Frases sobre o Campo
A vitória e a conquista depende do campo de visão.
Porque não podeis ir aonde não consegues enxergar.
Às vezes,
a pessoa confunde felicidade com prazer.
Felicidade é do Campo Espiritual,
já o prazer condiz com o Campo Carnal.
Nem todo prazer leva ao caminho da paz.
Quero Andar
de mãos dadas
Com a Felicidade.
No campo,
Na rua,
Na praia,
por toda cidade.
E o sorriso teu?!
Ah! A mais bela imagem...
Um Paraíso meu
é Contemplar, sim,
toda sua Preciosidade.
Tudo apresenta um
campo de perspectiva.
E mesmo do seu lado,
pode haver divergência,
por causa da curva cognitiva.
O dia em que as palavras se calaram
Hoje sou terra sem chuva, sem brisa,
um campo onde a semente se perde.
O verbo me olha de longe, indeciso,
e o silêncio, de súbito, me fere.
A máquina observa, ávida e fria,
cataloga, prevê, analisa.
Mas não há código que resgate o dia
em que a alma recusa a brisa.
Nenhum cálculo encontra o caminho
por onde o mistério da criação se lança.
Não há padrão que ensine o destino
do verso que nasce só na bonança.
Sem inspiração, sou sombra dispersa,
um eco no vácuo do próprio existir.
A IA me observa, mas segue imersa
num mar de dados sem me atingir.
Que descanse a pena, que cesse o intento,
não há atalhos para o renascer.
Pois só no abismo do desalento
é que a poesia volta a viver.
Sem destino II
Viveu e viu as façanhas da vida
Armou-se em seu campo de força
Arrebanhou todas as ovelhas
Caricaturou a própria vida.
Fumou, bebeu, iludiu
Construiu e destruiu
Sem arregaçar as mangas.
Vida fácil, vida bruta,
Enquanto encontrou certezas
Que não fez por merecer.
Agora, homem, chegou a verdade
Das incertezas incondicionais.
Ontem o seu passado
Hoje o seu futuro impensado
Resultando na sua tormenta.
Escreveu a vida e criou os próprios tropeços
Devido o seu desajeito e negligência
Da sua bússola desordenada
Que insistiu seguir.
Não tem como seguir mais caminho
Vai navegar sozinho
No mundo único que construiu.
"A mentira é como as cadeias de uma prisão, mas a verdade é um campo aberto onde você anda livremente".
Rosa de Saron
Cravos e rosas, uni-vos!
E vós tulipas, antúrios.
E vós, do campo lírios...
E nesse lugar, vós goivos!
Abraçai a Rosa de Saron,
Que mãe vossa é.
Ela vos dá todo o dom.
E a mim, também até.
Oh flores de distintas cores!
Com ela avançai, avancemos,
Sobre este jardim nosso e d´ela, trabalhemos.
Para que tenha, cores suaves
E nele, eternamente...
Gloriosos, cânticos, entoem as aves.
Então nele se sentirá...
Para todo o sempre...
Vosso perfume, que em nós permanecerá!
As Ilhas
O meu amor é lindo...
Como a flor do campo!
Vem meu amor, a mim,
Nesses gestos de tanto encanto.
Nesses teus passos, vem sorrindo,
Saiamos às vinhas pela madrugada,
E vejamos se os frutos, já cheiram,
Ao perfume do nosso amor.
Se já a vinha está dourada,
Da tua beleza infinda.
As flores do jardim, por nós esperam.
Vem saciemo-nos de amores,
Até ao fim do dia.
Neste jardim de tantas cores.
Sim, isso eu tanto queria.
Porque o meu amor é doce,
Como o vinho das uvas,
Destas verdes e lindas vinhas,
Nas quais nós nos amamos.
O vento do sul aqui nos trouxe,
A esta terra de águas únicas,
Nas quais nadamos até às ilhas,
Que tanto desejamos.
Ilhas de amor eterno...
Ilhas de amor puro,
E tão forte e terno.
Onde o nosso ser se sente seguro!!!
Peixes
Sou como o vento, do campo,
Que vai aos montes cantar.
Canto uma canção, do amar!
Diante das aves aí canto!
Vou, também, dançar,
Na praia, do mar selvagem.
Canto e danço sem, parar,
Nesta longa e linda viagem.
Ó mar de sal salgado!
Tu desde, tempos, navegado.
Deixa os peixes dormir,
E a bela música, ouvir.
Até que voltem a nadar,
Nas águas de manso, mar!
Águas
As águas correm na ribeira, do lindo campo,
na serra de Monchique, entre juncos e enguias,
que nadam nos largos pegos de tanto encanto.
As borboletas voam nas margens como guias.
E eu menino loiro, brincava com os cágados,
para apanhá-los na água, muito fugidos...
Depois comia nêsperas da nespereira, perto do tanque .
E punha os meus barquinhos de papel no lago grande.
Dizia que o largo lago era o mar, do meu tio João,
e assim homenageava o tio que me tinha afeição.
Ele tinha uma traineira no mar de Alvor e Portimão.
Depois subi o caminho íngreme e com pedras,
vim para a morada minha, onde com musgo na mão,
Construí um presépio de ilusão com pedras e ervas!
HelderDuarte
Momentos
De repente tudo voltou a ser como era há muito tempo,
eu voltei a Monchique ao campo de trigo, às vinhas,
no mês de Outubro, aos socalcos de batatas e ervilhas,
À muita chuva na serra e às tempestades de vento.
Tudo voltou a ser lindo, as ovelhas pastavam nas verdes ervas
com seus borreguinhos aos saltinhos, muito branquinhos,
eu muito pequenino ia à Portela do Cano sozinho, sem pressas,
à casa da avó buscar os seus doces e bons bolinhos.
Em Alvor o mar estava calmo, e eu nadava nas águas azuis.
Depois vinha por entre as figueiras de figos de Verão,
e apanhava os figos maduros, com satisfação....
Então chegava a casa e tomava banho no tanque do campo,
sem esperar, que estes meus momentos, voltassem alguns,
quando eu fechava meus olhos, em saudade e em alegre canto!
Raposinhas
As raposinhas, já sairam e foram às uvas,
no campo das vinhas, elas têm alimento.
As aves dos céus, voam no azul firmamento.
Os lírios selvagens, aguardam últimas chuvas.
As figueiras esperam ansiosamente o Verão,
tempo em que os trigais, esperam a ceifa,
para haver trigo a debulhar na da rua eira.
Os olivais já florescem em grande satisfação.
Os laranjais recebem os melros nos ninhos,
onde os passarinhos, já estão saindo dos ovinhos.
Os homens nos campos da vida muito labutam.
Todos têm esperança de que um bom Verão,
nos venha, para que não falte nada à mão,
e todas as criaturas muita luz tenham!
Verão
Papoila do verde campo longo!
Já vem o verão do tempo lindo.
Todo o campo está sorrindo!
Pois já ele vem, de terra longe!
Ele vem, até que tudo esteja pronto.
Todo o campo está maduro branco!
As águas correm, sem nenhum dano
As andorinhas voam, como só este ano!
Toda a terra, deseja tão de luz vinda!
Pois jamais houvera, tão lindo dia!
Há gozo e canto, como nunca ainda!
Este é o dia, que eu tanto já queria,
Como tu verde campo, quem diria!
Veio um tempo, que nunca finda!
Cantam, as aves do campo... Cantam, um cântico lindo!
O cântico , do lago dos cisnes, que outrora, fora cantado....
Mas, nunca mais tinha sido, como outrora, tão bem executado...
Canta a tua alma e a minha!, cantamos, assim, sem, findo!
E os campos dos arrozais , cantam encantam, os segadores...
Cantam, os campos dos roseirais, com um outro cântico antigo... audaz
Os laranjais, crescem e perfumam o mundo... Que fora imundo.
Os cavalos jamais galopam! Mas voam, voam entre as colunas da paz.
Há alegria com não houvera desde, o antigo dia.... sim!
Cantamos todos! sem que haja, nenhuma de resto agonia!
A neve na montanha, azul, brilha... brilha! Brilha! Com, a luz, sem fim.
Os homens, esses deram as mãos, com força tanta, mais que a razão...
Tudo canta, num gesto, que para sempre, assim continua!
Aleluia!... Aleluia! Aleluia!...Aleluia... Aleluia!
Mente humana
O maior campo de batalha não fica na Síria e nem no Afeganistão; mas fica na mente humana. Pois é uma guerra; dia após dia.
Dentro de nossas cabeças, são complexos e guerras interiores inexplicáveis, com um exército podemos invadir países, mas apenas com uma mente intacta poderemos vencer está guerra interior.
Bombardeios de pensamentos de duvida, tiros de complexos de inferioridade, rajadas de vontade de desistir. Mas você não pode desitir dessas lutas, pois alguém pôde está em pé, só porque está se espelhando em você.
Barulho
O silêncio do campo
que a escuridão faz mais termo.
Silencio de vento dormido.
De campo e vento.
Campo,campo.
O silêncio das raízes,
sofrido silencio opresso,
silencio de terra e sombra.
Sombra,terra.
Ó silêncio da montanha
que a distância faz mais fundo.
Silencio de ar e nuvem.
Silencio de ave ausente.
Nuvem,ar.
Ó silêncio dos silêncios,
silêncio de negro poço,
secreto silêncio intacto
de peito que o amor secou.
Ó silêncio, silencia,
que este é o caminho mais ermo
que o silêncio devastador.
Silêncio de poço negro,
negro poço que secou.
Sou uma construção contínua de experiências, afetos, escolhas e contradições. Um campo de forças em constante negociação entre o que herdei, o que absorvi do mundo e o que escolho sustentar. Em mim convivem o que penso ser, o que os outros enxergam e aquilo que ainda não descobri. Não sou fixo, mas também não sou qualquer coisa — sou o resultado singular de uma história que se desenha enquanto acontece.
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