Violência
É gente, junto ao progresso vêm as drogas, a pobreza, o desemprego e todo tipo de violência, infelizmente. Abraços fraternos.
Até Quando Vamos Suportar a Violência em Nosso País?...
Eis a questão?...
A coisa está tão grave, que ficamos com medo até de sair de casa, já notaram isso?...
Pois bem, aqui em Castelo, ES, também não é diferente! As últimas notícias não são muito animadoras: 1 - Alguém fora baleado na última Sexta-feira no Bairro Exposição; 2 - No Sábado, assaltaram na parte da manhã, a mão armada um despach...ante perto do Detran-ES, levando um cordão de ouro do mesmo; 3 - À tarde, assaltaram a mão armada o Supermercado do Juarez na Esplanada e o Bar do Amarelinho, tendo os bandidos enfrentado a Polícia Militar, efetuando vários disparos de arma de fogo, botando em perigo os comerciantes, funcionários, clientes e as pessoas que por ali passavam. E eu pergunto: "Até Quando Vamos Suportar a Violência em Nosso País?..."
Eis a questão?...
Se puderem me ajudar, aceito comentários e sugestões, pois, a coisa está grave e não podemos ficar aqui de braços cruzados, esperando que o pior aconteça.
Digamos todos não à violência!!! Lutemos pela paz e pela tranquilidade de todos nós brasileiros, que aqui nascemos e amamos a Nossa Pátria Querida!
Abraços fraternos.
"A censura do Estado sobre o cidadão é uma forma de violência simbólica, que busca impor uma visão única e homogênea sobre a realidade, negando a pluralidade de vozes e perspectivas."
Chegará um tempo em que o silêncio dos sensatos será visto como violência, e o grito dos tolos, como virtude.
A violência cresce cada vez mais, evoluímos com ela também; hoje vivemos, racionalmente ou não, a cumplicidade desse mal.
A violência das palavras pode causar danos profundos e duradouros em uma pessoa. Assim como um golpe físico, as palavras podem ferir a alma, deixando cicatrizes emocionais que podem perdurar por toda a vida. Elas podem minar a autoestima e a confiança, causar dor e sofrimento, e até mesmo desencadear problemas de saúde mental, como ansiedade, depressão e trauma psicológico.
Além disso, a violência das palavras pode criar barreiras na comunicação e nos relacionamentos interpessoais. Ela pode criar um ambiente tóxico, onde o respeito e a empatia são substituídos por hostilidade e desconfiança. Isso pode levar a um ciclo de violência verbal, onde as pessoas se machucam mutuamente em um ciclo de dor e ressentimento.
É importante, portanto, cultivar a gentileza e a empatia em nossas comunicações, escolhendo com cuidado as palavras que usamos e o tom que empregamos. Lembre-se de que as palavras têm poder e podem deixar uma marca indelével na vida de alguém. Use esse poder com responsabilidade e sabedoria, buscando sempre construir, em vez de destruir, nos seus relacionamentos e na sua comunicação com o mundo.
Penso que a humanidade só terá uma redução significante nos índices de violência (autodestruição) quando alguma força inteligente ameaçar a existência da mesma. Nesse momento sofreremos grandes mudanças nos processos sociais e econômicos (uma queda ou profunda alteração do capitalismo). Mudando pra sempre a história e a geografia e principalmente (se sobrevivermos) nos evoluiremos ainda mais como seres racionais.
"Cada vez que um ser humano comete injustiça e violência contra seu semelhante, destrói a fé e a esperança de milhares."
Nas sombras dos morros, histórias cruas,
De uma cidade que dança entre luzes e breus,
Violência oculta nas vielas, ruas,
Rio de Janeiro, onde o sonho perdeu.
No alto, palácios de zinco e saudade,
Onde a vida resiste, à margem do olhar,
Em becos estreitos, o grito da cidade,
Ecoa silencioso, difícil de calar.
As crianças brincam, sem medo do perigo,
Num mundo que esconde, um caos desmedido,
Entre balas perdidas e o amor bendito,
Semeiam esperança, num terreno erguido.
Nos olhos dos jovens, a revolta brota,
Uma guerra invisível, sem fim, sem derrota,
Onde cada esquina, guarda uma história rota,
De um futuro incerto, que a fé não adota.
O caos social, um monstro adormecido,
Desperta a cada aurora, faminto, destemido,
Na luta diária, um povo esquecido,
Busca na poesia, um refúgio perdido.
O Rio de Janeiro, ferido, encantado,
Contrastes que brilham, num cenário desenhado,
Onde o belo e o feio, num quadro mesclado,
Retratam a cidade, num verso apagado.
Os morros que cercam, são guardiões da verdade,
Espelhos de um Rio, que clama liberdade,
Entre becos e tiros, mora a realidade,
De uma cidade partida, em eterna dualidade.
"O processo é uma violência necessária, não por acaso se chama litígio, no qual as partes defendem seus pontos de vista e devem agir de boa-fé."
Medir a crueldade, a violência e o abuso com parâmetros de justiça sem a compaixão de se colocar no lugar do próximo é o mesmo que cometer o pecado que está julgando. Quando por religiosidade é a mesma falta de fé dos fariseus e carrascos que crucificaram o Cristo.
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