Carta de São Paulo a Coríntios

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IMPOSSÍVEL RESISTIR A ESTE INFERNO
Sou São Paulo e digo a todo lado,
onde jogue eu sempre vou te alentar,
com as bombas,bandeira e os fogos,
se preparem o Morumbi vai te matar!
Não me importa alguns maus resultados,
esse amor nunca vai se acabar,
impossível resistir a este inferno,
impossível eu deixar de te apoiar!
Por este amor,
eu sigo desde o berço até o caixão,
porque eu,
estou aqui para te ver campeão!
E ao jogador,
que deixe sua vida por estas cores,
esforço,
honre sempre esse manto tricolor!

Inserida por patrick99

#31;#31;#31;#31;#31;#31;Na cidade de são paulo
todo mundo é diferente
O tempo é escravo do seu bolso
e eu não vi ninguém contente

dormir tarde, acordar cedo
não era o meu desejo
já fui refém desse sistema
que faz tudo por dinheiro

eu nasci num paraíso
e ainda não o conheci
de que vale tudo isso
se você não está aqui

paralelo e não perdido
acredito na razão
ja faz tempo, tenho dito
guarde no seu coração

a mudança mais que justa
faz da vida uma verdade
na lembrança ou na busca
do que ficou pela metade.

Inserida por palacebulls

PÁRABÉNS SÃO PAULO

Falar de ti

Falar de ti não é fácil, herdaste a grandeza de um nome que traduz força, trabalho e fé.
Acanhada no começo, foste aos poucos mostrando ao Brasil , e ao mundo quem tu és.
Pelas veias de tuas avenidas e ruas, que te cortam por inteiro levas milhões ao trabalho, pelo ar, já superas todas as cidades do mundo, és a primeira em serviço particular aéreo.
Das quatro zonas em que és dividida teem elas uma força de trabalho, intercalado, cada uma tem o seu pólo principal.
É falar de ti não é fácil.
As industrias aqui plantadas, hoje já se encontram plantadas em todo o país. As riquezas que geras levam o Brasil, a caminhos novos, caminhos de um progresso que já se tornam conhecido.
Em tudo que aqui é feito , em pouco tempo te tornas o primeiro, seja aquilo que for, tua pujança e a capacidade de teus filhos não teem limites.
És a capital dos esportes , em que o país é conhecido pelo mundo.
No futebol tens o campeão mundial, o time mais querido, os times que representam as colônias que colaboraram em tua riqueza, italianos e portugueses.
Tens bairro onde japoneses fizeram a sua terra. És a terra de judeus , coreanos, libaneses,americanos, alemães, enfim és uma ONU dentro de um estado.
Realmente em tudo és grande, terceira cidade do mundo ultrapassastes muitas outras famosas e de nome .
Tens um destino por Deus determinado, do topo de tuas torres, ás vilas de bairros pequenos, dos bairros nobres aos pobres, é uma só, és São Paulo orgulho dos seus filhos. Bandeira de uma nação.


Roldão Aires

Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Menbro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E

Inserida por RoldaoAires

Epístola – 20
São Paulo, 11 de janeiro de 2015.

Fragmentos de mim

A primeira vez que nos possuímos, foi uma experiência incrível.
Incrível mesmo, pois você não sabia, mas estava realizando alguns dos sonhos a muito desejados por mim, é por isso que faço questão que saiba o quanto fora importante.
Desde que nos conhecemos eu percebi que poderia mesmo realizar sonhos.
Poder amar você já era a realização de um sonho.
Descobri que você possui a mesma estatura que o homem dos meus sonhos.
Que os encaixes de seus braços moldam meu corpo com perfeição, idêntica aos dele.
Você exibe o mesmo tom de voz, a mesma textura na pele, o mesmo fascínio em locomover-se, a mesma forma de me olhar, banha meu corpo fitando-me.
O meu lugar preferido de todo o mundo, pertence ao homem dos meus sonhos.
É um lugar aconchegante onde me sinto protegida tanto o corpo como a alma,
e você é portador de algo semelhante.
Ao tocar-te, beijar-te, olhar-te a mesma sensação me toma o ar, igualzinho, igualzinho ao homem do meu sonhar.
Há um oásis em minha realidade que difere o meu desejo de sonhar.
Como pode na realidade não me amar, se em meus sonhos sou eu quem lhe toma o ar.

Enide Santos 11/01/15

Inserida por EnideSantos

Uma favela pega fogo em.Osasco, São Paulo.
As crianças dormem ao relento.
Raiva. Raiva. Raiva. Raiva dos pais.
Que alegria tosca, que esperança estúpida!
Digam, qual sabedoria existe em colocar filhos no mundo, quando sequer os pais tem um teto seguro?
Que direito tem alguém de trazer outrem ao mundo para viver na pobreza, e um suceder de desgraças e privações certas e anunciadas?
Gritam por ajuda e Socorro.
Ajuda?
Socorro?
Ajuda era aquela camisinha, gratuitamente ofertada , aos montes, em qualquer posto de saúde, ignorada.
Raiva. Muita raiva dos pais.

Inserida por NiravaGulaboBeth

São Paulo é um exemplo de determinação e coragem, diante das tribulações:
“Estou cheio de consolação e transbordo de alegria, em todas as aflições.” (2Cor 7,4)
“Quem nos separará do amor de Cristo? Tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo, espada? (...) Mas, em tudo isso, somos mais que vencedores, graças àquele que nos amou.” (Rm 8,35.37)

Inserida por JAMIGO

Logo ali

Salvador Dali, Salvador daquí
São Paulo tá nem ai
São Petersbugo, Avenida Niévski.
Lá é aqui e agora,
Gogol e Górki estão perdidos por ai.

Se a Paula bule, Max afivela.
Meu celular é máquina de som,
Batuco no boteco, queimo na viela.
Moro na Zona Leste, trampo no Pari.

Durmo à luz de vela,
Mulher e filhos sem comida na panela.
Madrugo na favela,
Lotação, Metrô, tudo lotado, e ai?

Na Índia tem Nova Délhi
Porto Alegre e Recife é logo ali,
Bósnia e Biafra é aqui!
Dostoiéyski por lá, “é nóis na fita“ por aqui.


Ei, Mano Haiti, tamos aí!!!
Heliópolis cospe fogo, Jardim Ângela manda bala.
Mamãe África é daqui!
Tsunami te engole na Rochinha e no Alemão,
O Cristo Redentor me abraça aqui,
Vou morar no Jardim Elba,
Tropa de Choque em cores, eu assumi.

Inserida por Superjujar

Muitas vezes tive medo de morar no centro de São Paulo
Do barulho que me conforta
Da noite que me faz companhia
Da música que me alegra
Das gargalhadas pomposas
Das histórias incríveis
Das pessoas inusitadas
Mas e o silêncio do amanhecer?
Percebo a paz de estar só
A luz que entra pela janela, já não me irrita mais
Como é bom estar de bem com a vida.

Inserida por geoaoe

Sento na escrivaninha
Olho no papel escrito
Né Tón 'Agnoston
São Paulo convenceu uma nação
A aceitar suas ideias apenas com essa frase

São Paulo, hoje a cidade
Vive nela
Aquela, pela qual esse poema existe
Essa já não sofre mais por esse poeta
O que dela, em mim, vive ainda?
Apenas o choro q não choro

São paulo foi a Atenas
Pregar o amor do Deus desconhecido
O poeta tenta se livrar
Do amor conhecido...

Inserida por Opseudopoeta

Quem é
Robson Silva Rocha

Nascido em São Paulo, Carapicuiba no dia 12 de maio de 1986, começou a escrever poesia a
partir da adolescência,
Quando comecei a perceber que tinha capacidade de escrever, E decidir a escrever um livro de poesia a partir do dia 17 de novembro de 2006.
Eu estou escrevendo poesia todos os dias.
eu quero publicar o livro em 2007 e 2008 do ano letivo ou
do ano que vem, depois do livro de poesia eu quero publicar outro livro sobre os amigos de Robson,
para ficar de recordação.
O primeiro livro se chama: O perfil do sentimento de Robson.
E o outro livro se chama: Perfil da vida de Robson e seus melhores amigos.

Inserida por hanter

São Paulo Esperança

Centro de São Paulo, onze horas da noite, quando muitos pensam que a cidade está dormindo ou morta eis que surge movimento e vida por todos os lados. Familias inteiras revirando e separando o lixo e dele fazendo seu ganha pão. Lixo pra uns, luxo pra outros; Há vida por todos os lados, dezenas de olhos pequenos de seres peludos que se escondem durante o dia e reaparecem a noite para reclamar seu território. De repente ouço vozes numa lingua estranha e vejo jovens de nacionalidade e cultura diferentes interagindo em brincadeiras infantis e sorrindo em cumplicidade. Olho para outro lado e me deparo com uma menina de uns seis ou sete anos puxando um carrinho de ferro extremamente grande para seu tamanho, e em seu semblante onde eu esperava ver a tristeza fui surpreendido com a felicidade estampada em seu rosto de criança; a alegria e o orgulho em estar ajudando seu pai.
A tristeza existe apenas naquelas pessoas que já desistiram da vida e dormem no chão no meio dos ratos, nas demais pessoas que continuam trabalhando e lutando por uma vida melhor eu vejo o brilho em seus olhos, não o brilho de lagrimas mas o da esperança e da cumplicidade nos sonhos de um futuro melhor.
Morta? Não, a cidade está mais viva do que nunca.

São Paulo adverte-nos em uma de suas epístolas sobre o tempo das fábulas; tempo onde a verdade seria proclamada do alto dos telhados e, mesmo assim, não seria ouvida pelos homens.

Séculos mais tarde, o escritor inglês G. K. Chesterton, rediz o que fora apontado pelo Apóstolo dos gentios, porém, com o seu característico jeitão jocoso. Disse ele, mais ou menos assim: que, cedo ou tarde, viveríamos um tempo em que dizer que a grama é verde seria considerado um absurdo, um insulto à inteligência.

Pois é, hoje em dia há pouquíssima margem para dúvidas quanto ao fato de estarmos imersos nessa época, no tempo das fábulas, onde a insanidade politicamente correta considera o anuncio duma obviedade patente um insulto sem precedentes que deveria ser amoldado e reduzido ao nível da mais rasa demência diplomada para que a verdade não mais seja ouvida e compreendida.

Inserida por areopagita

ESSE MUNDO SÃO PAULO...
Teus braços são de concreto
Mas, não me amedrontam
Ah! Minha linda São Paulo
Essa terra que a mim encanta
Vive-se num mundo lindo
Povo que abraça e acolhe
A noite é de sonhos
Boêmia deslumbrante
Se ama mulheres de todo lugar...
Aqui se vive, se bebe, dança e canta...
Ah! Como eu gosto dessa vida noturna
Passear nesses parques, nos museus,
Os shoping's cheios de gente, que chamam atenção
Ninguém sabe de que mundo para onde vão, ou virão
A Cantareira desse lindo mercado...Iguarias a mil
Um chopp gelado, salgados empanados, um kibe...
25 de março, Braz, Liberdade, Praça Da Sé...
O Bar da Brahma...Que felicidade!
Daquele sereno do orvalho da noite,
Que parecem cortes de faca
Na fria madrugada da Paulista...Alô São Paulo!
Que saudades que eu tenho!

Inserida por NonatoMontes

BraZil
Não existe amor em São Paulo.
Oque é a cultura?
Oque é a educação?
Oque importa é sempre estar la em cima!
Vamos armar, matar, tirar a sociedade.
O erro da ditadura foi torturar, não matar!
A pátria amada deixou de amar!
A pátria deixou de acreditar!
O pobre clama o rico!
Más o rico despreza o pobre?
Um bilhão na conta de quem derruba lama não é nada!
Más de quem perde uma vida, pode até ser muito...
Quem liga?
Horas pátria amada, até você
Querendo fazer-me acreditar no amor?

CRITICA SOCIOPOLÍTICA

Sou novo no mundo dos poemas!

Inserida por rafa_banks

SÃO PAULO 27 GRAUS

CBN informa: hoje é dia 04 de agosto, uma quarta feira, são 16:00 horas e faz 27 graus;

essa onda de calor deve perdurar até sexta-feira.

Aqui quem vos fala é o comandante do voo 8432, Geraldo Azevedo:

mais uns dez minutos e estaremos chegando a Teresina, são 23:10, o tempo é bom,

noite amena de 27 graus.

Sensações, hábitos e costumes formam referências capazes de modificar comportamentos e a

capacidade de assimilar essas diferenças é que nos faz pessoas melhores e tolerantes.

Inserida por fabio_nery

"TEMPO DE MENINO...
Ah! Que saudades nos traz
Aquela rua São Paulo esquina
com rua Minas Gerais, o velho pé de tamarindo
Passando por cima do banheiro da vizinha,
E sem telhado., a lâmpada balançava ao vento...
Era noite, elas vinham tomar banho sob aqueles
Olhares curiosos, meninos vendo pela primeira
Vez a perfeição da nudez de um corpo de mulher...
Transpiravam as emoções, afloravam as ideias, e
Aos poucos se aprende que o Homem nasceu
Para a Mulher, e vice-versa...Assim se completa
O ciclo da inocência...Dali em diante, o corpo só
Se transforma para receber um mundo de novidades...
É a vida! E a sexualidade aflorando!!!

Inserida por NonatoMontes

⁠Sexta-feira, 11 de Abril de 2025 São Paulo, SP

Você foi embora num dia qualquer. Eu não pude fazer nada.

Finjo que também não estou aqui.

É mentira (mentiras são amargas como remédio para enxaqueca).

Saudade é isso: um vício idiota como cassinos online.

Ainda olho o celular esperando uma mensagem sua.

O tempo não muda nada.

Inserida por GabrieldeArruda

Charlie Brown

⁠Se você quiser
Vou lhe mostrar
A nossa São Paulo
Terra da garoa
Se você quiser
Vou lhe mostrar
Bahia de Caetano
Nossa gente boa
Se você quiser
Vou lhe mostrar
A lebre mais bonita
Do Imperial
Se você quiser
Vou lhe mostrar
Meu Rio de Janeiro
E nosso Carnaval
Charlie!

⁠Desde que cheguei em São Paulo, tudo parece um sonho elétrico — um glitch entre o que fui e o que estou virando. As luzes de neon cortam o céu cinza como cicatrizes brilhantes, e o concreto pulsa sob meus pés como se a cidade tivesse um coração cansado. Tem um sentimento estranho em mim — não sei se é liberdade ou abandono. Talvez os dois.

Ando por entre sombras digitais, reflexos distorcidos em vitrines vazias, procurando algo que nem sei nomear. Carrego memórias como códigos antigos, corroídos pelo tempo, mas sigo. Sou jovem. Sou livre. Tenho coragem pra encarar a escuridão com os olhos bem abertos.

Aqui, ninguém diz tudo. As palavras somem entre o ruído das máquinas e os sussurros do vazio. Mas mesmo sem sono, mesmo me perdendo, eu caminho — porque mudar é preciso, e o recomeço às vezes nasce do colapso.

Entre sobreviver e viver, escolho me arriscar. Escolho existir.
E nessa cidade que nunca dorme…
eu também nunca desligo.

Inserida por Arcanjo_chann

⁠(Intro – falado)
Com JayPee
São Paulo, fundada em mil quinhentos e cinquenta e quatro...

Style: Old School 90s Hip Hop

[Intro – falado]
Yeah...
JayPe na city...
Sampa...

[Verso 1]
Cidade gigante, pulsa sem parar
Corre na brisa, te cobra sem frear
Passo apressado, e o trato é ingrato
No cinza do caos, cê aprende no ato

Não pede licença, já chega no grito
Silêncio é luxo — ou puro desaviso
Crua, direta, sem massagem
Os mano pa, e as mina pow

[Verso 2]
A rua me ensinou, mas também o professor
Com amor duro e sem pudor
Ensinando até malfeitor
Sorte a minha que o professor acreditou
Que até eu poderia virar...
Doutor

[Pré-Refrão]
Fiz amigo, fiz inimigo (yeah)
Mas a arte sempre foi abrigo (sempre)
Concreto virou natureza (virou)
Dúvida virou minha mesa

Fiz amigo, fiz inimigo (huh)
São Paulo é meu livro vivo
Mas se tem algo que eu fiz de verdade...
Cê sabe, mano — fiz arte

[Refrão]
A vida é dura, mano, eu sei
Mas eu escolhi seguir e acreditei
Que até EU poderia virar...
Doutor

[Verso 3]
No busão lotado ou no trem
Rotina de um monte de Zé
Querendo ser alguém

Agradeço a São Paulo,
Terra da garoa...
Mas como dizia minha coroa —

Certo poeta trouxe à tona:
"São Paulo: quando eu morrer, quero ficar,
Não contem aos meus inimigos."

Inserida por jot4pe