Cartas de despedida para sogra que vai deixar saudades
Toda paixão verdadeira carrega em si uma despedida, um adeus escondido entre beijos, porque só o que é intensoousa ser eterno.
Sempre pensei que pudesse não dar certo, mas nunca pensei que seria assim: sem despedida, sem adeus, sem explicações ou, até mesmo, sem motivos.
Tenho De Dizer Adeus
Odeio as despedidas principalmente
As que se fazem silenciosas de pejo
As que não tem nem o mais simples beijo
Nem o mais inocente abraço.
Odeio ter que dizer: Adeus
Quando quero dizer: Você vai ficar
Ao menos a dor do adeus iria parar
Mas tenho que te deixar ir.
Os pássaros nasceram para liberdade
Da imensidão da natureza
Voar no alto céu com mais beleza
E jamais para uma prisão.
Esse pensamento me traz
Estranha alegria
Vai embora minha amada poesia
O mundo está a tua espera.
Quem nunca se despediu sorrindo enquanto sua alma chorava com o adeus ?
Quem nunca viu a vida lhe tirar algo que tanto amava ?
Assim é nossa vida: ganhamos e perdemos.
Esta mesma que te tirou o que você um dia amou, se encarregará de te trazer novidades que aprenderás a amar !
Mas me conformei a dizer adeus há muito tempo pra me demorar com despedidas.
É o meu nome.
Vai nessa.
A-deus!
Ah! o abraço na despedida,
como o amo e odeio...
és o mais doce e mais amargo
minh'alma sempre escapa por ele
tentando não selar a partida ...
Despedida sem dizer adeus (1a)
Minha maior magoa foi quando
você se despediu sem dizer adeus
Tu tem ideia do quanto despedidas são difíceis para mim?
Penso comigo mesmo, falo comigo mesmo e chego na seguinte conclusão: Sempre terá alguém que não estará pronto para dizer adeus.
O sol se deita e as estrelas chegam;
E tão certo como no céu nada mais
esta igual, assim eu estou.
Hoje lutamos pela razão, a prioridade
não é o amor, eu te desprezo e você se
vinga, tudo porque eu me despedi sem dizer adeus.
Não sei porque, mas você se foi.
Não me disse adeus nem para onde foi.
Não se despediu, nem um bilhete deixou dizendo até depois.
E mesmo assim você se foi.
Me pergunto porque? , Por que você partiu assim?
Será que o erro foi meu, ou você que já não estava mas afim? .
Tantas perguntas eu me fiz e nenhuma resposta obtive.Dói pensar que você partiu.
Chorei por noites intermináveis, lágrimas que eu não via fim.
Por vezes te procurei em vários lugares mas nunca te encontrei.
Por vezes busquei solução e apenas achei o fim.
Pior de tudo é que não consigo curar essa dor que sinto no coração.
Muito tempo se passou e ainda não curei meu coração.
Te esquecer não irei, mas dei um fim na minha solidão.
Não com outra pessoa, mas aceitando a decepção.
Sei que nada irá curar essa dor você foi pura ilusão.
Me prometeu o mundo mas me tirou o chão.
E em pensar que te procurei além desse sertão.
Procurei por alguém que brincou com meu coração.
Nunca me perdoei por querer o teu perdão.
Pois o meu único erro foi ter aceitado você no coração.
Se ao dizer adeus à vida
as aves todas do céu,
me dessem na despedida
o teu olhar derradeiro,
esse olhar que era só teu,
amor que foste o primeiro.
Juntei os pedaços.
Colei-os
Refiz minha vida.
À antiga, dei um adeus de despedida.
Ainda sou pedaços...
Um quebra-cabeças
Montado
Que a qualquer brisa suave
Em mil pedaços se esparrama por todo lado.
Sigo bambaleando.
Na corda bamba da vida
Vivendo... existindo
Me refazendo...
Ao sopro forte do vento...
Às tempestades da vida...
Ao gosto amargo de certos dias...
Sigo... resistindo.
Pessoas
"Não fui feita pra despedidas, não sei dizer adeus.
Não aceito perder pessoas que amo, muito menos ter que excluí-las de minha vida.
É tão difícil apagar alguns rostos de meus pensamentos, ter que esquecer o som das vozes dessas pessoas.
Eu ainda não aprendi a deixar de amar, a aceitar as escolhas alheias.
É tão doloroso ter que deixá-las partir, não sei como recomeçar sem tê-las no meu cotidiano.
Meu coração sofre compulsivamente a dor da saudade, meus olhos choram lágrimas de tristezas, minha alma sente o vazio deixado pela solidão.
Não sei ignorar a falta que elas me fazem, mas é preciso conviver com as lembranças deixadas, com a dor de apenas acompanhá-las a distância.
Tenho vontade de buscá-las de volta, mas não posso obrigar ninguém a ficar sem querer.
Quando olho para trás, tenho o desejo de voltar naquela época onde estávamos juntos.
Quantas pessoas o tempo me roubou, o destino mudou nossas histórias, a vida traçou novos rumos, mas eu fiquei aqui presa num tempo que não existe mais.
Perdi muitos que amei, talvez ninguém tenha culpa de nada, somos marionetes nas mãos da vida.
Algumas pessoas entram em nossas vidas, outras saem de repente, mas sempre tem aquelas que deixam suas marcas em nós, e mesmo que elas se vão ficarão tatuadas em nossos corações.
Essas pessoas são eternizadas em nós, não tem como apagar suas lembranças, simplesmente a amamos sem nenhuma razão lógica."
(Roseane Rodrigues)
A MORTE
Oh! dor negra! O adeus tal breve fumaça
Chora o pesar, a despedida em romaria
E vê despedaçar, amealhar a mágoa fria
Por onde o cortejo da saudade passa...
Mói o aperto no peito, sentenciado dia
A noite sem sossego, o acosso devassa
E só, trevoso, e o silêncio estardalhaça
No horror desta ausência, lamúria vazia
Oh! Jornada! A sofrer, fado de hino forte
Olhar molhado, e a alma cheia de pranto
Tinhas junto a vida, tendo tão junto a morte
Partiste! Denotando está infesta loucura
Trocaste o vital por este sossego santo
Desenhando na recordação tanta tristura
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
03/09/2019, cerrado goiano
Despedida de meu irmão Eugênio
Olavobilaquiando
"Para aqueles que amamos, um 'adeus' nunca é definitivo; na verdade, a despedida é apenas um 'até breve', 'a gente se vê', nem que por enquanto seja apenas em sonhos, orações e lembranças, que no começo são dolorosas; mas, com o tempo, o que era só sinônimo de dor se torna uma reflexão e se passa a permitir um sorriso de gratidão pelos momentos vividos, um sorriso necessário para continuar por quem só queria nossa felicidade. Seguir e ser forte é a melhor homenagem póstuma que podemos fazer. Uma alegria é sentida quando refletimos o tamanho do privilégio por ter compartilhado uma vida com alguém tão especial. O amor nunca morre. Ele não permite encerramentos, perdas, nem ciclos fechados. E nem mesmo o Céu é o limite. O amor vai aonde tiver que ir: ele sempre alcança o que muitos consideram impossível. O amor é o que mantém uma união, um elo e um laço, e não uma presença física. O amor não precisa de um olhar, de um toque para continuar existindo. O sentir tem essa função e cumpre bem seu papel. O coração enxerga cada detalhe, mesmo de olhos bem fechados..."
Fui deixada...
Sem adeus, bilhete de despedida, um último gesto de carinho...
Sozinha sem passaporte, sem documento, acho que até sem memória.
Fui deixada...
Dilapidada de sonhos, fantasias e olha que é carnaval!
Sou colombina sem arlequim e sem pierrô.
"Prometemos despedirmos-nos
Sem dizer "adeus" jamais
Pois haveremos de nos reunirmos
Muitas,muitas vezes mais"
A morte, para aqueles que amam a DEUS, não é uma despedida, nem um adeus, mas um novo começo junto ao SENHOR da VIDA.
Uma carta de adeus
Olá, Morpheus, o teu coraçãozinho parou hoje, e me despedi de você com lágrimas no rosto e coração partido.
E assim você também se foi... E sou forçada a dizer a todos porque, talvez eu tenha te transformado em uma figura pública. Estavas em muitos dos meus escritos e na maioria de minhas fotos. Eu me sinto mutilada. E não importa se as pessoas entendem, sabe... Não me importo se me chamam de exagerada, de trágica. "Todo esse drama por um gato". Mas olha, vou te dizer, meu querido Morpheus, eu até entendo.
E digo mais, se eu estivesse no lugar deles, pensaria a mesma coisa: TODO ESSE DRAMA POR UM GATO.
Porque eles não se importam. Não estavam aqui, digo, aqui perto. Não estavam conosco. Não estavam naquela tarde de janeiro quando eu abri os portões da minha casa, quando acendi a luz e escutei o teu primeiro "Miau". Quando desci do ônibus e nos olhamos pela primeira vez.
Ao invés de dizer "Quem diabos você é?", você me olhou estreitando os olhinhos verdes e começou a ronronar, assim, na confiança, mesmo sem me conhecer. Eu disse "vamos lá, vou cuidar de você pra sempre" e aquele pra sempre, foram apenas três meses. Três meses de um milhão de aventuras.
Todo esse drama por um gato. Eles não estavam contigo, meu caro rapaz, quando eu te ensinei a fazer suas necessidades no lugar certo e tu, mas que um gato que caga e mija, parecia um empresa de terraplanagem. Eras um traquina magro e longo, com orelhas, calda e patas proporcionais. Não, querido Morpheus, eles não estavam aqui quando eu te ensinei a subir na porta de casa e na árvore. E a descer, obviamente. A princípio você parecia um tetraplégico, que acabou de se curar, depois, em duas horas, subia e descia como um flash. E eu como uma mamãe que tinha acabado de tirar as rodinhas da bicicleta do filho, me comovi e te abracei.
Eles não estavam quando várias e várias vezes eu estava fazendo trabalhos da faculdade e você constantemente ficava em frente ao PC. Não estavam quando dormimos muitas noites juntinhos. E nem ao menos quando eu estava falando com algum garoto e te perguntava: "O que você me diz? Esse tá bom?" e me olhavas com cara de abusado. Não estavam quando você subiu na mesa e comeu meu pedaço de frango e eu fingi que não estava vendo nada. Bem, você sabia que eu estava vendo. Todo esse drama por um gato. E era sempre só eu e você, quando eu chegava em casa cansada e você queria fazer "massagem" na minha barriga, eu girava e você fazia "massagem" nas minhas costas. Não estavam quando as pessoas te faziam mimos na rua. Tudo você fazia. E eles não estavam aqui. Estavam todos ocupados fazendo filhos, namorando, se casando, esse tipo de coisa, de adultos, enquanto eu estava contigo, contando sobre o dia ruim que tive no trabalho, na faculdade, sobre as brigas com minha mãe... Não tinha ninguém quando eu começava a chorar e você chegava. Você sempre chegava.
"Não chore mamãe", e acariciava com o nariz no meu queixo, enxugando o rosto molhado. Não estavam aqui quando você consumiu uma das suas vidas sendo ainda bebê, por acidente. Não, não estavam nem aí pra nada. Era eu e você. Nem quando você tomava banho e em seguida rolava na areia, se sujando de novo. Todo esse drama por um gato. Claro, ninguém estava aqui. Ou quando você me mordia de verdade, sem parar. Não, lindo Morpheus, eu não espero que me entendam. Talvez pensem que estou exagerando... Eu deixava que você fosse o único ser vivente a me ver triste, porque você sabia o que fazer. E sempre fez. Certas coisas eu disse só a você, certas lágrimas eu chorei só contigo. Não, não estavam aqui, nem ao menos naquela noite quando eu acordei e fiquei observando teu corpinho por várias horas.
E ninguém estava aqui essa manhã quando comecei a chorar na sua frente. Não estavam quando tive que me despedir do meu menino espetacular e único. Meu melhor amigo, um pedaço de mim. Ninguém nunca entenderá e não me importa. Ninguém estava aqui e nem agora que escrevo isso chorando, incapaz de parar por um minuto. Vai em paz meu bebê, você me deu tudo, agora pode repousar, espero ter te dado um boa vida, te juro que fiz o possível. Eu te amei como um filho, talvez aquele que eu nunca terei. Todo esse drama por um gato. Ninguém entenderá jamais, ninguém estava aqui. Não estão aqui nem mesmo agora, nessa casa, que de repente tornou-se vazia.
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