Voto
Quando não há nada no coração
Nem silêncio,
Nem perdão,
Uma voz muda deixa a votação
É que sem opção
A democracia acaba
Justo na eleição
O que existe de mais cruel para um povo do que ser compulsoriamente obrigado a escolher seus governantes lá entre os empresários, lá entre os sindicalistas ou lá entre os latifundiários?
A primavera é como um sentimento bom, chega mansinha e acariciante, de repente em arroubos invisíveis toma todo o coração, que transborda.
No instante do sufrágio, todos os cidadãos brasileiros, independentemente de sua posição socioeconômica, desfrutam de igualdade de direitos.
O voto não conhece distinção de peso ou valor, sendo uma expressão fundamental da democracia, onde cada indivíduo tem a mesma capacidade de influenciar o processo político.
E quando não dá mais para perdoar !
Com minha razão está perdoado
já o coração não, está ferido se soubesse o quanto seria magoado nem as portas teria aberto pra si.
Me desculpa por ter sido amiga.
Não temos como saber se o governo terá o sucesso ansiado pela maioria dos brasileiros, mas a maioria deles sabe que já está vendo a luz da esperança que parecia tão distante até então.
Dinheiro é apenas um objeto criado pelas mãos do homem para dar autoridade um punhado de seres prepotentes que recebeu poder para determinar como o mundo será controlado, não dando espaço para a democracia escravizando o povo menos favorecido em prol de seus sórdidos, repugnantes e abjetos desejos.
Somos povo, vivemos como povo, votamos como povo, elegemos representantes do POVO para defenderem interesses do GOVERNO. Onde está a lógica?
A ambição pelo poder e a falta de consenso familiar por ele, desagrega não apenas entre si, mas também perante a sociedade. Como poderão, os que não administram com harmonia o seu próprio clã, conduzir a organização do estado. Várias famílias políticas brigaram pelo “poder” (ilusório) e fracassaram. Aquele (a) que acredita ter o direito do nome político familiar, e tomar as decisões geralmente cria desconforto naquele(a) que também se acha no direito do espaço político que a família se acha dona, esquecem que quem colocar e/ou tira do “poder” (ilusório e efêmero) é o povo e pelo que se percebe não escolhe nem um (a) e nem o (a) outro (a).
A massa carente e iludida, mas unida vence a massa “informada” e vaidosa desunida. Lamento por ambos os eleitores e me torno vítima principalmente da ignorância daqueles.
Maioria dos brasileiros esquecem que os políticos estão sendo pagos por nós para trabalharem pelo bem da população e do país e que qualquer político deve ser cobrado a melhorar se fizer merda e que deve ser tirado do poder se fizer muita merda e nunca mais receber um voto!
ELEIÇÕES
Propaganda eleitoral,
vemos na televisão.
Tem candidato honesto
e tem o espertalhão.
O cara roubou o povo?
Não vote nele de novo!
Na urna tenha atenção.
Se o político foi bom,
vote na reeleição.
Mas se ele mandou mal,
dê a ele uma lição.
Não vote branco nem nulo,
pois vai ser como num pulo,
pra ganhar a eleição.
Prefeito constrói ginásio,
hospital, creche e colégio,
só recebe seu salário,
não pode ter privilégio.
Vereador? Fiscalizar,
criar leis, priorizar
saúde e magistério.
Anote seu candidato
pra depois dele exigir
tudo o que ele prometeu
e o futuro garantir.
Governante é servidor,
tem que ser trabalhador,
um exemplo a se seguir.
Precisamos repensar a democracia que temos no Brasil. Uma democracia onde o povo entra apenas com o voto e depois é ignorado pelos eleitos não é democracia.
Não há democracia quando os governantes têm suas campanhas patrocinadas por grandes empresas e/ou grupos, pelo dinheiro advindo do jogo do bicho, do tráfico, de obras superfaturadas... quem assim faz, ou se vende a outros ou se vende à sua própria ganância. São escravos que escravizam o seu próprio povo!
Não há democracia quando partidos políticos são representantes disfarçados de outras nações e/ou governos, de organismos internacionais com interesses escusos e, ainda, de ideologias contrárias aos verdadeiros interesses nacionais.
Não há democracia quando candidatos se elegem à base da compra de votos por dinheiro, prometendo dar isso ou aquilo, fazendo festas e, ainda, promovendo inaugurações de obras às vésperas de dia de votação com o objetivo, é claro, disfarçado, de promover este ou aquele candidato.
Não há democracia quando uma pessoa vende, por quaisquer motivos ou meios, seus princípios e direitos, tais como o da liberdade de consciência e o direito de escolha, que lhe permitem votar em quem julgar melhor para representá-la e para representar o seu povo.
Não há democracia quando a fé de uma pessoa e/ou povo é atacada, desmerecida, perseguida... tão somente porque em seu Livro Sagrado não há apoio a certas práticas e ou ideologias defendidas por pessoas, grupos, partidos, empresas e organismos nacionais e internacionais.
Só há uma verdadeira prática democrática quando os políticos eleitos exercem seus mandatos como fiéis interpretes da vontade de um povo.
Dia 28 de outubro, você terá muitas escolhas a fazer. Algumas, difíceis e desagradáveis. Uma delas é não ajudar a eleger um homem que celebra e admira um confesso torturador de crianças, mandante de assassinatos e estupros. É entre você e sua consciência.
"Hoje, acordei convicto e que ao contrário do que se propaga, o povo brasileiro sabe votar sim! Quem não sabe o valor do voto que recebe, é o político! Que o desonra com sua desonestidade pós eleitoral."
No meio de milhares de votos, a culpa é jogada em cima de quem votou, seja o candidato eleito ou não!
Se o eleitor brasileiro tivesse juízo, exigiria dos seus candidatos notório saber e ilibada reputação.
