Um Poema para as Maes Drummond
Quisera ter!
Um sorriso de um menino/
A leveza de uma pena ao vento vil/
O sol na manhã de inverno/
O néctar adocicado para o moribundo.
PEDACINHO
Cada pedacinho teu
Te torna único e especial
Um amor que vem de encontro ao meu
Sem explicação
Meu coração te escolheu
De um jeito tão natural
Minh'alma te reconheceu
Fez essa canção
Esqueceu o não
Eu amo a tua paz que me acalma
Eu amo o teu olhar que me vê como eu sou
Eu amo a tua luz que me ascende
Me faz despertar no amor
O silêncio vai falar
Palavras já não podem expressar
O encanto da conexão
Nossa perfeição
As almas querem se encontrar
Andar livres de mãos dadas
Que sorte, vem, vamos voar
Pela imensidão
Em outra dimensão
Eu amo a tua paz que me acalma
Eu amo o teu olhar que me vê como eu sou
Eu amo a tua luz que me ascende
Me faz despertar no amor
Eu amo a tua paz que me acalma
Eu amo o teu olhar que me vê como eu sou
Eu amo a tua voz poesia
Me faz despertar no amor
Em um momento de tantas incertezas
meu coração é grato ao acaso,
que me presenteou com a oportunidade de te encontrar,
decepcionando meu lado cético,
que vê a certeza de um amor florescer cada vez mais,
e meu lado sonhador, que vê na realidade ao seu lado muito além do que um dia foi capaz de sonhar.
Um exemplo de hipocrisia do ser humano é ver um lenhador como malvado e destruidor da natureza...
Mas em sua residência tem uma mesa, porta, janela, escada, carvão para o churrasco, guarda roupas, mdf de artesanato... Quase tudo, madeira!
Derrubar uma árvore de muitos anos de idade, é de apertar o coração!
Mas é necessário essa prática, como garantia de várias rendas de sustento familiar. Desde o lenhador ao marceneiro e o pintor!
BN1996
21/05/2020
.
Não deixes Mãe que me fechem os olhos -
Por trás de cada espelho há um olhar
Por trás de cada corpo há uma Alma
Por trás de cada ilusão há um sonho ...
Olha Mãe, quando a morte vier e
virá cedo,
não deixes fecharem-me os olhos
nem porem-me as mãos em cruz
sobre o peito.
Não pode a vida negar-se a quem a
Viveu - obscura - dia-após-dia ...
Quero ir de olhos abertos para a terra
com as mãos livres para os versos ...
Eu sei que hei-de morrer como quem vive!
Não deixes Mãe que me fechem os olhos!
o que seria o conhecimento sem o esforço?
O que seria o esforço sem um foco?
O que o foco sem disciplina?
Como seria vencedor sem dúvidas?
Vazio
Não há nada
Somente vazio
Um copo sem fundo
Um corpo que quer vida
Não há verbos
Para decifrar
A cegueira
De nossos movimentos
Não há dicionário
Para encapar
Os meus,
O seu,
Os nossos
Sentimentos
Não há energia
Nem transcendência do viver
Não há nada
No olhar
Não sobrou coisa nenhuma
Mas há
Você navegando
Em mim.
Livro Pó de Anjo
Autora: Rosana Fleury
Índice Poético
Meu Deus,
Me perdoe
Porque o vinho que bebi em dezenas
Me deu um tapa
E pela madrugada
Em metamorfose
Eu vi o corredor
E entrei nele de cabelos longos
E o dragão que habitava nele
Chamuscou meus fios
E eu
Em transformação
Fui à vidente
Para decifrar as linhas
E ela nada me disse
E virei vatapá
Mistura
E no compasso de tudo
Num vôo sem direção
Eu fiquei envidraçada
E a partir de um todo
A verdade
Se perdeu
Em uma história sem fim,
Dentro de uma taça
Onde escorre a vida
E tudo é
Refluxo
Do que vivemos.
Livro: Não Cortem Meus Cabelos
Autora: Rosana Fleury
Eu sonho com um mundo onde a gente tenha mais empatia, mais amor, mais respeito e mais poesia.
Eu sonho com um lugar onde os jardins estejam sempre colorindo nossa vida e onde a gente não olhe tanto pra ferida.
Eu sonho com um mundo onde eu seja melhor do que fui ontem e onde cada um lute pra ser a melhor versão de si.
Eu sonho com um mundo imune ao mal, um lugar parecido com um paraíso real, onde a gente seja de carne e não algo artificial.
Eu sonho e vou continuar a sonhar, enquanto no meu peito esperança pulsar.
Uma mão que pode ser usada para o MAL... Um jeito simples de explicar.....
Não é só questão de limpeza e higienização....
Contra o CORONA VIRUS não é só questão de limpeza, higienização e sim de Assepsia com Álcool em Gel ou líquido 70% e o Lavar as mãos com água e sabão. O que temos que pensar sempre é assim, que todos nós neste momento de pandemia temos DUAS MÃOS BOBAS com PODER de serem usadas para o MAL e nos levar a se contaminar com o COVID 19 e que esta contaminação se dá pelas DUAS MÃOS BOBAS E que SÃO PERIGOSAS que por um descuido de alguém elas acabaram tocando em roupas, papéis, corrimãos, chão, portão e coisas que foram tocados por alguém com o VIRUS e isto irá contaminar a gente se após tocarmos com estas DUAS MÃOS BOBAS na mucosa da boca, mucosa dos olhos, mucosa dos ouvidos . Todas as vezes que esta MÃO BOBA E PERIGOSA entrar em ação< TACA ALCOOL EM GEL NELA, TACA SABÃO NELA antes de tocar no seu ROSTO e se alguém espirrar - USE MÁSCARA para se proteger, pois ele entra por vias respiratória.
#DORMIR
Coisas mansas como o luar...
Águas de um lago adormecido...
Abandono de um jardim sem flores...
Lamento de uma vida...
Sem amores...
Antes da morte por vir...
Nascendo de vez para a vida...
Deixo os desejos sem rumo...
Me entrego, por completo...
Ao mundo...
No barco sem ninguém...
Anônimo e vazio...
Aonde irei ter?
Tudo passa...passa...
Sem perceber...
Com meus cansados olhos...
Do mesmo modo, a vida é sempre a mesma...
Quero a mim próprio embalar...
Não ver mais nada...
O sono que desce sobre mim...
É o sono de todas as desilusões...
E os anos vão passando...
Deixarei que morra em mim....
Vivendo na sombra de seu encanto...
Porque o melhor enfim...
É não ouvir e nem ver...
Tudo aquilo que um dia...
Deixei de ser para você...
No fim de tudo, dormir...
Para já não mais...
Poder sentir...
Sandro Paschoal Nogueira
Todo dia, um LEÃO e uma cutia saem em busca de vida.
Não sobrevive quem tem mais porte.
Sobrevive que sabe o norte.
Nara Minervino
Era uma vez um conto de fadas
Onde o príncipe e a princesa
Viveram felizes para sempre
Cada um no seu castelo
E fim!
Descrição
Eu pus no quarteto a rima
Coloquei no terceto um não
No dueto não havia a razão
Apaguei tudo: debaixo, acima!
Recomecei em mim, outra vez
Quatorze verso é difícil acertar
Nem sempre decassílabos, talvez!
Deixo - os livres sem pestanejar!
Às vezes as tônicas nem soa
Outras vezes leio - as e arrumo,
Os parcos vocábulos que destoa!
Subjugada a desajeitada atenção
Por ventura, arrisco a perder o rumo,
Sem contudo, descrever meu coração!
Nós dois ao luar
Irei te cantar
A canção chamada amar
Um olhar,que seja o teu olhar
O abraço,que seja apertado
E o beijo,que nunca esqueço
A Bordo da Própria Existência
A vida é uma viagem que ninguém deseja concluir. É um voo do qual ninguém quer desembarcar. É um hotel existencial do qual ninguém quer fazer o check-out. Devemos portanto, aproveitar bem a viagem e os serviços a bordo. Antes que de chegar ao destino final.
Jardim
Um coração aparentemente intransponível batia dentro do meu peito gelado, talvez nem batesse, afinal eu nem o observava, só sei dos meus pés, sim deles eu sei.
Subi muitas escadas, cruzei os recifes, os ônibus me transportaram.
Eu tenho medo do mar, não sei nadar, mas as águas me trouxeram. Quando eu pensei que a minha breve, insana e cansativa viagem chegara ao fim... Sua existência chegou voando por sobre o tempo, sobre o mar, e sobre a primavera, e eu que nem sabia da existência dessa tal primavera, a reconheci. Um gosto estranho surgiu, me apaixonei pela arte de cultivar flores, E desde então prossigo trabalhando sem cessar em um Jardim gigantesco e misterioso.
Nem um algo medonho acontecendo torna as pessoas mais humildes e mais humanas.
É como se houvesse glória no lodo no limo ou na bosta. Lives de artista fúteis que conciliam egoísmo e vícios.
E torcem pro vírus ir embora, mas sua estupidez não.
Acredito agora que sobreviverão mais idiotas egotistas, que gente Humana de fato querendo um mundo menos soberbo...
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