Um Estranho Impar Poesia
Acho estranho um termo ainda empregado por algumas pessoas: "Ela é uma moça de família". Como assim? Qualquer pessoa, seja bebê, criança, moça, moço, adulto, velho, velha, são pessoas de família. Todos viemos de uma família. Talvez seja um termo para designar uma pessoa casta e honesta, mas moça de família? Os não castos e desonestos não vem de uma família? Posso estar errado, mas depois de moça, moço, seja quem for, tenha que ter um adjetivo. No dicionário informal encontramos algumas designações: "Moça pura, santa e virgem. Moça para casar. Moça que quando você fala besteira na orelha dela ela fica toda vermelha e envergonhada. São quase freiras." Seria melhor adjetivar que generalizar, pois assim ficaria mais compreensível.
De repente eu escutei um barulho um pouco estranho, mas daí percebi que era só o eco das batidas de um coração vazio.
" E em meio a multidão eis que surge um individuo, um ser estranho que a sociedade se espanta quando vê, não por sua aparência ou seu jeito estranho de andar, mas pela sua educação. Um sujeito que olha com uma expressão séria e ao mesmo tempo gentil, que não se importa com a classe social ou a aparência, ele simplesmente é daquele jeito. Um jeito tão distinto, tão incomum. Esse jeito? Esse jeito alguns costumam chamar de educação, outros chamam de gentileza, outros por vez chamam de atenção e existem alguns que se atrevem a chamar de intromissão. Enquanto embarca em um ônibus o sujeito deseja um bom dia ao motorista e ao cobrador. Procurando um lugar para se sentar, ele encontra um lugar vazio ao lado de um senhor... Enquanto deseja um bom dia ao senhor, ele franze a testa e com uma cara de espanto da passagem ao sujeito. Todos no ônibus se encontram com cara de espanto e admiração... "
Suspirou profundamente. Havia um cheiro estranho no ar, a zumbir nos estertores da madrugada. Os quilómetros que correra tinham-lhe causado dores no peito. Talvez tivesse exagerado. Pensou em adquirir umas sapatilhas novas. Desatou o cabelo e fechou os olhos húmidos, reprimindo as lágrimas. Engoliu-as uma a uma, até ficar com os olhos secos. As suas emoções haviam-se descontrolado por completo. Horas atrás. Dias atrás. Fechou a mente e apoiou as palmas das mãos nos joelhos, tentando respirar pausadamente, ao ritmo certo dos pulmões. Fazer com que as pessoas a odiassem era fácil. Conseguir que o homem, a quem amava profundamente, a desprezasse ainda mais, era fácil. Difícil era lidar com as ondas que a percorriam dentro de si. Buscava forças dentro dos pleonasmos mais densos do coração, porque já havia tentado todas as estratégias que sabia, para esquecer. Era vital rapar o fundo do poço, dececionar, fazer e dizer coisas que não eram de si, até não restar mais nada e chegar à dor aguda, àquela que a rasgaria por completo, para depois a curar. Deixar doer até não suportar a própria dor, até algo se romper dentro dela. Sabia disso por experiência própria. Sabia exatamente qual era a sua posição. Olhou para cima, centrando o azul dos seus olhos no azul do céu, e o seu rosto suavizou-se. “Quando chegar a chuva”, pensou. Talvez, algures, o silêncio do lugar em que se encontrava, sempre delicado, lhe trouxesse a resposta da sua infância, nas asas leves e perfumadas das flores silvestres que a seus pés cresciam em abundância.
Quando você entra em um mundo estranho ao seu, o pânico reflete em sua face. No momento em que você tem que fazer uma escolha, o medo toma conta de todo o seu corpo. A opção que tenho que tomar, faz de mim um ser diferente, uma alma stive, um corpo surrado, um pensamento honesto, me transforma em um carcereiro.
O universo foi criado pelo Amor; o desamor, por isso, é um corpo estranho a ele ( o universo). Em sua autodefesa, o cosmo trabalha para destruí-lo. Não foi Deus quem destruiu Sodoma, mas o desamor.
Foi estranho o que aconteceu, certa vez eu jogando um jogo eletrônico (chamado Final Fantasy XIII) reparei (quase no final do jogo) uma paisagem selvagem, onde os animais corriam livremente entre si, mas atacavam os humanos, nós éramos a única ameaça que eles tinham (apesar de ser um jogo eletrônico isso mostrou como é a realidade, nós somos ameaça até aos animais que nem inteligência avançada tem), mas ao mesmo tempo fiquei olhando aquela paisagem, era uma paisagem com montanhas, colinas, desfiladeiros, grama e uma flora realmente impressionante, foi algo que realmente me impressionou. No dia seguinte recebi um panfleto de uma loja, e na primeira página havia uma televisão com a imagem de uma grande paisagem, era impressionante, nunca vi aquilo na minha vida, então eu fui dar uma olhada no Google imagens e ver algumas paisagens, então paisagem após paisagem eu reparei o quão a natureza é bela e nós invadimos ela dia após dia, desmatando e povoando lugares onde o humano não deveria estar, a natureza é bela, sempre me dá uma sensação de liberdade olhar para ela, não digo para renunciar a vida na cidade, pois os vícios que ela proporciona são imensos, mas que pelo menos um dia da vida vejam a paisagem "selvagem" de perto. pois selvagens somos nós, o ser humano vive pela violência gratuita e pela criminalidade sem motivo matamos por diversão e o animal "selvagem" mata para comer.
Há um estranho equilíbrio em mim, entre a parte que aceita e a que rejeita, por isso sei quando devo lutar.
é estranho,se perto estou,tenho vontade de um distanciamento,e se distante estou,tenho sentimento de saudade.
Ser estranho não que dizer que poder agir as vezes impulsamente, ou por ser um ser que nem eu sei como sou, poderei ser um ser esquisito!
Prefiro estar perto de um estranho que tenha boas intenções do que a um conhecido de coração imundo. E na ausência de um ou de outro, fico sozinho, pois eu não nasci agarrado com ninguém!
O que algumas pessoas olham como algo estranho, observo apenas como uma forma de expor um novo modo de ser vista.
Acho estranho um sistema de governo que divide as pessoas em "blocos": negros x brancos, homens x mulheres, ricos x pobres. Vamos desobedecer esse governo. Vamos nos misturar.
“A vida é como se fosse um estranho instrumento musical e o nosso coração o maior de todos os instrumentistas, o qual pode misturar todas as notas, dentro de todas as escalas, da mais grave a mais aguda, sem nenhuma dissonante, e em qualquer ritmo compor com elas as mais belas melodias, algumas tristes, outras alegres, mas sempre melodias fazendo fundo para todos os nossos momentos!” –
De repente um vento muito estranho desmonta o castelo de areia, provoca uma avalanche de tristeza e muda a paisagem do local. Isso é a tal falsidade disfarçada de amor e amizade.
Sinto como se meu corpo flutuasse. Um corpo estranho, daqueles que têm asas, pousam na água superficial e não podem voar. Cortaram minhas asas e apagaram minhas memórias. Só me resta dizer que tenho apenas marcas, dores, escondidas por um profundo desejo de sofrimento eterno.
E novamente o coração dispara, a mente se esvazia e um estranho frio na barriga começa, tudo isso pelo simples fato de você estar chegando
Pessoas pobres e vazias de espirito não passam de um corpo estranho conduzindo órgãos vitais para se manter em pé.
Te vejo com um sorriso estranho, com um olhar perdido...me parece que o tempo te parou a espera de nós.
Há um mundo estranho dentro de mim: uma voz que soa como se não fosse minha, um olhar perdido em qualquer direção.
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