Encontro
Quando temos um encontro com Deus, duas verdades são reveladas: a primeira é a nossa miséria, e a segunda a misericórdia de Deus.
Todos que tiveram um encontro real com Jesus Cristo, nunca mais poderão viver nesse mundo caído sem Ele.
Os que vivem satisfeitos nesse mundo caído são aqueles que ainda não tiveram um encontro real com Cristo.
A Glória de Deus Nos Revela Quem Somos
Somente quem ainda não teve um encontro profundo com Deus afirma que não tem pecado ou não comete pecado!
Gênesis 28.10-17: E, temendo, disse: Quão temível é este lugar! É a Casa de Deus, a porta dos céus.
Êxodo 34.5-8: E, imediatamente, curvando-se Moisés para a terra, o adorou.
Isaías 6.1-7: Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos!
Ezequiel 1.25-28: vendo isto, caí com o rosto em terra e ouvi a voz de quem falava.
Mateus 17.1-6: Ouvindo-a os discípulos, caíram de bruços, tomados de grande medo.
Atos 9.1-5: e, caindo por terra...
Paulo depois do encontro com Jesus afirmou: Dos pecadores ele era o principal, não o mais santo.
Vai ser sempre assim com todos que tem um encontro profundo com Deus, à medida que a intimidade se aprofunda, mas vamos discernindo como somos pecadores e dependentes da graça do Abba.
No Filho do Abba, que é o nosso Advogado junto ao Abba, Marcelo Rissma.
Um homem e uma mulher que tiveram um encontro com Deus, não buscam os tesouros da terra, mas os tesouros do céu.
Deus vai ao encontro daqueles que estão disponíveis para Ele. Eles não precisam ser perfeitos, só precisam estar disponíveis.
Ensaio
Na Tristeza destes versos,
Me encontro na Solidão de teus braços,
E fico ensurdecida pelo silêncio de tua Alma...
Pois você aqui já não mais está.
E perante tua ausência,
N'uma dor ou angústia de uma saudade insaciável,
Me vejo no impasse de apenas me agarrar à tua lembrança,
Ou de simplesmente, ir morar contigo...
Meu peito clama tua presença,
Mas nem o tempo ou Amor que regem a Vida,
Ou tampouco a lágrima que salgou a despedida,
São capazes de lhe trazer de volta.
Mas hão, de certo, me levar contigo...
Querida,
Em cada batida do meu coração, encontro o ritmo da nossa canção de amor. Que mesmo à distância, possas sentir a melodia que te chama, um sussurro doce que diz: "Estou aqui, pensando em ti, sonhando contigo."
Com amor,
Duerre
Como eu amo os momentos
Que eu passo Contigo
Onde encontro a Paz
Que Tua palavra me traz
Para Ti, estou atento
Permaneço ouvindo
Aqui quero estar
Como eu amo os momentos
Que eu passo Contigo
Onde encontro a paz
Que Tua palavra me traz
Para Ti, estou atento
Permaneço ouvindo
Aqui quero estar Deus, meu coração quer mais de Ti Faz algoMeu prazer é viver em Teu amor Me envolver em Ti, Senhor Meu desejo é Te conhecer Jesus, abro a Ti meu coração Os meus medos fugirão O Teu toque é tudo o que eu quero...
SUPLICA DE UM POBRE ESPIRITO:
Encontro-me sozinho dentro de mim
Sufocando em meus fantasmas
Busco me encontrar, e não encontro
A saída...
Me auto mutilo
Na busca da razão pela qual
As pessoas se agridem
Se humilham, se regridem
Meu soluço é vão
Meu pranto seco
Meu coração enrijecido
Fenece sem perdão
Minha angustia suplica ao orbe
Clemência
Para que Minh ‘alma não feneça
Ao onipotente.
EU!...
Encontro mas não percebo
Tenho mas não possuo
Vejo mas não alcanço
Gosto mas não saboreio
Sonho mas não acordo
É melhor dormir sem ter...
Que acordar sem ser...
CONTEXTUALIZANDO:
Olho para dentro e me encontro fora!
Fora do contexto, fora dos padrões, das convenções
E dos cordões...
E no âmago desse destino “tino”,
Celebro meus desatinos “finos”.
No entanto nesse universal paradoxo
Despi-se e veste-se
Os meus mendigos arrimos, malinos.
INCÓGNITA
Eu brado dentro de mim
Onde encontro a solidão
Descolorindo o carmim
Do meu triste coração
A tristeza é o caminho
Que eu trilho sem noção
Traduzindo a incoerência
De minha efêmera razão
Meu sentimento indefeso, confuso
Se esquiva da paixão
Que tenta fazer morada
No meu eu sem compaixão
Após as léguas tiranas
De tristeza e solidão
Aporto minha incerteza
De que sou, o que não fui ontem
Abrandando o coração.
SOLIDÃO:
Na escrivaninha do quarto
Encontro-me com a solidão
Que me aflige e me inspira
A escrever em versos
Tudo, tudo...
Que a razão e a lógica humana nos suprimem
E deixa embalar o ego a suprimir a razão
Como se um nobre a reprimir seus vassalos,
O poeta exibe-se
Na certeza de que seus pensamentos
Percorreram os quadrantes do universo
Qual Morfeu, filho do sono e da noite
A percorrer o planeta num instante a fio.
“Nevoa da noite”
Vai o dia vem à noite ela se encontro em passo lento...
Caminha lado a lado com você como a nevoa da noite.
Caminhando sem destino sem saber aonde vais...
Perde-se nos caminhos sem saber o que fazer.
Olhando o infinito...
O tempo quebrado invade o canonizado lugar e ao amor deixa-se viver...
Somente o murmurar das ondas do mar... T
Talvez desta reflexiva via, meditação do seu coração.
Os mesmos fantasmas se cruzam pela praia, nos paradoxos repetidos entre a cobiça e o cego desejo...
Do seu coração.
Mas retorna devagarzinho pelas ruas vagarosas...
Caminhado sempre com os braços abertos para o mar, brancos e amarelos filigranados de tempo e sal, uma lentura durando no ar.
Segue o caminho do Norte...
A sua Ilha, os sinais e as sedas que ali se trocaram...
Nessa beleza buscam-se entregar na linguagem do amor.
Para ela alguns percursos mais, alguma linguagem submarina a impulsiona, buscando-te por entre negras enroladas sem suas cabeleiras arrepiadas...
Altas, magras, frágeis e belas como as miçangas...
O ver te pelos seus grandes olhos azuis.
Então diz no seu intimo:
Viajo meu amor, para tocar-esses búzios, esses peixes vulneráveis que são as tuas mãos...
É também como me sonho...
Coberta de turbantes e filigranas e uma navalha que arredondada já não mata...
É minhas oferendas de Java ouros e frutos incensos e volúpia.
Avivou-me a lembrança desse local e, pela meditação...
Buscou esconjurar «os fantasmas e paradoxos» do nosso passado, «de cobiça» que ultrajaram o chão insular...
Adepto o caminho do amor e dos sonhos, alçando o vôos através das asas da poesia
Nas poesias busca reencontrar «as raízes do afeto» e o mistério da sua própria vida.
“Nevoa da noite” Poema
Vai o dia vem à noite ela se encontro em passo lento...
Caminha lado a lado com você como a nevoa da noite.
Caminhando sem destino sem saber aonde vais...
Perde-se nos caminhos sem saber o que fazer.
Olhando o infinito...
O tempo quebrado invade o canonizado lugar e ao amor deixa-se viver...
Somente o murmurar das ondas do mar... T
Talvez desta reflexiva via, meditação do seu coração.
Os mesmos fantasmas se cruzam pela praia, nos paradoxos repetidos entre a cobiça e o cego desejo...
Do seu coração.
Mas retorna devagarzinho pelas ruas vagarosas...
Caminnhado sempre com os braços abertos para o mar, brancos e amarelos filigranados de tempo e sal, uma lentura durando no ar.
Segue o caminho do Norte...
A sua Ilha, os sinais e as sedas que ali se trocaram...
Nessa beleza buscam-se entregar na linguagem do amor.
Para ela alguns percursos mais, alguma linguagem submarina a impulsiona, buscando-te por entre negras enroladas sem suas cabeleiras arrepiadas...
Altas, magras, frágeis e belas como as miçangas...
O ver te pelos seus grandes olhos azuis.
Então diz no seu intimo:
Viajo meu amor, para tocar-esses búzios, esses peixes vulneráveis que são as tuas mãos...
É também como me sonho...
Coberta de turbantes e filigranas e uma navalha que arredondada já não mata...
É minhas oferendas de Java ouros e frutos incensos e volúpia.
Avivou-me a lembrança desse local e, pela meditação...
Buscou esconjurar «os fantasmas e paradoxos» do nosso passado, «de cobiça» que ultrajaram o chão insular...
Adepto o caminho do amor e dos sonhos, alçando o vôos através das asas da poesia
Nas poesias busca reencontrar «as raízes do afeto» e o mistério da sua própria vida.
Perdida na névoa de um dia triste...
Me encontro assim,só e distante da luz.
Dias cinzas me esperam para me embalar numa sinfonia triste..
A felicidade?
Não mais existe!
