Coleção pessoal de celinavasques

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Água Encantada...


Cai uma chuva miúda
Água encantada em mil pingos
Parecem lágrimas tais como minhas mais profundas agonias
Eterna é esta neblina provocada
nas noites de
Viajante das arruinadas alvoradas
Navegadora de canoas de papel
Uma aura de fresca brisa veio do mar rumo
Ao meu coração... Bússola dos meus mais profundos
Sentires
Sequei a água dos olhos que rolavam nas faces
E vi minhas dores serem engolidas por um furioso rio...

celina vasques
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Perdoe-me...

Minha poesia magnifica qual o silencio
De teu terno sorriso... A canção que ouço tocar...
Este crepúsculo que chega lentamente
Avermelhando o céu antes tão azul
Cânticos do ângelus... O vento e a musica buscando
Um porto... O canto secreto de um sonho findo...
É um poema... Versos vindos da alma...
Tenho no rosto uma tristeza infinda...
Um choro de uma angustia que trago no peito...
Vêm à noite onde estrelas caem no mar...
Iluminando a escuridão e rasgando o silencio...!
Traga-me de volta o teu olhar ....o teu amor...
Peço-te mais uma chance...
Do fundo do meu coração... Perdoe-me!

Celina Vasques
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Até o ultimo arrepio...

Prisioneira que sou
Do teu amor...
Um pássaro sem voo... Sem partida...
Como num sonho entre brumas...
Procuro por ti... Em algum lugar
No firmamento... Entre céus...
Talvez...
Onde perdi também a alma e a paixão...

Já me reinventei dentro de todas as viagens...
Por entre mares... Por sobre as ondas
Sem chegar nem partir... Sempre no mesmo lugar
A te procurar... Até o ultimo arrepio...

Mas apenas um olhar pra trás onde
Somente um vazio e as palavras que versam
Quais gritos de amor... Nas rimas do meu poema...
A tua ausência e nada mais...!

celina vasques
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Ao fechar os olhos, o mar sussurra cantares.
Que eu aprecio...
Bato as asas para voar ...pode até ser delírio
Mas... Acredito...!
Posso voar...
Então sinto o vento no rosto
Arrepiando minha pele e a alma
Meu olhar se perde no horizonte
Mas não existem estrelas, nem lua cheia...
Somente a luz do teu olhar...!

celina vasques
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Marcas...
(....) Deixo meus passos marcados
Nas caminhadas que faço... Marcas tatuadas nas calçadas
Lugares que pisei com meus pés descalços...
Cabelos no rosto... Lágrimas ao vento
Desfiando momentos da minha vida
com voce no meu pensamento! (...)

Celina Vasques
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Sou poeta que fenece existindo
Na tua voz calada que um dia disse que me amava
Um fantasma solto do exilo
Um piano que toca enquanto escrevo
Uma emoção... A palavra que abre o coração
O estonteamento de anseio que nunca se detém
Em mim... Há aguas brandas... Vindas de um dilúvio
Chamado Saudade...!
Não quero perder-me na solidão das noites
Vem... No sussurro da noite ao encontro do amanhecer!
celina vasques

Celina Vasques
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O sorriso do vento...

O vento sorri por entre as rochas...
E na sua impulsividade pisa na alma de quem
O sente... E de quem também lhe sorri...
E na vastidão das florestas rasgando o silêncio
Daquele lugar...
Sopra-me a boca como se quisesse beijá-la
E eu em delírios... Sufoco um lamento
E deixo fluir aquela gota de lágrima...
E sinto uma coragem enorme...para entregar-me...
Não há rocha que resista a violência do vento...
Não há ventos que destruam um grande amor!

Celina Vasques
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Teus olhos lagos de placidez... Estrelas
A brilhar... Teus olhos parecem rir-se
Quando fitam o mar...

Celina Vasques
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Saiba que te amei...!

Confiei a ti
Os segredos do meu coração
E todos os meus sonhos
E o que havia de melhor em mim...
Até o meu primeiro arrepio...
O primeiro beijo de amor... e de mãos dadas
Caminhava contigo naquelas tardes
De primavera... Onde flores perfumavam todos os nossos caminhos
Sentia a brisa a voejar beijando nossos rostos e
Esvoaçando meus cabelos...!

Vivemos esse encantamento... Pra ti entreguei minha alma...
E o mais terno dos meus sorrisos...
Foram tão doces tempos...
- E éramos tão jovens...! -

Faz tempo te perdi dentro de mim... Vaguei por
Muitos dias buscando esse amor na canção dos passarinhos
Ou no silêncio das noites...
Encontrei apenas o caminho da Solidão...!

Celina Vasques
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Nada sou...sem ti!

Sou lágrima que escorre dos teus olhos....
Sou aquela que te espera... Sempre esperou
Sou quem continua crendo
No voo misterioso dos sonhos que não mais existem...

Sou poesias esvoaçantes e meditativas...
Sou o teu esquecimento... Nas noites de solidão...
O teu mar íntimo do seguir... Invasora do teu coração fechado...
Sou tua saudade!

Sou passarinho insano que grita sussurrante no silencio
Dilacerando o vácuo...
Cintilei meu caminho com o teu olhar...
Será sempre escuridão sem o teu chegar
És vida ...e nada sou sem ti...sem mim...sem nós!

Celina Vasques
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Vem dividir comigo este mar...

Admirar os céus azuis unindo nossos olhares
E de mãos dadas sorrindo junto corrermos na praia...
Vamos voar como pássaros num júbilo entorpecido...

Se vieres... Será a lágrima doce
Que me escorre na face... E que molha meus lábios...
Existem muitos anseios em minha alma...

Quero muito mais que te ver!
Eu te quero sentir... Todos os dias...
Seguir teus passos
Como se eu fora a tua majestosa sombra...!

Vem... Abraça-me como se fosses o vento...
Liberta-me desta longa espera...
Para depois amarmo-nos loucamente neste divino momento!

Celina Vasques
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Poesia sem fim...

Em sussurros fulgentes
Perco-me na vastidão de sentires
Onde o horizonte longínquo
É a ilusão de meus devaneios...
Partilho emoções...
Amor eternizado nos meus versos.
Esta poesia sem fim...

E mergulho em teu mar...
- essência de mim-
Comigo vive esta saudade
A amargura... E a solidão…
Onde habitam meus fantasmas...
Memórias de um passado tão presente...

E adormeço... Sentindo a alma viajar...
E sonhando
Abro as minhas hipotéticas asas cristalinas
e voo onde estão os sonhos teus!

Celina Vasques
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Regressei dos meus silêncios...
A agonia escorreu qual garoa e me trouxe a paz
... devolveu-me a chama que suaviza e atenua a dor...
Lembrei a canção de passarinhos
Fantásticas melodias...nas manhãs invernais...que
Explodem em alegrias no alvorecer trazendo a verdade
E a felicidade de ser amada ...Por ti Senhor!
Foram tantas as palavras que falei...como a fé vinda da alma...
Obrigada Jesus!

Celina Vasques
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Ao assistir o entardecer prodigioso...
Escuto os passos do vento em minha varanda...
A saudade trás a lembrança de ternuras antigas...
E penso que morro todos os dias
Enxugo as lágrimas na solidão do crepúsculo
E encanto-me com a canção dos passarinhos...
Sussurrando nos lábios o encanto infindo...
E num longo devaneio misterioso viajo
No voo de poesias não escritas...
E continuo a escutar as canções dos ventos e seus passos
Que me fazem adormecer e sonhar contigo!

Celina Vasques
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De um tempo fugaz...

No meu olhar a alma que habita em mim
Reflete a canção adoçando
O meu rosto num sorriso cintilado poético
Que vem de meu coração vibrante...

Gotas de orvalho brotam docemente
De um firmamento gris
Fulguradas pelas luzes sofisticadas
De um tempo fugaz...

Na visão marejada e carente de ti
O tempo não se detém nem retorna
Prossegue inexorável
Os sentimentos confundem-se...
No distante horizonte... Onde um pássaro
... Voa... Disperso... Maltratado...!

Celina Vasques
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Eu queria sobreviver ao nevoeiro das manhãs eternas...!

Celina Vasques
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Caminhares perdidos
Arrastei anos,
Perdi alegrias, amplexos e até o afeto.
Voei nas asas do vento..
E quando achei que tudo sabia
Descobri que ser feliz é apenas breves momentos...!

Celina Vasques
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Embriagada de júbilo e fadiga
Vivo o amor e a placidez em mil momentos e
Num sussurro delirante
E no rodopiar de castas harmonias
Persegue-me os passos do tempo…. no vento!
Será que sobreviverei a bruma dos amanheceres eternos?

Celina Vasques
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A minha alma
Na tua alma tem o alvor e a brancura dos sentidos
É tão imaculada a fase de plantar ilusões...
... Um suspiro decisivo...
E planto... E plantei!
E fantasio na estrada do coração... Lindos momentos de amor...!
E caminho em frente ao mar... Num passeio sem fim...
És a poesia razão desta caminhada onde escuto
A melodia de passarinhos voando nas nuvens
... Desse horizonte sem fim...
Eco melodioso
De brados matizes... Muitas cores!

Celina Vasques
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Na límpida calma de uma madrugada de abril...
Faz-se o silencio na memória
Sou pássaro de voo... Jardim de primavera...
De ti já tentei em muitas outras estações...
Nunca te esqueci... Nem nunca parti...
E nesta distancia infinda jaz a tua lembrança
Nas noites e nos dias... Em todos os crepúsculos
Sonho com noites de luar... Em chama acesa...

Na fulgente placidez de uma manhã de abril...

Celina Vasques
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