Escrever uma carta a uma Criança
QUALQUER POESIA
Demétrio Sena - Magé
Escrever um poema nos faz desguar
um riacho rebelde, uma foz inquieta,
no mistério profundo, insondável do mar
que parece viver pra servir ao poeta...
Ou lançar no infinito essa mágica seta
(que o silêncio conduz numa esteira de ar),
sem um alvo preciso pra chamar de meta
quem apenas fomenta seu dom de voar...
Mesmo assim, um poema nunca soa inútil;
pode até parecer desantenado e fútil,
entretanto algum verso vai ferir alguém...
Social ou político (tantos de amor),
com enlevo, ironia ou com senso de humor
tocará muitas vidas a força que tem...
... ... ...
Respeite autorias. É lei
ESCREVER
Escrever é um ato de coragem, é estar aberto a críticas, é aprender a lidar com o silêncio das editoras sérias, é saber se comportar diante dos julgamentos, é aceitar dicas dos escritores mais notáveis, é a liberdade de se abrir para o mundo, e revelar os males da alma, escrever vai além do processo criativo, é a arte de assumir riscos.
Quem sou eu para escrever o que escrevo?
Escrevo há vinte anos. Para jornais, para sites, para quem quiser ler.
Há quinze anos, vivenciei a prática: atuei em associações culturais, comunitárias, presidi grêmio estudantil, estive em movimentos sociais — inclusive na luta LGBT — e comuniquei, com voz firme, em rádio comunitária.
Trago na pele e na palavra a marca das experiências políticas e ideológicas que atravessam minha existência desde sempre.
Tenho 38 anos de vida. E esta é, talvez, minha maior formação.
Sou inquieto. Busco, pesquiso, observo, anoto.
Gosto do que é difícil de compreender — não por vaidade, mas por necessidade. Porque há beleza no que exige mais da mente e do sentir.
Não temo a sombra: ela é natural.
Não fujo do vazio ou do silêncio: convivo com eles. E sei que são territórios que só os corajosos atravessam sem desviar os olhos do espelho.
O que escrevo nasce disso tudo.
Da coragem de pensar.
Do risco de sentir.
Da ousadia de encarar o que muitos evitam.
Eu perdi.
Perdi minha inspiração para escrever.
Perdi minha inspiração para viver.
Perdi você para algo que nunca vou poder ver.
O quão triste isso pode ser, perder a vontade de viver
mesmo depois de tanto querer.
O quão triste isso pode ser, perder o sonho de te
ter, e te ver crescer.
O quão triste isso poder ser, sentir que quando você
partiu, algo dentro de mim também partiu.
no fim; eu perdi o quê você ganhou.
Alguns nomes de pessoas de Santa Helena, que meu pai lembrou, e me fez escrever...Parte V.
José Partata
Flauzino Luiz de Freitas
Francisco Luiz de Freitas
Salmo de Freitas (Gambá)
Teodomiro Rego
Armando Felix
Armezinda Ferreira
José Arroz
Chico Surdo
Osmar Davi de Oliveira
Vital de Oliveira
Odilon Alves Martins (Tuta Alves)
José Basilio de Freitas (José Basil)
Marieta Madeira do Rosario
José Segundo de Melo
Orozimbo Carlos
Prostetato Joaquim Bueno (Tati)
Geraldo Martins Rosa
Leonel Ferreira de Azara
Paulo Seroni
Wilson Gouveia do Carmo
Agnel Bueno da Silva
José Pratinha
Doreste Ribeiro Nunes
Jales Ribeiro
Clarindo Olimpio de Freitas
Zeca Tobias
José Pereira da Silva (Zé Teia)
José Procopio
José Pereira (Caicó)
Levi de Freitas
Tito de Freitas
Paulo de Freitas
Gê de Freitas (Gê da Chave)
Domingas Neves
Alberto de Deus Guerra
Silvio Meireles Vasconcelos
Djalma de Freitas...Façam as Correções quem for de direito
Alguns nomes de pessoas de Santa Helena, que meu pai lembrou, e me fez escrever...Parte IV.
Serafim José de Azevedo
Azarias Camargo Neto (Camargo)
Naudoque Rego
Antonio Garcia
Manoel Honorato
Ciro Mendes
Overlaque Belo
Gilson Belo
Antonio Pereira de Moura (Copeira)
Juliano Azevedo
Joaquim Vencio Primo
Aneria da Costa Freitas
Antero Martins Faria
Emerenciano Martins Borges (Batanha)
José Soares Galvão (Zé Mineiro)
Valeriano Martins Soares
José Vicente Soares
Valeriano da Silveira Leão (Valé)
Narcisa Costa Leão
Geraldo Leão de Brito (Bigode)
João da Costa Leão (Tito)
Mizael Rodrigues de Castro
Alice Bueno
Gesse Aguiar e Silva (Prefeito)
Rogerio Engelber (Rogerio do Ganso)
Higino João de Souza (Gino Baiano)
Adiventino Vieira Cabral
Francisco Martins (Chico Anú)
Brasilino José Caetano (Juca Italiano)
Alcides Rodrigues da Silva (Alcides Modesto)
Ronan Martins de Assunção
Belani Martins de Assunção (Belo)
Deoclides Martins de Assunção (Zico)
Hermes Martins
Abadio Vieira (Funileiro)
Moises Bueno de Freitas
Francisca Bueno de Freitas (Chança)
Demerval Vilela Horbilon...Façam as Correções quem for de direito...(Patife)
Alguns nomes de pessoas de Santa Helena, que meu pai lembrou, e me fez escrever...Parte III
Antonio Vicente Gomes (Antonio Mineiro)
Duplanil Faria de Souza (Meu Avô)
Vitoria Pereira (Minha Avó)
Miguel Zeferino Martins (Cumpadre MIguelinho)
Avelino Faria
Ali Abdul El Ali
Noé Madeira
Veronica Lourenço (Mãe do Branquinho)
Versulino Arantes
Antonio Martins de Assunção
Quirino Martins de Assunção
Abel Martins de Assunção
Gumercino José de Freitas (Negrada)
Lazaro Bueno de Freitas (Saru - Poeta)
Benigna Bueno de Freitas
Benjamim Bueno de Freitas (Tio Beijo Bueno)
Davi Bueno de Freitas (Grande Amigo)
Sebastião Bueno de Freitas (Tonem pai do Meiron)
Duplanil Bueno de Freitas (Pani)
Joaquim José de Freitas (Joaquim da Jaira)
Noemia Martins de Freitas
Onofra Martins de Freitas (Tia Santa)
José Tiel
José Tiel Filho (Tielinho)
Sinhorinha Martins de Assunção
Arlindo Martins de Assunção
Carlinda Martins de Assunção
Olivia Martins de Assunção
Odilio Martins de Assunção
Alzira Martins de Assunção
Lazinho Tome
José Tomé
Joaquim Tomé
Euripedes Ferreira (Do Correios)
Jose de Brito (Abrigo)
Davi Paranaguá
Epaminondas Valim Franco (Chete)
Jarbas Alves de Gouveia
Augusta Barbosa
Paulo Sato
Cesar de Freitas Silva...Façam as correções quem for de direito...(Patife)
Alguns nomes de pessoas de Santa Helena, que meu pai lembrou, e me fez escrever...Parte II
Valdivino José Rosa
Coleta Maria Bueno
João Bueno Filho
Jeronimo Bessa
Tia Purcina
Maria Luiza de Freitas
José Azevedo Sobrinho (Bébe Salviano)
José Honorio de Oliveira
Francisco de Souza Lima
Durval Ribeiro da Cunha
Tulio Ribeiro da Cunha
Dona Dorva
Periano Arantes
Lilone Tiago de Freitas
Idalina Francisca das Neves
Eduardo Ventura
José Pires de Oliveira
Otaviano de Oliveira
Antonio Silva Neto
Anizio Marques
José Prateado
Nicolina Faria Gomes
Joaquim Gomes (Ti Quinca)
Antonio Tropeiro
Antonio Camilo
Tarsila Bueno
Jonas de Freitas Silva
Pedro Romualdo Cabral
Oclécio de Souza Lima...Façam as correções que for de direito
Alguns nomes de pessoas de Santa Helena, que meu pai lembrou, e me fez escrever...
Turmim Azevedo
Jose Salviano de Azevedo
Joaquim Rosa Bueno
Bento Martins Barros
Sebastião da Silva Barros
Lindomar Castilho
Osmar Cabral
Herminio de Paiva Cabral
Jose Luiz de Freitas (Pai dele)
Ana Martins de Assunção (Mãe)
João Martins de Assunção
Deuclides Venceslau da Silva
Jose Francisco da Silva (Zé Modesto)
Antonio Martins da Silva (Antonio Cavu)
Manoel Venus (Mané Galinha)
João Pereira de Moura (Tirinha)
Joaquim Martins de Assunção
Pedro Brolo (Perin)
João Lourenço da Silva (Pai do Branquinho)
Alvina Pereira do Prado
João Queixada
Jose Queixada...Essa é a primeira parte - façam as correções quem for de direito...(Patife)
"Hoje, eu pensei em escrever, mas não sabia pra quem.
Tentei encontrar nas minhas palavras, alguma que me fizesse bem.
Eu fujo da solidão, as vezes, procuro um alguém.
Que me liberte desse amor, que em um só olhar, me fez refém.
Eu busco o calor do Sol, mas aí a chuva vem.
Tento encontrar-lhe em outros braços, mas igual a você, não tem.
Lembrar-lhe sempre exultou-me a alma, mas hoje, já não me faz bem.
Desarrazoado, meu coração, te busca em outrem.
Parvo, desolado, ele te encontra em ninguém.
Hoje, ele tentou bater mais forte, mas não sabia por quem..."
Eu observo, logo escrevo...
Escrever é uma maneira maravilhosa de transmitir percepções de forma que ressoe com as pessoas, mesmo que elas ainda não tenham alcançado o mesmo nível de entendimento. Por meio dos meus textos, posso semear reflexões e tocar os corações daqueles que procuram orientação. Utilizo a escrita para expressar minhas vivências e insights.
Compartilho pensamentos sobre a importância de viver de forma autêntica, sem medo de expressar minhas emoções e minha verdadeira essência. Procuro com minhas palavras incentivar a humildade, a tolerância e a paciência, que são essenciais para construir relações saudáveis e significativas.
A escrita é o canal pelo qual divulgo minha jornada interior e minha conexão espiritual. Assim como encontrei apoio nos escritos de outros, espero que minhas palavras possam orientar e inspirar aqueles que buscam entender mais profundamente seus sentimentos na jornada evolutiva.
Posso te escrever mais um poema
Sei que não sou tua insônia
talvez nem seja o teu descanso
Desejo ser o teu abrigo
Teu mais sincero desejo
Teu calor nos dias frios
Cantar a música da tua dança
Ser a flor do teu espinho
Um amigo, uma livre esperança
Você é minha saudade
Minha presente tristeza
Meu girassol amargo....
Meu doce bicho preguiça
Eu queria te dizer
o que todos poetas dizem
mas eu não sou sou poeta
sou apenas um carinha triste.
Minha mente não sabe ao certo
Mas meu peito grita
não desiste dela, insiste
Mas a dor é a pesada cruz
De quem ama e não seduz
Hoje eu senti a necessidade de escrever, de transbordar em palavras aquilo que sinto. Ontem, permiti-me vazar, escoar as emoções que estavam represadas. Recordei-me de Viviane Mosé, que em seus poemas presos nos lembra da importância de dar vazão aos sentimentos. E foi isso que fiz: deixei que eles fluíssem.
Encontrei duas amigas queridas, com quem compartilho um amor de 12 anos. Ambas trilharam caminhos distintos, mas agora se reencontram. Apesar das marcas do tempo e dos desafios enfrentados, o elo entre elas permaneceu. É fascinante perceber como a vida, com seus fluxos e refluxos, separa e une as pessoas, quase sempre com um propósito maior do que conseguimos entender. Talvez o destino as coloque juntas novamente para que uma seja o reflexo e a transbordação da outra, preenchendo os vazios que cada uma carrega.
Ao observá-las, senti-me atravessado por suas histórias e pela beleza contida no reencontro. A essência de cada uma continuava intacta, mas transformada pelas experiências vividas. Nesse encontro, enxerguei a potência do amor que resiste, que sobrevive às dores e floresce em formas inesperadas.
É difícil para mim escrever sobre isso. Desde que desci da estação, construí um escudo protetor contra as dores do amor. Ainda assim, não posso negar: a estação continua linda. Cada amanhecer me encontra em paz, leve, livre. Mas essa liberdade é paradoxal – enquanto posso ir e vir, sinto-me, por vezes, sem saber o que fazer com tamanha vastidão. Ainda assim, é uma sensação boa, reconfortante.
Ao reler o que escrevi sobre solidão, percebo agora que a solitude começa a tomar forma. Talvez a vida nos ensine, incessantemente, que estamos aqui para curar e sermos curados. Cada despedida e cada reencontro trazem consigo lições veladas. A partida da estação me fez perceber quais trens não quero mais tomar. E, apesar de ainda nutrir certa descrença no amor genuíno, descobri que sou capaz de amar.
Reconheço o amor que passou, ou talvez ainda passe, por minha vida. Ele foi lindo – e isso basta. Ontem, durante a parada na estação, reafirmei para mim mesmo que o amor, mesmo atravessado pela dor, é belo. A dor, passageira como é, tem a estranha capacidade de nos iluminar, de nos fazer compreender nosso lugar no mundo.
Quando o amor floresce, ainda que sob a penumbra do sofrimento, ele deixa de ser dor para se transformar em calmaria. É como se, em meio ao desequilíbrio do coração, uma paz silenciosa se instaurasse. Assim, compreendo que o amor é, antes de tudo, uma experiência humana sublime: é a transformação da dor em beleza, é o reconhecimento da nossa própria vulnerabilidade e grandeza.
E assim, como as amigas que se reencontram e se completam, percebo que cada história, cada encontro, cada despedida, desenha um ciclo que nos convida a viver plenamente. O amor é, no fim, o que nos une a nós mesmos e aos outros, transbordando para além do tempo e do espaço. E na estação da vida, onde chego e de onde parto, carrego comigo a certeza de que o amor, mesmo atravessado pela dor, continua sendo o ponto de encontro mais bonito.
Escrever é Esquecer
A literatura e a arte de filosofar, independente da área, é a maneira de nos sentirmos vivos, deixando de lado as mazelas que o mundo nos impõe, criando um mundo mais amoroso em nossos contos, cálculos e versos. Tudo um dia foi rascunho, por que não escrever nossa história sem medo de errar?
Escrever me acalma, um alento para a minha alma. Gravar palavras em versos ocasionais, exprimir talvez algo mais, cantar em silêncio a poesia, fruir dos pensamentos em letargia, suplica a alma por energia, em prantos rogando a alegria, esperança de um novo dia.
Mas como ser otimista, se das vidas esvaecem a maestria, do despertar de um novo dia, na esperança de plena alegria, se desfalecendo em nostalgia, deveras sobremaneira às porfias, no desencanto qual a magia que não vos faz ver realmente um novo dia?
Passarinho na natureza e a liberdade de escrever um pensamento que salte aos olhos, revoi na imaginação e cante no coração que sempre pega o caminho da poesia são coisas de mesma beleza;
pegando o atalho do coração passarinhos livres na natureza...
livre pensamento no verso ao vivo nas palavras; verso filmado na câmera da imaginação leitura ao vivo e a cores ao coração...
Fazer Poesia
Não é só escrever num pedaço de papel
É expor todo um sentimento com maestria
É infindável e circular como um anel
É amar incondicionalmente
Ser transparente
É procurar alguém para se inspirar
É ver poesia onde não há
A poesia é feita com amor
É uma espécie de louvor
Me inspirar em você
Não é preciso muito para escrever
É só sentir o seu calor
A poesia
É poeticamente falando uma elevação da alma
Posso estar aqui sentada a escrever
Mas meu coração estara em você
Ela pode ser uma canção
Que expressarei ao tocar o violão
Ou Talvez um Som
Aquele mágico som do coração
Pode estar num livro que você lê
Na música que fiz para Você
Pode estar numa fotografia
Pode sentir a poesia?
Poesia é acreditar
E com sentimento se expressar
É querer ver um rosto feliz
Por cada letra escrita que diz
Essa poesia foi pra você que eu fiz
Eu pensei em escrever esse poema para que pudesse tocar a sua alma.
Meus sentimentos são estratégias que procura o romance que possa oferecer um abrigo.
Quero-lhe erguer e dá-lhe a felicidade que guardo no fundo de mim, pois em silêncio te caço pelo o meu desejo.
Fico assim perdido em seu olhar e esperando que seu gosto eternamente adormeça em meu querer.
Talvez se o existir for o inverso da imaginação para seu próprio escrever;
Não apenas um reflexo, mas o talento da alma indagando ao coração pelo inesperado e a invenção;
Versos que transbordam o meu interior por alguma fatalidade, gritam em silêncio o timbre do meu próprio eu;
Sou eu, sou versos poéticos e o que me vê para justificar a satisfação;
Por você escrever com tanta simplicidade que roubaste meu coração, invadindo meu interior e fazendo-me pulsar por querer um tanto de sua alma;
Sua pobreza és meu orgulho de lutar e vencer por você e pelo nosso coração, pois não a deixo fazer-se em pó por que a solidez se faz sensata ao meu rico coração;
Seus enfeites se armam de forma simples, porém bela e plena aos meus olhos que tanto admiram;
E no meu escrever encontro as certezas do que você se transformou a mim “alegria de viver” você se tornou o meu porto seguro afirmativamente a meu coração;
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