Escrever uma carta a uma Criança
Trago comigo a lembrança
Do tem que eu era criança
Do tempo que o povo tinha esperança
A palavra tinha valor
Tudo tinha outro sabor
O mundo chorava menos de dor
Naquele tempo tinha mais amor
Hoje está tudo diferente
É só dor e sofrimento
É só pranto e lamento
Mas um dia espero tudo mudar
Que as pessoas de novo possa se alegrar.
Qual é seu papel?
De criança inocente vítima dos pais.
Esposa que se sacrifica.
De pai, que se mata para manter o lar.
Trabalhador explorado pelo patrão, pela vida, etc...
Vítima do destino.
Todo drama, quanto mais forte, mais próximo fica do cômico.
Qual é? Vítima? Dramático?
Pare de ser coitado...só.
Amor maduro, o que pode se dizer sobre amor maduro?
Digo que amo alguém com o meu lado criança.
Criança é sincera, se ama, ama!
Essa coisa de amor de adulto é meio complicado.
Adulto que sofre de adultice procura um tal de amor que compense, recompense e que e não peça muito em troca.
Cada um ama da forma que sabe, que pode e que quer. Será isso amor?
Hummmmmmmmm
Cada um que responda por si!
Ser criança é pensar que
o mundo é um parque de diversão.
Ser criança é devorar sorvetes,
chocolates,doces,pipocas...
sem medo de ganhar peso
Ser criança é não saber disfarçar,
mudar de assunto por medo
de ser surpreendido mentindo.
Num mundo onde papai noel
vai chegar,o super-herói vai pegar
o vilão.
Ser criança é falar tudo o que sente.
A inocência de uma criança
está estampada na sua sinceridade.
Já fui criança,
Agora adulto sou;
Fui as vinte mil léguas submarinas,
Sentindo uma adrenalina,
Pra pegar uma bola
Que lá no fundo ficou.
Minha mente era estranha,
Eu me sentia criança
Que lá no fundo ficou.
Entusiasmado com os adventos,
Criava meus próprios inventos;
Cheguei até consertar um helicóptero
Que em Nárnia ficou.
Subi numa árvore
E vi uma lua girando entorno de mim,
Eram meu Aforismos,
Que se diziam meus amigos;
Mas que no passado os esqueci.
Desde a infância
Já era uma criança
Que com esperança
Ia do início ao fim.
Hoje cresci,
E meus pensamentos
Ficaram segmentados,
Corro de volta ao passado;
Mas já atormentado,
Não sei se é o início ou fim.
Seja ridículo
Volte a ser criança, brinque rabisque faça coisas engraçadas.
Não tenha de ser medo de você
Seja como o Quasimodo, saia em um dia de folia, se mostre como você é, não tenha medo de ser o ridículo
Não tenha medo do ridículo, aliás quem te disse que você é ridículo?
Isso é apanas um rotulo, pra quem se preocupar com isso?
Rótulos saem com água e sabão, então esqueça
invente e se reinvente sempre!
Não imposta quem você é, sempre seja você , seja original
Seja como criança que faz coisas estranhas, esquisitas
Aprenda e reaprenda a ser feliz com suas imperfeições ou perfeição, pois tudo é uma questão de opinião, então pare com essa discutível Perfeição,
Quando nós mostramos como somos sem essa armadura forçada pela sociedade, aprendemos a viver aprendemos a correr riscos.
Aprende a sair em um dia de folia e se permitir a ganhar a coroa do ridículo, sabe porque?
Porque assim aprendemos a ser nós mesmo e não á coisa melhor que isso
E quem sabe quando passamos a ser nós mesmo talvez, só talvez nós inspiramos outros a serem eles mesmos
Seja ridículo o mundo precisa de mais pessoas assim!
O amor e a criança...
(Nilo Ribeiro)
Foi fogo, foi paixão,
um belo enredo,
era feliz o coração,
uma criança com brinquedo
comparar nosso amor,
chega a ser sofrido,
passamos por tanta dor,
que eu preferia ter morrido
hoje só há lembrança,
não há mais esperança,
foi tanta desconfiança
que quebrou o brinquedo da criança
não dá para resgatar,
dois lados inseguros,
a criança vai ficar sem brincar,
tadinha, ela vai para o quarto escuro
não é poesia lúdica,
é relato sem hipocrisia,
ficamos sem a nossa música,
a criança ficou sem alegria
criança e amor,
não vejo comparação,
tente explicar meu nobre escritor,
a que ponto vai sua imaginação
não sou persuasivo,
nem mesmo convincente,
só penso que o amor é tão divino,
quanto criança inocente
o poeta precisa amar,
para se sentir mais verdadeiro,
como pra criança brincar,
ela precisa de brinquedo
para ser feliz uma criança,
ela tem que viver de brincadeira,
para o poeta viver de esperança,
ele tem amar a vida inteira
amei de verdade,
isto não é segredo,
hoje verso a saudade,
ela virou meu brinquedo...
Quando criança antes mesmo de aprender a sentar, Eu caí várias vezes, me levantaram e ficou um hematoma. aprendi a andar, mas ainda assim tinha tempo de cair, não parei de andar e fui caindo até então.
A diferença eh que, enquanto criança minhas quedas afectavam somente a pele, mas depois fui me associando. por influência das instituições de ensino, aprendi que o Homem é diferenciado dos outros animais Pelo uso da razão, mas é o único ser cruel capaz de ferir a alma.
A descida do rei foi árdua, mas o seu retorno
glorioso! (...) Toda criança é rei! O tempo
passa e a gente tem que vestir a armadura, subir
e descer as montanhas e ir para guerra, a missão
da vida. A medida que envelhecemos voltamos aos
poucos a ser "criança", porém, com maior
sabedoria. A maneira que o rei retorna depende
da maneira que ele batalha. Ele pode retornar e
o seu castelo estar em ruínas ou ele pode
retornar com sabedoria suprema e honra de
conquistas com méritos. E então, o menino dado
como morto retorna a seu povo. Eles entoam
canções, tambores o saúdam, e sua rainha o
completa carregando com ela o seu herdeiro. E
então ele vivencia a sua glória e educa o
herdeiro do trono ates de descansar
definitivamente.
ENTÃO VEM O NATAL
Em nosso tempo de criança
Esperar pelo Natal era uma alegria
A árvore era um sonho, uma esperança
De que o Papai Noel existia.
Depois a gente ia crescendo
E já nele não mais acreditava
Mas fingia bem me lembro
Senão presente não ganhava.
O presépio sim era importante
Pois a cada ano que passava
Vinham ideias mais interessantes
E com criatividade a gente o montava.
Agora com os tempos já idos
Nosso coração continua exultante
São os netos que nos deixam comovidos
Com esta expectativa contagiante...
Quando eu era criança, costuma brincar com minhas amigas com uma espécie de jogo em que "prevíamos" o futuro. Funcionava da seguinte maneira: desenhávamos um quadrado em um papel, dentro dele escrevíamos a idade com que iríamos casar (sim, porque com 7 anos, você acha que a vida vai achar lindo e super colaborar com seus sonhos matrimoniais), em cima d o quadrado ficava a primeira letra dos pretendentes; de um lado, a quantidade de filhos; do outro, se iria ser menino ou menina e embaixo, a cidade onde a família de comercial de margarina iria morar e ser feliz para sempre. Depois que o "tabuleiro" estivesse pronto, era ir contando de acordo com o número dentro do quadrado e, claro, ele sempre iria parar naquilo que seria o seu futuro.
Não preciso nem dizer que a vida contrariou todas as expectativas. Eu não casei com 20 anos, felizmente! (Nem com 24 e acho que não rolará nem com 30). Não tive 2 filhos, mas fui morar no Rio de Janeiro. Nem muito menos, nenhum daqueles meninos catarrentos virou o amor da vida (Graças!).
Ontem, eu completei 1/4 de um século de vida. Pode parecer pouco para muitos, mas pareceu inatingível para mim, um dia. Com 7, 8, 15, 18 anos, você acha que com 25 vai ser muito adulto e vai estar, no pior das hipóteses, sofrendo em Paris. Que no alto do seu apartamento de cobertura ou nos voos altos de primeira classe, estará imune a todo e qualquer problema.
Hoje, tudo parece meio ridículo. O dia a dia nos mostra com suas doses cavalares de realidade dura que não é bem assim. 80% das pessoas que eu conheço com 25 anos ou mais não está nem perto dessa idealização. São pessoas normais, que dormem tarde estudando e acordam cedo para trabalhar, que usam os finais de semana com cursos chatos (e tão necessários) de pós-graduação ou de idiomas, que possuem relacionamentos normais, cheios de altos e baixos, que juntam um dinheirinho suado para passar um finalzinho de semana na praia, que vivem vidas comuns e não hollywoodianas.
Reproduzir Legião Urbana e dizer que o futuro não é mais como era antigamente, nunca fez tanto sentido. Bem antes dos 21, percebi que existia uma linha muito tênue entre livre arbítrio e destino. E queria usar desesperadamente apenas o primeiro, como se fosse possível. Mas com 23, admiti que é perda de tempo tentar diferenciar um do outro. Você simplesmente acorda e parte para vida para dar o seu melhor.
Não tive alguns sonhos realizados, mas sempre tive além do que preciso. Tenho família, que seria até uma luta injusta contra meu vocabulário limitado tentar descrevê-la, de tão incrível que é. Uns amigos maravilhosos, que me pergunto todos os dias se mereço. Porque quem me conhece sabe que não sou fácil, nunca fui.
Obrigada a todos pelo carinho de ontem, de sempre! ♥
Suave
Brisa do encanto suave de uma criança.
Fixando o olhar.Em um ponto indefinido
no tempo. Em que nada espera. Além
de brincar e ser feliz.
Suave momento, que nos sequestra
por dentro.E nos esquecemos de tanta preocupação.
Guerras acirradas com o mundo e tempo.
Deixando escapara bons momentos.
Por medo, culpa ou competição.
Quando foi que deixamos de ser crianças?
E ; quando na vida. Nós mudamos a razão?
Cada um por si .Deus por todos.
Mas nem todos, com o mesmo quinhão.
Suave, também deixou de se o olhar para a vida.
E não se lembra mais. Quando?
Alcançar o próprio espaço. Lhe fez correr ,
e ocupar a situação confortável.
Na precisão , preciosa do ser.
Para proteção e conforto.
Não foi só você.
Conforto. Contido armazenado e esquecido.
Ficando , a um passado distante.
Um momento perdido. Que nem se lembra mais.
Associando a um um momento suave.
Onde o medo não chegaria chegaria mais.
E aquele momento suave, se estenderia,
por toda uma vida. Em continuidade de um sonho.
Assim, como. O olhar da criança. Sem apego. Sem nada
apenas largada em suas mãos. Com o espirito repousando
no Anjo de sua proteção..
Suave , compartilhando a viagem, ditada apenas pelo coração.
E, naquele olhar. Trazer-lhe a lembrança.
De que. Quando criança. Seu olhar para a vida. Também foi assim.
Em que, nenhum ato, não se realizava por exagero.
E se ouve-se esforço , seria para um maior prazer.
Como pedalar no parque, ao encontro da brisa.
Ou ser levantada para o alto em seus braços,
para poder sorrir. e com um olhar suave.
Ensinar onde se encontra, O tesouro da vida.
E a verdadeira felicidade.
marcos fereS
INFÂNCIA DE MUSEU
Criança
Lembro da minha infância
Estrela nova sela
Amarelinha
E Pega pega
Queimada
Policia e ladrão
Escondi escondi
Empina pipa
Com taco e garrafa na mão
Beques
Cada macaco no seu galho
Futebol de rua
Ate sair tampa do dedão
Um band aid
E mertiolate do que arte
Era a solução
Questão de minutos
Chutava de dedão
Antes à escola
Depois a diversão
Amizade verdadeira
Nada a Brinques
Só na bolinha de gude
E quando era com os primos
Pois preferia a ganhes
Não tinha tempo ruim
Na verdade tinha
Mas sabíamos improvisar
Futebol na chuva
Até o tempo melhorar
Saudades
Enquanto
Contava a história de minha infância
O menino não parava de olhar
Seu celular
Não parava de apitar
Conversei sozinho
Até ele se retirar
Se soubesse teria escrito
Enviado por SMS
Pra receber sua atenção.
O tempo me fez voltar a acreditar no amor,não aquele amor romântico que a gente desde criança está acostumado a escutar,a ler.
Mas ao Amor de verdade,amor de gente grande.
O amor que acontece pelo outro apesar dos defeitos.
Comecei a entender que o outro pode pisar na
bola mesmo me amando,o amor existe,mas a pessoa continua sendo humana,e ninguém mais humana que
eu pra entender que é difícil fazer tudo certo sempre.
O amor acontece sim,mas também acontecem as brigas por ciúme, as discussões por qualquer outro motivo.
É normal, e até saudável pra que se sinta que o sentimento ta ali,vivo.
Pra quem não acredita eu digo,o amor existe!
e um belo dia,a gente se dá conta disso e tudo que pensávamos ao contrário cai por terra.
Ainda bem.
o homem olha no espelho e vê algo nada natural;
Vê a criança que foi um dia.
As lagrimas escorrem pelo rosto do homem.
Ele sente vontade de acariciar a criança,apertar em seus braços.
Então ele sussurra:aguente firme tudo vai ficar bem.
A criança no espelho olha para o homem com olhos tristes e surpreso murmura: eu sobrevivi.
Respeito todo mundo quer.
O idoso, o aposentado.
O doente acamado.
A criança carente.
O filho adolescente.
O jovem trabalhador.
O adulto desempregado.
O pobre ou milionário.
Respeito todo mundo quer.
A arte de respeitar está em saber aceitar,
as diversas maneiras,
que cada um tem de pensar.
Respeitar o amor, seja qual for a união.
Respeitar aquele pobre cidadão,
que não tem dinheiro para comprar o pão.
Respeito está até aqui neste texto.
Se gostou compartilhe e se não gostou silencie.
Se Chover, Deixe-me Ser Criança
Deixe que eu sinta o cheiro da terra molhada,
Que eu pise no chão descalço,
Que eu corra nos terrenos baldios,
Que eu espalme a grama do estádio,
Que eu pegue granizo da calçada,
Que eu tome banho nas goteiras do prédio,
Que eu vá as cabeceiras dos rios,
Que eu pule nas águas do riacho,
Que eu brinque com moleques na rua...
Que eu suje as roupas de lama,
Até eu me cansar de tanta alegria!
... Se chover, deixe-me ser criança!
Autor: Vauvei Vivian Do livro: Acordes para sonhar
Aquela casa
Aquela casa tem flores, tem criança e tem bichinho
Aquela casa tem teto, tem paredes tem sofá
Aquela casa tem vista, tem garagem e celular
Aquela casa tem gente, tem mentira e tem verdade
Aquela casa tem oração, doação e caridade
Aquela casa tem tranqueiras, tem de tudo um pouquinho,
É igual a tantas outras, cheia de tudo...
Mas sem amor e sem carinho.
JOVENS ENTRE NÓS
Leia: "Mateus 19:13-25" Aí ele [Jesus] disse:
- Deixem que as crianças venham a mim e não proíbam que elas façam isso...(v.14).
Examine: Maldito seja aquele que não respeitar os direitos dos estrangeiros, dos órfãos e das viúvas ! ...
(Deuteronômio 27:19).
Considere: Que criança necessitada de sua comunidade você vai amar e sustentar? O que o motivaria a sustentar uma organização que cuida de órfãos em terras estrangeiras?
Nossa geração está experimentando o maior aumento de população de todos os tempos. Estamos vivendo durante uma era em que há mais crianças no mundo - 2,5 bilhões - do que jamais houve antes. Meio bilhão dessas crianças vivem em nações abastadas, e 2 bilhões vivem em países em desenvolvimento.
Enquanto vivia na Uganda, país da África Oriental, onde existem dois milhões de órfãos, e mais de 50% da população tem idade inferior à 14 anos, testemunhei a situação que as crianças estão enfrentando em nações reduzidas à pobreza. Reconheço a seriedade da exortação de Deus de que a igreja estabeleça como alta prioridade, amar e proteger as crianças - particularmente as que não têm pais.
"Alguém está pensando que é religioso ? Se não souber controlar a língua, a sua religião não vale nada, e ele está enganando a si mesmo. Para Deus, o Pai, a religião pura e verdadeira é esta: ajudar os órfãos e as viúvas nas suas aflições..." ( Tiago 1:26-27 ).
Há muito trabalho a ser feito. De acordo com a UNICEF, "Perto de 11 milhões de crianças ainda morrem a cada ano, geralmente de causas simples de prevenir. Estima-se que 150 milhões de crianças estejam mal nutridas. Acima de 120 milhões não frequentam escolas. Dezenas de milhões trabalham - muitas vezes em situações abusivas. Milhões estão expostas a conflitos e outras formas de violência." De que maneira você pode ajudar as crianças em sua própria comunidade e ao redor do mundo ?
- Intervir em oração por crianças que são vítimas de injustiça ( Isaías 1:17 ).
- Em nome de Jesus, entregar e/ou doar alimentos e roupas para crianças necessitadas ( Deuteronômio 10:18 ).
- Seguir o exemplo de Jesus deixando que as crianças se sintam bem-vindas e amadas em Sua presença ( Mateus 19:14 ).
Faça como Jesus, abra seus braços a uma criança hoje. - Roxanne Robbins
História infantil
Era uma vez uma menininha chamada Aline Kayra, uma criança doce e gentil que adorava brincar de bonecas. Desde pequena, ela sempre foi fascinada pelo mundo dos brinquedos e criava histórias incríveis com suas bonecas. Na imaginação de Aline, as bonecas eram suas filhas e ela era a mãe carinhosa que cuidava delas com todo amor e dedicação.
Aline passava horas brincando no seu quartinho transformando-o em um verdadeiro mundo de fantasia. Ela adorava preparar comidinhas de mentirinha para suas bonecas, organizando festas e jantares imaginários. Com uma criatividade sem limites, Aline inventava receitas mirabolantes e servia seus pratos com muito orgulho para suas filhinhas de pano.
Além de cozinhar, Aline também gostava de cuidar da casinha das bonecas, limpando e organizando cada cantinho com esmero. Ela adorava arrumar os móveis, trocar as roupinhas das bonecas e até mesmo dar banho nelas. Para Aline, aquelas eram tarefas importantes, pois mostravam o quanto ela se importava com suas filhinhas de brinquedo.
Mas o que Aline mais amava fazer era levar suas bonecas para passear. Com um carrinho de bebê emprestado de sua mãe, ela saía pelas ruas do bairro, conversando animadamente com suas bonecas e mostrando para elas o mundo lá fora. As pessoas na rua sempre sorriam ao ver Aline passar com seu séquito de bonecas, encantadas com a doçura e a inocência daquela menininha.
No entanto, nem todos entendiam o amor de Aline por suas bonecas. Alguns colegas de escola zombavam dela, chamando-a de "criança boba" e dizendo que ela deveria brincar de coisas "mais crescidinhas". Mas Aline não se importava com as críticas, pois sabia que aquelas bonecas eram suas companheiras mais fiéis e estavam sempre ao seu lado nos momentos de alegria e tristeza.
Um dia, enquanto brincava no parque com suas bonecas, Aline conheceu uma fada mágica. A fada, que se chamava Lumiella, tinha o poder de transformar os sonhos das crianças em realidade. Encantada com a gentileza e a pureza de Aline, Lumiella decidiu conceder-lhe um desejo especial.
"Peça o que quiser, querida Aline, e eu farei com que seu desejo se torne realidade", disse a fada com um sorriso.
Aline pensou por um momento, tentando decidir o que desejava mais do que tudo no mundo. Então, ela olhou para suas bonecas e disse:
"Eu desejo que minhas bonecas sejam de verdade, para que possam falar, andar e brincar comigo de verdade".
Lumiella sorriu e acenou com sua varinha mágica, transformando as bonecas de pano de Aline em seres vivos. As bonecas ganharam vida, pulando do carrinho de bebê e abraçando Aline com alegria. Elas se apresentaram como Clara, Bella e Theodora, e prometeram nunca mais deixar Aline sozinha.
A partir daquele dia, a vida de Aline mudou para sempre. Suas bonecas se tornaram suas melhores amigas, compartilhando com ela aventuras incríveis e momentos mágicos. Clara era a mais velha e sábia, sempre dando conselhos sábios para as outras bonecas. Bella era a mais alegre e extrovertida, sempre animando o grupo com sua energia contagiante. E Theodora a mais sensível e carinhosa, cuidando de Aline como se fosse sua própria filha.
Juntas, Aline e suas bonecas viveram muitas aventuras emocionantes, explorando o mundo da fantasia e enfrentando desafios incríveis. Elas voaram em tapetes mágicos, navegaram em barcos de cristal e dançaram sob a luz da lua. Com a ajuda da fada Lumiella, elas realizaram feitos incríveis e tornaram-se lendas no reino da imaginação.
No entanto, nem tudo era perfeito no mundo encantado de Aline. Um dia, uma bruxa malvada chamada Vera invadiu o reino da imaginação, ameaçando destruir tudo o que Aline mais amava. Vera era cruel e poderosa, usando seus feitiços sombrios para semear o medo e a desconfiança entre as amigas.
Determinada a proteger suas bonecas, Aline enfrentou a bruxa com coragem e determinação. Com a ajuda de Clara, Bella, Theodora e a fada Lumiella, ela lançou um feitiço poderoso, banindo Vera para sempre do reino da imaginação. A vitória de Aline foi celebrada com festa e alegria, restabelecendo a harmonia e a paz no mundo das crianças.
E assim, Aline e suas bonecas viveram felizes para sempre, brincando e sonhando juntas no mundo encantado da fantasia. Sua amizade era eterna e inquebrável, provando que o amor e a imaginação podem superar até mesmo os maiores desafios. Para Aline, suas bonecas eram mais do que simples brinquedos, eram companheiras leais e confidentes em quem ela podia confiar para sempre. E assim, a menininha continuou a ser a mãe carinhosa de suas bonecas, espalhando amor e alegria por onde quer que fosse.
E assim viveram felizes para sempre...
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