Veio e Passou como um Cometa
Observe. Absorva. Contudo mantenha ao seu lado, como um amigo fiel, a lucidez. O dever de manter seus princípios e aspirações devidamente intactos é exclusivamente seu. Vida longa à autenticidade!
E como se nada fizesse efeito, tudo esta sem graça.
Um vazio dentro de um tudo, um tudo sem objetivos.
E que a unica razão a qual estou vivo hoje
e pelo meu coração esfalecido se recusando a parar de bater..
E vivendo aqui na minha zona de conforto
tudo já não e mais confortável as coisas que faço;
Ou melhor nem faço, tudo se resume ao meu velho computador,
A cama a mim, e de fora todo o mundo complexo e confuso com sigo mesmo.
Aonde ninguém sabe aonde vai, e se entretêm com algum dispositivo eletrônico ou seus eletros-domésticos
O infinito vasto e vazio mundo da terra...
E sobre não ter, e sobre ser, e sobre não ter nada, e ser tudo..
É tudo questão de perspectiva, e o lapso consciencial de vos-mesmos
Voltando ao passado, me pego pensando em como eu queria voltar no tempo e tentar fazer um jogo diferente... Hoje você está com seu caso aparentemente feliz e eu... eu... eu to vivendo ou tendo viver cada dia como se fosse o ultimo, como eu queria que esse ultimo dia fosse com você.
E hoje? hoje... hoje você me odeia e nem se quer olhar na minha cara você tem coragem. isso me quebra e me desaba em vários sentidos, saber isso automaticamente acaba comigo.
Mais saiba que foi você minha onira...eu nunca vô esquecer
E perdão por não te proporcionar uma vida feliz.
Te amo eternamente simplesmente por você ser o que é!
Queria tanto te ver, quem sabe um dia.
A comédia, para sair boa e prestante como corretivo, deve ser um espelho em que o espectador veja os seus ridículos.
Pai e mãe,
Um amor sem igual. Eles são como Leão e Leoa. Protegem as suas crias, ensinam como viver nesse mundo, mostrando a realidade da vida. E nunca se esquecendo de espalhar amor. O amor que carrego em meu peito foi transmitido por meus pais. Sem esse amor, o que seria de mim nesse mundo?
Pais.
São como um diamante,
O diamante mais caro,
Tem um brilho singular,
O bem mais precioso,
Que quero guardar,
Para sempre cuidar.
Uma história de amor.
Apareceu na minha vida,
Como um amigo protetor.
Protegeu-me de todos os maus me aconselhando.
Um dia aproximou-se um pouco diferente,
Chamou-me para dizer que estava encantado,
Com o meu jeitinho de ser e que se apaixonou.
Não acreditei e nem queria imaginar,
Namorar o meu melhor amigo.
Do mesmo jeito que se aproximou,
Ficou distante,
Muito magoado naquele momento,
Fiquei sem saber o que fazer e o que falar.
Foi passando tempo,
Fui mudando de reação e
Sentindo saudades.
A saudade que sentia pelo meu amigo,
Não era apenas de uma amizade,
Não conseguia decifrar que sentimento era aquele e
Com o tempo consegui perceber,
O meu verdadeiro sentimento,
Por aquele amigo.
Não sabia que estava perto de perder o meu grande amor.
Fui correndo o quanto antes,
Para achar onde o meu amor estava e
Enfim encontrei a tempo.
Consegui ficar ao seu lado,
Não só como uma amiga,
Como uma namorada e ganhei um amigo amor!
Ah! O destino, implacável como é; nos faz protagonistas do que vier, outras vezes coadjuvantes de um roteiro não planejado que aleatoriamente vai definindo tudo e todos sem crença, sem fé. Aliás sinto que fé nesse roteiro não existe, o destino até parece que age de má-fé, vai mudando tudo a todo tempo, desfazendo vidas, refazendo planos. Ah que ironia, nós que pensávamos ser donos da nossa própria história, com o tempo perbemos que não passamos de meros intérpretes; sim intérpretes, mas nesse caso traduzimos o tempo, agimos entre a vida e a morte, talvez tentando explicar para essas duas partes qual lugar cada uma ocupa nesse roteiro. Bom, porém eu havia dito que o mesmo segue de forma aleatória e é nesse momento que a vida e a morte se perdem na história e assim nunca sabemos "o dia de amanhã". E então somos obrigados a roteirizar o que nunca foi roteirizado; refazer a cena, seguir adiante, para que um dia possamos fechar a cortina sem nenhum aplauso, mas com muitos espectadores.
Como a noite hoje estar linda e fria, esperando com que a pessoa venha a seu encontro e com um sussurro no ouvido diga te quero.
Conheci um amor
Na beleza da flor
Um dia ela murchou
Como que eu fico
A flor me traz riso
E tudo que preciso
Reguei a novamente
Na tarde de sol quente
Novamente veio a crescer
Não seja cruel
Pense no mel
E na flor do jardim
Um dia ela te faz chorar
No outro dia te faz sorrir
Assim aprendi
A dar valor oque é belo
E não as coisas
Que parece ser oque não é
Pois pense muito bem
Antes de agir
Ainda mas de má fé
Fuan
Utilize da inveja como uma motivação para crescimento e evolução pessoal, e não como um sentimento ruim.
UM HOMEM ÁVIDO
De repente ele chegou ávido com um olhar marcante
Como quem andava em espinhos
Em minha direção ele veio de mansinho
Sem desviar meu olhar,fiquei pasma
Quase hipnotizada
Um tanto inibiada
Em dez segundos ele trilhou aquele caminho
Foi uma tormenta aquele tempo
Até chegar em mim bem pertinho
Passou mil coisas na minha mente
Em seguida não consegui pensar mas em nada
Aí fechei os olhos e senti seu cheiro másculo
Meu nervosismo transformou no regaço
Quando me envolveu em seus braços
Ele afastou meu cabelo por trás da orelha
E falou em meu ouvido com um tom suspiraste :"EU QUERO VOCÊ PARA MIM".
Sobre o amor-próprio… já que é a forma como nos vemos… traduzindo-se… por um reflexo de nós… naquilo que vemos nos outros. Então… tão simples… porque penso assim… e assim sinto.
Ajudarmos e valorizarmos os outros sem medida… é o quê?... Não, não. Não significa que se espera alguém suficientemente agradecido para retornar a nós o que demos. Proceder assim é viver em utopia. Em ilusão. Quem o faz não se ama. Ajudar os outros sem esperar nada em troca é um ato simples de aceitação de nós mesmos e do conhecimento profundo sobre quem somos e sobre o que sentimos, sem qualquer avaliação depreciativa do nosso ser. É apreciar a vida respirando um ambiente positivo, uma fonte insuflada de sorriso espontâneo, de gratidão, de união a Deus e à natureza, de relaxamento, de partilha de bênçãos e de evitar tudo o que nos empurra para a toxidade. É estabelecer limites sobre o que se tolera e o que não se aceita. É o calmo respeito pelas nossas emoções, deixando fluir os próprios anseios, sentimentos e necessidades, sem o abandono dos sonhos que alimentam os nossos dias. É amarmos-nos sem restrições, dedicando-nos, todos os dias, um tempo agradavelmente pacífico e empolgante, realizando o que mais gostamos, pela garantia das nossas necessidades, até atingirmos o ponto alto de satisfação interna: praticar uma atividade física, ir a um restaurante favorito, ler, assistir um filme, saborear um gelado novo, fazer aquela sobremesa que se adora, dar uma caminhada, visitar uma amiga, subir o Monte Everest, ir à praia… ou, simplesmente, não fazer nada, fechar os olhos, escutar uma suave melodia e descansar, praticando a meditação de forma amorosa e gentil connosco próprios… Possuindo-se controle emocional, esquece-se a opinião alheia e age-se positivamente, perdoando e desenvolvendo o fortalecimento da coragem em nós, sem humilharmos ou julgarmos ninguém, respeitando o nosso eu, respeitando o eu dos outros, determinação e empenho, aceitando as dificuldades e as tristezas porque também são elas que nos fazem crescer, admitindo os próprios defeitos para os melhorarmos, aproveitar a vida e viver livremente, dizendo não a um mundo condicionado, sermos autênticos, e, sobretudo, irradiarmos amor e benevolência por nós e por todos no mundo, gratos por nos constituirmos como seres completos e por sermos amados, pois que o nosso compromisso mais sério é com Deus, assim como a verdade é o nosso cachecol mais bonito e o único a usar.
LIRISMO
Como
se eu
fora
o último
dos românticos,
bebo
um gole
de lirismo
e, inebriado,
desato
ardentes
cânticos!
Algumas pessoas dizem que a vida deveria ser como um rascunho, para vivermos uma vez e depois passarmos a limpo; Sendo de que a vida é assim, pois a cada dia que passa temos uma nova chance de passarmos a limpo.
Se os banheiros revelam a higiene de um estabelecimento como um todo. É por isso então que banheiros públicos são o que são.
A tolerância funciona como um componente mecânico que permite a junção de duas partes em movimentos independentes, compensando os trancos e vibrações, como uma junta de dilatação que recebe o impacto direto, absorvendo-o, se não no todo, ao menos em parte, o que equivale a suportar e aceitar algo que não pode ser evitado.
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