Frases sobre o Campo
Você me inspira como as flores do campo e me traz pensamentos em você;
Como queria te tocar, pois você é intocável estando protegida no fundo do meu coração;
O tempo não passa sem poder te acariciar te dando atenção para achar o teu olhar;
Parece que estou apaixonado e em meu silêncio explode como um campo minado e nada como tudo que já tenha passado;
A penumbra da noite trazem-me você com as surpresas de um desejo assustando o íntimo da minha razão;
Espero-te com o meu coração na mão, pois quando me disse que o destino decidiria nossos caminhos não aceitei de momento tão casual;
Teu silêncio presso na minha garganta direcionando-me a loucura do amor;
Neste acaso lavrando o campo solene que é o teu coração, lhe ofereço a minha chama que nunca se extinguirá;
Pois a chama do amor é invulnerável para com quais querem que sejam as dificuldades;
Teus segredos se fazem incógnitas para o meu doar e na ausência me trouxe saudades, porém nos sentimentos algo universal e prazeroso;
Não entro no campo do amor de forma leviana, mas entro de forma justa e corajosa;
Para que os meus sentimentos possam se sacrificar e em inteirar pelo destino afetivo;
Nunca deixem levar as tuas batalhas fora do seu campo de alcance
Pois saber onde pisa ainda é melhor do que saber como se luta!
O pecado não me atrai
e o proíbido não me fascina
mas o teu cheiro de rosas do campo
Hummmm... Realmente me enlouquece;
*Amor do Campo
Marise morava na cidade. Trabalhava como secretária em uma empresa de grande porte, mas estava cansada daquela vida de escriturária.
O trânsito, o barulho, a poluição, a violência.
Tudo isso a sufocava.
Um dia, Marise decidiu mudar de vida, partiu para uma pequena área em Paraty.
Preparava-se para trabalhar no sítio .
Arrumou suas coisas e foi morar no campo. Sol e leve brisa vindo do mar.
Comprou um sítio pequeno e começou a plantar hortaliças e criar animais.
Marise conheceu um rapaz alto, de olhos verdes, que também morava no sítio ao lado.
Ele era sitiante há muitos anos.
conhecia tudo sobre a vida no campo.
Marise despertava uma vaga lembrança de que o conhecia desde jovens Formou-se a amizade, e o rapaz virou amigo do peito.
Passavam horas conversando sempre que podia.
Trabalhando, batalha dura da vida, os sonhos, os planos. Aos poucos, iam produzindo tudo que podiam, inclusive o sentimento de amizade formando inseparáveis momentos.
Fortificar não só o campo, mas a mente.
Produziram muito. Uma união intensa, pelo sítio, pelas plantas, uma espécie de paixão e cumplicidade agrícola. Plantar, Colher coisas bons no futuros
Plantavam as hortaliças, frutíferas. Sentavam-se na varanda para contemplar o pôr do sol e prosear.
Plantaram a semente, a amizade eterna da vida.
Hoje uma pessoa atravessou meu campo de visão. Ela me pareceu muito estranha, esquisita, feia, até que me olhou nos olhos e sorriu. Num instante a minha percepção mudou. Ela se tornou linda e interessante.
A Revelação de Fia
Era uma vez, em um vasto campo verde, um formigueiro próspero onde vivia uma formiga chamada Fia. Fia era conhecida por sua lealdade e dedicação à rainha e à sua colônia. Ela acreditava firmemente que todas as suas ações, desde a coleta de folhas até a defesa do formigueiro, contribuíam para o bem-estar e prosperidade de sua comunidade.
Fia sempre foi uma guerreira valente, participando de todas as batalhas contra intrusos e ajudando a expandir o território de seu formigueiro. Ela acreditava que suas lutas garantiriam uma vida melhor para todas as formigas, com mais recursos e segurança.
No entanto, um dia, após uma intensa batalha, Fia decidiu subir ao ponto mais alto do formigueiro para observar o resultado de seus esforços. Ao chegar ao topo, ela foi tomada por uma visão chocante. O mundo ao redor era um vasto campo marrom, não de terra, mas de formigas marrons, sua própria espécie, engajadas em uma batalha feroz contra outros insetos.
Fia viu como as formigas marrons, suas irmãs, dominavam e destruíam outros seres vivos. Elas não apenas lutavam por recursos, mas também subjugavam e eliminavam outras espécies de insetos. As vítimas se debatiam desesperadamente por liberdade, engolidas pela maré imparável de formigas marrons.
Abalada, Fia permaneceu lá, observando a carnificina até o pôr do sol. Quando a noite caiu, ela olhou para o outro lado do formigueiro e viu algo ainda mais perturbador. No cume do formigueiro, a rainha estava cercada por troféus macabros – as cabeças de vários insetos, um símbolo de suas conquistas brutais.
Fia, então, percebeu que as batalhas que ela pensava serem nobres eram, na verdade, atos de agressão e opressão. O que ela considerava defesa do formigueiro era, na realidade, uma expansão imperialista que levava sofrimento a tantos outros seres.
Desolada, Fia desceu do topo do formigueiro, sua visão do mundo completamente alterada. Ela compartilhou suas descobertas com as outras formigas, provocando debates e reflexões em toda a colônia. Embora fosse difícil mudar as velhas crenças e práticas, Fia dedicou o resto de sua vida a promover a compreensão e a coexistência pacífica, em vez de conquista e domínio.
Moral da história: O que é bom e nobre para apenas um, e usa a força para reprimir sua oposição, só pode ser nobre visto de uma perspectiva. A verdadeira nobreza se revela quando consideramos o impacto de nossas ações em todos os sere
A distância te tira do meu campo de visão, mas não tira você do meu coração, vou torcer pra você não me esquecer e nunca desistir, porque se for teu querer e Deus me permitir, eu vou te visitar e te levar carinho todo dia, voando como passarinho nas asas da poesia.
Enquanto o guerreiro suja suas mãos de sangue no campo de batalha, o camponês perfuma suas mãos com aroma de flores nos campos de rosas
O combatente mais ferido numa guerra não é aquele que está ferido no campo de batalha, mas aquele cuja capacidade foi questionada ao estar emocionalmente abalado
A espiritualidade é verdadeiramente nossa benfeitora, é ela quem cuida do nosso campo de batalha interior e nos faz agir como bons soldados, em busca da paz na guerra que se avizinha
Fazer-se de vítima no campo minado da realidade é procurar ser implodido pelo pensamento deletério que nos rodeia, e pelas ações intempestivas que nos desqualificam
ETERNIDADE
Era uma casa grande de frente ampla pra um imenso campo de pasto, que se perdia ao longe com elevações de algumas colinas onde invariavelmente o sol repousava nos finais das tardes. Um rio riscava a paisagem com algumas curvas sinuosas donde surgiam carroças e mulheres com bacias nas cabeças seguidas por crianças que vadiavam entre flores, libélulas, borboletas e alguns passarinhos que festejavam a aurora ou alardeavam nos finais de tardes, anunciando as noites. Neste cenário vivemos os mais belos anos de nossas vidas de uma paixão, que certamente inspiraria poetas, romancistas, cantores e qualquer ser vivente com um pouco de sensibilidade.
Protagonista desta história, posso afirmar, que a felicidade faz galopar o tempo num tropel frenético e irrefreável. Foi lindo, foi infindo, foi infinito; mas até o infinito é arrastado pelo galopar enlouquecido do tempo; e um dia eu me vi sozinho, tonto com o serpentear do rio, as vertiginosas colinas e um vulto que dava sentido àquele cenário. ah, tantas coisas mudaram naquele cenário; os horizontes foram se limitando dando lugar a torres, antenas e telhados: mas o que eu via era o passado, longe de asfaltos e pontes, perto de auroras incríveis e ocasos paradisíacos. Um dia reuniram-se irmãos, filhos e netos e choraram pelos que eu jamais choraria. O tempo galopara a minha existência; mas agora, este plasma infinito dessa ternura louca, fiel e inabalável insiste: é uma casa grande, de frente ampla pra um imenso campo de pasto que se perde ao longe nas elevações de algumas colinas, onde invariavelmente o sol repousa nos finais de tardes... com sua roupa branca como a candura de um anjo, ela caminha em minha direção sem nenhuma pressa, sabe que temos toda a eternidade...
Fui à guerra e conheci o medo, a insanidade e a morte.
E foi no campo de batalha que descobri uma verdade:
Na guerra coragem nada mais é que desespero por sobrevivência.
Quando um comandante morre" no campo de batalha seus subordinados se segmenta no proposito da guerra dando origem as ramificações. O mal não dorme a guerra nunca para.
Juliano Assis
No vasto campo da mente e do saber, onde as sinapses tecem histórias e o aprendizado floresce, a neuropsicopedagoga(eu) caminho como jardineira das almas. Em meus olhos, brilham a paixão e o desejo de desvendar os mistérios que envolvem o ser humano.
Cada dia é um novo amanhecer, uma oportunidade de plantar sementes de conhecimento e ver crescer árvores de compreensão. Com delicadeza, cultivo a mente, regando com paciência, nutrindo com amor. As dificuldades que encontro não são barreiras, mas desafios que me inspiram a buscar soluções criativas e compassivas.
Meu trabalho é uma dança entre a ciência e a arte, onde cada movimento é calculado e, ao mesmo tempo, impregnado de emoção. Eu escuto não apenas com os ouvidos, mas com o coração, percebendo nuances invisíveis, sentindo o pulsar dos sonhos e das esperanças.
Ao trabalhar com o que amo, transformo vidas, ilumino caminhos e construo pontes para um futuro de possibilidades.
Minha jornada é repleta de significados, pois eu sei que, em cada vida/mente que toco, deixo uma marca indelével de aprendizado e crescimento. E assim, como artista de almas, eu encontro minha própria realização, em meio às estrelas que ajudo a brilhar.
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