Escrever uma carta a uma Criança

Cerca de 5974 carta Escrever uma a uma Criança

⁠As vez paro para escrever
E na minha mente só vem você
Passo aprocurar palavras para descrever
O que sinto por você
E infelizmente não consigo entender
Por que você ?!
Se sei que nunca vai me querer
Mesmo eu sabendo
Não sei se consigo te esquecer
E por isso me encontro disposto
A ser usado por você
Não que eu goste de sofrer
Mas se for para te perde
No mínimo algumas lembranças boas de você eu tenho que ter
Isso é o mínimo que um coração apaixonado almeja ter
Uma lembrança para saber que ele foi capaz de um dia saber
Que nem tudo que se ama vai consegui obter.

Inserida por Lazaro_Miguel

⁠Te falei dias atrás
Que seria melhor com você
Eu teria razões para escrever
Mas não imaginava escrever
Palavras triste e sim de felicidade
Por encontrar minha outra metade
Vejo que me enganei com essa realidade
Passei a ter certeza da realidade
Você não senti nada por mim
Tudo é apenas vaidade.

Inserida por Lazaro_Miguel

⁠O que escrevo não tem a ver com nós
Faço isso por que me sinto leve
Vejo mas em escrever
Do que falar o que penso para pessoas que não vai me entender

Me disseram que minha mente é um enigma
Mas ninguém imagina
O que faço para ser tão otimista

Em busca de ser feliz
Procurando viver a realidade
Não sendo um fantoche
De pessoas que não dão a minima para realidade

Minha realidade é uma fantasia
Que todos os dias
Troco por uma que vai me trazer mas alegria
Vivo uma vida de mentiras
Por que nunca falo o que passo na vida
E para muitos vivo na mordomia
De ter o que quero sem ter que ralar de noite e dia.

Inserida por Lazaro_Miguel

Amo escrever
Dessa forma falo o que bem entender
E ninguém interfere
Me sinto livre
Livre de palpites
Que vai contra a minha ignorância
Me sinto livre
Me sinto correndo
Sobre cada letra exposta na tela
Me sinto em paz em falar
Minhas besteiras
E sem ter ninguem para me falar
Que besteira é essa!
Hahahaha.....
Esse é o meu mundo
Falo o que penso
E nao sou expulso
Nao existe regras
Para ser quebradas
E nao existe palavras
Que nao devem ser faladas
Sou livre
Livre sou

Inserida por Lazaro_Miguel

O que me impede de escrever algo ruim e logo depois compartilhar, é a sensatez e o dever de evangelizar...

É a vivência do verdadeiro Cristão, por isso me excluo de algo que possa causar inimizades e também divisão...

Aprendi desde criança, que na Igreja sempre há esperança, que o fiel deve unir as pessoas com sentimentos de emoção, seguir os mandamentos, dialogar com sabedoria e evitar qualquer confusão...

Também aprendi que o Demônio divide, separa as pessoas através de uma ideia contraditória, pois sabe que se estivermos unidos, é impossível a sua Vitória...

Por isso insisto em seguir o que disse o Cristo, pois se você na igreja sempre está, mas o segue apenas naquele lugar, de nada a sua oração valerá...

Inserida por JeanCarlosdeAndrade

Pisar antes na areia
Escrever a nossa história
E entender que o tempo é sem retorno
Podar a roseira
Pôr um adorno em teu cabelo
Um adeus, um apelo
...um espinho
A resposta é a mesma
E cada dia é um dia
Na vida da gente
Se você faz como antes
A atitude da vida é igual
Talvez o tempo seja variante
No mais, não muda nada
O mal não muda
Se olhar pela janela
Não chove ou faz Sol todo dia
A vida acode a quem se ajuda
Enquanto vivo
Mas um dia
Teu passo na areia
Por algum motivo
Se apaga.

Edson Ricardo Paiva

Inserida por edsonricardopaiva

⁠Queria ter o dom de pintar minhas emoções. Mas, tenho o dom de escrever, então as escreverei.
Oh céus, até quando minha amargurada alma ansiará por perdão?
Minha ingratidão foi imensa. Então devo ansiar por ela em silêncio, até o fim de meus dias.
Talvez algo mude até lá, ou não. Mas, viverei como desejar, até esse dia chegar. Sem me importar com as consequências.

Inserida por jhenyfe_aguiar

Escrever poemas de manhã
Escrevo pra filha, mãe ou irmã
Dizer que acordei e pensei em alguém
Não me venha com essa
O amor não dorme
e vive com pressa
Escrever poemas à tarde
Falando do dia frio
É poema pra amor tardio
Amor que não arde
É amor que ficou na saudade
Amores com dor
Inspiram os poemas noturnos
Poemas soturnos
de coisas que foram sentidas
Diuturnamente
Mas passaram
E a gente não sente
É amor que viveu
e não levou à nada
Os melhores poemas do Mundo
São escritos na madrugada.

Inserida por edsonricardopaiva

Tem hora que a gente
sente vontade
de escrever poesia
mas não algo
Simplesmente convencional
Mas algo concretamente
Abstrato
Que falasse sobre alguma coisa
Que pesa sobre a gente
Apesar de flutuar
Algo lírico e poético
Mas que machucasse
Como se uma flor caisse
e fizesse
Alguém chorar
Como nunca chorou
Por nada
Eu queria ser poeta
Conhecer a maneira correta
De ferir somente o coração
Como uma canção bonita
Que fica na memória
e faz sentir saudade
de um lugar onde nunca esteve
ou se esteve, não se lembra
Mas tem vontade de estar
Agora
Eu não sei como se escreve
Algo que faz alguém sorrir
Enquanto chora.

Inserida por edsonricardopaiva

Escrever poesia
Foi a forma tardia que eu encontrei
Pra contar aos meus filhos
meus irmãos
e principalmente
Àqueles que não me conhecem
Coisas que eu vivi
Que gostaria de viver
e principalmente
As coisas que eu nunca vi
Não passei e não senti
Eu precisaria viver mil vidas
Pra poder escrever tudo isso
e tudo isso ser verdade
Eu as escrevo simplesmente
Pra poder expressar
e principalmente
Não deixar que fuja
Aquela inspiração que me invade
lentamente, sorrateiramente
Em algum lugar da mente
Que eu nunca vou saber qual é
Dizem que o Poeta mente
Creio que seja verdade
Mas eu às vezes acho
Certas mentiras muito lindas
e acredito que serão bem vindas
Nas almas e no coração
De muita gente que as vai ler
E dizer pra si mesmas
Que o Poeta fez um bom serviço
Pois elas sim, sentiam tudo isso
Mas não sabiam como dizer.

Inserida por edsonricardopaiva

Um dia
Eu tentei escrever
Poesia
E quando o dia amanhecesse
ter em mãos um poema escrito
Um poema
Bonito, pra quem o lesse
Sem querer entrar no mérito
dia desses, eu queria
Escrever assim, do meu jeito
No pretérito imperfeito
ou no futuro do subjuntivo
Pra falar do Sol
ou do Céu encoberto,
Falar do futuro incerto
e das portas fechadas
ou, quiçá, falar das estrelas
que eu vejo na madrugada.
Eu deixei as janelas abertas
para vê-las
Iluminei meu quarto
à luz de velas
Brinquei com as sombras das mãos
nas paredes escuras
Pensei em todas as esperanças
Concretas e vãs
Que temos ou tivemos
Analisei cada uma
das conjecturas possíveis
Viajei pelas estrelas
e lugares
pra lá de inimagináveis
Adormeci, sonhei e acordei
e quando dei por mim
A vela se acabou,
o dia amanheceu
A noite chegou ao fim
e a inspiração
não tinha vindo
senão
Eu faria um poema lindo
e depois
eu o dedicaria
De mim
Para tudo mundo.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Eu não sei escrever
poesia bonita
Como as fazem os poetas
Mas a minha é sincera
Tão fingida
e mais mentirosa
Que as deles
Do jeito que se espera
Quando se lê poesia
Um pouco de versos
Um dedo de prosa
E inverdades
Das quais lanço mão
No formato de poesia
Deixo-as aqui
Pra não usá-las
no meu dia-a-dia
Diferente dessa gente
Que traz na ponta
da língua comprida
E não tem paz na vida
Se não conta.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Hoje eu queria. Ah, como eu gostaria!
De escrever um poema
Que entrasse na ordem do dia
Palavras que a ninguém ofendesse
mas que porém, confundisse
e quando finalmente você visse
Achasse que é poesia
um poema que vencesse
concurso de fotografia
poema que te pedisse
pra aparecer qualquer dia
Que agradasse a Ana Júlia
A Patrícia e a tia Luzia
Que fosse tão interessante
a ponto de ficar exposto
na sala, na sua estante
botasse um sorriso em seu rosto
se a letra fosse miúda
você fosse procurar a lupa
e te fizesse ficar muda
ao perceber o meu pedido de desculpas
uma mensagem subliminar
neste poema tão vulgar
mas eu já sei que não vai ler
então eu vou ficar assim distante
sem um poema em sua estante
e um cantinho em seu coração.

Inserida por edsonricardopaiva

Tanto amor que existe
Não caberia em um poema
Talvez seja por isso
Que o poeta tema
Escrever aquilo que não diria
O que faria
E quantas vidas daria
Por aquela menina
Que o poeta trouxe ao Mundo
E amparou desde o primeiro dia
Não há poema que diga
Da saudade e da alegria
De brincar de formiguinha
na barriga
Fazer dormir
E olhar enquanto dormia
Sentindo desespero
Por não poder espantar
O pesadelo
Ensinar as primeiras letrinhas
E ver desabrochando
aquela flor
Aquela doce mulherzinha
Desespero e pesadelo
Em saber
Que um dia há de partir
Carregando a bagagem
Que eu próprio lhe dei
E levando
As lições que eu ensinei
Meu amor
Por que cresceste tão depressa?
E hoje já que quase
Nem mais precisa de mim
Mas vou te amar pra sempre
Mesmo assim
Pois aqui no coração
Ainda és todo dia
Aquela pequena menina
A minha doce Marina.

Inserida por edsonricardopaiva

Eu queria escrever um poema simples
Que falasse um pouquinho só
De coisas que a gente, normalmente
Tem deixado sempre de lado
Eu queria dizer coisas
Que te fizessem perceber
Ou que talvez me acordassem
E fizessem olhar
Pro ar
Pro Mar
Olhar para o Céu
Parar de olhar somente
Para as coisas que definitivamente
Não valem
Por mais que, de repente
Me calem
E que mais tarde
Olhando direito
Não convencem
Muito menos
Impressionam
Pois, na verdade
Nada me impressiona tanto
Quanto os raios do Sol
A fugir por detrás das nuvens
Irradiando Luz prateada
Eu queria só saber
Por que é que não consigo
Te convencer
Por que é que você
Olha, ouve... diz que pensa
Faz cara de paisagem
Mas nunca, porém
Entende nada
Continua vivendo ensimesmada
Parada, julgando o que não viu
Chorando o que não sentiu e nem viveu
Por que é que eu não consigo
Num simples poema simples
Fazer-te entender
As coisas que digo?

Inserida por edsonricardopaiva

Mandaram eu escrever um poema
Cujo tema fosse a palavra problema
Por achar coisa difícil perguntei:
Como assim
O problema está no início
ou está no fim?
Está no Mundo ou em mim?
O problema pode estar atrás da porta
Só os mortos não tem problemas
Os fracos e os fortes os tem
E mesmo estando presente
Ele pode vir lá do passado
Num dedo quebrado,
Embarcou no bonde errado,
Recebeu um mal olhado.
Todos temos um problema
Que julgamos ser individual
e na verdade é coletivo
e afeta a toda a Humanidade
difícil saber qual é
às vezes
a gente toma o problema nos braços
e aperta contra o peito
com toda força
Por medo de perder
E ficar de coração vazio
Ainda bem que não pediram
Pra apontar a solução.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠Biografia.
Queria ser como todos, escrever livros e não perceber,
Ser único, ter sabedoria e deixar-me ver...
Queria ler sem me cansar, brincar sem crescer...
lutar com meu ego e vencer...
Inundar sorrisos onde for, agradecer aos céus o que for...
Queria mesmo poder compartilhar sonhos e a realidade...
Adaptar-me à minha idade, ser o novo que posso ser e menos velho que deixo transparecer... Afinal... a vida é feita de instantes e cada instante é um livro...

Inserida por Ruptura

Amo escrever palavras simples
Já que viver deveria ser assim
Não preciso ser um filósofo
Para entender como preciso de você
É bem simples mesmo
Viver ao seu lado
Minha princesa
Pois é como o dia e a noite
Um não existe sem o outro
Eu preciso somente olhar para você
Pra saber que fui abençoado
Com a dadiva de poder amar
Você é poesia em minha vida
Seus versos estão guardados em minha alma
Não sou mais um livro em branco
Você é minha história
Meus versos e minhas palavras

Inserida por poema

⁠Máquina de escrever
Entender, sem ser entendido
Entregar tudo, sem receber nada
Acabou a tinta da máquina de escrever
E os papéis não tem nada para ler
É um loop infinito
Onde nos machucamos
E achamos bonito
Por isso ainda insistimos
Em um fogo cruzado
Um amor proibido
Cheio de obstáculos
Talvez com dias contados
Almejam que até os cento e quatro
Mas se assim não for
Aos cento e três
Provável que ainda vivam um conto inventado
Um lugar sombrio
Onde determinam sua felicidade
E dizem que você errou o caminho
Trilhando contra vontade
No peito, a inutilidade
Mas o que o incentiva
A lutar contra a humanidade
Se não resta mais uma gota de tinta
As teclas nunca param de verdade
Mas os papéis continuam em branco
Pra onde trilhou a felicidade?
Se olhar bem, ainda há muita tinta
Mas nada será escrito
Nada será eternizado
Enquanto o caminho não for encontrado
Só que o que fazer se já o acharam?
Ainda há tinta na máquina de escrever
Mas como escrever com as mãos atadas?
A tinta vai escorrer
E as mãos não poderão ser resgatadas
Outras coisas cairão no papel
Numa poça d’água salgada
Toda felicidade
Será rasgada
Se debruçar sob os pedacinhos de papel
Não farão com que aquela folha volte
Se arrependerão de terem a deixado sem tinta
De forma tão cruel
Mas porque deixar a tinta escorrer
Ainda há papel
Na máquina de escrever
Por favor, desamarre essas mãos
Mãos sedentas pelas teclas
Teclas estas que não podem tocar
Pois sua felicidade
Não está para o lado de lá
Ainda há tinta na máquina de escrever
Ainda há papel na máquina de escrever
Ainda há teclas na máquina de escrever
Mas talvez não tenhamos mais mãos
Para trilhar nossa felicidade
De verdade
Na nossa eterna
Máquina de escrever

Inserida por A5passosdalua

CORPUS CRÍTICOS

Hoje acordei com vontade de escrever um pouco (mas pouco mesmo).
Talvez não devesse porque, geralmente, o silêncio é mais sábio e mitiga os riscos de alguma inconsistência.
Mas, afinal, viver é estar constantemente em risco: de adoecer, de morrer e até – pasme-se – de acertar!
Num mundo onde temos uma tendência, talvez natural, de olhar mais para o externo, de julgar, de lançar palavras, de vociferar o que quer que se escute, onde a radioatividade ganha força se o “veneno” for bom, deixando raquítica nossa autocrítica e socrática análise! Pego “aqui carona em fragmentos de um princípio paradoxalmente singular e coletivo - TODOS SOMOS UM SÓ:

“Somos todos um só,
E fragmentos de nós mesmos.
Ansiamos amar o próximo,
Mas não amamos a nós mesmos.
Percebo Brahman em tudo,
Mas não percebo a mim mesmo.
Percebo tudo o que está fora,
E não o que está dentro.
Somos todos um só,
E fragmentos de nós mesmos.
Não aceitamos nossa arrogância,
Não aceitamos nosso orgulho,
Somos vários em nós mesmos. [...]”

Pois bem: comungamos o pão e o vinho neste plano terreno, representações simbólicas, respectivamente, da matéria e do espírito!!!
Sob tais aspectos, aliás, poderia dizer que minha nutrição espiritual estaria em alta!!!
Brinco - em verdade brindo - porque o bom humor auxilia a desarmar os espíritos!!!
Brincadeiras à parte, bem verdade que tanto corpo como a própria vida moderna dependem, em alguma medida, da matéria: seja para a sobrevivência física ou mínima dignidade social.
Várias vezes ouvi que homem de barriga vazia não tem liberdade.
Não discordo!
Mas homem com espírito vazio também não!
Respeito quem discorde!
Tenhamos nós maior ou menor riqueza – na dupla simbologia dantes reportada – o fato é que devemos buscar o aperfeiçoamento e este só abrirá caminho quando sentirmos, SINCERAMENTE, necessidade de nos fazermos seres melhores.
É sabido que ninguém é o dono da razão, porém, não é apontando às imperfeições alheias que acharemos uma justa medida para a evolução!
Faz-se necessário focar naquilo que depende de nosso próprio empenho e que também está ao nosso alcance realizador.
Lugar comum, mas sempre olvidado, as realidades são feitas das conquistas de pequenos sonhos e, salvo raras exceções, vão se assomando conforme a escalada que torna todo esforço enaltecedor.
Foquemos os “olhos” MAIS para estendermos as mãos e muito, mas muito, MENOS, quando for para ceder às tendências sorrateiras do julgamento hipócrita, geralmente, daqueles que não têm a mesma coragem de “arriscar” empreitada alguma (certo que aqui já me traio com uma capa preta)!
Miremo-nos mais nos bons exemplos, exaltemos as virtudes, rendamos graças à vida e à capacidade para buscar a compreensão de que estamos – TODOS - unidos de alguma forma, sendo que o que fazemos - de MELHOR ou de PIOR - acabará por refletir-nos de algum modo: como um farol ou nos cegando!!!
Encerra-se mais esse devaneio que se espera tenha valido a pena aos corajosos leitores, parafraseando o Livro mais “vendido” (isso é outra história) no mundo:

“O cálice da bênção que abençoamos é a comunhão do sangue de Cristo? Acaso o pão que partimos não é nossa participação no Corpo de Cristo? Como há somente um pão, nós, que somos muitos, somos um só corpo, pois todos participamos do mesmo pão” (1 Cor 10, 16-17).

Enfim, reflitamos e transformemos nosso “Corpo Crítico” em “Corpo Autocrítico”!!!

Inserida por alfredo_bochi_brum