Crônica sobre Política
Sonho com um Brasil onde o diálogo estaria acima de qualquer posição política/religiosa/moral, sonho com um Brasil, onde as pessoas se unam por um ideal, a felicidade comum de todos, e a renuncia das imposições de convicções pessoais ao seu semelhante, e a valorização do respeito, das individualidades, da liberdade de pensamento. Onde o diferente não seja anormal, e sim apenas diferente, o que se tornaria irrelevante diante da busca comum, a busca incessante da pela paz.
Infelizmente a política brasileira caminha pelo trajeto mais largo, em geral não o mais fácil, mas o mais conveniente para os que governam. Sim, característica precípua de um país de terceiro mundo, e não é o petróleo extraviado, copa do mundo, olimpíadas ou até mesmo a "cobertura customizada" em alguns pontos de ônibus das cidades que irão camuflar essa lamentável situação. Somos uma massa pobre não por falta de dinheiro, contudo, por deficiência perseverante de uma gestão patriarcal enganosa. O defeito vem de fábrica, indústria essa que só gera mais e mais sanguessugas a cada dia que passa. E, claro, é uma total perda de tempo alimentar essa ilusão que consiste em tirarmos um presidente do poder e pormos outro no lugar, porque as coisas não irão mudar de alguma forma. Nossa revolta ainda mira no alvo errado, pois se observarmos bem um tabuleiro de xadrez, veremos que, no jogo, o Rei é apenas um protótipo de isca domesticada pelas peças ademais.
Acho justo na política as pessoas escolherem uma direção e com afinco seguirem em defesa de suas escolhas, mas... confesso que não vejo com bons olhos a discriminação de cores até por que; Devemos lembrar que é vermelho o coração, que com vermelho irriga nossas artérias dando-nos sopro à vida. A mim pouco importa as cores da bandeira até por que, o relevante não está em si na cor que adorna o estandarte, mas no caráter que impulsiona o homem.
Não faço questão de fala sobre politica ou futebol e essas coisas que nunca dão em nada, mas diante dos fatos e não das conversas paralelas todos podem admitir e discernir sobre o que realmente é o governo brasileiro. Tudo é motivo para piada e festa, quase nada é levado a serio, cada voto dado parecia um gol feito nos últimos minutos de jogo, não sei bem o que achar sobre isso mas definitivamente o Brasil não vai melhorar com esse impeachment, não vai ressurgir das cinzas e muito menos vamos ter tranquilidade em confiar nossos recursos para quem não os usa direito, porém, acredito que é um passo largo para o bom senso, quem é inteligente e sabe compreender certo de errado vai concordar que tirar dinheiro da educação, saúde e princípios básicos para alimentar luxos, pagar propina e sustentar salários absurdos não é legal, nem para quem participa e muito menos para quem assisti e resmunga no sofá da sala. Retirar o atual governo não vai dar em muita coisa, mas já é o suficiente para refletir sobre o que é melhor para o futuro e para quem acredita que tempos melhores podem vir.
A proibição do trabalho infantil sem uma devida política pública de educação, saúde e assistência é, sem dúvida alguma, uma ação errada que passa a ser incentivadora e promotora da prostituição infantil nas áreas carentes do país. Já que não existe programa efetivo para educação destas crianças, deveria haver um programa rígido de mão de obra infantil bem remunerado e fiscalizado pelo governo.
Me perguntaram, porque me omiti durante toda essa política, na verdade não expressei opinião porque não tinha candidatos compatíveis ao meu ideal de política, meu ideal de democracia, calei-me não tenho forças para lutar, e não me conformo com candidatos mais ou menos, então em vez de falar asneiras, me resguardo e me protejo no meu direito de ficar em silêncio, porém com olhos e ouvidos abertos para fazer meu papel de cidadã e fiscalizar o executivo... O que nos resta é participar agora ativamente na fiscalização, colocar o país nas mãos de Deus, porque não depende mais de nós...
Ponta Grossa (PR) é o exemplo de cidade governada por uma classe política perniciosa e cruel. A ela interessa apenas a gordura da cidade e a ostentação dos miseráveis cargos que exercem. Evidentemente não dá para exigir inteligência dos seus políticos (Executivo e Legislativo). Eles não tem condições de interpretar um texto que conste em livro do 2º ano primário. Talvez não sejam responsáveis por esse analfabetismo funcional. Quem percorre as ruas da cidade, exemplifico, Coronél Cláudio, Marina, Rio Branco e Ronda observará que a reportagem da RPC, de ontem, sobre buracos abertos, representam o estado geral de abandono dos municípes, cujo castigo por ter eleito essa praga é merecido. Isso seria resolvido se os burocratas da Prefeitura levantassem o cú dos bancos e andasem duas vezes por dia pela cidade.
O comparsa, em política, por mais que ache que valha alguma coisa, nunca passará de comparsa. Mas comparsa é uma palavra muito forte; vamos chamar de inocente útil com uma ideologia fincada na cabeça por pessoas doutas na ilusão, mas que despertam em alguns ideias que na verdade, são as coisas que gostariam para si, mormente as coisas que os ilusionistas prometem. Ninguém entra em causa alguma sem pensar no que vai ganhar com isso.
”O primeiro instrumento para o estudo de ciência política é um amplo conhecimento dos tipos humanos possíveis. O primeiro requisito, em ciência política, é uma ampla experiência literária. Essa experiência literária permitirá que o estudioso reconstrua imaginativamente os dados que sempre faltarão no estudo das comunidades políticas”.
A sociedade criou os quadrados como: religião, torcida, política, arte marxista, consumista de álcool, entre outros. Ai de você se não enquadrar-se em algum desses, será taxado de honesto demais, homofóbico, terrorista, antissocial, racista, farsista, ditador e por fim desejarão sua morte, só porque você é um homem livre.
As leis já foram criadas pra beneficiar e incentivar a bandalheira na classe política. Politicos/Bandidos se aproveitam delas desde sempre. Eles estão em todos os partidos, e tornam-se políticos com o objetivo de engordar a sua conta bancária e a conta do seu partido. Prometem governar o país de um jeito diferente, e quando assumem o poder, nos roubam. Muitos de nós, tem o estômago fraco e vomitam diante de tanta sacanagem, outros defendem esses bandidos, e merecem a gororoba de cada dia
Nada melhor para demonstrar o conceito de Modernidade Líquida de Sigmunt Baumer do que a política brasileira. Tudo muda com uma velocidade espantosa. O que hoje é preto amanhã é visto como branco. A honestidade muda para desonestidade rapidamente, mas dificilmente retorna ao status de honestidade, porque parece que nunca teria sido. O bandido é preso e o STF o solta. Outros estão soltos e o STF, por vingança os prende. Nada é permanente nesse país, com Leis para não serem respeitadas.
Nos reunimos para debater política nacional, estadual e municipal. Maravilhosa conversa! O centro dela foi a história que vai sendo construída pessoal e políticamente pelo Deputado Federal Aliel Machado. Perguntamo-nos por que Aliel não encontrou espaço no PT local, a propositada tradição petista local em não permitir broto de novas lideranças. E o drible dado por Aliel à essa teia. Especulamos sobre o rico e venturoso aprendizado sociológico e político , empreendido pelo jovem Aliel a partir da convivência próxima com deputados de origem carioca. A História lhe entregou numa bandeja, desmoralizando as raposas que tanto o achincalharam pela posição anti-golpista assumida por ele em agosto de 2016. Os fatos demonstraram que o golpe foi articulado e a substituição foi danosa e lesiva à sociedade brasileira, especialmente á pobre e a trabalhadora, além de desmascarada pela trupe corrupta que a Reação colocou nos Poderes
Uma experiência política não pode ser objeto de uma dedução transcendental. O que me impressiona é, ao contrário, como há uma legião que tenta nos dizer que toda forma de fortalecimento da força do demos só pode produzir catástrofes. No que se percebe que eles têm uma visão completamente a-histórica de dinâmicas políticas. O que não poderia ser diferente, já que no fundo, seu debate não é político, mas teológico.
Em politica e na historia do homem desde a antiguidade nada é impossível. Imagine receber a palavra direta do filho de Deus, ser um dos prediletos seguidores e por trinta moedas de prata trair, ou fingir trair para se cumprir a profecia e entrega lo aos captores romanos por indicação espúria de um beijo fraternal na face. Se santificar como instrumento das escrituras ou se arrepender e se enforcar ou desaparecer por não crer na palavra viva. Enfim não estar tão presente e nem mais tão próximo no terceiro dia. Que ocorreu para a ressurreição do espirito, a luz da imortalidade e a remissão final dos pecados do mundo.
A política de boa vizinhança não se aplica a salvação, não há margem para uma dualidade de verdade na palavra de Deus, a tentativa de relativização em nome da aceitação, nada mais é que uma apostasia mascarada. Se a sua interpretação ou convicções não são condizente com as escrituras, você está errado.
Cada um que adere a uma política acredita piamente que ela representa o bem, a verdade e a justiça. Mas é só por uma coincidência momentânea e por uma conjunção de fatores instáveis que os ideais políticos podem, em certas circunstâncias, encarnar fielmente algum valor moral genuíno. Há políticas melhores e piores, mas não há política santa.
A unica esperança politica, econômica, social, turística, financeira, social e tributaria para a hoje, sucateada Cidade Maravilhosa do Rio de Janeiro é a legalização dos jogos de mesa, o incentivo das industria de shows, com a legalização e abertura de grandes cassinos. A cidade precisa reconquistar seu lugar no roteiro e calendário turístico nacional e internacional. O Rio de Janeiro merece isto e não há outra vocação e funcionalidade como está, a legalização dos cassinos para ocorrer uma reestruturação carioca a curtíssimo prazo.
Com relação a política me comparo ao ateu que passou a acreditar em Deus. Já tive pensamentos de pura rebeldia, mas graças a Deus eu saí da fase da adolescência, cresci e hoje não creio que não haja luta sem o radicalismo doentio. É como Deus, a gente não vê, mas acredita que ele existe, e se associarmos fé ao trabalho, vencemos.
A luta contra a desigualdade social e econômica é a principal luta política. Nossas sociedades capitalistas de mercado são ‘paradoxais’ por produzirem, ao mesmo tempo, aumento exponencial da riqueza e pauperização de largas camadas da população. Quebrar esse paradoxo é tarefa da política.
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