Frases sobre o Campo
"As disputas ideológicas, sobretudo no campo da política, serve apenas para dois propósitos: Separar duas classes, os polos que agregam os estúpidos, os tripas, que lutam pelo que desconhece, motivados por instinto violento, e para definir a porcentagens dos que estão na área cinza, e, no Brasil, esta porcentagem não chega a 2 por %...."
MEU SONHO
Eu tenho um sonho, hoje ficou mais no campo dos sonhos...Contudo, houve um tempo, antes da pandemia, quando me dedicava totalmente à literatura, esse sonho era como um projeto de vida, e muitas vezes o vi realizado.
Hoje tenho dedicado muito tempo à música, que é, de fato meu primeiro projeto de vida dentro da arte como um todo...
Ah, vocês querem saber qual era meu sonho-projeto? Tenho pensado nele ultimamente, parece um sonho, para alguns beira à loucura, mas há sempre razão na loucura, e a minha, nesse campo, é ganhar um Nobel de Literatura.
Você deve se perguntar: Que obra tem este cara presunçoso para almejar tão delírio?
Bem, procurem meus livros, mas leia-os com verdeira motivação, e, se for bom conhecedor de literatura saberá, desde já, que meu sonho é algo provavelmente factivo.
O Equilíbrio do Progresso
No campo vasto da criação,
onde a mente voa sem fronteira,
liberdade e igualdade se entrelaçam,
como luz e sombra na mesma esteira.
A inovação precisa de espaço,
mas também de solo fértil e abrigo,
pois o talento não floresce ao acaso,
e sim onde há sustento e sentido.
Que o Estado seja o guardião,
não a muralha que prende a estrada,
mas a ponte que liga a ambição
ao direito de cada jornada.
Diversidade é uma riqueza,
a essência viva de uma nação,
quando cada voz tem o seu tom,
Tecemos juntos a inclusão.
E assim, entre o livre sonhar
e a mão que protege a esperança,
cresce um mundo a prosperar,
onde justiça e progresso caminham juntos.
O campo missionário é onde você está inserido! Não existem desculpas! Missões são feitas onde estamos!
A vida não é um campo de guerras. Parede lutar contra você, contra tudo e todos. Seja o seu melhor aliado e passe a viver.
A POLÍTICA E SEUS PARADOXOS:
O campo político dentre os demais, é o que se apresenta com maior índice de “mal habitus”. Seus agentes durante suas campanhas eleitorais paradoxalmente à política, a espetaculariza com suas promessas vãs.
Muitos fazem jorrar água de onde não existe. Abrem portas que não possuem chaves. Chegam ao ápice da desfaçatez para vender uma “mercadoria” que não lhes pertence. Com o fim de galgarem o poder, “vendem a própria mãe”.
Por conseguinte após alçarem seu intenta fazem uso dos mais esdrúxulos discursos no intuito de jogar a culpa de suas insanidades em uma suposta crise a qual atribui as demissões em massa por eles perpetradas ao seu bel prazer.
As inadimplências praticadas em nome do estado, suas ausências públicas (afastamento dos correligionários) Etc...
Assim parece ser a prática política daqueles que não sabem pratica-la ou não o fazem em sua essência.
Em observância a obra do pensador alemão Max Weber (A política como vocação). Colocando em risco a democracia a um possível governo despótico. Assim diria o estadista Alexis toqueville
Nicola Vital
PELADAS DE RUA:
Quando menino a bola era meu fraco:
Bastava saber que no campo do barreiro de ZÉ JOAQUIM havia uma. Que ali estava eu, moleque franzino de cabelos claros cortados em franja, motivo pelo qual a molecada me chamava de “Zico”, apenas pela aparência física, pois mesmo tendo certa intimidade com a “Gorduchinha” nem de longe lembrava o Galinho.
Porém, me recordo com muita nostalgia do primeiro time formadinho com uniforme e tudo. Mas, claro, não tinha nada a ver com a realidade tupiniquim.
O padrão era do Internacional, clube lá do sul.
Ora! Ninguém queria saber se era do Sul, Norte ou outra região. O que bastava era estar uniformizado e se exibir no campo defronte ao estádio JOSÉ RAMALHO DA COSTA, pointer dos times de peladas de rua à época. Por quê? “Por que ali era onde os jogadores profissionais e técnicos do América Futebol Clube passavam para os treinos e todos os moleques alimentavam a esperança de um dia jogar no América. Carinhosamente chamado de” MEQUUINHA”.
Como em todo grupo existem as figuras pitorescas aquele não podia ser exceção. Logo aparece o “Beque Central” do time, apelidado de “BUBAÇO”. Era uma figura esguia, meio corcunda e olhos quase que saltando de órbita.
Buba como carinhosamente o chamávamos, sujeito não muito adepto da higiene, tinha o mal habito de conservar as unhas dos pés sem apara-las.
Também lembro com muita nitidez que todos jogavam descalços porque a grande maioria dos meninos eram filhos de pais pobres e não podiam comprar o Kichute. Pois era privilegio dos mais abastados filhinhos d papai.
Nunca me saiu da lembrança, um fato no mínimo hilário, que até hoje quando lembro me passa um VT daquela cena inusitada: Era a final de um torneio, e nós decidíamos com o Botafogo de Ciço de Miguel Eustáquio. Que por sinal era o melhor entre os demais times.
A partida estava com o placar em 0 X 0 e já no finalzinho do jogo quando Bubáço (jogador), recebe uma bola cruzada sobre o zagueiro adversário, dribla-o” Quipa” e chuta com bastante força a bola que era de plástico, a saudosa Canarinho, o xodó da gurizada nos anos de 1970. Parece mentira, as unhas salientes do atleta corta a pelota e o gol é abortado.
Desolado e visivelmente indignado. Entra em cena JUVENAL, dono da bola e do fracassado time. Percorre todo o campo como se numa volta olímpica com um único intuito, agredir o pobre Buba que além de cortar sua bola, frustrou o resultado daquela partida.
O cartola ao alcançar seu jogador, impiedosamente o agride físico e verbalmente. Além de suspendê-lo da equipe até que compre uma nova bola e apare suas malfeitoras unhas.
Ainda meio assustado estava ali estático.
Eu, e os demais colegas do clube. Sem esboçar nenhuma reação em defesa do principal personagem daquele espetáculo que hoje juntamente com seu “algoz” encontra-se em outra dimensão.
Tudo isso para fazer jus ao que digo ao encetar o texto:
(A bola era definitivamente o meu fraco). Diferentemente do que representava meu ídolo Arthur Antunes Coimbra (Zico).
Nicola Vital
Série: Minicontos
PANDEMIA
Não havia velório nem despedidas. No campo santo, o apartheid era colossal...
"Na beira do campo alegre.
A coisa agora indireitô.
Fizéru um cumércio novo.
Qui o Custódodio inventô.
Lá em cima, mais ô meno.
Pra baixo do Bem Bueno.
Bunita qui vale a pena.
Ela chama Santa Helena"...
(Antonio da Dica - 1939)
Um campo precisa florido e diversificado. E assim como as flores, toda a mulher tem a sua beleza e a sua importância no contexto que dimensiona sua existência. Há quem diga que as gordinhas, são mais felizes, porque não precisam se auto afirmar o tempo todo e que seus sorrisos transcendem por entre as frestas da curiosidade, intrigando e causando furor. Há quem digue que as gordinhas, fazem de suas imagens a mais perfeita forma que compõe todo o conjunto de suas belezas. Há quem digue que as gordinhas, em sua maioria, trazem na atmosfera, o contagiante apreço pelo que é liquido, simples e certo. Diante disso, nada mais justo que deixá-las serem o que são, fazerem o que sabem e viver da maneira que lhes convier; inspirando, perfumando e encantando os caminhos por onde resolverem trilhar...
Minha preferência é pelas gordinhas, ou seja, pelo tamanho da alegria que elas tê m, distribuido no cojunto mais lindo; rosto, corpo, mente e alma....
O que a torna tão especial não é a beleza do lírio no campo ou uma concha no aquário com seu nome, mas a sua essência. Seus defeitos e suas qualidades fazem de você uma pessoa única: às vezes complicada, mas incomparável.
Quando um comandante morre" no campo de batalha seus subordinados se segmenta no proposito da guerra dando origem as ramificações. O mal não dorme a guerra nunca para.
Juliano Assis
E o dia se faz bonito assim: Flores no campo e o vento á balançar os cabelos, acariciar seu rosto, afagar seu coração.
Céu azul á contemplar e amor á transbordar.
Apenas gratidão por tanto, por tudo.
E o dia se faz bonito assim: Sorri para mim, sorri para ti.
De mãos dadas contigo, passo por caminhos onde a paz nos abraça, onde o amor nossas mãos para sempre entrelaça.
E o dia se faz bonito assim:
O vento faz música onde o amor canta no coração, somos poesia e canção.
Um dia bonito entoa gratidão.
Encanto, encontro, emoção.
Tudo o que você fizer encontrará em seu caminho. Porque, no campo fecundo da vida, cada qual somente colhe da semente que plantou.
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