Crônica sobre Política
E o cara que incluiu formação em ciência política no currículo? O sujeito se formou por Wi-Fi e esqueceu de avisar a faculdade! O erro foi tão feio que os sites acreditaram de primeira. Quando a fofoca tomou conta, a desculpa foi o clássico: "ah, foi a internet que inventou, eu nem sabia". Se o currículo dele fosse um filme bancado por Vorcaro, com certeza seria um daqueles blockbusters de pura ficção científica! Mas a piada pronta vem agora: no fim, ele jura que é honesto e disse que se for eleito, pretende governar o país com honestidade.
"Quer conhecer a verdade de uma religião? Olhe com quem ela se deita na política. O mal não se esconde, ele desfila. Deixe de ser ingênuo: Deus não é seu devedor e não tem obrigação de cumprir seus caprichos. Se você tem preguiça até de raciocinar sozinho e prefere que o pastor pense por você, parabéns: você transformou a sua fé em pura covardia mental."
Infelizmente, as pessoas dizem não gostar de política. Eu também não gosto, mas não me omito, muito menos deixo de me indignar. Quando as pessoas se omitem, elas simplesmente se voltam para uma afinidade que não existe, para uma narrativa que as lesa e para uma indignação superficial, mas depois dizem que político é tudo igual, sem assumirem a própria irresponsabilidade.
O Ibram, Instituto Brasileiro dos Museus, deveria em uma nova politica nacional de inclusão museal, publicar uma nota e sugerir que as antigas e equivocadas denominações de museus do índio, espalhados por todas as regiões, sejam reformuladas para indígenas ou dos povos originários. A antiga denominação do índio, não significa nada e é amplamente desqualificada e equivocada.
As novas eleições na democracia não deveriam ter campanhas milionárias de propaganda politica eleitorais pelos canais de comunicação com candidatos prometendo o que não vão fazer, se justificando como vitimas pelos erros do passado e desfilando como falsos personagens nativos populares.Os candidatos, deveriam apenas ser listados por partidos, e receberiam seus votos pelo passado de suas trajetórias civis, cidadã e compromissos com a verdade e suas participações em ações politicas efetivas, frente as defesas e as correções das maiores e agravantes necessidades de todo estado brasileiro.
Na atual politica publica de segurança no Brasil, percebe se que os agentes públicos representantes do estado, desempenham uma dramaturgia severa e violenta contra os invisíveis, humildes e inocentes. Por que quando diante da verdadeira violência da criminalidade, muitas das vezes não tem a ampla autorização politica para guiar seus possíveis comportamentos constitucionais, pela lei, pela justiça e autoridade.
Em política, costumo dizer que a convergência estratégica dos antagonismos frequentemente se sobrepõe àqueles relacionamentos alicerçados exclusivamente na afeição, na lealdade personalista ou na reciprocidade circunstancial, pois é justamente da primeira que emerge uma zona de intersecção entre antagonismo e conveniência, capaz de reconfigurar substancialmente a correlação de forças.
Tem uns caras muito bons fazendo política, com senso de realidade e boa vontade, porém quase todos não abrem mão de lucrar financeiramente com isso. É até compreensível, porém quase sempre comprometem a nobreza da missão, baixando o nível do que poderia ser conquistado. O Ego individual menos lúcido, priva as liberdades coletivas... Nós somos o todo, e nos auto-escravizamos...
Corrupta não é apenas a política que compra o silêncio da Igreja. É também a fé que se cala de graça quando o político certo está no poder. Tem cristão que não precisa receber dinheiro para vender seus princípios. Basta colocar seu candidato no poder e sua consciência já aceita o pagamento.
A política é inimiga do POVO, enquanto eles colhem bom frutos o POVO semeia tristeza, não existe política a favor do POVO, coitado de quem achar que os políticos estão preocupados com sua geladeira vazia, a cegueira é um jogo político extraordinário no qual o POVO acredita mais em sinismo de tristeza do político do que nas migalhas que carrega no bolso.
A política é como uma peça de teatro... Os políticos são um conjunto de atores que interpretam, falam e agem conforme os diretores e roteiristas querem. E os diretores e roteiristas são os banqueiros, investidores, megaempresários, financiadores de campanha, que não se expõem ao público, que estão atrás da cortina, nas sombras, no escuro, apenas escrevendo, ditando e orientando o que os políticos, os atores, devem fazer para entreter e fantasiar a peça para o público. E o público somos nós, que pagamos para ver essa peça diariamente, influenciados pelos cartazes que divulgam essa peça: a mídia. Uma peça que nos distrai, distorce e muda a realidade, para que fiquemos abobalhados, assistindo ao teatro e comentando, intelectualizando apenas o que estamos vendo, que são os atores, esquecendo que quem escreveu, ditou e orientou esses atores, está atrás das cortinas, planejando, investindo, financiando, chantageando e criando novas peças para fantasiar, iludir, enganar, superficializar e imbecilizar o público cada vez mais com um teatro barato, visando o lucro à custa dos seus espectadores.
O brasileiro é fanático demais, com religião e política, sempre arruma um jeito de te impor uma verdade; vivem apontando o dedo e acusando os outros de criarem narrativas, o que até pode ser verdade, mas nem sempre , e não passam cinco minutos e estão fazendo exatamente a mesma coisa para empurrar a própria visão de mundo."
Todo sistema de segurança publica deve estar interligado a uma boa politica publica penitenciária. Não adianta diminuir as penas para tentar mascarar a falência do sistema prisional pelo contrario deve tornar las mais severas, temidas e construir mais presídios bem afastados dos grandes centros urbanos.
No Brasil, para termos melhor representatividade politica, nas esferas municipais, estaduais e federal, a cada eleição a população ativa e coerente deve optar pela escolha de candidatos, negros, pobres e dos povos originários, comprometidos com seus semelhantes pares e suas culturas originais e invisibilidade, e muito menos com suas colorações politicas. Sem isto, cada vez mais distanciamos, da denominação verdadeira de nação.
Política. Brasil vive a Demagogia. É uma estratégia política que usa a emoção, o medo ou a adulação para manipular a população. O líder demagogo faz promessas fáceis e irreais para ganhar o apoio popular e conquistar o poder, em vez de apresentar propostas racionais e viáveis, e jogam a culpa no opositor, criam a polarização política e partidária.
Na política, esquerda e direita representam não polos opostos, mas sim duas asas do mesmo pássaro, carregando-o na mesma direção limitada. Ambas surgem do mesmo corpo, com ideais que às vezes divergem em aparência, mas convergem na manutenção do sistema que as sustenta. Não importa qual asa alce voo mais alto ou mais baixo, o pássaro permanece preso ao seu voo circular, incapaz de alcançar altitudes verdadeiramente renovadoras. Assim, a luta entre esquerda e direita torna-se, na prática, um movimento estéril, uma dança mecânica onde se troca o cenário e as palavras, mas o desenho permanece inalterado. O voo do pássaro político é árido, desprovido de novas paisagens, onde o horizonte é uma mera repetição do passado, indivisível das mesmas estruturas que alimentam seu existir.
Se o povo soubesse o poder que tem nas mãos, acabaria com essa zona na política de uma vez por todas! O problema é que muitos ainda preferem votar por migalhas, vendendo o futuro por um favor momentâneo. Enquanto o povo aceitar ser comprado, esses políticos vão continuar tratando a nossa cidade como se fosse o quintal da casa deles. Acorda, povo! O político tem que ter medo do povo, e não o contrário. Chega de clientelismo e de promessas vazias!
0294 "Os Faladores não percebem, mas Notoriedade, na Política, ocorre quando não conseguem deixar de pensar e de falar em Alguém, todos os dias, dia e noite... Como fazem com o Presidente, com a Primeira Dama, com o Ministro Que Não Se Intimida. Mas os Faladores não percebem, HeHeHe!"
“A democracia começa a perder sua essência quando a divergência política deixa de ser enfrentada com argumentos e passa a ser combatida com violência. Nenhuma convicção partidária autoriza a agressão, porque o respeito à integridade e à liberdade do adversário não é uma concessão ideológica, mas uma exigência da própria ordem constitucional.”
Raramente há espaço para verdade na política brasileira e sem alianças com os que já estão no poder não há que se falar em projetos aprovados, por exemplo. Não se iluda e não iluda seus iguais. Candidatar-se visando status e dinheiro fere não só a moral do candidato, mas, especialmente, o povo. (PLDD)
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