Brasileiros
Enquanto a justiça for apenas um ideal, os brasileiros continuarão vendo o domínio da corrupção, desigualdade, racismo e do banditismo político.
Bom seria,
se os Brasileiros,
odiassem políticos corruptos que ele conhecem,
como odeiam Lazaro que eles nem conhecem,
o País seria outro.
Em geral, os brasileiros acham chique viajar para o exterior. Mas chique, mesmo, para mim e conhecer o meu país, a sua cultura, a sua história, a sua língua e o seu povo.
Definitivamente; os políticos brasileiros adoram pobres e miseráveis, é numa paixão tipo quadrienal. Aman tanto ao ponto de não criarem políticas públicas para prosperarem e principalmente por não saberem viver sem eles...
Nós brasileiros, criamos a camisa 10, o jeito leve de driblar, nossas cobranças de falta são como quadros raros. Temos a fórmula fenomenal da superação. Jogamos bola na grama, no cimento, na areia, no tapete... Jogamos bola em sonhos e, jogamos acordados para transformar nossos sonhos em realidade. Temos licença poética para dizer que o futebol pertence a nós!
A história da minha família é como a de muitos brasileiros: nos vimos obrigados a empreender por necessidade, ou seja, nossa melhor alternativa para cuidar de nós mesmos e conseguir lidar com a situação em que nos encontrávamos era criar algo novo e arriscar tudo o que tínhamos à mão.
texto rustico em homenagem aos nossos herois brasileiros, que estao sendo esquecidos
ETERNO TU SERAS, COBRAS FUMANTES
isto, não é um poema, isto nao cotam na escola
isto não é lembrado, ó força, ó pátria você foi amada.
meu nome ? meu nome é Arlindo lúcio da silva, junto a mim
esta Geraldo rodrigues de Souza e também Geraldo baeta da cruz
bom, desculpe meu erro de português. afinal de contas eu só terminei o curso primário.
bom, aqui estou mas meus companheiros... uma salva de tiro, estou com medo
na verdade nos estamos, o que estamos fazendo aqui ?
a, lembrei estamos aqui por nossos pais e nossos filhos, na verdade estamos aqui por vocês
se é que vão contar sobre nos. sim, os americanos nos odeia também, afinal. somos latinos ne ?
bom resumindo tudo, afinal não da tempo de escrever tudo... estão por todos os lados.
o saudade de você minha mãe, o saudade de você meu BRASIL BRASILEIRO, enfim eu estou com medo.
Geraldo rodrigues, e Geraldo baeta também esta. afinal estamos arriscando tudo por, nos, filhos,
filhas, e mãe pátria. eu juro nossas pernas tremem, mas hoje a cobra vai fumar...
meu Deus aqui é o inferno, quem estava conosco, já estão descansando, sorte?
meu Deus isto é um pesadelo, estamos com fome e quase sem munição, a Deus me perdoe.
bom nos perdoe, mas não posso deixar que o sacrifício de todos fossem em vão, afinal somos os cobras fumantes!
bom, morreram todos, estamos sozinhos e sem munição, o que faremos?
nesta hora, eu e meus amigos, bom aqui na guerra meus irmãos, olhamos um para o outro
colocamos as baionetas...sim pediram para nos rendermos
mas pela nossa Pátria amada, pelos mortos, pelos nossos filhos e filhos do Brasil.
ate a morte!
ouvi o som da morte, e meu corpo congelando. esta me faltando ar, olho para meus irmãos
ajoelhados olhando para o céu, sentindo o mesmo que eu.
Perdão Deus, precisava defender minha família e minha terra, por favor nos perdoe.
Dizem que nossa bravura. foi imensa fomos grandiosos Dizem que fomos condecorados pelo nosso próprio inimigo por honra
obrigados por nos dar um enterro digno. nos somos os Cobras Fumantes eterna seja nossa vitória!
Não esqueça meus filhos, e nossos filhos. nosso sacrifício, foi por vocês, foi para minha terra que é minha casa
foi por nos.
Quando a taxa de juros sobe, os brasileiros “trabalham mais” e ganham mais aplicando o dinheiro.
Quando a taxa de juros diminui, os brasileiros “trabalham menos”, pois as pessoas tendem a gastar mais o dinheiro em vez de economizar ou investir.
Quando o valor do dinheiro diminui, os brasileiros “trabalham mais”.
Quando o valor do dinheiro sobe, os brasileiros “trabalham menos”.
Aos conterrâneos brasileiros, ocasionalmente se apresentam "fatos" com uma função social análoga a da arena romana, conquanto, nada verossímil a eloquência de Górgias ou à retórica sofisticada de Protágoras.
Caros escritores e poetas brasileiros,
Se há um conselho que vos posso dar é este: escrevam como quem planta árvores cujas sombras talvez nunca venham a usufruir. A literatura é um campo vasto e fértil, mas, muitas vezes, o retorno que desejamos vem muito além de nossos dias ou das expectativas imediatas. Não façam das vendas a medida de seu valor, nem do marketing o motor de sua criação.
Vender livros no Brasil é, de fato, um desafio. Muitos caem na armadilha de transformar a arte em produto, sufocando a espontaneidade e a beleza das palavras com a pressão de cifras e números. No entanto, a posteridade não se apressa, ela se alimenta do que é genuíno, do que transcende o tempo. Focar nas vendas pode desviar o olhar da verdadeira essência do que vocês são chamados a fazer: criar algo que ressoe na eternidade, um legado que possa ser descoberto por aqueles que ainda virão.
Escrevam para o coração do amanhã, sem pressa e sem pretensões desmedidas. Deixem que o reconhecimento venha, se e quando ele tiver de vir. Mas, acima de tudo, escrevam para a alegria da criação, para a satisfação de expressar o que é verdadeiro, belo, e, muitas vezes, invisível aos olhos imediatos.
Não permitam que o desgaste das expectativas mercadológicas roube a nobreza de vossa missão. Quem escreve para marcar seu nome no tempo raramente se deixa abater pelas dificuldades do presente. Afinal, o que é a posteridade senão um presente estendido às gerações futuras?
Persistam.
“Parte dos brasileiros passa o ano inteiro esperando a doce ilusão do Carnaval para ser feliz nos quatro dias de festa. Vestem-se das mais exóticas fantasias e tudo acaba na quarta-feira de cinzas, restando apenas o arrependimento da ressaca moral. Pano de saco e cinza é o que fica até que chegue a Páscoa, o dia da purificação.
A Páscoa se aproxima, ressurgindo uma nova esperança de uma vida vindoura e de transformação para aqueles que desejam trilhar um novo rumo em direção à real alegria, morrendo para o velho e nascendo para a nova aliança com o Cordeiro que, em misericórdia, se sacrifica pela ovelha perdida e desgarrada. E para aqueles que rejeitam, resta-lhes a cinza do que fica. Ele veio para que tenhamos vida, não uma vida mesquinha, miserável, banal, subvida e reduzida, mas uma vida em abundância. Isso é, o suficiente para que haja gozo, alegria, prosperidade em todos os aspectos que se possa imaginar. Não me refiro à luxúria e ao que se descarta após o uso, mas a uma experiência extraordinária que se alcança pela misericórdia do cordeiro perfeito, que é o Cristo Jesus que crucificado , morto e ressuscitado. Somente por meio dEle pode-se alcançar a magnitude de uma vida nova e transformada.”
“Porque você é pó,
e ao pó voltará".
(Gênesis 3:19)
“Eu vim para que tenham vida,
e a tenham em abundância.“
(João 10:10)
A Literatura Nacional é extremamente rica. Leio, rotineiramente, muitos autores brasileiros com uma narrativa singular, mas ainda desconhecidos do grande público e das grandes editoras. Autores que, certamente, forem teimosos até o fim, encontrarão seus espaços neste mercado competitivo e, às vezes, meio injusto.
O ano de 2015 se encerrou com uma marca triste. Foi um ano triste, onde milhares de brasileiros passaram a padecer com a falta de um prato de comida, ou até mesmo - principalmente - uma fatia do pão da expectativa.
Em 2015, nós brasileiros fomos pegos de "surpresa" por uma crise moral, ética e financeira. Tal crise, anunciada, fez com que passássemos a tirar da gaveta o vocábulo ECONOMIA; tendo-o na ponta da língua. ECONOMIZAMOS no gás, ECONOMIZAMOS na energia, ECONOMIZAMOS na água e até sentimos a necessidade de pôr mais água no feijão para ECONOMIZAR.
"Brasileiros e portugueses vivem irmanados na mesma estupidez: ser grande não significa ser grande; ser pequeno não significa ser pequeno."
