um salve! salve salve! A morte, este momento obscuro que sempre atormentou e assolou a humanidade, também nos traz boas novas. Tim, tim! Dessa vez o brinde foi à morte concreta, de fato. O que dizer dela... aqui se findou uma etapa, a outra que se inicia não ouso falar, pois seria enorme audácia da minha parte, até. Tim, tim! Dessa vez o brinde foi à morte simbólica, perfeito! Todos os dias morremos em algo para que possamos renascer e viver àquilo que desejamos. Talvez a morte simbólica nos permeie durante toda a existência e, brindamos dia após dia sem percebermos. Tim, tim! Este brinde é para a morte que está acontecendo neste exato momento em você. O que tens matado e, por conseguinte, deixou viver logo após? O que está nascendo em você, viverá ou morrerá? Ou será apenas mais uma morte inevitável nesta vasta imensidão do que é viver? Viver é um constante morrer infinito. Cá entre nós... que texto fúnebre que me deu vida! Uma lágrima de esperança escapou dos meus olhos e começo a pensar: e se não morrermos diariamente, que sentido terá a vida? Um brinde àquilo que renasceu!
Eu vou querer escrever sobre hoje, e não vou conseguir, tu vai ver. - Por quê ? - Porque eu não vou saber como escrever. Tá vendo? Eu quero escrever, eu preciso escrever. Não posso deixar passar assim, como se tivesse simplesmente passado. Tá, num foi exatamente tuuuudo, mas eu sei que vai ficar. Não foi metade do que eu SONHEI, não foi como você QUERIA, (Quero ressaltar essa pequena diferença que há entre nós, enquanto eu sonho, você simplesmente deseja. Você é meu sonho, eu sou teu desejo. Desejos mudam, passam. Sonhos se frustam e morrem. O sonhos trazem dor, os desejos nem cócegas.) Como eu poderia explicar? Um mistério que me envolve. Uma doce loucura que me domina, que vem com tanta força que me deixa fraca, alma e corpo. Que me prende e me deixa tão solta por aí, sem nenhum interesse.
viver é escrever a própria história sem retorno no tempo, sem apagar nem acrescentar o que passou. Somos personagens de uma história sem cortes, corremos os riscos das surpresas de cada cena, revivemos, superamos, caímos, sorrimos e choramos vivendo dentro de uma peça que se desenvolve, até as cortinas se fecharem e despertarmos verdadeiramente.
Escrevo, pois escrever é a minha única arma, escrevo para ver eternizado uma parte de mim. Ás vezes o que se torna perpetuo são meus sorrisos, outras minhas lágrimas,sei que cada palavra escrita a punho, cada letra digitada por meus dedos, se torna um fio de minha vida sobre o mundo. E sabe-se lá quando, um fio dessa minha vida, salvará a de outros, ou a destruirá para sempre, concluo então, o escritor se torna responsável pelo efeito de suas palavras sobre o mundo.
E hoje não quero parar de escrever nem por um segundo, só pararei quando o sono me pegar e me jogar na cama. Quero manter minha mente ocupada á todo momento, farei o que for preciso pra não pensar em nada. Absolutamente nada. Vou ligar o volume do som no máximo, vou correr, assistir o mesmo filme dez vezes, andar em circulos, tomar rémedio pra dar sono, mais me nego á pensar em qualquer coisa. quero distancia de algum sentimento de indecisão, medo ou insegurança. Tudo que eu preciso agora é de uma boa dose dupla, e sem gelo de Esquecimento.
Eu sempre desejei escrever algo apaixonante que revelasse o que eu sinto por dentro, mais eu nunca consegui talvez pelo fato de sempre estar envolvida em amores passageiros e na maioria das vezes não correspondidos, depois que o encanto acabava eles sempre vinham atrás de mim, mais sempre era tarde demais eu já estava em outra sofrendo novamente, se era amor ? eu não sabia e continuo não sabendo tenho muito a aprender. Eu ainda penso em como será no futuro será que essa constante perseguição do que nunca será meu sempre estará me afogando me deixando impossibilitada de ser amada ? quero um amor que seja bom pra mim, que me ame com a mesma intensidade que houver em mim, só quero que uma parte de mim seja preenchida só quero um amor pra recordar.
Primeiro quis escrever nossa história para livrar-me dela. Mas para esse objetivo as lembranças não vieram. Então notei como a nossa história estava escapando de mim e quis recolhê-la de novo por meio do trabalho de escrever, mas isso também não destravou as memórias. Há alguns anos deixo nossa história em paz. Fiz as pases com ela. E ela retornou, detalhe após detalhe, de uma maneira redonda, fechada e direcionada que já não me deixa triste. Que história triste, pensei durante muito tempo. Não que eu pense agora que ela é feliz. Mas penso que é verdadeira e, diante disso, perguntar se é triste ou feliz é algo que não faz sentido”.
Preciso tanto escrever um texto bonito, apaixonado de uma paixão correspondida. Com palavras doces, cheias de verdade e de encontros. Chega só de esperança, quero realidade, eu te quero, ainda que o teu silêncio nos acompanhe, mas quero poder te olhar, respirar fundo e agradecer por te ter. Não quero céu estrelado nem dia dos namorados, quero em qualquer hora e no meio de uma tempestade. Sem resto, sem desculpa e sem fuga, tem que ter conformidade entre frases e sentimentos. Se não for hoje, eu espero, me faço de moça paciente pra aguardar tua volta, vou fingir que esqueci e que adormeci, que acreditei nas tuas falsas palavras, aquelas de jovem assustado tentando escapar do encanto. Mas vou ficar assombrando teus pensamentos, fazendo tua mente chamar meu nome, vou estar aqui contando os segundos pro teu auto-controle falhar, pro teu orgulho se render e pra ti me chamar. Por culpa dessa loucura de querer.
Cada um escolhe a sua maneira de provocar a reflexão no outro e eu escolhi escrever, porém sem usar a sutileza como aliada mesmo sabendo que desta forma poucos são capazes de perceber, nas palavras rudes, a refinada intenção que está oculta nesta minha escolha. Tudo por uma questão de personalidade.
Prazer, escrever é minha lucidez, é o que eu mais gosto de fazer na vida. Escrever é a arte que me faz sorrir, e de colorir todos meus sentimentos turvos e fragilizados. Sou assim quase jovem, alegre, cheia de fé e muita esperança, sou simples, sou humilde, com o coração cheio de amor. Nessa vida sei que tenho muito ainda que aprender para ensinar.
E se de repente eu parasse de escrever sobre o amor. E se ao invés do amor eu passasse a escrever sobre os meus amores, todas elas?! Seria fascinante, uma viajem ao tempo, um mergulho nas lembranças; o dedo na ferida, o sangue coagulado, a cicatriz se abrindo. Eu saberia que ainda fazendo isso e juntando página por página, nenhuma teria valido o que valeu a minha Capitu. Não a de Machado de Assis e seu Dom Casmurro, mas a minha!
Eu já não tenho grande vontade em escrever, ler, sorrir. Já faz tanto tempo que meu celular tocou pela última vez. É estranho, parece que ninguém sente minha falta... Já eu? sofro loucamente por várias ausências. Meus dias são sempre iguais: Trancada no quarto, esperando o tempo passar. Amigos? Não tenho. Afastei-me da minha família e me enterrei dentro de mim mesma. Eu já não sei ser a garota que fui. Hoje sou só mais um alguém no mundo que representa nada. Sou aquela por quem você passa na rua e nunca nota. Sou aquela que ama fazer novos amigos, mas vive constantemente solitária. Eu sou exatamente tudo de mais desprezível em alguém. Quando tento falar sobre as dores que sinto, esbravejam afirmando ser drama. A verdade é que talvez calar o que sinto, seja mais fácil que gritar ao mundo o tamanho das minhas dores.
"Aprenda a escrever no livro da vida... Tudo que nele colocamos não podemos apagar nem voltar pra arrumar, não há borrachas que funcionem e nem escritas à lápis, tão pouco podemos usá-lo como rascunho... Tudo que definimos e trilhamos foi decidido por nós, cada renúncia e cada escolha... Aprenda a escrever com carinho, delicadeza e cuidado, antes que suas páginas acabem sem sua obra estar finalizada, tal qual roteiro que planejastes..."
Escrever e não saber a hora de parar, nem para amar. Escrever cada linha de hoje, como se hoje fosse eterno e, não houvesse maneiras de atrapalhar tamanha felicidade. Escrever e ter certeza de cada linha descrita e definida. Escrever, e por fim, ter a conciência de que outros corações também estejam sentindo o mesmo que você, por isso nunca nenhuma dor será pior do que a outra, nenhum coração será mais despedaçado do que o outro. Vivemos em um mundo, no qual palavras estão consequentemente sendo mais necessárias do que apenas gestos. Por isso, certifique-se de quais palavras estás usando, seja em qualquer momento, seja em qualquer dia. (amandp)
Vontade de escrever uma carta de amor. Escrever apenas: a gente se vê. Bem no meio do papel, vasto e branco todo o resto. Como toda essa vida interposta entre dois dias, o que não chegou e o que fez tudo mudar. A carta, o amor, a vastidão branca. A vontade interposta da vida. Mas a gente se vê, quem sabe.
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