Textos sobre Medo
O Galo
Impotência, inutilidade, medo, pequenez. Chame como quiser. A verdade, é que as palavras jamais conseguirão expressar com exata precisão o que eu sinto ao ver aquilo. O que? Um galpão. Um imenso, fedorento e decadente galpão. Milhares de olhos tristes emolduram os rostos grandes. Bolas negras de inocência dilaceram meu coração em bilhões de pedaços. São os olhos da carne. É a comida demonstrando sentimentos adversos, tentando impor, de forma inútil, a vida que nunca lhes pertenceram.
O que acontecerá depois de hoje? A quem pertencerão?
Um futuro incerto, recheado de crescimento econômico está sendo pactuado em contratos legais de compra e venda. Eles não são animais, são coisas. Bens que nos pertencem e podem ser vendidos, assassinados, comidos ou amados. Nas jaulas frias, flashs de câmeras fotográficas inibem uma psique descontrolada. O bico frenético do galo negro morde, com demasiada ansiedade, meus dedos trêmulos.
“Você vai ficar bem”, tento dizer de forma inútil, enquanto percebo a mentira que escorre pela minha fina linha de voz. Falo como um sopro. As lágrimas me veem aos olhos, transformando diversos sentimentos em uma gota de agua palpável, a matéria da minha subjetividade não compreendida. O galo tem o olho esquerdo machucado, as patas são enormes, o corpo beira o absurdo. Hormônios. O animal foi vendido por quinhentos reais, as placas indicam que ele é o vencedor no quesito de reprodução de matrizes. Misturar raças e rações é o segredo para essa geração de aves mutantes. Claro, precisamos de galinhas fortes, recheadas com proteínas induzidas para nos dar alguma dose de energia. Mas ele não sabe, não percebe. Seu instinto diz que precisa reproduzir, seu corpo pede por comida, seus olhos ardem. O estresse diminui sua produtividade como galo. Meu Deus, será que o galo sabe que é galo? Acho que não. Está perdido na escola do professor Xavier para super dotados. O galo é um super galo. O galo me bica, pra tentar impor sua grandiosidade. O galo é apenas o galo que engole medalhas pela garganta e, ainda assim, não deixa de ser galo. Mas eu, a garota de fora que esconde o choro, sei que ele é apenas um galo que foi induzido a ser, literalmente, grandioso.
Vou embora, me despedindo daquele ser perturbado. Dobro à direita e encontro mais jaulas. Gaiolas pequenas enfestadas de animais sensíveis de pelugem branca reluzente. Eles são os melhores no quesito de pelugem, os melhores no quesito de carne, os melhores no quesito de venda. São coelhos. As orelhas pontiagudas saem por fora dos buracos minúsculos, os flashs desafiam a capacidade visual dos animais, induzindo-os a um estado de torpor. Os corpos trêmulos demonstram fragilidade. As placas brancas de madeira rústica, demonstram preços. Eles são separados de acordo com seus quesitos mais impressionantes. Crianças se amontoam à minha frente, com os dedos pequeníssimos a tocar-lhes o pelo premiado. Mães sorriem, tiram fotos, explicam a vida do ser que está enjaulado como algo banal, um destino certo, uma beleza que está ali para ser vista e depois esquecida. Nada de nos aprofundarmos. Corações tão rasos quanto seus interesses. Eles são a base sólida de um mundo já corrompido, a ignorância em massa que carregará para sempre os mais aptos nos ombros. A ignorância que alimenta a violência, que educa com cegueira, que vive em vão, que morre sem orgulhos.
Ao lado, uma loja de roupas vende casacos de pele, paralelo a uma loja de filhotes de chinchila. Mais fotos, mais crianças. O peso de não se ser ignorante em uma terra enfestada de burrice. Tento sair dali, trancar minha respiração, fechar meus olhos. Temo não suportar o abismo que se abre em frente aos meus passos febris. Mas suporto. Suporto o suficiente para chegar até o galpão ao lado, onde o meu principal destino se encontra: os bovinos.
Nada de jaulas, nada de flashs. Aqui, há somente vacas, bois e cheiro de estrume. Placas enormes indicam os melhores matadouros, a melhor vaca para alimento, o melhor touro para reprodução. Cartazes esplendorosos exibem, com certa soberba, o orgulho de um boi em especial. Não lembro com exatidão o nome dele, mas sei que era muito, muito especial. Seu Sêmen foi vendido para dois continentes. Sua espécie, sua raça, ou sei lá o que, eram do mais alto escalão de linhagem bovina. Se você quer carne macia e animais dóceis, venha até mim. Se você quer animais submissos e uma linhagem mais rápida, venha até mim. Meu boi é o melhor e maior reprodutor do mundo. Venha até mim.
Eu vou.
Vou até o boi de quem tanto falam e não vejo nada além de um boi. O boi que, de tanto ser exaltado como boi, também pode se ter esquecido de que era boi. Mas eu... Ah, eu sabia que ele era um boi. Ele não me vê, estava ocupado demais regurgitando aveia. Mas eu estava lá. E eu via. O tamanho anormal, o pelo excessivamente penteado. O principal objeto de consumo, a melhor propaganda possível do objeto mais caro. O capitalismo agindo na sua forma mais pura para manipular a pecuária de que tanto dependemos. Continuo olhando e vejo apenas um boi. Um boi lotado de compromissos, fotos, folders, medalhas, filhos e linhagens inteiras de comida. Ao lado, mais bois. Todos os tipos de bois. Não conheço raças nem nada, mas sei distinguir cores. Bois brancos, bois marrons, bois pretos. Todo tipo de boi. E todos os bois que eu vi, devolviam o olhar meio incerto. O destino que nada lhes trazia, a compaixão que não lhes era devida. Olhos tristes. Bolas negras, repletas de mistérios e amores não percebidos. Bolas negras que continuavam a perfurar meu coração.
Será que o galo sabia que era galo ou apenas se convencia do contrário?
Por que estou começando a perceber falhas na minha identidade que não condizem comigo mesma. E, talvez, também ache que sou um galo. Na minha fraqueza, na minha pequenez. A indústria que consome meu dinheiro, de forma indireta. A pecuária que me engole pelas pernas contra a minha vontade. O mundo gira, enquanto acho que sou galo. E, nesses giros em descompasso, me perco numa identidade já não tão natural. Sou um galo que não se reconhece como galo, e, talvez por isso, me intitule como humana.
Medo e encanto
Não consigo imaginar as coisas de forma diferente. Não que eu não tenha tentado várias e várias vezes compreender o meu confuso coração. Eu já desisti de tentar comandá-lo. Por mais que eu tente não consigo pensar nisso tudo sem envolver amor. Isso tudo me dá medo e me encanta ao mesmo tempo. Quero que você entenda que nem sempre tudo o que eu sinto faz sentido pra mim também. Que o amor pode significar muito mais, mesmo que os sentimentos não se encaixem perfeitamente. Quando não queremos falar sobre o que sentimos é o momento em que isso não sai da nossa cabeça, nem por um instante sequer. E isso nos atormenta, demais.
É muita vulnerabilidade ficar com medo de ficar só.
Não tenha medo, não se apavore, não pule etapas, acho que o maior pavor deve ser em estar mal acompanhada, uma péssima companhia desgasta muito mais.
Sozinha você pode curtir um cinema, sozinha não tem com quem brigar, sozinha você escolhe seus pratos e filmes favoritos sem precisar chegar num acordo.
Não procure o amor, quanto mais você o procura mais ele se esconde, não se preocupe ao invés disso se ocupe.
Quando sua áurea estiver iluminada, quando você se sentir completa e realizada, quando for à hora certa e o momento oportuno, o amor surgirá.
Fique tranqüila, sem pressa, sem correria, sem o “tem que ser logo, pra já”.
Daqui a um futuro bem próximo novos ciclos irão se iniciar basta você está inteira e feliz!
Não tenha medo de ser você, não faça tudo por outra pessoa, deixe que ela também faça algo por você.
Arrisque, tente, faça, se errar? Peça perdão, aprenda com o erro e siga.
Quem quer mais da vida, faz diferente, cria caminhos, corre o risco.
Queira estar com alguém, queira alguém, e não deixe de querer a si mesmo.
Cuidado para não dar as costas para quem sempre lhe deu o colo.
Não pense que pessoas são substituíveis, mesmo amigos e amores que já tive e me fizeram chorar, me fazem falta pelo que de bom me trouxeram.
Queira ser feliz e não ter sempre a razão. Alias, o que é a razão mesmo?
Para saber o que é certo ou errado, pergunte primeiro ao coração, e, use o cérebro para dar uma forcinha.
Quer saber, não se ganha nada, nada, querendo ser infalível.
Duvide das regras para ser feliz, mas não duvide que a felicidade é uma escolha.
Ame, ame mesmo, se jogue, de o melhor, surpreenda, e, não compare pessoas muito menos amores.
Veja por dentro
Fecho os olhos esperando que tudo escureça
Com medo que talvez alguém me esqueça
E como um ser sem história, sem derrota ou vitória
Eu padeça com o sinônimo de escória.
Tenho medo do corpo não ser suficiente
Ao encarar todos os problemas de frente,
Quero esboçar um sorriso sincero
Para que saibam que protejo o que mais quero.
Temo que meu nome seja sussurrado
Pelos lábios que tanto almejei ter beijado,
Como seu fosse apenas mais um amigo,
Mesmo que eu tenha guardado tudo comigo.
Existem sorrisos que devem ser conservados
Assim como sentimentos que não devem ser fustigados,
Mas prefiro apreciar de longe a beleza
De uma musa, talvez duas, que inspiram medo e incerteza.
As vezes amamos alguem mas por medo de levar um fora ou ate mesmo dela não nos aceitar e passar a nos rejeitar não dizemos tudo e nos escondemos e quando queremos dizer ja e tarde demais ela ja esta namorando alguem ou diz não te quero porque antes vc me queria e nao teve coragem de me dizer então casar alguem que te queira
entao nao esperem muito sempre diga tudo o que sente por aquela pessoa
De uma coisa ele tinha certeza, que quando escrevia algo era pra se livrar do medo de altura, era pra voar.
As asas que a vida não dava. Os pensamentos que não conseguia virarem atitudes. Viravam apenas palavras.
Não seria fácil entender. Não seria fácil aceitar. Escritores vê seus sonhos se perderem em palavras e as lançam para as letras com a esperança de que alguém viva ou que transformem suas palavras em realidade como algo que ele mesmo não conseguiu fazer. De outra coisa ele tinha certeza, que nunca deixaria de ler seus próprios textos.
Quando a conheceu começou a escrever com mais frequência. Teria aumentando seus sonhos? Teria virado impossível os mesmos?
A capacidade de se perde no passado era maior. Seus textos diziam de distancia, de saudade. Diziam os que muitos tem medo de ouvir. As vezes diziam do passado. As vezes do presente. Seu medo era de escrever, seu medo era de sentir, mas nunca seu medo foi de procurar viver os fatos como reais. Me lembro quando o li pela primeira vez, senti vontade de ir e ficar, senti vontade de apenas ficar ao seu lado.
Ainda me lembro do pequeno trecho:
" Ao acorda, eu poderia ter pensando em outras coisas, em muitas outras coisas ... o cachorro que não me deixou dormi, na prova de amanhã, a louça pra lavar, o dinheiro do fim do mês que acabou, na saudade de casa, o medo do dia ser ruim, na bateria da câmera descarregada, no celular que não ouvi tocar o despertador ou apenas em que horas são. Ao levantar, o vento bate gelado em minha nuca, teria eu deixado a janela aberta? Procurei o chinelo para calçar os pés e me deparei com o chão gelado, onde estava os malditos chinelos? Deitei na cama de bruços e o procurei debaixo da cama,e o achei no escuro.
Mas antes disso tudo, antes mesmo de meus olhos abrir. Abracei o travesseiro e pensei em você.
Não seria um dia diferente dos outros, não seria uma manhã de surpresas. Inseto que em seguida pensei em mim.
Se o vento me incomodo de manhã, foi porque eu esqueci a janela aberta. Só pensei nisso. O dia começa assim, sozinho, como todos os dias. Vontade do bom dia da minha mãe ou da cara do meu pai dizendo: Acorda! Ou até mesmo gritando. Passaria eu o dia com pessoas que amo, passaria eu o dia sozinho,Com um só objetivo. Terminar minha faculdade. Tudo era tão chato, como também era cheio de remendos. Era a procura de amigos engraçados, era a procura de um amor, a procura de distrações que não me deixaria se perder. Tudo de uma forma ou outra colaborava para que eu não desistisse.
Ao sair de casa com meus 17 anos nunca havia pensado que aos 20 anos, seria somente minha vontade que me moveria, que me faria sair do lugar. O caminho é longo, o caminho pra viver é longo. Não temos tempo para deixar a triste pegarmos de surpresa. Alguém do nosso lado faz bem, mesmo em silêncio. Caminhar juntos é o melhor a se fazer.Escrevo, escrevo e me perco em mim. Escrevo tudo para falar de amor, sempre de amor ou de saudade ou de distancia. Fico aqui, frio lá fora, quente aqui dentro ... longe de tudo que amo... sozinho."
Na vida Ninguem tem medo de altura, e sim, medo de cair..
Ninguem tem medo de escuro, e sim, medo do que esta nele..
Ninguem tem medo de dizer: 'Eu Te Amo' e sim, o medo da resposta..
Na vida, o Amor eh como duas pessoas segurando um elastico, a primeira que solta, machuca a outra..
Um amor verdadeiro nunca vai te fazer sofrer, pois kem ama, Cuida, nao magoa e nem decepciona.. Pense nisso'
Um dia você vai lembrar de hoje e se perguntar por que teve tanto medo de agir.
Um dia você vai olhar para trás e se perguntar por que deixou que tantos pequenos contratempos o atingissem.
Um dia você vai olhar para trás e se perguntar por que não foi um pouco mais disciplinado e focado.
Se pudesse olhar para trás daqui a dez anos, o que você lamentaria não ter feito?
Se pudesse olhar para trás, que coisas você consideraria como as mais importantes do dia de hoje? Que oportunidades, que passam despercebidas hoje, seriam evidentes no futuro?
Uma vida de real valor e significado é algo que se constrói com o tempo, não um prêmio que se ganha por sorte ou habilidade.
O dia de hoje é uma oportunidade de construir a vida que você quer, uma oportunidade que não voltará.
O futuro é imprevisível, mas uma coisa é certa: você jamais se arrependerá de dar o melhor de si a cada momento.
Logo sou
Sentir tudo junto. Medo, pavor e o tempo de ser feliz.
Logo, tão logo atrás do que esperava.
Assim mesmo não ter percebido,
A causa de o ente ego inflar à majestade de um deus.
Quando meu corpo desconhece o seu senhor.
Armadilha encontrada e trocas perpétuas.
Gritos desconhecidos que chegam em direções.
Longe de mim; minha vida que nunca será.
Tão alta e distante que daqui nunca saberei também de nós.
Evolução
Vejo o medo estampado na cara
de alguns em meio a multidão,
Medo, do que as pessoas irão pensar, falar
e não com a sua própria opinião
No momento em que despertar,
sumirá esse tipo de interrogação
E surge uma voz em formato de rugido
vindo de dentro do seu coração,
Dizendo para deixar de ser mais uma
ovelha do rebanho e que se torne um leão.
Estou fingindo alegria porque estou com medo do escuro.
Ás vezes não é o escuro que me preocupa, mas o que há nele ou o que vem depois dele.
Vou estampando sorrisos, esbanjando olhares.
Vou dando migalhas de mim para alguns, dando-me completamente a outros.
Vou me despedaçando, mas não assumo o medo, não assumo nada.
Porque se eu não tiver nada, não terei tristeza constante.
Não terei do que me lembrar algumas vezes que chover ou que eu não consiga dormir.
Não terei que me lembrar do que por força maior teve que ir embora ou eu mesma expulsei da minha vida.
Porque tenho medo de ter medo me permito ser só mesmo à dois.
Não hesitei; nem senti medo. Quebrei todas as barreiras que me impediam e me atrevi. Fiz sem medo; venci meus limites e no final eu até sorri. Senti-me feliz por ter feito. Por ter conseguido escrever teu nome na folha do meu caderno. Eu não sei o que sentia antes; não faço a mínima ideia porque não conseguia fazer. Acho que… seu nome me dava calafrios, daqueles que me arrepiam toda, desde a cabeça até o pé. Só o teu nome me fazia perder o sentido de todas as coisas, pois ele me lembrava de todas as qualidades que tu trazias com ele… Então eu chorei. No meio a aula de história eu chorei sobre o teu nome, e enquanto minhas lágrimas pingavam teu nome desaparecia na minha folha de papel e virava apenas uma mancha.
Uma mancha azulada e torta.
Uma mancha…
Que manchou meu caderno, meus olhos e meu coração…
(Meio Tarde)
Talvez eu esteja sofrendo de um medo pagão, sem alma,sem nome ou solução,meu medo oprimido me limita a uma vida de regras,sem fascínio e sem esplendor,Não consigo respostas sendo a principal pergunta na boca do meu mundo,sou apenas um sujeito oculto,ocultando o medo que lá fora me consome e me come e prende toda minha vontade desejada pela ganância,Já nem sou tão bonzinho pra perdoar e te dar mas outra chance, Mas uma vez peço pra não me esperar e nem pensar em contar comigo,já nem sou mas humano o suficiente como pensa.
Aceite esse meu novo eu,como presente de despedida,já nem pretendo voltar a botar os pés neste lugar cheio de ódio,mentiras e dor,Não me surpreenderia se a vida fosse me tirado nesse instante,sempre aceitei a morte que me aceita como a vida me abominou,Mas talvez eu já não esteja tão vivo pra retribuir seu favor e só te peço que me deixe em paz e nunca mais volte a me procurar.
O que é sentir medo?
O que sempre quis entender, este medo, mas prefiro me referir como um trauma. Tenho um medo de perde este amor mais uma vez, de chegar ao ponto de nem nos olharmos nos olhos. Direi a ti com a sinceridade, eu amo você. Talvez isso não seja o suficiente para evitar um acontecimento que me leva a pensar nas noites chuvosas, as quais parecem que o mundo esta preste a tomar um novo rumo a sua vida, ou melhor a nossa vida. Pois em alguns segundos elas podem talvez nunca mais se encontrar e tomar outros rumos, totalmente opostos.
No final tudo que vou te desejar é que sejas feliz até o final de sua vida, pois você merece.
Acredito que algumas pessoas não se divertem por medo de envelhecer. Como assim? Eu explico: Ao meu ver, pessoas vivem no tédio porque assim o tempo passa lentamente e a impressão que dá, é que o dia foi longo. O contrario disso é quando você está numa festa se divertindo com seus amigos: quando você menos imagina, os ponteiros do relógio estão marcando quase 06:00h.
Sim, uma vida divertida tem como impressão ser bem curta, mas compensadora. Afinal, para que ter uma vida longa sem felicidade? Para que uma vida longa sem ter o que fazer nela? Quem quer uma vida longa?
Eu quero uma vida longa, mas para ser feliz.
Quantas e quantas vezes acordei com medo de não saber o que fazer o dia inteiro... se tem uma coisa que eu não gosto é indecisão.. ter que escolher.. não me dou bem com isso.. quero cada coisa em cada momento.. quero tudo.. mas chego a ser egoista nessa parte.. eu sei..
Não gostaria de ter apagado nada da minha vida.. apenas de ter feito algumas coisas melhores.. tão melhores que fizessem essas coisas do meu passado não voltar para o meu presente.. e me machucar.. machucar pessoas que gosto e que faria qualquer coisa para para ver bem..
Um dia eu aprendo..
Aprendo a esquecer..
a crescer..
e seguir em frente..
Reabraçar a vida e conquistar sonhos,sem medo de ser feliz
Elaborando pensamentos novos seguir seus objetivos;)
Nunca estará sozinha estarei sempre com você,a distância,
Atormentera mas sem sacrificio não há felicidade (maninha)
Tantas coisas boas ainda vamos comquistar, simplesmente,
Amo-te
Eu andei só.
Andei com medo, no frio.
A garganta já dava um nó
E o coração, coitado, vazio.
Meus pés descalços sofriam
Minha boca, tão seca, rachava.
No meu pensamento, pessoas riam.
E eu ainda não sabia onde estava.
Restos humanos espalhavam-se pelo chão
Um sinal da quase unânime desistência.
E, em busca de evasão
Tentava ativar minha inteligência
Eu já não tinha mais controle
As pernas, esbanjavam teimosia
Tudo parecia desmoronar
Corpo e mente estavam fora de sintonia.
Perdi meus óculos, levados pelo vento
ESte que levou também parte da visão
E ali, ao relento,
procurava uma saída daquela imensidão
A lua brilhava com um ar sombrio
Era evidenciada no céu fechado
Refletia na nascente do rio,
Sujo, imprevisível, maltratado.
A fauna local era medonha
Pior que ela, só a flora.
De marcante, uma coruja tristonha
Encima de uma árvore senhora.
Eu continuava caminhando
A cada passo, menos esperança
A força ia, com rapidez, cessando
Na mente, sequer uma boa lembrança.
E eu, àquela altura,
Já não tinha família.
Andava só, numa realidade obscura
Sem pai, sem mãe, nem filha.
Após dois quilômetros, talvez três,
Encontrei uma caverna
E ali, encima de uma pedra
Havia uma pequena lanterna.
Era uma velha lamparina
bem resistente, por sinal.
Tudo parecia ser uma sina.
Uma sequência.
Início, meio e final.
Eu segui pela gruta
Quase para desistir.
Com o sentimento de luta
Mas, com o mundo a ruir.
De repente, algo inusitado.
Um espaço arejado abrigava um violão
Deixei minha lamparina de lado
E, com certa estranheza, sentei no chão.
Um acorde aqui, outro acolá
E eu me renovei
Senti que algo bom ia chegar.
Continuei...
Dali, uma voz me guiava
Uma voz rouca, marcante.
O sorriso, que se ausentava
Surgiu por um instante.
Eu já estava esgotado
As pernas destruídas
Imundo, pessimista, desolado.
O corpo cheio de feridas.
Até que, como mágica
Uma luz irradiou
Aquela história trágica
teve um fim, acabou.
Andei por mais uns cinco minutos
E cheguei a um parque natural
Era tudo muito lindo, perfeito.
Paraíso no meio de um arraial.
Tudo era cheio de vida
Do grão de areia à bela lagoa.
E a vida passada, já esquecida.
Foi trocada por uma sensação boa.
A felicidade finalmente apareceu
Como toda flor tende a brotar.
E todo aquele breu
Foi-se pra nunca mais voltar.
Eu consegui! Triunfei!
Estava risonho como uma criança
E tudo isso que conquistei
foi devido à fé e á esperança.
Pois, quem acredita, sempre alcança!
TERRA
Encho-me de tristeza,o medo me domina,a incerteza me desanima,quanta maldade,que caminho a humanidade esta seguindo,tenho me feito várias perguntas,a cada dia o dia amanhece mais quente,as águas já não são tão limpas,animais morrendo por perder seu habitar,e a naturaza responde com sua furia acabando com tudo a sua frente,e as pessoas não percebem e continuam uma evolução,numa velocidade incrível,e eles continuam,gente matando gente,e todos junto matando o Planeta Terra.
