Crônica sobre Política
"A Geografia é a ciência que estuda o espaço e suas relações, suas construções e desconstruções, a relação homem-natureza, a antropia. Por isso, possui conexão direta com as Ciências Humanas, Sociais e Ambientais, e, por óbvio, é que, nos estudos e pesquisas geográficas há um diálogo permanente da Geografia com a Antropologia, a Sociologia, a Economia, a Política, o Direito, a História, a Biologia e a Filosofia. E como resultado desse diálogo, uma produção do conhecimento geográfico com rigor científico transcendente."
“O Direito está intrinsecamente relacionado com as Ciências Sociais e Humanas, por isso, para a realização da Justiça erudita, impoluta e plena, deve, necessária e perenemente, dialogar com a antropologia, a sociologia, a ciência política, a ciência econômica, a história, a geografia e a filosofia. Pois, como resultado dessa incessante interação, talvez tenhamos, com as futuras gerações, sociedades mais livres, mais justas e mais solidárias - um mundo mais civilizado.”
"O verdadeiro e mais importante capital de qualquer país do mundo, não é representado pelo papel moeda, nem pelo ouro. O que agrega valor a uma nação e a faz progredir é o capital humano. A expressão monetária legítima é a educação do povo. Somente com o capital humano bem desenvolvido, por meio da capacidade cognitiva treinada e preparada, um país chega ao status de desenvolvido. E por conseguinte, pátria educadora de primeiro mundo". (Oliveira, Thiago S., 1986 a)
Sentença, por sua vez, vem de sententiam, o sentir do juiz. Entretanto, esse sentido é racional, e não embebido de torpes paixões e desejos incautos. A sentença é o resultado de uma longa jornada, que começa com a propositura da ação, passa pela análise e aceitação da peça, tem como ápice a instrução do processo e, só depois, após todas essas importantes etapas, vem a assinatura do juiz ao final da sentença.
Cheguei à conclusão de que a humanidade, em sua maioria, é ignorante, pelos governos que escolhem, pelas coisas a que se submetem, por seus atos mais simples do cotidiano, por suas opções desvairadas, pela futilidade de suas motivações, pela preguiça da reflexão. O atalho sempre desejado e a busca para facilitar todas as coisas embruteceu o ser humano, o acomodou na poltrona da pobreza e revelou a miséria do seu espírito.
Uma democracia que diz respeitar e obedecer à voz do povo, sendo inclusive dito que a voz desse povo é a voz de Deus, estando notório que esse mesmo povo não possui as qualidades de cidadão; sendo este povo, inclusive, formado por cidadãos passivos e alienados, deve ser indagada sobre “Qual povo?”; e também sobre “Qual Deus?” Isto é, se, por exemplo, o povo que venerou Mussolini ou o deus dos Nazistas.
O multiculturalismo é o uniculturalismo. Qualquer esforço de criação de um cidadão global nada mais é que a sedição de um povo, não contra um sistema opressor, mas contra si próprio. Na ânsia da integração entre culturas, não se cria um mosaico cultural, mas uma massa amorfa e monolítica imposta de fora para dentro, que não é senão a anticultura, a desumanização.
"É simplesmente impossível uma ditadura de esquerda ou de direita, se instalar, num país onde haja uma imprensa combativa e vigilante, um povo unido e destemido, e suas forças armadas leais à pátria. Qualquer tentativa, ficará marcada por um episódio sangrento onde novos heróis se levantaram e se tornaram um símbolo de bravura e inspiração para gerações futuras."
O medo que impomos direta ou indiretamente aos nossos inimigos é bom quando gera respeito pelo poder que acreditam que temos, mas torna-se perigoso quando este medo é excessivo, porque pode gerar ataques altamente perigosos e até mesmo mortais e inesperados quando chegam ao desespero e aí aqueles tidos como pequenos inimigos ou desafetos podem se tornar mais perigosos que aqueles que detém grande poder e riquezas.
A violência física e moral é o instrumento dos fracos desprovidos de argumentos e oratória e que não sabem usar a retórica e que optam por atos covardes principalmente quando investidos em importantes cargos públicos, ou riquezas e abusam do poder usando a violência ou judicializando para calar seus críticos e tudo tem consequências e colhemos o que plantamos.
A democracia sempre favorece a escolha dos piores por apresentarem as melhores propostas, embora falsas e inobserváveis, na terra em que os eleitores têm baixo grau de discernimento. Os melhores, dotados de bom senso e responsabilidade, são prejudicados por se recusarem a contrariar seus princípios morais e éticos.
Chegará o dia em que a cúpula da educação brasileira irá entender que, para incluir do lado dos estudantes também é necessário incluir do lado da escola? Ou a mentalidade é de que, quem cuida de formigas também sabe cuidar de elefantes? Para a saúde, médicos; para a justiça, profissionais do direito; para a segurança, polícia; para o mundo inteiro com sua complexidade, professores.
O Evangelho de Jesus Cristo não é simples, pois nada há de simples em dizer para alguém que Deus se fez carne, habitou entre nós, morreu, ressuscitou e voltará para outra vez, onde todo olho o verá, todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor. Explique a simplicidade!
Já imaginou como seria se o mestre do amor viesse pessoalmente em pleno século XXI para cuidar, em pessoa, dos problemas sociais? Não é difícil concluir que ele buscaria primeiramente os marginalizados, os assassinos, os avarentos e àqueles consumidos por quereres descontrolados. Em vez de julgá-los como a escória da sociedade, ele lhes concederia uma nova oportunidade, acolhendo-os com compaixão e pronunciando palavras de redenção. Pois não há solução mais eficaz para a maldade social do que o amor dedicado aos necessitados, aos que erraram, aos que foram corrompidos pelo sistema e aos que clamam por uma segunda chance.”
Impressiona-me e estarrece-me a desatenção generalizada de nossos deputados e sanadores, inclusive das mesas diretoras, quando um deles está a discursar no plenário. Tem de tudo: sessão de fotos, acenos de mão, abraços, conversas paralelas, gestos faciais expressando desprezo e/ou zombaria ao que ouvem, constantes visualizações de aparelhos celulares, plenários vazios... menos atenção séria a quem discursa. Diante disto pergunto: onde fica o valor do discurso no Congresso Brasileiro? Há um verdadeiro faz de conta de que estão fazendo política. Não há seriedade em muitos dos nossos representantes, o que me leva a concluir de que o debate, muitas vezes, não visa o tratamento sério e responsável das questões nacionais, uma vez que o que prevalece são os acordos de bastidores. Atenção para quê, se já está tudo definido?
Tomara que Maurice Hauriou, nas profundezas de seu ataúde hermeticamente fechado, em Toulouse, França, não fique sabendo das aberrações que acontecem neste Torrão da impunidade e da falta de credibilidade, terra destruída pelo Furacão da Corrupção, quando se envolve a atividade pública, com interferência da Política. Um submundo marcado pela sujeira generalizada, atingindo, inclusive a venda de sentenças que ganhou recentemente os noticiários na mídia nacional, até os pequenos escombros da administração pública; um turbilhão colorido de agressões aos direitos humanos; um monte de abutres disputando a putrefação dos restos mortais que ainda restam nos ataúdes sociais; a grande maioria mergulhada na imundície do esgoto; gente hipócrita, dissimulada, interesseira, mentirosa, fraudulenta; uma ferrenha disputa por espaços nas mídias sociais; gente gritando, implorando, berrando, sem noção do que fala; todos perdidos a procura de abrigos; todos com fome de poder; um monte de alienados, inimputáveis, berrando, agredindo, destilando ódios, engodos, mentiras, peçonhas; todos lutando por projetos de poder, deitado eternamente em colchões do dinheiro público. Um monte de destruidores, sanguessugas, sanguinários, querendo sugar a última gota de sangue do trabalhador, mutilado pela inexorável e torturadora carga tributária; um país da impunidade, da disputa entre poderes, ou conluio entre eles, levado a efeito inexoravelmente por agressivas mídias corporativas, uma doença assaz contagiosa, cada um usurpando das funções dos outros. Cada estrela querendo brilhar mais; cada lua incandescendo mais que a outra; cada arrebol querendo reluzir mais; cada mar querendo exibir mais ondas; cada órgão querendo exibir mais suas ações, com muita propaganda e pouco serviço prestado; todo serviço prestado na esfera de sua obrigação, haverá sempre um ator de cinema fazendo um filminho no celular para exibir nas redes sociais. E ao final os artistas são os empregados do povo e a sociedade o palhaço. Um filme de terror, com enredo de massacre, atroz e brutal, exibido nas madrugadas silenciosas, bem longe das vistas do povo sofrido, humilhado, ultrajado e aviltado.
Percebe-se que há nos dias atuais uma verdadeira guerra contra as Leis como forma de uma nação, grupo de nações ou qualquer outro poder dominante, seja de natureza política, econômica, ideológica, etc, dominar uma outra nação, e isto sem a necessidade de uma invasão territorial por meio de uma força armada.
Moçambique hoje vive os seus piores momentos após a guerra civil que durou quase 16 anos entre o Governo da FRELIMO e da RENAMO. E muitos não compreendem que o sistema democrático Moçambicano foi mal pensado em todas as suas vertentes. Hoje exige-se algo que devia ser exigido no momento da assinatura do acordo geral de paz, a desigualdade social, política e econômica que hoje se vive em Moçambique é fruto de uma Democracia mal estruturada e mal pensada. Furucuto, 2024
São os oportunistas mercenários, especialmente, do ambiente político e religioso, de todos os tempos, através das fake news, uma prática milenar, que vêm, com um singular êxito progressivo, perpetuando a velha máxima, que sempre combinou muito bem com uma parcela gigantesca da sociedade - ME ENGANA QUE EU GOSTO. Enquanto, enganada, nutri seus algozes desde o seus egos até as suas contas bancárias.
Tentar mexer na Suprema Corte para colocar amigo, (...) companheiro (...), partidário, é um atraso, é um retrocesso que a República Brasileira já conhece. (...). Eu sou contra. (...) a gente pode discutir, no futuro, se tiver uma nova constituinte (...) ter mandato ou não, (...) uma limitação maior (...) a Suprema Corte tem que ser escolhida por competência, por currículo e não por amizade.
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