Viajante
Sou um cavaleiro,
um viajante perdido,
sozinho,vazio,com alma,
só no teu corpo quero encontrar
a minha estrada,o meu caminho,
para reconstruir e começar a viver.!
Seja
Seja um viajante dentre as águas inundantes
Ou o fluxo disgastante de um amor errante
Ou a luz embalante de um farol sintilante.
Seja um rock n' roll constante
Ou uma canção para os amantes
Seja vida, seja morte mas que seja empolgante.
Seja em casa, na rua
Seja meu, serei tua.
Vento Viajante
O vento sopra do nada
Bate frio vindo em minha direção em velocidade almejante
Com ele, vem um arrepio que deixa a espinha marcada
Energia estranha que vem mudando a cada instante
Vento gélido pelo qual não se sabe sua direção
Vindo de algum lugar onde traz sua energia
Vem vibrante, tão rápido quanto uma canção
Tamanha leveza que chega a tornasse em euforia
Traz um recado, uma historia para ser contada
Contos, mitos, crônicas e também algo de verídico
Rumores históricos, uma vida a ser lembrada
Tais coisas exatas que tornariam o mundo pacifico
Energias de lugares pelos quais nunca foram vistos
Animais incríveis que apenas por ele foi identificado
Criaturas estranhas, consideradas malditas
Coisas que só ele sabe em virtude de ser tão usado
Sabedoria viajante
Conhecimento ambulante
Vida compartilhada
Vento sopra, historia contada.
Dominguinhos
De volta pro aconchego divino
O viajante de voz mansa regressou
Empunhando sua sanfona, ao céu retornou
Ele que começou ainda menino
Honrou a vida e o berço nordestino
Sua arte, sua música é digna de troféu
Pra um bom forró todos tiram o chapéu
De hoje em diante, se ouve acordes angelicais
Agora sim, isso aqui tá bom demais
Todos os dias serão DOMINGOS no céu.
Assim como um viajante aprende a se adaptar às mudanças de rota e enfrenta obstáculos ao longo do caminho, nós também passamos por momentos de adversidade, crescimento e superação. A cada desafio superado, ganhamos experiência e sabedoria, tornando-nos mais fortes e resilientes.
OO Viajante de Deus a cidade santa.
Pelas madrugadas saio apressadamente, e cedo me ponho de pé, as madrugadas afora preparo minhas malas, para me encontrar com meu Rei, de longe me alegro a entrada da cidade Celestial, a Nova Jerusalém, de longe, trago meus pertences e os meus, para me congratular nessa maravilhosa e encantadora cidade feita sobre medida por Deus, e nesta esperança que olho, com perspectiva distorcida do que realmente será, mais uma coisa eu sei, é com grande alegria que eu e os meus tesouros encontrarão nos tabernáculos eternos para todo sempre.
Poesias Líricas ao Rei Jesus
Viajante
Eu nem sei o que seria
Se acaso fosse diferente
O meu passado dia-a-dia
Com aura de viajante
Rebelde e determinado
A conhecer cada lado.
Quando é preciso
Uma ponte se constrói
Seja do agora ao paraíso
Ou do vilão ao herói.
Falar é tão fácil
Discutir a teoria também
Há de ser forte e dócil
Para ir mais além.
A vida ensina todo tempo
Basta aquele melhor olhar
Até mesmo um contratempo
Tem algo a revelar
Assim fui descobrindo
Depois de atravessar...
Romper as fronteiras,
Esquecer alguns limites
Faz com que a gente
Veja novos horizontes
Repletos de outras verdades
E consequentes possibilidades.
Eu seguirei como os viajantes
Enquanto houverem caminhos restantes
Só percebe o valor da boa companhia o viajante solitário, que sempre conversa consigo e ora baixinho, ao longo dos mesmos caminhos.
Olhos azuis
Na imensidão dos teus olhos azuis
Torno-me um velejador
Disposto a navegar em alto mar
Ou perece por teu amor
Viajante delirante
Já não sei mais quem eu sou
Poeta, solitário,
Ou um simples velejador
Rodeado pelo azul do céu do mar
Rodeado por teu amor
Parto ao inesperado
Das incertezas deste amor
Assim como as mulheres
Dominam-nos pela força do olhar
Sou levado pelas ondas
Deste amor
Vai e vem
Neste alto mar
Espero ir de encontro
Olhos azuis
Aqui estou
Não sei se sou exigente demais,mas quem não deseja o bem e o progresso para o mundo é apenas um viajante tolo, que joga lixo pela janela do ônibus em que viaja!
Não construí nada que me possam roubar.
Não há nada que eu possa perder.
Nada que eu possa trocar,
Nada que se possa vender.
Eu que decidi viajar,
Eu que escolhi conhecer,
Nada tenho a deixar
Porque aprendi a viver...
Encontramo-nos na situação dos viajantes de um trem que pára, por causa de um acidente e, no ponto em que a luz do início do túnel já não pode ser vista e a luz do fim do túnel é tão pequena e fraca que o olhar deve buscá-la continuamente, perdendo-a vez ou outra, até que chega um momento em que a luz do início e a do fim se convertem em algo incerto.
