Viajante
Vento Viajante
O vento sopra do nada
Bate frio vindo em minha direção em velocidade almejante
Com ele, vem um arrepio que deixa a espinha marcada
Energia estranha que vem mudando a cada instante
Vento gélido pelo qual não se sabe sua direção
Vindo de algum lugar onde traz sua energia
Vem vibrante, tão rápido quanto uma canção
Tamanha leveza que chega a tornasse em euforia
Traz um recado, uma historia para ser contada
Contos, mitos, crônicas e também algo de verídico
Rumores históricos, uma vida a ser lembrada
Tais coisas exatas que tornariam o mundo pacifico
Energias de lugares pelos quais nunca foram vistos
Animais incríveis que apenas por ele foi identificado
Criaturas estranhas, consideradas malditas
Coisas que só ele sabe em virtude de ser tão usado
Sabedoria viajante
Conhecimento ambulante
Vida compartilhada
Vento sopra, historia contada.
Dominguinhos
De volta pro aconchego divino
O viajante de voz mansa regressou
Empunhando sua sanfona, ao céu retornou
Ele que começou ainda menino
Honrou a vida e o berço nordestino
Sua arte, sua música é digna de troféu
Pra um bom forró todos tiram o chapéu
De hoje em diante, se ouve acordes angelicais
Agora sim, isso aqui tá bom demais
Todos os dias serão DOMINGOS no céu.
AGIR E ACREDITAR
Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas e imaginava uma forma de chegar até o outro lado, onde era seu destino.
Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro.
O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. O viajante olhou detidamente e percebeu o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras. Num dos remos estava entalhada a palavra acreditar e no outro agir.
Não podendo conter a curiosidade, perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito acreditar, e remou com toda força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo em que estava escrito agir e remou com todo vigor. Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.
Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-os ao mesmo tempo e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem.
Então o barqueiro disse ao viajante:
- Este barco pode ser chamado de autoconfiança. E a margem é a meta que desejamos atingir.
- Para que o barco da autoconfiança navegue seguro e alcance a meta pretendida, é preciso que utilizemos os dois remos ao mesmo tempo e com a mesma intensidade agir e acreditar.
A verdade é um viajante que viaja de trem e não escolhe estação para ficar...Chega, aonde tem que chegar, tarde o que tardar!
Meu pensamento... viajante sem fronteiras.. encontre terras limpas.. frescas.. sem vales e ermos.. fique por entre as belas paisagens... pela sombra do Criador.. em descanso...em paz.
Sem destino...
Passo as noites
em viagens sempre longas,
sou um viajante sem destino
nesta constante ida e vinda
de uma vida com tantos dias
e um rosário de perguntas
onde as respostas, não me agradam.
by/erotildes vittoria
Um amigo me disse que sou viajante sem rumo,buscando meu mundo,descartando meu verdadeiro eu,escrevendo meu nada,apenas conto de fadas,mergulhado em uma vida mal amada, tentando existir,cercado do infame desejo, de um mundo inexistente, que mesmo veio a pregar,amigo tão certo,ou certo me calar.
A VIAJANTE PERSPICAZMENTE SUTIL
"Já não ando tendo mais tanta pressa. Comecei a ser mais gentil com cada passo que dou. E se tenho que trilhar outros horizontes será pouco a pouco, passo a passo até alcançar a sutileza em mim. Afinal, não há lugar algum para chegar se na chegada eu não me vence a mim mesma nesta engenhosa perspicácia de vida que tenho sendo uma viajante.”
—By Coelhinha
caminhar no astral, e ver aqueles seres,
de bom viver, alma viajante,
puro ser, em templos que o coração
flameja entre os espaços do universo.
Romântico Viajante
Pra ficar comigo você vai ter q entender
que pra compensar meu espaço
vou andar vários passos
só pra lhe surpreender.
Talvez você fique sozinha
sem saber o que eu faço,
mas entenda menina
respeito e amor eu lhe dou
bem mais do que simples abraço
Talvez precise viajar,
firma-me ao atrito do asfalto,
quilômetros terei que rodar
só para entender o que de melhor eu faço.
Sera minha companheira,
minha garupa verdadeira,
meu torque principal
e se me entender, aí sim será a mulher ideal.
O viajante imóvel se foi, partiu sem deixar vestígios de suas obras encarnais, e tudo que fizera durante a vida, não durou mais um mortal momento se quer. Apenas sumiu, em meio aos escombros, já familiares para aqueles chamados para a outra vida, algo além da compreensão, uma ultima memoria. Fitávamos um ao outro no 3 andar, criaturas feitas por deuses diferentes, um sabio, e um nefasto, juntos fariam algo, algo para se arrepender para uma vida, juntos escalariam as paredes da solidão. Descobrindo assim novos sentidos, iluminados por um padrão descomunal, e como musica de fundo, o simples gotejar de uma torneira, fazendo uma poça em uma pia fria e entupida de sujeira, sentimentos impuros não contam, pois no fim, todos voltam para seus lugares, rei ou servo, nada há de sobrar, apenas o gotejar para o soneto não acabar. E assim, seguir em frente ou atras, os destinos ja estão ligados, assim como as constelações, algo para uma morte dedicar, seria uma última praga para rogar, antes de sua desgraça chegar, simetria já não existe, pois não enxergamos por enteiro, nosso andar é cansativo, cansados de ir ao mesmo lugar e recomeçar, dormir com o delírio virou algo para se pensar, apesar dos tantos verões a frente, queremos algo para enxergar, para mudar o rumo das coisas, abrir a torneira, e ver a água transbordar..
Porto...
Faças tu a felicidade
Seja um viajante do amor
A depositar toda tua bagagem
A quem no Porto o espera
Seja tu exclusivo
E faça ao outro por total exclusividade.
Minha esposa
Minha vida
Meu Porto
Meu legado
A tu e tão somente a ti
Deposito todo meu aprendizado...
Um conto que me contaram
Havia um viajante perdido sobre uma floresta virgem totalmente desconhecida sobre os olhos de Deus e principalmente dos homens.
Cansado e com fome se noção de onde estava, pois estava muito fraco não podendo caçar e nem pescar, desmaiou.
Disposto a salvar o viajante, três animais se comoveram.
Um urso, uma raposa e uma lebre.
O urso por ser grande e forte pescou o maior e melhor dos peixes do riacho.
A raposa por ser ágio e esperta, muito astuta por sinal, apanhou o mais lindo cacho de uva do melhor pé de parreira.
A lebre pobre e frágil, indefesa nada podendo fazer, atirou-se no fogo para se oferecer ao viajante faminto por sua própria carne.
Por mais indefeso que possa ser o homem ele tem muito valor no mundo espiritual, até mesmo um mendigo.
Faça o melhor para você e para os outros.
Mesmo sendo incapaz ou sendo inútil.
Era uma vez
SOLIDÃO
Viajante da noite
Por entre os desertos.
Peregrina entre o caos
pairando entre os ares.
Mandíbula que crava na pele
do homem em exílio.
Desarraiga no toque de seus lábios,
desnorteia no balanço de seus cabelos negros
e cria a hipnose em sua mirada.
Agita o caldeirão da desilusão
e joga com os varões em represália.
Afronta a alegria e a simpatia
enunciando a sua era.
Caminha por entre os poços do desengano
e naufraga os navios dos sonhos.
Petrifica o núcleo dos seres
fomentando a alma narcótica.
Era uma vez Solidão,
moça indesejada,
porém ensinou a alguns homens
que veio a esse mundo a passeio
mas deixa sua bagagem
pois volta a qualquer segundo.
Pois é feita do SOLO em que habitam
das IDAS que fazem
e dos cumprimentos que não DÃO.
"Sozinha, indo eu dou a todo ser
o ermo da minha presença."
Prazer,
Solidão.
Vias terrenas
Virtude de viajante
A sem graça vida
Sol desgastante
Mas alma impaciente
Juvenil corpo
Ligeiramente avançado
Mas ainda precário
Virtude de viajante
Esmeras pedras de diamante
Carrego o símbolo da vida
Infeliz sem graça
Via sem término
Virtude de viajante
O belo conhecimento
Vivo a passadas do corpo
Levado pelos ventos
Ventos que assopram
Para o rumo do tempo
Entre o passado e o futuro
Virtude de viajante
Galante viajante, apaixonante. Por que está assim tão distante? Eu passei um dia com você e para mim significou bastante.
Mostrou-me que o mundo não só se vê e não dá pra se entender, tampouco as coisas que o compõe. Que tudo que você sabe que eu sou é insignificante perto do que você supõe.
Agora compreendo que cada pessoa apresenta um mundo criado, pelo seu próprio fardo, que para dizer a verdade, não é mundo, e sim maneira que se vive no primeiro sentenciado.
Que não adianta enxergar o mundo de uma forma e vivê-lo d’outra. Que não adianta mudar para uma pessoa porque você não conseguiria se adaptar.
É impossível porque é complicado e ninguém quer se complicar mais sendo que nem mesmo se conhecem de fato.
Você me disse que é imprevisível viver seu mundo comigo. Que seria um risco, colocar um “estranho” que muito influencia no caminho.
[...]
Bardo
Viajante, eu te pergunto
“A tua paz a dúvida mina?
Não domina bem esse assunto?!”
Acompanhado pela calmaria da harpa
Parei unicamente para tirar uma farpa;
Bancando o tal bardo das culturas celtas
Garoto pardo andando em um carro celta
Tornando-se músico e poeta;
Compondo um clássico poema;
Viajando para além das fantasias
Me partem os mitos e as alegorias
Os recitados fazem parte das galerias;
Tais versos traduzidos de uma cantiga
Trago tal poesia de uma Europa antiga
Bem-vindo as novas poesias
Eu sou um contador de histórias
Apresentarei as verdadeiras lendas
Ele está presente, aquele negociante!
Num conto oral, e em cada vogal e consoante
✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.
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