Carta de São Paulo a Coríntios

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FELIZ ANIVERSÁRIO SÃO PAULO - 466 ANOS

CIDADE TRABALHO

São Paulo, desde a década de 60, é a cidade mais rica
e poderosa do país.
Sozinha produz 10% de toda riqueza do Brasil.
O pequeno vilarejo fundado por jesuítas, tornou-se
a potência que hoje é.
Terra de diferenças absurdas, guarda dentro de si,
imigrantes de todo mundo, tendo cada um deles o seu
bairro de referência.
Terra do futuro, todos os seus números são astronômicos.
Sua produção, seu povo, suas indústrias, o seu sentido de
humanismo é diferente, ela abriga e acolhe, mas muitos
encontram nela a pobreza, a fome, o desespero.
Com todas as qualidades e diferenças, ainda é o lugar onde
os sonhos são possíveis.
Terra de bandeirantes, povo que nada teme, e tenta vencer,
não se incomodando se o serviço for de manhã, de tarde,
a noite ou de madrugada.
Quem aqui vive tem no trabalho a sua principal virtude.
Às noites, a cidade pulsa.
Tudo nela é grande, tudo nela não é fácil, tudo nela não se
explica.
E quem nela vive, ganha, sofre, mas fica.

Roldão Aires

Membro Honorário da Academia Cabista - RJ
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E

Inserida por RoldaoAires

"Amor por São Paulo

São Paulo que me fascina, que me encanta, que me traz lindas recordações, que me trouxe e traz muitas felicidades, da qual construi a minha trajetória profissional e pessoal, e que continuo a construir a minha trajetória profissional.
São Paulo, berço dos imigrantes, da esplêndida gastronomia, de monumentos suntuosos, de importantes museus, de parques maravilhosos, da garoa, das diversidades, do trabalho, da diversão, da cultura, da música e da arte.
São Paulo antiga. São Paulo moderna.
Tudo em São Paulo me atrai de uma forma surpreendente, encantadora e fascinante!!!
Declino aqui o meu eterno amor por São Paulo!!!
Viva a nossa deslumbrante São Paulo!!!".

Inserida por teresa_kodama

Eu sou a SÃO PAULO!
Mais conhecida como: “SAMPA”

A cidade dos negócios
A cidade que não dorme
A cidade que acolhe
A cidade que não para

Em constante desenvolvimento e transformação.
Porque aqui tem trabalho! Inspiração e transpiração.
Mas também tem cultura, lazer e diversão.

Sou a cidade da imigração, dos encontros e despedidas.
A capital do turismo e da gastronomia.

Aqui tem as famosas avenidas: Paulista, Ipiranga e São João.
Tem o Masp, “o grito da independência”, o Mercadão.
Da Itália ao Japão, pelos bairros da Mooca e Liberdade.

O mundo está aqui...
Eu sou A Diversidade!

Sim, temos pressa, é verdade!
Queremos tudo para ontem.
Atenção ao horário de pico!

Muitas pessoas, muitos carros,
Reuniões e compromissos.

No compasso do tic-tac aceleram-se os passos e os motores.
Na cidade do agito, das baladas e bares,
boemias e amores.

Terra de gente boa, gente apressada,
povo apaixonado e feliz.

A antiga “Terra da Garoa”...
É A LOCOMOTIVA QUE MOVE O PAÍS!

Inserida por ketantonio

Garota infernal
paulorockcesar · São Paulo, SP
24/8/2010
De cima do palco vejo os olhas da garota, lentes cor de fogo,
Um sinal incendiário soou na minha guitarra,

No fim da noite nada alem do que guerra e a garota passava pela minha
Cabeça,

Voltei ao palco e nada na minha mente era igual
não com seguia cantar,

por alguns segundos,

depois terminei o som,

e fui direto ao bar,

pedi tremendo ao garçom,

o que ele tivesse de mais forte para que eu pudesse em fim parar de tremer,

ele me servil um Whisky,
então ouvi uma voz que me pegou por dentro,

pedindo ao garçom:

- Me sirva o mesmo.

Pensei em não olhar,

Quando:

-Oi ,
Evitei em olhar,
Mais depois de um gole me verei e abri os olhos.

Era ela,
olhos de violência,

E nem um amor...

Mais o sentimento era forte,
Ela era linda perfeita
na roupa,
sua boca,

como andava
pedi outro drink,

enquanto de alguma forma ela me arrastava,

fomos para fora,

Não existia mais mundo num disse uma palavra aqueles olhos parecia que ia me devora,
e quando ela me beijou,

sentir tudo que podia sentir prazer fogo e medo,

Prazer e medo.
Prazer e medo

Meus amigos passavam e dizia algo como,
Ai pegador
Pois eu estava com a garota
Que todos queria menos eu...

Quando final mente nos largamos,

Olhei outra vez no seu rosto

E ela estava doce
eu a queria olhos eram esverdeados,

mais dando os olhos se cruzaram o inferno tomou minha volta,

o mundo ficou pequeno e escuro,

o corpo prazer e medo
o corpo prazer e medo

anjo mal,
eu disse enquanto estava dentro dela

-Em fim abriu a boca , meu garoto
Ela disse então fechei os olhos
E quando abri estava
No balcão do bar pedindo o Whisky

Com a sobra dos olhos vermelhos nos meus olhos,

Refletindo á
de dentro do copo!!!

Inserida por PauloRockCesar

Selvageria


Os jornais anunciam:
"Latrocínio em São Paulo"
Que covardia... Há motivo pra tanta selvageria?
Por que tanto ódio? Por que tanta dor?
Desde quando uma vida e um celular possuem o mesmo valor? Triste.


O humano primitivo caçava e matava por instinto, necessidade,
Enquanto o humano atual? Ainda é caçador?
Seu instinto é causar dor? Ainda selvagem...
O mundo só precisa de paz,
Mas o que impede é a arma invés do livro
Na mão do rapaz... Ainda triste.


E a cada dia que passa
O jornal anuncia uma morte diferente
Não passa outra coisa.. Passou!
Então é anunciado:
"Ainda chamas na floresta amazônica"
A natureza chora, os animais choram,
E o homem ainda continua... Selvagem!

Inserida por LFlores

Carnaval.

Não lembro, a não ser pelas fotos, como foram meus carnavais na infância em São Paulo na Rua Pamplona, nem no Clube Palmeiras onde me levaram e tinha também o corso pela Avenida Atlântica em Santos onde meu pai tirava as portas traseiras do Chevrolet 1.956 para que pudéssemos entrar e sair rapidamente quando o cordão andava.
Lembro pelas fotos, mas vejo que não adiantou ter sido fantasiado de Zorro, Arlequim ou de Superman porque meus heróis sempre foram e são mais reais, mais pé no chão, mais gente de verdade.
Na juventude, época dos dezoito aos vinte e poucos anos, ensaiei tímidos passos carnavalescos nos salões, do Tênis Clube de Vera Cruz e mais tarde no de Marília, Sempre empurrado pela molecada para ficar o mais perto possível das garotas de shorts e bustiê, pegar na mão de alguma ou colocar o braço nos seus ombros. Isso era o máximo da ousadia.
Tudo isso era feito meio entorpecido pelo rum com Coca-Cola ou pelo wisky Old Eight que o barman despejava sobre pedras de gelo sujas, arrancadas de barras depositadas no chão de qualquer maneira, como era usual na época. Não raro havia séria revolta estomacal na molecada, até mais de uma vez por noite.
Quando eu tinha meus trinta anos meu espírito carnavalesco esteve ainda mais recolhido na época da festa do povo e houve um tempo que eu justificava dizendo que a minha vida era um verdadeiro Carnaval o ano inteiro.
Nesses dias de Carnaval eu montava na minha Honda Setegalo e depois na Honda Gold Wing 1.000cc e fosse no Itararé em São Vicente ou no Castelinho em Ipanema, meu Carnaval e de muitos motoqueiros era paquerar, colocar uma garota na garupa da moto e “arrastar” para o apê...
Não me lembro de ter ido uma única noite num salão mas há uma lembrança generalizada de grandes noitadas.
Em toda e qualquer época para mim os desfiles das escolas de samba poderiam ser mudos e eu surdo, porque a maioria das letras não passam de um amontoado de palavras que algum inculto recolhe nuns livros e tentam, num arremedo nem sempre harmonioso, contar com suor e purpurina a história feita de com sangue, suor e lágrimas.
Mais ainda, no Carnaval pobres de todo o gênero, gastam boa parte do orçamento numa fantasia tosca, para viver numas poucas horas de euforia e um ano inteiro, como diz a letra do Chico, desengano...

Carnaval, desengano
Deixei a dor em casa me esperando
E brinquei e gritei e fui vestido de rei
Quarta-feira sempre desce o pano
Carnaval, desengano
Essa morena me deixou sonhando
Mão na mão, pé no chão
E hoje nem lembra não
Quarta-feira sempre desce o pano

Esse ano meu Carnaval não vai ser muito diferente dos últimos. Ler um pouco, escrever um pouco e refletir muito porque logo chegará a quarta-feira... e qualquer hora, desce o pano!

Inserida por marinhoguzman

São Paulo
"Fruto de um crescimento desigual e desordenado, pura vaidade, poluição que não dá para descrever, esta cidade sintetiza injustiça, com muito preconceito; Sonho para alguns, inferno para muitos; Esbanja violência, pobreza e luxo. Realidade triste, a quem muito a quem muito acha esdrúxulo; chuva que era apenas garoa, grafites gritam a solidão das ruas... Denúncias, tiros, políticos corruptos, gente que não ama ninguém, gente que sofre e a ignorância fica; Uma sociedade que não têm mais gratidão... tanta dor, aonde a fé é mais importante que o respeito...
Mas, somos os que fazem a diferença, nós amamos! E respeitamos aqueles que convivemos! Quem ama cuida porém se conseguimos obter empatia e sentir o que os outros sentem, certamente conseguiremos mudar São Paulo para melhor! O respeito nos trás melhor amizade, sem violência, sem bullying... Amar é respeitar, ter felicidade em sociedade, viver em sociedade! Sem conflitos e muito menos sem guerras..."

Inserida por Isabellasozza

Dalva Tenório (foto) é paulista de Osasco, a 24 qui¬lômetros da capital, São Paulo. Nasceu no dia 20 de setembro de 1972 e foi criada em Pernambuco. Está há mais de 25 anos cantando, e no grupo Cantores de Deus completa 15 anos no ano 2012. Já trabalhou com renomados cantores da música tradicional nordestina, e desde criança trabalha em estúdios, em gravações. Conheceu o padre Zezinho, scj, no ano de 1994, quando foi convidada para cantar no álbum: Quando a gente encontra Deus, desde então não mais deixou de cantar a serviço do Evangelho. Participou em vários álbuns da área como solo e backing vocal.

“Desde cedo envolvi-me com a música, cantei por dois anos no projeto Asa Branca, de Dominguinhos, que resgatava a música de Luiz Gonzaga. Cantei ao lado de Osvaldinho do Acordeon, de grandes nomes da música popular e sempre trabalhei com gravações em São Paulo. A convite da Paulinas-Comep, gravei algumas faixas no LP/CD Quando a gente encontra Deus, de padre Zezinho, uma delas a canção Senhora e Rainha. Então, padre Zezinho me convidou para alguns shows e passei a integrar o grupo que cantava com ele. Foi esse mesmo grupo que lançou o primeiro CD: Em verso e em canção no ano de 1998. Nascia o primeiro trabalho do grupo Cantores de Deus.

Quando sobra tempo, fico em casa com minha fa¬mília. Gosto de ver filmes, ser esposa, ser mãe e fazer comidinha! (risos). Gosto de ver as pessoas alegres e de estar sempre pra cima, a vida passa rápido demais, então, prefiro não perder tempo com problemas e tristezas. Curto cada instante como se fosse o último!

“Ser mulher é ser templo de Deus, é gerar vida, é transformar!”
Dalva Tenório

Inserida por marcelachatinha

BIOGRAFIA DE Marilina Baccarat de Almeida Leão
Nasceu em São Paulo, Capital, onde viveu sua infância e juventude. É descendente de franceses. Seu avô (francês) José Baccarat, foi delegado e prefeito de Santos-SP, na década de quarenta. Foi professora de música clássica e canto erudi¬to, com especialização em órgão. É casada com José Almeida Leão, advogado aposentado do Banco do Brasil e professor aposentado do curso de Direito da Universidade Estadual de Londrina.

É afiliada à REBRA – Rede de Escritoras Brasileiras. Pertence a ALG – Academia de Letras de Goiás.
É acadêmica imortal na Academia de Ciências, Letras e Artes de Vitória (ES) e foi nomeada uma cadeira patronímica em seu nome.
No dia 28 de fevereiro de 2015, recebeu da Associação Internacional de Escritores, o Prêmio de Escritora Destaque de 2014. É acadêmica na ALAF – Academia de Letras e Artes de Fortaleza (CE). É acadêmica fundadora da Academia de Artes de Minas Gerais.
Pertence à Academia de Letras de Valparaiso-Chile.
Livros já lançados: Com o Coração Aberto; Pelos Caminhos do Viver; Colorindo a Vida; Escalando Montanhas; Atravessando Pontes; Alamedas do Coração; Em Busca dos Sonhos; Andanças pela Vida; Viajando nas Lembranças; Vivas Emoções; Encantos da Vida; Beleza da Felicidade, que será lançado em Dezembro/2015
Radicada em Londrina (PR), chamada de pequena Londres.

Inserida por MarilinaBaccarat

São Paulo

Bebi vagarosamente o último gole de café enquanto olhava a garota da mesa ao lado, após um longo tempo decidi sair, aquela fria garoa cortava a carne de meu rosto feito navalha, insultava à todos que fugiam em busca de abrigo...

Lá fora a metrópole pulsava, com seus muros gritando obscenidades, conforme eu caminhava junto a marginal sentia o pútrido odor do rio, não pude deixar de pensar que toda aquela sujeira é um pouco de todos nós...

Todos somos um pouco loucos e inocentes, decadentes e gloriosos...
estamos presos nessa metrópole artificial mecanizada pulsando alucinadamente. Enquanto eu passava, os observava ali parados, absolutamente nada a perder na selva de pedra... vejo neles um pouco de mim...

Formas e retalhos de quem um dia foi alguém, alguém com família e amigos. Tínhamos algo em comum, um dia todos fomos crianças, tínhamos sonhos e se não fosse uma mulher que muito me amou eu talvez também estivesse ali entre eles, seria mais um.

Inserida por MatheusHDiogo

Mãe
É o terceiro dia em São Paulo
Gente bonita e feia pra todo lado
Gente seria, gente sorrindo
Tem um mendigo na calçada
Sujo, fedido e chorando
Ontem tinha um cara na balada
Lindo e rico cheirando
É diferente do jeito que eu pensava
Achava que isso era coisa de gente desocupada
Isso é coisa de gente não importa o degrau da escada
Mudando de assunto, ontem fui na faculdade
Um lugar gigante parecia uma cidade
Tinha até o famoso starbucks
Falando em starbucks
Outro dia comi um lanche de carne integral
Horrível, parecia carne estragada
Prefiro seu arroz e feijão, isso sim me da emoção
Meu celular está tocando
Calma mãe eu não posso atender
Vai que alguém leva
E como eu aviso você?
Coloquei o dinheiro na bota
Mas separei o dinheiro do ladrão
Logo volto pra casa
Quero de volta o meu chão

Inserida por JessicaNataly

A bola

Eu sou Márcio Filho
Prazer em conhece-lo
Eu vim de São Paulo
Sou um segundo Ronaldo

Que bate com categoria
Para a nossa alegria
Infelizmente empatamos com o oponente
Mas agora vou fazer um gol nesta hora

Agora eu digo:
Felizmente estamos ganhando do oponente
O oponente não é pário para agente
Mereço um presente

Vou ficar contente.

(Márcio Filho)

Inserida por marcio1000

São Paulo - 458 Anos
Essa cidade que me acolheu há quase 40 anos, onde criei meus filhos, onde cresceram...
Não nasceram nessa cidade , de diversidade.
Uma é caipira e outro nordestino e assim seguem seu destino...Aqui tem paulistano, italiano, alemão, francês, árabe e português...Depois do japão, onde tem mais japonês, tem coreano e chinês.
Onde se manja una bella pizza, se saboreia churrasco, delicia-se com sushi e sashimi, aprecia-se um eisbein com chucrute, empanadas, tacos e tortillas, uma deliciosa parilla, muqueca, pastéizinhos de Belém...
Amada e adorada por muitos, mas odiada também.
Até hoje não entendo..., o encanto que essa terra tem.
Homenagem aos 458 anos da Cidade de São Paulo-2012

Inserida por ECTB

TRIDECANATO DOS ANJOS
Norma Aparecida Silveira de Moraes
Suzano São Paulo
Tridecanato dos Anjos é um experimental para se falar ou relatar alguma coisa sobre, anjos, milagres, livramentos, fé, misticismo, cabala, religião, poder Divino, crenças, temas bíblicos, etc

Como fazer
01- Título
2= Compor versos com TRÊS palavras por versos,
Formado com uma estrofe de 7 versos e outra de 3 versos
3= Cada VERSO deve conter 3 (três) palavras APENAS, rimas A/D/G e na estrofe de três versos a rima é A/C OU AB OU BC
04=PODE SE PRODUZIR TAMBÉM LIVREMENTE SEM RIMAS ALGUMA.
Exemplo
01=Livre sem rimas
Anjos
São guardiões que
Deus coloca em
Nosso caminho para
Nos direcionar, proteger
dar livramentos, luz
Anjos são seres
Divinos de Deus

Pois Deus nos
Ama e envia
Seres de luz...

Exemplo 02
ANJO É AMOR

Anjo é amor
Também a proteção
Morando na alma
Como uma flor
Ele nos acompanha
Por onde andamos
Alegria ou dor

Anjos são guardiões
Luz na estrada
Protegendo as multidões
_________________________
Criação de experimental TRIDECANATO DOS ANJOS
Norma Aparecida Silveira de Moraes
21/07/2015
1 estrofe de 3 palavras por verso
1 estrofe de 3 palavras por verso
Rimado ou livre

WWW.NORMASILVEIRAMORAES.RECANTODASLETRAS.COM.BR

Inserida por NormaSilveiraMoraes

São Paulo, 01 de setembro de 2015.

Epístola 21
Fragmentos de mim.

Enide Santos (Poções, 30 de outubro de 1968).
Decidi que não quero ir para sempre, e para isso me propus a criar o caminho que me fará permanecer, pois de alguma forma quero ficar.
Hoje tudo que tenho é tudo que sinto e é este o meu passaporte para alçar meu principal voo. A liberdade de estar depois de ir.
Para chegar onde quero preciso trespassar o tempo, necessito de conhecimento e principalmente da intimidade com o entendimento, porém jamais saberei se cheguei, mas ao menos saberão que tentei.
O que mais me é necessário hoje é que me deem amanhã, hoje convém plantar-me no futuro sem mim o qual jamais saberei se brotei.
Não quero apenas tornar-me leve e simplesmente ser levada pelos ventos, quero jazer-me em negrito ou itálico quero ser grifo.
Habita-me o conteúdo ao qual almejo aprimora-lo e intensifica-lo, para que não se desfaça facilmente.
Pretensão de minha parte? Sim, sei que sim, mas se eu não fizer por mim como poderei dizer para que façam por si se é para isso que estamos aqui!
Nascer não é apenas para viver por viver, nascer é o principio de se fazer.
Neste contexto, dedico minha vida a construção de minha morte, a sua eterna gestação de mim.
Enide Santos 01/09/2015.

Inserida por EnideSantos

Minha Biografia Eu, Roberto castelhano , nasci em São Paulo Capital 3 já viajei um terço do Pais e me considero
realmente brasileiro , dois excelentes filhos moram na capital de São Paulo e são formados Bacharéis e me orgulho disso , por estar alegre , feliz por ter filhos nos estudos e trabalhadores , eu ainda escrevo poemas e poesias e livros o mais recente cujo título é Uma Carta ao Poeta , uma história de amor , e quero contribuir com meus poemas que meu público tem admirado e me da palavras de apoio pra poder continuar a escrever mais,tenho um pessoa especial nessa história toda que jamais poderia ficar de fora, ela acordou o poeta que existe em mim a escrever cartas de amor e poesias todos os dias, tenho publicações no Facebook de diversos poemas e levo a todos os meus parabéns de gostar de ler meus artigos e obras, muito obrigado a todos.

Inserida por robertocastelhano

São Paulo, 07 de setembro de 2015.

Epístola-22
Fragmentos de mim


Estava chovendo...
Naturalmente te acompanhei até o carro, nos despedimos e eu voltei para casa, entrei no nosso quarto, deitei-me em nossa cama que ainda estava quente do nosso amor.
Deitei-me no seu lado da cama agarrei-me em seus travesseiros e chorei.
Chorei muito, como se minha alma estivesse sendo arrancada do meu corpo a ferro e fogo, mas que, não apenas eu sentindo, também vendo e também executando.
Chorei por um bom tempo sem saber ao certo porque chorava, sei que me sentia magoada, furiosa, sentindo principalmente muito medo.
Amofinei as lágrimas que havia em minha face, instintivamente já proibindo que outras se atrevessem a surgir. Então cacei aquele ar! Aquele que só usamos quando a vida parece que vai nos deixar, aquele que é pouquinho, pequenininho, mas que tem o poder de afastar o fim.
Não sei como lidar com algumas destas “novas” descobertas, sinto-me definitivamente perdida, despida de astucia. Embora pareça ridículo, mas no fundo, bem lá no fundo sinto-me honrada e muito aliviada. Eu sabia que tinha um preço para ficar com você, sabia que a qualquer momento ele se manifestaria, pois sempre que pensava nisso, já tentava me prevenir de que nada seria problema para o tamanho do meu sentimento por você, imaginava que seria capaz de compreender tudo, de superar tudo para não ter que viver longe de você.
Não sei o que faço com todas estas informações, apenas sei que as que me fizeram chorar são menos importantes que as que e me elevaram como mulher, como ser humano e não estão sendo vividas como se deveriam.
Percebi que estou em sua vida, e isso me deixa extremante feliz, porque quando se ama alguém subitamente é na vida dela que queremos estar. Á magoa, a fúria e o medo surgem, emanam de saber que não apenas eu preciso e quero você, mas que há um dissimulado combate que eu não vou perder, porque nunca fui muito de lutar por nada pra mim, mas não quero e não vou abrir mão de você. Esta decisão é irrevogável.
Enide Santos 07/09/2014

Inserida por EnideSantos

Sonhei com uma feijoada.

Não qualquer uma mas com a do Bolinha de São Paulo.
Se você nunca comeu uma feijoada do Restaurante do Bolinha em São Paulo, por favor pare de ler agora. Não tenho tempo nem saco para explicar a tradição de mais de oitenta anos, como é montada e quem frequentou aquele ridículo templo pagão da gastronomia paulistana na Avenida Cidade Jardim no.53.
Não sei se a feijoada foi atriz, se o restaurante foi o palco, sei que o lugar lembrava muito a premiação do Oscar, já que além de nós simples mortais, centenas de celebridades iam se refestelar com restos de porco servidos em cumbucas de barro, substituídas tantas vezes quantas você pedisse.
Não sei como anda hoje mas o maior sucesso da feijoada era a fila que se formava na porta nos anos oitenta. Os mais ricos e famosos, as mais lindas e cobiçadas mulheres, os carros mais caros, as maiores motos paravam em fila dupla, tripla e no bolsão de estacionamento que se formava naquele entroncamento em frente ao finado Pandoro.
Nunca fui fã de feijoada e confesso, ia e pagava caro porque já estava bêbado de caipirinha e inebriado com o pandemônio festivo que era aquele circo.
Depois de começar a escrever fui dar uma olhada nas críticas atuais do restaurante e não recomendo nem o restaurante, nem que você leia as críticas, pois uma coisa sou eu falando e outra é você constatando que a fama de muitas pessoas e muitos lugares foram criados por falsas ideias do que representa a vida e o sucesso.
Chego à conclusão de que o sonho não foi com a feijoada do Bolinha mas com o que representou para mim e para tantos ideia de felicidade e sucesso naquela época.
Sem nenhuma cerimônia, nem tristeza, deixo de lado o sonho e a feijoada do Bolinha, lavo a cara na pia do banheiro, dou uma olhada furtiva no espelho e corro para o meu pão com manteiga, iogurte de frutas vermelhas e uma fatia de bolo com café expresso da dolce gusto, presente como todo mundo já sabe, da querida Amanda Palma.

Inserida por marinhoguzman

EU estive em uma exposição
de quadros de arte em são
Paulo , na galeria estava
sendo exposto 17 lindas
obras de arte abstrata ,
tinha um quadro lindo
que me chamou a atenção
fiquei olhando , mas não
conseguia ver forma ,
parecia montanhas ou
uma cachoeira , perguntei
para outras pessoas o que
você esta vendo , cada uma
tinha uma resposta , para
aquele lindo quadro . eram
varias interpretações , eu
fiquei curioso perguntei para,
o responsável da exposição
ele falou que era uma mulher
dando a luz a uma linda criança
em momento algum eu vi isso,
mas a obra era fabulosa .
"Eu fiquei pensando como as
pessoas , percebem as coisas
por ângulos diferente , imagine
que a vida seja esse lindo quadro
criada por um maravilhoso artista
DEUS , nos somos as pessoas
olhando essa arte e não compreendendo
o que o artista pintou....

Inserida por joaojoy

[VAMOS SE PERDER EM SÃO PAULO]

Vamos se perder em São Paulo
Sim, se perder em São Paulo.
Vamos sair do amargo
Sim, sair do amargo.

Vamos sorrir a mercê
Da morte que tanto nos vê
Vamos fingir conceber
O amor e a chave do além.

E se você quer aventura
Baby, eu sou a sua cura
E se você quer se perder
Baby, eu posso ser a sua bússola

Só se lembre de bater
Na porta lá pela madruga
Pois eu quero te conceber
O ato de toda essa angustiante luxúria.

Me beije a luz do luar
Me beije a luz do luar
Me beije a luz do luar
Me beije a luz do luar

Inserida por PeterJawnher