Textos sobre Medo

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Saber que você tem medo de me perder só me dá mais vontade de segurar sua mão com força. Eu entendo que às vezes a vontade de 'terminar com tudo' é só o medo falando mais alto, mas eu não vou a lugar nenhum.
Você me pediu sinceridade, então aqui está a minha: você é a melhor parte da minha rotina. Não se preocupe em ser perfeita para mim; eu já gosto de você com todas as suas manias e contradições. O que me incomoda? Só a ideia de não ter você por perto. O resto a gente resolve conversando, crescendo e aprendendo juntos. Obrigado por ser tão transparente comigo. Eu te vejo, eu te aceito e eu quero estar aqui por você.

ENTRE O MEDO E A VERDADE.
O ESPIRITISMO NÃO NASCEU PARA O SILÊNCIO.
Existe uma enfermidade silenciosa que atravessa parte do Movimento Espírita contemporâneo. Não se trata da ausência de estudo, nem da falta de obras, reuniões ou instituições. Trata-se do medo. Medo de investigar. Medo de questionar. Medo de evocar. Medo de ouvir. Medo até mesmo de aplicar integralmente o método que o próprio Allan Kardec estruturou.
Curiosamente, muitos homens afirmam defender a razão enquanto transformam prudência em interdição absoluta. E nisso nasce um paradoxo psicológico profundo. O mesmo Espiritismo que surgiu através do intercâmbio entre encarnados e desencarnados passa a ser defendido por pessoas que demonstram receio do próprio fenômeno mediúnico que lhe deu origem.
É necessário compreender algo fundamental. Kardec jamais proibiu evocação. Pelo contrário. O Livro dos Médiuns dedica capítulos inteiros ao estudo das evocações, dos métodos, das condições morais e dos perigos envolvidos. O codificador não construiu um sistema de silêncio espiritual. Construiu um método de discernimento.
A diferença é gigantesca.
O problema nunca esteve no ato de evocar. O problema sempre esteve na intenção moral do evocador.
Existe enorme distância entre evocação séria e curiosidade frívola. Entre investigação filosófica e espetáculo mediúnico. Entre estudo criterioso e dependência psicológica dos Espíritos.
Quando alguns afirmam que não se deve colher informações de Espíritos como André Luiz, Emmanuel ou Humberto de Campos, inevitavelmente acabam mergulhando numa contradição lógica. Porque grande parte da literatura espírita posterior à Codificação nasceu precisamente de comunicações espirituais.
Se toda comunicação posterior é automaticamente suspeita apenas por ser mediúnica, então muitos dos próprios pilares culturais do Movimento Espírita moderno seriam colocados sob desconfiança permanente.
Entretanto, também seria ingenuidade aceitar tudo indiscriminadamente. Kardec jamais ensinou credulidade cega. Ele advertiu severamente acerca da fascinação, da mistificação e do orgulho mediúnico. Eis o ponto frequentemente negligenciado. O Espiritismo não exige ingenuidade emocional. Exige análise racional aliada ao critério moral.
A evocação não constitui pecado doutrinário. A irresponsabilidade moral, sim.
Quando Moisés proibiu práticas necromânticas em Israel, o contexto era profundamente sociológico e civilizatório. A humanidade antiga encontrava-se mergulhada em magia tribal, idolatria, manipulação sacerdotal e superstições violentas. A proibição mosaica possuía caráter disciplinador para uma sociedade ainda dominada pelo instinto coletivo.
O próprio Espiritismo reconhece o progresso gradual da Revelação divina. Kardec jamais tratou os textos mosaicos como congelamento eterno da compreensão espiritual humana.
Além disso, existe uma questão psicológica raramente discutida. Muitos homens não temem os Espíritos. Temem perder o controle interpretativo sobre a Doutrina. Temem o surgimento de novas análises, novos estudos, novas comunicações e novas perspectivas. O receio da fragmentação transforma-se então em centralização do pensamento.
E toda centralização excessiva produz muros intelectuais.
O chamado “controle universal dos ensinos dos Espíritos”, elaborado por Kardec, jamais foi concebido como mecanismo de censura doutrinária. Tratava-se de um método comparativo, racional e universalista para evitar personalismos mediúnicos e sistemas isolados de revelação.
Porém, quando homens emocionalmente inseguros se apropriam de princípios metodológicos, frequentemente transformam discernimento em policiamento ideológico.
Então surgem divisões.
Discussões intermináveis.
Disputas de autoridade.
Grupos que se observam mutuamente como se fossem guardiões exclusivos da legitimidade espírita.
Tudo isso enquanto o fator moral íntimo permanece relegado ao segundo plano.
O próprio Kardec advertiu que o verdadeiro espírita reconhece-se pela transformação moral e pelo esforço em domar suas más inclinações. Não pela quantidade de proibições que impõe aos outros.
Existe também um orgulho intelectual extremamente sofisticado dentro dos ambientes religiosos. Não é o orgulho agressivo e visível. É o orgulho da convicção absoluta. O orgulho de acreditar que somente determinado grupo possui capacidade legítima para validar comunicações espirituais.
E nisso reside uma tragédia silenciosa.
Porque nem mesmo uma eventual comunicação atribuída ao próprio Kardec seria unanimemente aceita hoje. Muitos a rejeitariam antes mesmo de analisá-la. Não por critério racional legítimo, mas porque o homem frequentemente teme aquilo que ameaça suas estruturas psicológicas de segurança doutrinária.
Enquanto isso, esquecem-se da essência.
O Espiritismo não nasceu para fabricar tribunais espirituais entre encarnados. Nasceu para iluminar consciências.
Se um homem evoca apenas por curiosidade vazia, colherá perturbação.
Se evoca com orgulho, encontrará Espíritos orgulhosos.
Se busca espetáculo, atrairá mistificação.
Mas se investiga com seriedade, humildade e equilíbrio moral, estará apenas utilizando um mecanismo que o próprio Espiritismo reconheceu como legítimo dentro de critérios elevados.
A pergunta mais importante nunca foi “podemos evocar”.
A pergunta correta sempre foi “com que finalidade moral desejamos fazê-lo”.
Porque nenhuma evocação será mais perigosa do que a própria inferioridade psicológica do evocador.
No fim, muitos discutem Espíritos enquanto negligenciam a própria alma. Debatem fenômenos enquanto ignoram a reforma íntima. Erguem muralhas doutrinárias enquanto o orgulho continua intacto no interior da consciência.
E talvez por isso exista tanta inquietação.
O homem teme ouvir os Espíritos porque ainda não aprendeu completamente a ouvir a própria consciência.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
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Se a
Fé e a Esperança
desse colo ao Medo, jamais caberíamos no Abraço da Paz.


No colo, talvez ele crescesse em nós como uma criança mimada, exigindo atenção constante, dominando nossos pensamentos e guiando nossas escolhas.


O medo, quando alimentado, torna-se senhor dos nossos passos; limita sonhos, interrompe caminhos e nos convence de que é mais seguro não tentar nada.


Mas a fé não foi feita para sustentá-lo — foi feita para enfrentá-lo.


E a esperança não existe para justificar inseguranças — ela nasce justamente para nos lembrar que há luz mesmo quando os olhos ainda só veem sombra.


A paz não é a ausência de desafios, mas a presença de confiança.


Ela floresce quando, mesmo sentindo medo, escolhemos acreditar.


Quando decidimos seguir apesar das incertezas.


Quando entendemos que o medo pode até bater à porta, mas não precisa sentar-se à mesa.


Fé é dar um passo no escuro confiando que o chão surgirá.


Esperança é manter o coração aceso enquanto não amanhece.


Se fé e esperança acolhessem o medo como verdade absoluta, viveríamos encolhidos, presos a possibilidades que nunca ousamos experimentar.


Não caberíamos no abraço da paz porque estaríamos ocupados demais abraçando nossas próprias inseguranças.


A paz exige espaço — espaço interior que só existe quando soltamos aquilo que nos paralisa.


Que a fé nos fortaleça, que a esperança nos impulsione e que o medo encontre apenas o tempo necessário para nos alertar, mas nunca para nos dominar.


Assim, quando a paz nos envolver, estaremos inteiros — leves o suficiente para permanecer em seu abraço.⁠

⁠O gosto do medo: no hospital, onde quase tudo é pouco, o que sobra é o paladar da alma tentando resistir.


Talvez, se o medo tivesse gosto — doce ou salgado — ninguém se recuperasse dentro de uma unidade hospitalar.


Pois ele seria servido em pequenas doses, mas, com efeito, prolongado, impregnando até o paladar da alma.


Ali, onde quase tudo é pouco.


Pouco tempero na comida, pouca luz nas madrugadas intermináveis, pouca cor nos quartos e corredores que parecem sempre iguais…


Poucas palavras que confortam de verdade, pouca fé que não vacila, pouca esperança que não se cansa, pouca paciência para o tempo que insiste em se arrastar.


O que quase sempre sobra é muito medo.


Medo silencioso, aquele que não grita, mas pesa.


Medo que se senta ao lado da cama, observa os monitores e faz perguntas que quase ninguém se atreve a responder.


E ainda assim, é nesse cenário de escassez que alguns aprendem a respirar e resistir.


Porque, quando tudo falta, o pouco que resta — um gesto, um olhar, uma prece sussurrada — ganha um valor imenso.


Talvez seja assim que o medo não vence: não por desaparecer, mas por dividir espaço com aquilo que, mesmo raro, insiste em subsistir.

A Ganância dos políticos-influencers pelo poder é proporcional ao medo dos asseclas descobrirem que podem pensar.


Essa ganância toda não nasce apenas da vaidade em brincar de governar, mas da necessidade de manter intacta a ilusão de que seus seguidores não precisam pensar por conta própria.


O combustível desse projeto é a entrega constante de mais do mesmo: discursos previsíveis, inimigos de ocasião e soluções fáceis para problemas complexos.


Já nem se trata de convencer, mas de reafirmar.


A cada frase repetida, a cada promessa reciclada, alimenta-se o viés de confirmação que sustenta a lealdade cega.


Os seguidores não buscam novidade — esperam ouvir aquilo em que já acreditam, embalado em palavras que reforcem a sensação de estar no famoso caminho das pedras.


Nesse círculo vicioso, o medo dos políticos-influencers é que um dia, seus asseclas percebam que a Liberdade de Pensar por conta própria vale muito mais do que qualquer discurso pronto.


Porque quando a mente se abre para além das trincheiras, a dependência do “líder” deixa de fazer sentido.


E é justamente aí que a fragilidade do poder deles se revela.

O que revela o nosso caráter é a coragem de avançar, ainda que com medo.
É a intenção de não desistirmos de nós mesmos, por maior que seja as atribulações.
São os gestos de gentileza a superação da tristeza que é inevitável, mas com certeza conseguimos vencê-la com Fé e sabedoria
Acordou estressado, sorriso no rosto e oração.
O primeiro não do seu dia tem que ser assim
"Hoje não vou me abalar "


Meu dia será maravilhoso!
☞O meu o seu o nosso ✌︎︎
⋆。 ゚☁︎。 ⋆。 ゚☀︎。 ⋆。 ゚°❀⋆.ೃ࿔*:・𓍢ִ໋✧˚ ༘ ⋆。˚♡

Você me diz que sou sua
Como posso te deixar ir?
Se você me chama de volta?
Se tens medo que eu vá?
Queres habitar-te em mim eternamente?
Te falo sobre os sussurros do vento, você me ouve e sorri
Como se pensasse:
Por que?
Você chama o meu nome, repetidas vezes
Eu apenas ouço:
Lua, Sol, Lua, Lua, Lua…

Às vezes eu paro para olhar o céu e vejo como as nuvens mudam depressa. Elas não têm medo de sumir ou de se transformar em chuva; elas simplesmente seguem o vento.
​Dá uma vontade danada de amar assim, sem complicação. Olhar para aquela imensidão azul e sentir que o coração é igualzinho, um espaço enorme que só faz sentido quando está cheio de vida. O desejo de amar é como o horizonte por mais longe que a gente caminhe, ele sempre convida a gente a continuar indo em frente.


DeBrunoParaCarla

​Muitas pessoas têm medo da escuridão, mas eu aprendi a amá-la porque é nela que as nossas sombras se encontram. Amar-te não é apenas celebrar os teus dias de sol; é sentar-me contigo no chão da tua noite e não acender a luz até que te sintas pronta. As minhas sombras reconhecem as tuas. Elas não se julgam, elas não se assustam. Elas apenas se entrelaçam, criando uma dança que ninguém mais consegue ver. É nessa aceitação total, onde o Bruno sombrio encontra a Carla real, que a nossa união se torna indestrutível.


DeBrunoParaCarla

"Respeito De Fariseu"

Você fala sobre respeito
como se respeito nascesse do medo.


Como se levantar a voz,
diminuir os outros
e agir como dono da verdade
fosse autoridade.


Mas autoridade de verdade
nasce do exemplo.
E exemplo
foi justamente o que mais faltou.


Você confundiu arrogância com inteligência,
imposição com sabedoria,
e passou tanto tempo tentando ser superior a todo mundo
que nunca percebeu o quanto se tornou pequeno por dentro.


Porque homens grandes não precisam esmagar ninguém
para se sentirem acima.


E talvez seja por isso
que você tenta tanto me controlar.


Não por preocupação.
Nem por cuidado.


Mas porque percebeu uma coisa engraçada:


quanto mais eu cresço,
mais eu percebo
o tipo de homem
que eu nunca quero me tornar.


E a pior parte pra você
deve ser descobrir
que esse homem
sempre foi você.

28/12


Não tenha medo do isolamento,
caminhar em solitude, não é pedestal;
É cultivar paz no coração e no pensamento.


28/11




Conflitos desnecessários
drenam a energia,
Busque só o que tranquiliza,
mesmo quando tudo desafia.


28/10


Anote bem para não esquecer:
Não queira provocar uma
situação que não pode prever,
Porque ninguém tem
controle sobre o imprevisível.

tá tão complicado pai
Eu confesso, eu to cansado e não quero mais
Tô exausto e com medo


Tem dias que o peito aperta
Tem dias que o fardo pesa
Nem que fosse arrastando eu não volto pra trás
Fica aqui comigo e não sai mais


És o meu alívio
Tudo o que eu preciso bem aqui comigo pra continuar
Que me impulsiona todos os dias pra eu não parar
Tu és o motivo, Jesus, que eu tenho pra avançar,ah,ah,ah...


Música: alívio
Cantor: Jessé Aguiar

No dilúvio....
Seu sepulcro a pura ilusão,
Medo alucina sem tantos desejos
Apenas as lágrimas que caem do ceus.
O ambiente tem formas frias e escuras...
A dor não trás respostas diante ao abismo sendo sensatez ganha sombras.
O frio da contraste da garoa...
Suas mortalha da realce a fria noite.
As velas são luzes mortas no gosto de salgado de lábios frios.
Ninguém espera o final apenas joga terra num silêncio cruel,
Veu tampa sua face imaculada para asas da morte...
O sussurros do ventos são lamentos no coração.

A inércia mediante o medo.
Se torne impossível e imponente.
Pois ignora o declínio e esse é simplicidade compreensão.
Ser inerte todavia estão o erro mais a resiliência o torna navegante..
O exploração das fraquezas são apse da ausência a intimidação pelo olha ja te faz vencer pois ignora quebrou o caos ambiente as formas frias são adereços da existência.

Os vultos da almas são resquícios de espírito atormentado pela vida resiste.
Nos sutis atos medonhos da vida buscamos perguntas aonde esta o amor...
Nas mortalas do espírito remanesce o abismo da essência humana,
Mesmo no frio da escuridão tem vários insites de uma vida que floreu e próspero num amor profundo e eterno.

Medo.
Sem entrar na definição na qual o medo é um sentimento necessário à sobrevivência do ser humano, deixarei uma pequena opinião, não querendo ser esta, uma posição final.
Muitas vezes perdemos oportunidades reais, pelo simples medo de tentar.
Para tanto, inventamos as mais diversas justificativas e usamos essas como desculpas pela nossa inação.
Perdemos projetos ousados, oportunidades de emprego e até mesmo relacionamentos, pelo medo de tentar.
Por medo, talvez do fracasso, levantamos as mais diversas justificativas, dizemos que tal proposta não está ao nosso alcance, dizemos que não temos condições ou competências, enfim, inventamos as mais variadas justificativas que, para nós, nos servirão de conforto ante as nossas fraquezas, afinal é mais cômodo escorar a culpa em algo ou alguém do que em si mesmo.
As oportunidades existem para quem ousa, são para quem faz. Agora, ousar e fazer, dependem de ação proativa, obriga querer e traçar objetivos e metas para alcançar o que foi almejado.
Se você quer ter uma profissão melhor, invista nisso, estude, se prepare, mude sua rotina, se esforce, saia da inércia, corra da mesmice.
Tudo exige sacrifício e, não há conquistas sem renúncias.
Esses esforços valem para todos campos da nossa vida, do pessoal ao profissional. Invista, não tenha medo. Seja sempre alguém além de suas próprias expectativas. Você terá sucesso se assim agir? Não sei, mas posso afirmar que você estará mais preparado do que quando começou.
Empregos que não conseguimos, concursos que não passamos, relacionamentos que não conquistamos ou que se perderam, tudo isso, não deve ser motivo de desânimo, ao contrário deve ser um estímulo à buscar novos saltos.
Invista em você, não tenha medo, arrisque-se.
O medo, sempre estará a espreita e andará de mãos dadas com as dúvidas, com a sensação do fracasso, com a saída da nossa zona de conforto, mesmo assim, não tema, se supere.
Se quer algo diferente, faça algo diferente
Massako 🐢

Eles não sabem pedir desculpas, se embaraçam, se estilhaçam e se atropelam .
Medo de que os erros se repitam tentam ensinar o máximo que podem, a verdade é que impor é um objetivo e amar é lei.
Vejo o medo, frustração e insegurança em seus olhos que se oprimem atrás de uma carcaça rude mas, que se desfas rapidamente com qualquer dor ou arrependimentos que sentimos.
O quão amáveis e rigorosos são, o quão ajudam e atrapalham nossa vida, o quão importantes, verdadeiros e humanos são !

Inserida por klarawingler

Quando crianças, nosso maior medo era a ideia de que o bicho papão sairia debaixo da cama para nos assustar. Nossa verdade absoluta era a de que fadas existiam e vinham trocar nossos dentinhos de leite por moedas de 25 centavos. E ansiávamos que o natal logo chegasse para ganharmos presentes do Papai Noel. E de repente crescemos e as circunstâncias fazem-nos ansiar por verdades que venham substituir os nossos medos.

JEOVANIA VILARINDO (Diga-se de passagem)

Inserida por ggvilarindo

Que o medo de ser ridicula e infantil não invada minha ética, mesmo que eu já esteja calejada, que eu já não tenha cheiro de menina, ou que já tenha recebido cartas de má respostas, cartas que cobram, cartas de mentirinha, e até cartas devolvidas.

Texto Uma carta de amor para o destinatário certo

Inserida por fernandalencar

Alegrias e tristezas

Olho ao meu redor e o que vejo?
Vejo muita dor, medo, tristeza, alegrias, corações partidos,
O que fiz para isso acontecer?
Apenas vi, não enxerguei,
Tive desilusões, mas iludi,
Tive imperfeições, mas as vi.

Olho pela janela e o que vejo?
Vejo um mundo maravilhoso para muitos, será que para todos?
Vejo também, alegrias e tristezas,

Olho para trás e o que vejo?
Alegrias e tristezas,

Olho para frente e o que vejo?
Alegrias e tristezas,

Até quando? o nosso mundo por tudo o que é, as pessoas, animais, plantas,
Qualquer que seja e sobre qualquer dos bens, vejo.

Alegrias e tristezas..

Pendendo para o lado mais frágil, seja ele qual for.

Inserida por mercaldi