Textos sobre Livros
Os livros não dizem nada! Nada que se possa ensinar ou em que se possa acreditar. Quando é ficção, é sobre pessoas inexistentes, invenções da imaginação. Caso contrário, é pior: um professor chamando outro de idiota, um filósofo gritando mais alto que seu adversário. Todos eles correndo, apagando as estrelas e extinguindo o sol. Você fica perdido.
A ignorância do amor que horror, os livros e filmes nos ensinam que o amor é uma arte e vai te levar as alturas e que sempre acaba tudo bem com o amor, mas eu devo lhe dizer isso é uma GRANDE mentira o amor te mata te faz mudar e se entregar, te leva a uma terra desconhecida onde qualquer passo pode ser sua queda no penhasco a metros abaixo de qualquer sinal de alegria e quando você encontra um caminho para subir e tem um vislumbre de felicidade percebe que chegou em uma parede e que esse caminho bonito era só uma farsa. Amor uma uma bela e ilusória mentira, mas uma horrível e dolorosa verdade.
A grande transformação social passa leitura. Nos livros, encontramos o mais eficiente caminho para exercemos a verdadeira liberdade de pensamento. A autêntica liberdade humana. Porém é preciso variar o tema e os autores, pois do contrário o "mais do mesmo" nos manterá aprisionados à ignorância, entretanto com status de saber. Um saber limitado aos atalhos sem saída, na estrada do conhecimento.
Os livros têm olhos para todos os lados e bisbilhotam o cima e o baixo, a esquerda e a direita de cada coisa ou coisa nenhuma. Nem pestanejam de tanta curiosidade. Podemos pensar que abrir e fechar um livro é obrigá-lo a pestanejar, mas dentro de um livro nunca se faz escuro. Os livros querem sempre ver e estão sempre a contar.
Os dias ficaram bagunçados. O relógio só me faz lembrar o tempo que estou sem você, os livros me fazem pensar nas muitas histórias de amor que poderíamos ter vivido. Nosso amor foi temporário como os fogos de artifício, com um brilho fantástico e intenso que se apagou quando você escolheu partir.
Sem os livros, o desenvolvimento da civilização teria sido impossível. São os motores da mudança, as janelas do mundo, “Faróis”, como dizia o poeta, “erguidos no mar do tempo”. Eles são companheiros, professores, mágicos, banqueiros dos tesouros da mente. Os livros são a humanidade impressa.
Este é o poder dos livros: eles transformam cosmovisões e trajetórias. Convulsionam vidas. Quando um cristão apaixonado pela causa do evangelho não só a vive intensamente, mas põe no papel suas motivações para vivê-la como a vive, o resultado são milhares de leitores tocados e para sempre transformados.
Lemos livros e artigos sobre auto ajuda, sobre como nos tornar pessoas mais livres, mais responsáveis por nós mesmo, e começamos a dizer que somos donos de nossos narizes, autônomos, capazes de autogerir e de auto controlar. Esse breve panorama descrito, no primeiro momento faz-nos pensar que somos indivíduos completamente livres e pensantes. Mas isso pode ser um engano tremendo. Somos resultado de uma forma social de viver imposta pela sociedade de consumo. Que pauta o que você se deve comer, ter, viver e ser.Você pensa que pensa libertariamente?...pense bem!
Mas eu não sei te deixar. Todos os dias deixo meus livros na biblioteca, deixo meu cachorro no veterinário, deixo o velhinho na padaria passar a minha frente, deixo a porta da sala fechada, deixo mensagem desejando Bom dia aos meus irmãos, deixo a minha melhor amiga conversar com pessoas que eu odeio, deixo o meu pai reclamar, deixo de assistir tv pra estudar, deixo as coisas nos seus lugares, mas me trava deixar alguma coisa que venha de você. Me sinto uma estatua quando penso em te deixar sair pelo elevador. Me falta alguma coisa que eu não consigo mais te dizer. Me faz falta aquelas horas em que você me ligava de madrugada pra dizer que não estava tudo bem e que não conseguia pensar em outra pessoa que pudesse te ajudar. Me falta você em casa quando chego da minha agência de trabalho e penso em descansar deitada em seus braços. Falta você agora de madrugada e eu queria que você soubesse disso. E eu queria que você me mandasse uma mensagem me dizendo que lê tudo o que eu penso, como você me falava. Mas hoje eu entendo que você não saiba de nada e nem do que poderia fazer comigo. Pensar em você me faz querer destruir tudo o que eu venho tentando construir. Não adianta passar dias construindo algo porque essa barreira que faço cai em minha cabeça com força toda vez que você vem falar comigo, me fazendo lembrar que eu não consigo levar mais nada a adiante e não consigo te deixar. Mas eu queria acordar num dia desses em que acordo pensando em você desesperada e não lembrar mais de nada. Não lembrar daquelas horas em que você viajava e não me dava sinal de vida, apenas me ligava quando queria e quando voltava. E eu queria mesmo era ter ido todas as vezes na sua casa pra te perguntar o Porque você fazia isso comigo? Até hoje eu não sei a resposta, mas me doeu até o figado aceitar a sua falta de respeito. Me doía o corpo inteiro esperar você voltar. E me tremia o corpo todo olhar você dormindo porque eu sabia que um dia eu teria que ver você bem longe. E agora eu não te enxergo mais. Agora eu daria tudo nesse mundo pra saber por onde você anda e se passei pelo seu pensamento alguma vez. Acho que não. Também acho que não quero pensar em você até pegar no sono hoje, mas é difícil demais te deixar.
É, mas uma vez estou aqui com meus livros, músicas, bilhetes e com minhas diárias doses de café, percebo que está faltando algo, talvez seja você, não sei. Estive olhando pela janela, aquela janela sabe, do meu quarto que é de frente com o jardim, lembrei de quando eramos felizes em meio aquelas flores e plantas, naquelas tardes ao seu lado na qual eu sempre ouvia aquela tipica frase clichê “Nunca vou te abandonar.”. Por um momento eu acreditava mesmo, pensava que aquele era o amor verdadeiro, o amor que sonhei a vida toda. Mas no fim tudo mudou, eu não sei se realmente chegamos ao fim, mas de uma coisa é certa, está faltando algo, aqui nessa noite fria, em meio ao meu livro e meu café, e só pode ser você. Tem que ser você!
Faço as compras. Pinto as unhas. Visto a melhor roupa. Me "encho" de livros e fico culta. Vou a Igreja. Faço inglês, francês. Viro poliglota. Me olho no espelho e não tenho coragem de sair de casa ao seu encontro. Travo. Quem sou eu? Quem me fiz pra você? Me questionei antes? Não sou da engenharia mecatrônica. Não preciso me desfazer e me refazer pra você. Hoje não vou com você a lugar nenhum, desculpa. Só saio de casa no dia em que eu mais você, formos dois. Essa coisa de UM não existe. Paciência meu bem, eu anda vou ser sua, mas antes preciso que você me aceite sua!
Estou anunciando a todos me escutam, vêem e lêem meus livros, que estamos na entrada da verdadeira e definitiva civilização - que o retorno do Reino Divino na Terra está muito próximo, quer queiram ou não todos aqueles que se opõe - afinal de contas, o bem é prevalecente, devendo ser neutralizado tudo o que não estiver com ele.
Estou anunciando a todos me escutam, veem e leem meus livros, que estamos na entrada da verdadeira e definitiva civilização - que o retorno do Reino Divino na Terra está muito próximo, quer queiram ou não todos aqueles que se opõe - afinal de contas, o bem é prevalecente, devendo ser neutralizado tudo o que não estiver com ele.
Consideras-te justo? Mas o que o que seria “um justo” em conformidade com os livros sagrados? Aquele que dedicou sua vida a cuidar do espírito e salvar a si mesmo do inferno? Eu diria que não se encontrará justiça entre os egoístas e os acovardados. Estarias te mostrando mais justo se te dedicasses a combater as desigualdades impostas aos mais fracos em vez de te ocupares em ser mais benevolente com seus algozes.
Eu via você por uma pequena parte da janela entre a porta meio aberta e alguns livros na estante do fundo. Como pôde eu me colocar diante de você, que enquanto sorria eu me prendia atento em teus gestos quaisquer sobre a mesa. Entre um livro e outro me encantei, imaginei que pudesse permanecer te olhando sem que você percebesse. Simplesmente hoje foi meu dia de olhar para você.
Bem provável que em um mundo pós apocalíptico, os livros sejam evidenciados como um grande tesouro, uma espécie de abrigo, refúgio e conforto entre as páginas, emoções distintas, cenas impactantes, belas, inquietantes, cheias de vitalidade, frases expressivas, parágrafos significantes, que predem a atenção, satisfazem e provocam a curiosidade, da racionalidade à imaginação, uma exímia fuga de uma realidade caótica, palavras se vestem de sentidos e de emoções, que mexem coma mente e conversam com a alma, estranhezas, afinidades, inspirações, dessarte, uma situação detalhada de um contexto atípico, um sincronismo notável do que é real com o que é lúdico, que em partes, é possível, mas desta vez imaginado a partir da minha visão poética diante de um lindo quadro, uma arte profunda, traços sabiamente unidos, cores sóbrias, um estímulo adequado para se fazer uma reflexão, ser transportado em pensamentos, uma aprazível interação para todos que estiverem atento.
As pessoas são livros, umas são abertas, outras fechadas e outras entreabertas. Não seja totalmente aberto, para que nem sintam interesse em conhecer-lhe de verdade e já saibam demais, não seja totalmente fechada para que não te julguem pela capa, seja entreaberta, para que consigam ver pouca coisa, e se o pouco que verem lhes interessar, então página por página se revela com anseio.
Walter Benjamin já havia sido eleito meu teórico de cabeceira. Um de seus livros ficava próximo ao meu travesseiro. Sobre o que ele escreveu, entre tantas frases de Benjamin, uma em especial me colocou a pensar nessa manhã: “o modo de sentir e perceber o mundo não depende apenas da natureza, mas também da história ”. Foi por conta dessa frase que me senti na obrigação de olhar no espelho e repensar o que de fato sinto sobre mim mesmo, como me sinto dentro de mim, e o que sinto que me tornei. Dado que nasci na década de 70, me tornei adolescente na década de 80, adulto da década de 90 e alguém em crise na segunda década do século XXI. Por tanto, é dessa forma que pretendo contar essa história, porque ela será uma história sobre os sentidos, não somente os meus sentidos, mas os sentidos que atuaram sobre mim e me fizeram assim. O que sou hoje.
A Bíblia é diferente dos outros livros, pois ela é "Viva e Eficaz"(Hb 4.12), e os seus escritos são sagrados porque o "Espírito Santo" inspirou homens a escrever para humanidade, crer no seu tema principal, que é "Jesus Cristo", demonstrando o imensurável amor de Deus para conosco, nos mostrando o caminho para a nossa "Salvação" que é "Somente pela Fé no seu Filho, Jesus."
Se todos jovens cristãos soubessem que ler a Bíblia, livros e ouvir palestras bíblicas e pregações temáticas de vários educadores, enriquece em muito a sua comunicação, seus conhecimentos, seus relacionamentos, além de buscar programas de crescimento acadêmico, profissional e espiritual, sem dúvida muitos leriam e ouviriam os maiores conselhos para se darem bem na vida cristã.
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